Atualidade
Nova geração lidera surf português
A Liga MEO Surf, a 1ª divisão do surf português, apresentou o seu calendário desportivo para a temporada de 2024, com início da ação marcado para 22 de março, na Figueira da Foz. Em 2023, os títulos máximos nacionais foram atribuídos a Joaquim Chaves e Francisca Veselko, ambos surfistas na casa dos 20 anos. Na temporada que agora começa, a nova geração continuará a competir pelo processo de renovação da cara do surf português.
Calendário da Liga MEO Surf 2024:
Liga #1 – 22 a 24 de março – Allianz Figueira Pro
Liga #2 – 12 a 14 de abril – Porto Pro
Liga #3 – 24 a 26 de maio – Allianz Ericeira Pro
Liga #4 – 21 a 23 de junho – Allianz Ribeira Grande Pro
Liga #5 – 25 a 27 de outubro – Bom Petisco Peniche Pro
Francisco Rodrigues, Presidente da Associação Nacional de Surfistas, sublinha que “estamos de volta com a principal competição de surf em Portugal e com um sabor especial. Isto porque ao longo destes anos todos, vivemos debaixo de vitórias de surfistas como Frederico Morais, Vasco Ribeiro e Teresa Bonvalot, entre outros. No entanto, em 2023, os mais novos tomaram a dianteira das competições da Liga MEO Surf e isso é, por si, um excelente indicador de quem vai carregar a bandeira portuguesa no futuro. Eu, pessoalmente, gostaria ainda de ver valores como Matias Canhoto, Teresa Pereira ou Jaime Veselko a complicar a vida a Joaquim Chaves e Francisca Veselko na revalidação dos seus títulos. É isto mesmo que a Liga MEO Surf compreende: confronto de experiências entre gerações para que os surfistas portugueses se superem a si próprios de ano para ano!”
Luíza Galindo, Diretora de Marketing e Comunicação do MEO, refere que “estamos muito expectantes para, mais uma vez, apoiarmos a revelação de novos talentos, e muito orgulhosos da aposta numa modalidade que vai ao encontro de muito do que transmite a marca MEO: humanização, experiências que ligam as pessoas à vida e promoção do que temos de melhor com a passagem por algumas das praias mais bonitas de norte a sul do país e também dos Açores.”
Nesta 14ª edição de Liga MEO Surf, o regresso das estrelas nacionais às praias portuguesas acontece dentro de seis semanas, com Joaquim Chaves e Francisca Veselko a defenderem os títulos nacionais de 2023 e a competirem com o estatuto de líderes com a licra amarela Go Chill.
Campeões Nacionais nos últimos 5 anos
2023 – Joaquim Chaves e Francisca Veselko
2022 – Guilherme Ribeiro e Teresa Bonvalot
2021 – Vasco Ribeiro e Francisca Veselko
2020 – Frederico Morais e Teresa Bonvalot
2019 – Miguel Blanco e Yolanda Hopkins
Joaquim Chaves, 20 anos, campeão nacional de surf 2023, salienta que “a minha preparação para este ano está a ser um pouco diferente. Estou no Havai e vou cá ficar até 23 de fevereiro. Estou a tentar focar-me a surfar melhor com pranchas maiores. Estou a acompanhar o Frederico Morais e os outros atletas que também competem no CT que treinam com o nosso treinador, Richard Marsh. Depois vou regressar a Portugal e vou ter cerca de um mês antes da primeira competição do ano que é o último QS regional europeu. Esse vai ser o meu principal objetivo para tentar alcançar a qualificação para o Challenger Series. Se isso não acontecer, vou dedicar-me a viajar com esta equipa e evoluir o meu surf o máximo possível. A Liga MEO, este ano, vai estar um bocadinho em segundo plano, mas vou tentar fazer todas as etapas e dar o meu melhor para tentar conquistar o meu segundo título nacional.”
Francisca Veselko, 20 anos, campeã nacional de surf 2021 e 2023, deixa-nos que tem “tido uma preparação um pouco diferente em relação a outros anos. Este ano estou mais focada em melhorar a técnica nos tubos e aperfeiçoar a técnica em manobras de lip. Desta forma, espero estar à altura dos meus objetivos deste ano que são a qualificação para os Jogos Olímpicos, qualificação para o Championship Tour e a revalidação do título de campeã nacional”.
Guilherme Ribeiro, 21 anos, campeão nacional de surf 2022, afirma que “a minha pré-época começou ainda em novembro do ano passado, quando estive fora durante um mês. Primeiro, estive a treinar em Porto Rico para tentar alcançar uma vaga, juntamente com a seleção nacional, na qualificação dos Jogos Olímpicos nos ISA World Surfing Games que vão acontecer já em fevereiro. Depois, estive no Havai, naquela que foi a minha quarta temporada e sinto-me cada vez melhor naquele tipo de ondas como Sunset, Pipeline e Haleiwa. Já neste início de ano, comecei a treinar em força em Portugal já que é neste tipo de ondas que vou competir. Os meus grandes objetivos a curto prazo são qualificar-me para os Jogos Olímpicos e entrar no Challenger Series. Tenho treinado muito na Costa de Caparica porque é lá que vai acontecer a etapa decisiva do QS regional europeu. A Liga MEO Surf é um campo de treino para todos os objetivos que tenho a curto, médio e longo prazo. É onde se juntam os melhores surfistas portugueses que são, também, alguns dos melhores da Europa. Em termos de qualidade de surf e tipo de ondas que a Liga MEO Surf nos dá é muito vantajoso para nós, portugueses. Vou desfrutar de todas as etapas, mas vou para ganhar e, no final, fazemos as contas.”
Afonso Antunes, 20 anos, vice-campeão nacional de surf 2021, diz que “a minha preparação neste início de ano tem sido boa, sinto que estou a voltar ao ritmo! Tenho passado o máximo tempo possível na água, a surfar todos os tipos de condições e, claro, trabalhar também o físico. Os meus objetivos este ano na Liga MEO Surf são ganhar o título nacional e vencer, pelo menos, duas etapas. Os objetivos para o ano competitivo, em geral, são ser consistente ao longo do ano, ganhar uma etapa do QS e entrar no top 10 do QS europeu.”
Este ano é também uma época especial para Teresa Bonvalot, que está qualificada para os Jogos Olímpicos de Paris 2024, depois de ter participado na elite do surf mundial no ano passado na qualidade de “surfista alternate”. Na Liga MEO Surf, Teresa já conta com quatro títulos nacionais. A 1ª divisão nacional arranca já depois da última qualificação olímpica, que acontece no final de fevereiro em Porto Rico. Assim, mais nomes podem vir a juntar-se a Teresa Bonvalot na comitiva portuguesa.
Teresa Bonvalot, 24 anos, campeã nacional de surf 2014, 2015, 2020 e 2022, salienta que “a minha preparação está a correr super bem. Estou focada e a trabalhar na parte que tenho de melhorar principalmente nesta altura do ano em que acabamos por ter mais tempo para treinar. Estou focada para os Jogos Olímpicos que, num fechar d’olhos, já estão muito perto. Mas a próxima competição vão ser os ISA World Surfing Games em Porto Rico, por isso, também estou com esse mindset de ir lá e fazer o melhor resultado possível e tentar contribuir para mais uma possível vaga para Portugal. Em relação aos meus objetivos, acabam por ser baseados no que sempre quis que é a minha evolução, sabendo que tenho muito para progredir. Não há limites para a evolução e é aí que tenho de estar focada, trabalhando os aspetos não tão positivos e torna-los melhores. O principal objetivo é a qualificação para o Championship Tour para ficar lá a tempo inteiro. Tudo o que eu faço nas etapas do QS, Challenger Series e Liga MEO vão ser uma forma de treino para conseguir por na água aquilo que tenho vindo a trabalhar nos últimos tempos o que é ótimo para poder vestir a licra.”
Este ano, a Liga MEO Surf terá, ainda, a participação a tempo inteiro de alguns talentos vindos das competições juniores como Diogo Bravo, Manuel Pirujinho, Kekoa Hummel, Joaquim Trindade e Simão Prazeres.
A Liga MEO Surf conta, pelo sexto ano consecutivo, com o Grupo Jerónimo Martins como parceiro de sustentabilidade e enfoque na preservação da biodiversidade dos oceanos. As ações de sensibilização e de pedagogia enquadradas no programa “Amar o Mar” realizam-se em conjunto com o Pingo Doce. Em 2023, estas iniciativas envolveram cerca de 600 crianças provenientes das escolas dos concelhos de cada uma das etapas.
O público também tem uma palavra a dizer, participando nas escolhas dos seus surfistas preferidos no Fantasy Surfer, com um relógio GPS The Search 2 da Rip Curl para o vencedor de cada etapa e, ainda, uma prancha da Polen Surfboards para o mais pontuado no final do ano. Para participar, basta seguir os seus surfistas preferidos em fantasy.ansurfistas.com.
Em 2024, continuam as premiações especiais: a Allianz Triple Crown, que premeia os melhores surfistas no conjunto das etapas de Figueira da Foz, Ericeira e Ribeira Grande; a disputa pela melhor onda de cada etapa; a melhor pontuação exclusivamente dedicada às senhoras no Bom Petisco Girls Score; a luta pelas melhores manobras tanto no masculino como no feminino nas Go Chill Expression Sessions, Waversby Round, Waikiki Junior Award e os prémios reservados aos melhores surfistas locais nas etapas da Figueira da Foz, Ericeira, Ribeira Grande e Peniche.
Destaque, ainda, para o Junior Tour, plataforma competitiva reservada aos talentos do surf nacional de até 20 anos. Em 2024, o Junior Tour será composto por quatro etapas. Os campeões nacionais em 2023, Martim Nunes e Gabriela Dinis, tentarão revalidar os seus títulos.
Calendário Junior Tour 2024
Projunior #1 – 6 a 7 de abril – Porto e Matosinhos
Projunior #2 – 18 a 19 de maio – Viana do Castelo
Projunior #3 – 13 a 14 de julho – Aveiro
Projunior #4 – 27 a 28 de julho – Santa Cruz
Todas as etapas poderão ser acompanhadas em direto na Sport TV, assim como nos restantes meios oficiais: Facebook do MEO, app do MEO – disponível na posição 810 da grelha de canais MEO, e em www.ansurfistas.com e redes sociais em @ansurfistas.
A Liga MEO Surf 2024 é uma organização da Associação Nacional de Surfistas e da Fire!, com o patrocínio do MEO, Allianz Seguros, Bom Petisco, Go Chill, Corona, Somersby, o parceiro de sustentabilidade Jerónimo Martins, os apoios locais dos Municípios da Figueira da Foz, Porto, Matosinhos, Mafra, Ribeira Grande e de Peniche, o apoio técnico da Associação de Surf da Figueira da Foz, Onda Pura, Ericeira Surf Clube, Associação Açores de Surf e Bodyboard, Peniche Surfing Clube e da Federação Portuguesa de Surf.
Imagem: ANS.
A Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.
Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes e Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.
Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.
No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados
. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.
. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.
. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.
. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.
. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.
. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.
. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.
Imagens: IMP.
Atualidade
Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal
Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.
Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.
A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.
No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.
Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.
Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.
Fotos: ARA.
Atualidade
Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação
Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.
Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.
O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.
Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.
A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.
É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.
O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.
Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.
Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.
Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.
Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.
-
Atualidade3 anos atrásAgrária de Coimbra promove 9ª Edição do Curso de Fogo Controlado
-
Atualidade4 anos atrásLisboa: Leilão de Perdidos e Achados da PSP realiza-se a 08 de maio
-
Atualidade4 anos atrásCoimbra: PSP faz duas detenções
-
Atualidade4 anos atrásGuerra pode causar um ecocídio na Ucrânia
-
Atualidade3 anos atrásVisto CPLP não permite a circulação como turista na União Europeia
-
Atualidade4 anos atrásSanta Marta de Penaguião coloca passadeiras 3D para aumentar a segurança rodoviária
-
Atualidade1 ano atrásBarcelos: Município lança Cartão Jovem no decorrer do 1º Fórum da Juventude
-
Atualidade4 anos atrásCLIPSAS: Maçonaria Mundial reúne-se em Lisboa
