Connect with us

Atualidade

Junior Tour de Surf: Martim Nunes e Erica Máximo vencem em Viana do Castelo

Publicado

on

Martim Nunes e Erica Máximo conquistaram, este domingo, o triunfo no Projunior Viana do Castelo, segunda etapa do Junior Tour 2024, circuito que define os títulos nacionais Sub-20. Esta foi a segunda vitória em outras tantas etapas para Martim, enquanto Erica estreou-se a vencer na temporada, depois de uma etapa que contou com ondas na casa de 1 metro na praia da Arda, em Viana do Castelo.

O atual bicampeão nacional Pro Junior esteve em grande plano ao longo de todo o evento, conseguindo notas altas nas várias rondas disputadas. Prova disso foram os 15,25 pontos conquistados na ronda 2, que foi o melhor score do evento. Para garantir a vitória, Nunes superou na final Francisco Ordonhas, depois de somar 13,75 pontos, contra 11,65 do adversário.

“Estou muito feliz por ter vencido em Viana do Castelo, sobretudo por este triunfo anteceder a temporada do Pro Junior Europeu, que tem início dentro de dias, em Marrocos”, começou por afirmar Martim Nunes. “Foi um campeonato importante, em que consegui mostrar bom surf, o que me deixa motivado para o que aí vem. Também estou muito contente por ter disputado a final com o Francisco Ordonhas, que é um grande amigo e também surfou muito bem neste evento”, rematou.

Salvador Vala e Francisco Mittermayer fecharam a etapa, ambos, no 3º posto, depois de terem sido derrotados nas meias-finais por Martim Nunes e Francisco Ordonhas, respetivamente.

Na prova feminina, houve equilíbrio até ao final, com Erica Máximo a sobressair face à concorrência na reta final desta etapa. Nas meias-finais registaram-se as grandes surpresas do campeonato, com Maria Dias a eliminar a líder do ranking Maria Salgado e Erica Máximo a derrotar a campeã nacional Sub-20 em título Gabriela Dinis. Na grande final, Erica Máximo somou 11,75 pontos para superar Maria Dias.

“Estou muito feliz com a vitória”, começou por dizer Erica Máximo, após a final em Viana do Castelo. “Tinha começado o ano com um 3º lugar e, agora, este resultado dá-me um reforço de confiança para o resto da época. Foi um campeonato com condições um pouco difíceis, mas na final consegui encontrar uma boa onda, que me permitiu gerir o resto do heat. Fiquei mesmo muito feliz pelo triunfo e espero que o sucesso se repita nas próximas provas”, frisou.

Com este triunfo, Martim Nunes isolou-se ainda mais na liderança do ranking masculino, colocando-se em boa posição para conquistar o título nacional Sub-20 pelo terceiro ano consecutivo, tendo já uma vantagem de 530 pontos para o vice-líder Francisco Ordonhas. Já no lado feminino, Erica Máximo alcançou Maria Salgado na liderança, com campeã em título, Gabriela Dinis, a ocupar a 3ª posição do ranking, a 140 pontos da dupla da frente.

São Jacinto, em Aveiro, recebe a terceira e penúltima etapa do Junior Tour, que acontece a 13 e 14 de julho e poderá ser determinante para as contas dos títulos nacionais de Sub-20.

Resultados Projunior Via do Castelo:

Final masculina: Martim Nunes 13,75 vs. Francisco Ordonhas 11,65 pontos

Final feminina: Erica Máximo 11,75 vs. Maria Dias 8,25 pontos

Melhor onda masculina: Martim Nunes e Francisco Ordonhas 8,00 pontos

Melhor onda feminina: Gabriela Dinis 8,50 pontos

A segunda etapa do Junior Tour foi uma prova organizada pelo Surf Clube de Viana e pela Associação Nacional de Surfistas, com a colaboração da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Instituto Português da Juventude, Fundação do Desporto e o apoio técnico da Federação Portuguesa de Surf. Esta prova tem o patrocínio da Quiksilver e da Roxy e conta com os media partners Surftotal, Beachcam e ONFIRE Surf Mag.

Foto: ANS.

Atualidade

Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

Publicado

on

Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

Continuar a ler

Atualidade

Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

Publicado

on

Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

Continuar a ler

Atualidade

Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

Publicado

on

Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

Continuar a ler

Mais lidas