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O melhor spot para ver a Liga MEO Surf? Beach Point da Joaquim Chaves

Beach Point conta com ecrã gigante, zona de descanso com sombras e pontos de duche

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O Grupo Joaquim Chaves Saúde volta a marcar presença na Liga MEO Surf, dando aos espetadores o melhor spot para assistir ao campeonato: o Beach Point da Joaquim Chaves, que oferece a quem pratica e a quem visita o espaço um ecrã gigante com transmissão das provas em direto, bem como os replays das melhores ondas, uma zona de descanso com sombras, uma varanda com a melhor visibilidade da praia e também uma zona de duches.

Além desta presença, o Grupo irá ainda patrocinar uma das etapas da Liga MEO Surf, a Joaquim Chaves Porto Pro, que decorre entre os dias 23 e 25 de abril, em Matosinhos, e atribuir, em todas as etapas, o prémio de melhor onda, com o troféu Joaquim Chaves Best Wave. Há, ainda, três atletas que são patrocinados pela marca: Joaquim Chaves, Rodrigo Chaves e Maria Chaves.

Para José Chaves, Presidente do Conselho de Administração do grupo, “associarmo-nos ao desporto nacional, neste caso ao surf, apoiando a modalidade e os seus atletas, faz todo o sentido, porque a promoção da saúde não pode desvincular-se da prática de atividade física. É nosso propósito promover uma ‘cultura de saúde’ baseada na conjugação dos cuidados médicos e hábitos de vida saudáveis. Isso reflete-se, por exemplo, nos nossos serviços, que além de laboratórios de análises clínicas, contemplam clínicas médicas, onde destaco a recente inaugurada Clínica Cirúrgica de Carcavelos ou o Joaquim Chaves Fitness, também inaugurado há menos de um ano”. Nas Clínicas do Grupo, os desportistas podem encontrar consultas de Medicina Desportiva, Otorrinolaringologia (onde se dá resposta a um problema muito comum, as exostoses, vulgarmente conhecidas como ‘doença ou ouvido de surfista’), Ortopedia e Fisioterapia.

Joaquim Maria Chaves, surfista patrocinado pelo grupo, afirma que “as expectativas são muito altas, porque tenho treinado muito, este ano vou estar mais focado na minha evolução técnica e psicológica, mas obviamente que é um objetivo acabar em top 3 nesta liga. Estou muito motivado.”

A Liga MEO Surf reúne todos os anos os melhores surfistas nacionais naquela que é a principal prova de surf em Portugal e a que define os títulos de campeões nacionais. José Chaves convida, por isso, a que “todos possam vir assistir às manobras destes excelentes atletas nacionais, no Beach Point da Joaquim Chaves Saúde, que irão, certamente, inspirar e motivar muitas pessoas”.

Calendário Liga MEO Surf 2022

Liga#1 – 1 a 3 de abril – Allianz Figueira Pro                            

Liga#2 – 23 a 25 de abril – Joaquim Chaves Saúde Porto Pro

Liga#3 – 10 a 12 de junho – Allianz Ericeira Pro                             

Liga#4 – 24 a 26 de junho – Allianz Ribeira Grande Pro

Liga#5 – 28 a 30 de outubro – Bom Petisco Peniche Pro

Sobre a Joaquim Chaves Saúde

A Joaquim Chaves Saúde (JCS) é um grupo português que, desde 1959, opera exclusivamente no setor da saúde, participando com competência e elevada qualidade no progresso da medicina, num percurso de rigor e qualidade na prestação de cuidados de saúde às populações.

Com mais de 6 décadas de existência, a JCS tem uma posição consolidada e de reconhecido relevo no domínio da medicina em Portugal, sendo um dos importantes protagonistas na prestação de cuidados de saúde no nosso país. Atualmente, a JCS disponibiliza inúmeros serviços através dos seus Laboratórios de Análises Clínicas, Genética e Anatomia Patológica, Clínicas Médicas, entre as quais a Clínica Cirúrgica de Carcavelos, Clínicas de Radioncologia e Health Club, localizados em Portugal Continental, Açores, Madeira e Moçambique.

Foto: JCS.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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