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Lisboa: Sete detidos por tráfico de droga

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O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da 2ª Divisão Policial, no dia 31 de dezembro, nas freguesias de Marvila e Parque das Nações, procedeu à detenção de cinco homens, com idades compreendidas entre os 21 e os 38 anos, por serem suspeitos da prática do crime de tráfico de estupefaciente. Adiante, reportaremos a detenção de mais dois noutras ações.

Tendo em conta a aproximação das celebrações de Passagem de Ano que se verificaram em ambas as freguesias, os Polícias dirigiram o patrulhamento para as zonas de maior aglomeração de pessoas, com o objetivo de garantir a realização dos festejos em condições de segurança.

Nestas ações de patrulhamento, foram detetados cinco indivíduos que tinham na sua posse quantidades de estupefaciente superiores ao legalmente permitido. Foi, assim, possível à PSP, neste dia, proceder à apreensão de 12,7 doses de cocaína; 29,3 doses de heroína; 85,08 doses de haxixe; 20,1 doses de ecstasy; e 195 euros em numerário, suspeito de ser produto resultante da transação com o consumidor final.

Aos suspeitos foi dada voz de detenção e foram os mesmos sujeitos às formalidades processuais posteriores.

De salientar que um dos detidos possuía um vasto histórico de situações criminais, tendo já sido detido anteriormente pelo crime de Tráfico de Estupefaciente. Recolheu às salas de detenção do COMETLIS para apresentação á Autoridade Judiciária competente.

Os restantes detidos foram notificados para posteriormente se apresentarem à Autoridade Judiciária competente.

Detido suspeito por Tráfico de Cocaína e Heroína

O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da 2ª Divisão Policial, no âmbito da sua atividade operacional, no dia 31 de dezembro, pelas 11h50, procedeu à detenção de um homem de 34 anos, por ser suspeito da prática do crime de tráfico de estupefaciente.

Esta detenção surge enquadrada numa forte estratégia de policiamento preventivo e estrategicamente orientado para locais onde existe maior probabilidade de determinados fenómenos criminais terem lugar, sendo o tráfico de estupefaciente uma prioridade no cômputo dos crimes que mais enfraquecem o sentimento de segurança, daí a forte aposta no seu combate.

Foi, então, possível à PSP deter este suspeito por ter na sua posse 12,70 doses de cocaína; 29,30 doses de heroína; e 195 euros em notas do BCE.

O detido, já com antecedentes vários neste segmento criminal, recolheu às salas de detenção desta Polícia e após a apresentação à Autoridade Judiciária, foi aplicada a medida de coação de apresentações trissemanais.

Detido por Tráfico de Estupefaciente

O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da Divisão de Segurança a Transportes Públicos, no dia 03 de janeiro, pelas 18h37, na freguesia do Parque das Nações, procedeu à detenção de um homem, de 31 anos, por ser suspeito da prática do crime de tráfico de estupefaciente.

Os Polícias, aquando do patrulhamento na Estação do Metropolitano do Oriente, avistaram o suspeito a passar nos canais de saída colado a outro passageiro, motivo esse que levou à sua abordagem proativa.

Após ser abordado, o suspeito demonstrou bastantes sinais de nervosismo, tendo iniciado fuga para o átrio do metropolitano, momento em que os Polícias encetaram perseguição ao mesmo, tendo sido intercetado instantes depois.

Questionado se teria na sua posse algum produto ilícito, o suspeito respondeu negativamente, mas perante o comportamento do suspeito foi sujeito a uma revista sumária, tendo sido encontrado no bolso do casaco que trazia vestido, o equivalente a 94.64 doses individuais de haxixe.

Já nas instalações policiais, por se tratar de um suspeito de nacionalidade estrangeira, foi solicitado o respetivo documento de identificação, no sentido de se averiguar se pendia algum ilícito criminal sobre o mesmo e por existirem fundadas suspeitas de que estaria ilegal em território nacional, tendo sido contactada o Centro de Cooperação Policial e Aduaneira, a qual informou que existia uma manifestação de interesse em seu nome.

Por o detido não confirmar residência fixa e recusar a sua presença em tribunal, foi o mesmo conduzido às celas de detenção do COMETLIS, a fim de ser presente na Instância Local Criminal da Secção de Pequena Criminalidade de Lisboa. Audiência adiada para data posterior.

Foto: DR.

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Ruth Collaço leva “Círculo Raiz” à Associação Caboverdeana em Lisboa

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A escritora, artista plástica, curadora cultural e criadora portuguesa Ruth Collaço promove, no dia 12 de julho, às 18h30, na Associação Caboverdeana em Lisboa, o encontro “Círculo Raiz, Arte Meditativa & Escrita Intuitiva”. A iniciativa, integrada no universo “Ventos Sábios, Ruth Collaço”, “propõe uma experiência de pausa, respiração e criação”, com lugares limitados e inscrições através do e-mail: ruthcollaco@gmail.com

A divulgação pública do evento apresenta o encontro como um espaço para “descer à raiz”, “respirar”, “criar” e “transmutar”.

Nascida em Benguela e radicada em Lisboa, Ruth Collaço tem construído um percurso que cruza literatura, artes plásticas, curadoria, análise literária e criação simbólica. A sua presença no panorama cultural lusófono tem sido marcada por uma linguagem que aproxima corpo, território, memória e espiritualidade, com obras e projectos ligados ao imaginário ritual, à escrita sensorial e à arte como processo de transformação. A autora é também associada ao projecto “Wise Winds, Ventos Sábios”, uma plataforma literária e cultural com projecção internacional.

Relativamente ao que o público encontrará no “Círculo Raiz”, Ruth Collaço afirma que a proposta passa por “um espaço de pausa e criação consciente, onde a arte deixa de ser apenas técnica e passa a ser caminho interior”.

Segundo esta responsável, que tem atuado internacionalmente, a arte meditativa “abranda o corpo e conduz o gesto a partir da respiração”, permitindo que cada traço, cor ou movimento surja de um estado de presença. Já a escrita intuitiva, acrescenta, abre espaço para que a palavra flua “sem censura”, revelando pensamentos, emoções e percepções que muitas vezes permanecem ocultas no quotidiano.

Segundo apurámos, o encontro propõe “uma prática assente na liberdade criativa e na escuta do silêncio”. Ruth descreve o ambiente como “seguro, ritual e acolhedor”, pensado para que cada participante possa criar, transformar o que sente e partilhar, se assim o desejar, “num círculo que honra o corpo, a palavra e o gesto como expressões de raiz”. A proposta aproxima arte, escrita e interioridade, sem reduzir a criação a exercício técnico ou a produto final. O centro da experiência está no processo, no gesto e na relação de cada pessoa com a própria voz.

Sobre os objectivos da iniciativa, Ruth Collaço explica que o “Círculo Raiz” procura “reconectar cada pessoa ao seu próprio centro”, despertando a intuição como ferramenta criativa e espiritual.

A artista defende que “a actividade pretende promover a expressão livre através da arte e da escrita, oferecendo um momento de pausa num ritmo de vida acelerado”.

“O “Círculo Raiz” procura cultivar comunidade, apoiar processos internos de transformação e criar um espaço onde cada participante possa regressar ao essencial, ouvir o que a sua raiz tem para dizer e permitir que a sua verdade se manifeste de forma autêntica e sensível”, afirmou.

A escolha da Associação Caboverdeana em Lisboa como palco do encontro acrescenta uma dimensão simbólica à iniciativa, ao situar a prática num espaço ligado à diáspora, à memória africana e ao diálogo cultural em língua portuguesa.

Para Ruth Collaço, que é associada da Associação Portuguesa de Poetas, e cuja obra atravessa geografias, ancestralidades e linguagens, tendo estado recentemente em diversas cidades na Suíça com o seu trabalho literário e de artes plásticas, “o “Círculo Raiz” surge como extensão natural de um percurso em que arte e rito se encontram”.

“Mais do que uma oficina, o evento propõe uma experiência de presença, palavra e gesto, na qual a criação é entendida como regresso ao essencial”, finalizou.

Ígor Lopes

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Associação de Futebol de Viseu distingue jornalista José Luís Araújo com o Prémio “Carreira”

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A Associação de Futebol de Viseu (AFV) distinguiu, no passado dia 4 de julho, o jornalista português José Luís Araújo com o Prémio “Carreira”, numa homenagem ao seu percurso profissional de mais de 40 anos dedicado ao jornalismo desportivo, durante uma cerimónia em que o profissional destacou a responsabilidade que acompanha este reconhecimento e reafirmou o compromisso com a isenção e a verdade dos factos.

Ao receber a distinção, José Luís Araújo agradeceu à AFV e ao seu presidente, José Carlos Lopes, pelo reconhecimento agora atribuído e afirmou que partilha o galardão com todas as pessoas que marcaram o seu percurso profissional ao longo de várias décadas de atividade, considerando que cada uma contribuiu para o seu crescimento enquanto jornalista e enquanto pessoa.

“Este galardão é o reconhecimento de uma atividade que abracei, com dedicação e profissionalismo, há 40 anos, na área do desporto, sendo que o jornalismo começou cedo na minha vida, quando o meu avô, em 1971, me indicou para lhe suceder como correspondente do Diário de Notícias”, frisou.

Apesar da distinção recebida, José Luís Araújo sustentou que a sua carreira continua longe de terminar, deixando uma nota de humor ao afirmar que a sua “reforma jornalística” ainda está distante.

Este profissional recordou ainda outras distinções atribuídas ao longo do seu percurso, entre as quais o Prémio “Santos Mota”, da Associação de Escanções de Portugal, recebido em 2022 na área do jornalismo vínico e gastronómico, e o Prémio “Animarte”, atribuído em 2010.

“Diria que este, e os outros galardões, representam um ‘selo’ de responsabilidade que aceito sem reservas, pois sempre pautei a minha conduta jornalística pela total isenção, colocando a verdade dos factos acima de tudo”, salientou.

Ao longo da carreira, José Luís Araújo colaborou com diversas estações de rádio, como a Viriato FM, NoAr, RCI Viseu, Emissora das Beiras, Rádio Lafões, Rádio Nova e Rádio Renascença. Atualmente, integra a Rádio Escuro, sediada no concelho de Vila Nova de Paiva.

É também correspondente do jornal Record desde 1990, tendo passado pelas redações dos jornais Notícias de Viseu e Diário de Viseu, além de colaborar com diversos órgãos de comunicação social regionais e nacionais.

Atualmente, exerce igualmente funções como diretor da revista Gazeta Rural, publicação que fundou há 22 anos, do portal informativo Nacional16.pt e da revista Confraria, editada pela Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas.

Ígor Lopes

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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