Cultura
“A-Mar-Te”: seis artistas do Porto unem-se para dar voz ao oceano nos 40 anos da Bandeira Azul
O Pavilhão da Água desafiou a ESMERA – Associação de Arte Pública e Comunitária a assumir a direção artística de “A-Mar-Te”, um projeto que reúne seis artistas do Porto numa experiência artística digital aberta, composta por ilustrações animadas. A iniciativa celebra os 40 anos da Bandeira Azul e marca o arranque de um mês de educação ambiental nas praias do Porto, com atividades gratuitas dirigidas a toda a comunidade.
Seis artistas do Porto aceitaram o desafio lançado pelo Pavilhão da Água, Centro Azul da Bandeira Azul, para transformar a arte numa ferramenta de sensibilização ambiental. O resultado é “A-Mar-Te”, um projeto que celebra os 40 anos da Bandeira Azul através de uma experiência artística digital dedicada às praias do Porto, à preservação dos oceanos e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
“A-Mar-Te” é um convite à descoberta. Um jogo de palavras que une amar, mar e arte, refletindo a essência do projeto: sensibilizar para a proteção dos oceanos através da criatividade e do olhar de alguns dos mais reconhecidos artistas da cena artística portuense.
Para dar forma a esta visão, o Pavilhão da Água desafiou a ESMERA – Associação de Arte Pública e Comunitária a assumir a direção artística do projeto. Coube à associação reunir Hazul, Third, Oker, Mura, Quasecachi e Glam, seis artistas com linguagens e percursos distintos, convidados a interpretar, através da ilustração, a relação entre o mar, as praias do Porto e a sustentabilidade.
Cada artista desenvolveu uma obra original inspirada no tema anual da Bandeira Azul e nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Da preservação da vida marinha ao futuro das praias do Porto, passando pelas tradições balneares da cidade, pela celebração dos 40 anos da Bandeira Azul e pela importância dos oceanos para o equilíbrio do planeta, cada ilustração oferece uma perspetiva única sobre a relação entre a comunidade e o seu património natural.
As obras ganham uma nova dimensão através da animação de Zez Vaz, transformando-se em peças visuais dinâmicas que aproximam a arte da educação ambiental e convidam públicos de todas as idades a refletir sobre a necessidade de proteger os ecossistemas marinhos.
“A educação ambiental precisa de chegar às pessoas onde elas estão. Com ‘A-Mar-Te’, quisemos retirar a arte das paredes de uma galeria e colocá-la na palma da mão de cada cidadão. Quando a criatividade se coloca ao serviço da sustentabilidade, conseguimos aproximar mais pessoas da proteção dos oceanos e reforçar a ideia de que este é um compromisso de todos. Esta é a nossa forma de celebrar os 40 anos da Bandeira Azul: olhando para o futuro através da arte, da inovação e da participação de todos.”, afirma Catarina Araújo, Vice-Presidente da Câmara Municipal do Porto.
Mais do que uma exposição, “A-Mar-Te” assume-se como um encontro entre arte pública, criatividade e cidadania ambiental. Ao reunir diferentes linguagens artísticas em torno de uma causa comum, demonstra como a cultura pode sensibilizar, inspirar e mobilizar para a preservação dos oceanos.
Mas há um elemento que torna esta iniciativa verdadeiramente diferenciadora: não haverá paredes, horários de visita ou portas para atravessar. A experiência estará onde as pessoas estão – no telemóvel, no computador, nas redes sociais e nas plataformas digitais do Pavilhão da Água e dos seus parceiros.
As ilustrações animadas serão partilhadas livremente, permitindo que qualquer pessoa possa descobrir, apreciar e revisitar esta coleção artística quando e onde quiser. Uma opção que reflete a convicção de que a arte deve ser inclusiva, acessível e capaz de chegar a todos, independentemente da idade, da localização ou da possibilidade de visitar um espaço cultural.
Ao transformar o universo digital numa galeria aberta, “A-Mar-Te” amplia o alcance da sensibilização ambiental e demonstra que a criatividade pode viajar tão longe quanto a mensagem que transporta. Porque proteger os oceanos é uma responsabilidade coletiva e cada nova partilha, cada visualização e cada reflexão representam mais um passo na construção de uma sociedade ambientalmente mais consciente.
Um mês de educação ambiental nas praias do Porto
A iniciativa “A-Mar-Te” integra o programa de educação ambiental promovido pelo Pavilhão da Água nas praias do Porto durante a época balnear de 2026. Ao longo do mês de julho, dezenas de atividades gratuitas vão levar a educação ambiental diretamente aos areais, promovendo a literacia ambiental, a proteção dos oceanos, a segurança nas praias e a adoção de estilos de vida mais sustentáveis.
O programa, que arrancou no dia 30 de junho, percorre as praias do Homem do Leme, Aquário, Molhe e Carneiro e resulta da colaboração entre o Pavilhão da Água, serviços municipais e diversos parceiros, proporcionando experiências educativas dirigidas a crianças, famílias e veraneantes. As atividades decorrem na tenda do Pavilhão da Água, localizada na zona das praias, não sendo necessária inscrição prévia.
Programa de julho
7 a 11 de julho
“Impacto dos comportamentos presentes no futuro” com a LIPOR – Através do Jogo “Certo ou Errado” refletimos sobre os comportamentos de cada um.
14 a 17 de julho
“Cor Ambiente” – através da simulação da visão daltónica, as crianças identificam na praia situações passíveis de provocar confusão a uma pessoa daltónica, como por exemplo, não conseguir descodificar as cores das bandeiras.
21 a 24 de julho
“Escolhas conscientes para a saúde e para o ambiente” – atividades promovidas pela Divisão Municipal de Promoção da Saúde, que relacionam saúde individual e sustentabilidade.
28 a 31 de julho
“Cultura de Segurança – Preparar Hoje o Futuro” – ações dinamizadas pela Proteção Civil do Porto e pelo Regimento de Sapadores Bombeiros do Porto, dedicadas à segurança nas praias e à prevenção de riscos.
Com este programa, o Pavilhão da Água reforça o seu papel enquanto Centro Azul da Bandeira Azul, aproximando a educação ambiental da comunidade e promovendo uma relação mais consciente, participativa e sustentável com o mar.
Atualidade
EUA: Artista português recebe em Nova Iorque distinção especial nos “Premios Gran Latino 2026”
A gala dos “Premios Gran Latino 2026”, realizada na passada quinta-feira, 16 de julho, no “Dramma Times Square”, na Broadway, em Nova Iorque, distinguiu o artista, compositor e produtor português Eddie com a Distinção Especial “Artista Influente na Música e Cultura Latina”. Um reconhecimento que destaca os seus mais de 25 anos de percurso, com obras publicadas e reconhecidas em diferentes países e mercados.
A gala reuniu artistas reconhecidos, produtores, profissionais da indústria e novos talentos provenientes de vários países, numa noite marcada pelas atuações ao vivo e pela celebração da música e da cultura latina na cidade que nunca dorme.
“Receber esta distinção em Nova Iorque é um momento muito especial. Representa muitos anos de trabalho e dedicação à música. Partilho-a com a minha família, com todos os que me têm acompanhado ao longo deste caminho e com todas as pessoas que fazem parte do meu percurso no espaço ibero-americano e lusófono”, afirmou o artista.
Membro votante da Recording Academy e da Academia Latina da Gravação, Eddie mantém há mais de três décadas uma estreita relação com Espanha e, especialmente, com a Andaluzia.
O reconhecimento chega numa fase particularmente ativa, marcada pelo percurso de “Sueño”, cujo videoclipe, gravado em Sevilha, ultrapassa já um milhão e meio de visualizações no YouTube. Desde o seu lançamento, no passado dia 27 de março, a canção foi apresentada em meios como a RNE, Canal Sur, CMM Media e RDP Internacional, numa divulgação que se tem estendido principalmente por Espanha e América Latina, sem perder a sua ligação ao espaço lusófono.
A distinção recebida em Nova Iorque junta-se a outros reconhecimentos internacionais obtidos por Eddie.
O artista e produtor português reforçou em 2025 a sua projeção internacional ao ser distinguido com o prémio de “Melhor Tratamento Sonoro na Produção Musical” nos Premios Latino, em Madrid, pelo single “El Otro Lado de Mí”. Esta distinção soma-se a um conjunto de prémios internacionais conquistados por Eddie ao longo do ano, consolidando um percurso que cruza o eixo ibérico com o espaço ibero-latino. Em Hollywood, o cantautor recebeu o prémio “Best Latin Song” nos World Entertainment Awards, também com “El Otro Lado de Mí”. Ainda em 2025, Eddie foi distinguido em Los Angeles com o prémio “Best Latin Song” nos InterContinental Music Awards.
O seu percurso recente inclui também duas distinções: Platina nos LIT Music Awards, em Nova Iorque, nas categorias Best Music Video (Original Song) e Best Original Song (Music Video), com os temas “El Otro Lado de Mí” e “No Puedo Vivir Sin Ti”.
Eddie, nome artístico de Edgar Pinto, construiu um percurso consistente entre Portugal, Espanha, a Lusofonia e a América Latina. Cantautor e produtor musical, integra ainda a Academia de la Música de España e a Sociedade Portuguesa de Autores. É fundador da EP-Produções Musicais, criada em 2006, onde desenvolveu um trabalho em estúdio que cruza diferentes universos sonoros e afirma uma abordagem autoral, musical e de produção, hoje reconhecida em prémios internacionais.
Comunidades
Ruth Collaço apresenta “Toca da Loba” e reforça presença cultural portuguesa na Suíça
“Romance Híbrido – Toca da Loba” e exposição de trabalhos artísticos, como telas. Foram estes os motivos que levaram a portuguesa Ruth Marlene Cabral Collaço, de 58 anos, à Suíça, nos últimos meses, passando por cidades como Genebra, Versoix, Zurique, Lucerna e Bülach.
À nossa reportagem, esta autora, curadora cultural, crítica literária, ativista das letras e artista plástica, reconhecida pela sua intervenção no panorama lusófono contemporâneo explicou que o livro “Toca da Loba” é um “romance que se lê como rito, como espelho, como chamamento”.
“Toca da Loba é um romance híbrido que acompanha a jornada de uma mulher em processo de renascimento. A “loba” que dá nome ao livro não é apenas um símbolo: é a força instintiva, ancestral e selvagem que habita cada mulher e que, muitas vezes, permanece adormecida sob camadas de silêncio, dor ou esquecimento. A narrativa conduz o leitor para dentro dessa “toca”, que funciona como metáfora do território interior, o espaço onde se guardam memórias, feridas, pulsões, medos e revelações”, reforçou.
Para a autora, ao longo do livro, a protagonista atravessa um caminho de despojamento e descoberta. A loba representa o instinto que protege, mas também a vulnerabilidade que precisa ser reconhecida para que a cura aconteça. A história alterna entre momentos de introspeção poética, fragmentos narrativos e passagens simbólicas, criando uma experiência literária que não se limita ao romance tradicional. É uma obra que mistura mito, corpo, espiritualidade feminina e memória, convidando o leitor a acompanhar uma travessia que é simultaneamente íntima e universal.
Porém, segundo a própria escritora, “a obra é também de denúncia”.
“Através da metáfora da loba e da sua toca, a narrativa expõe aspetos, fatores e características ainda presentes na sociedade, aqueles que todos sabem existir, mas que muitos temem abordar. Violências silenciosas, desigualdades normalizadas, feridas que se perpetuam por tradição, estruturas que condicionam o corpo e a voz da mulher, e mecanismos sociais que empurram para a sombra aquilo que deveria ser visto. O livro não aponta dedos: revela. Não acusa: ilumina. E, ao fazê-lo, convida o leitor a reconhecer que a toca não é apenas um espaço interior, mas também um reflexo do mundo exterior que molda, limita e fere”, disse.
“Toca da Loba ajuda o leitor a compreender que a jornada da protagonista é, na verdade, um espelho: um convite para que cada pessoa reconheça a sua própria toca, os seus próprios territórios internos e a sua própria loba, a força que emerge quando finalmente se escuta o que vem de dentro e quando se ousa olhar para aquilo que a sociedade insiste em manter no escuro”, atestou.
No campo das artes plásticas, Ruth levou à Suíça três obras: “Caminho – Realismo abstrato”; “Mulher: Impressionismo orgânico” e “Conexão- Surrealismo”.
“A minha arte assenta numa expressão profundamente humanista, orientada para a revelação de dimensões internas, sociais e ancestrais que atravessam a experiência contemporânea. Parto de uma escuta sensível do ser humano e das estruturas que o moldam, trazendo à superfície temas que permanecem presentes na sociedade, embora muitas vezes silenciados ou evitados. Transformo vivências, memórias e perceções em linguagem artística que convoca reflexão, consciência e reconhecimento. Através de uma abordagem centrada na interioridade, procuro iluminar zonas de sombra – individuais e coletivas – expondo realidades que todos sabem existir, mas que muitos hesitam abordar. A minha arte opera como um espaço de revelação, onde questões de identidade, vulnerabilidade, força, silêncio, desigualdade e reconstrução ganham forma e significado”, avançou, sublinhando que “a minha produção articula sensibilidade, profundidade emocional e compromisso ético, estabelecendo pontes entre o íntimo e o social, entre o individual e o comunitário, onde posiciono a minha arte não apenas como criação estética, mas como instrumento de consciência, diálogo e transformação”, comentou.
Sobre a experiência no país helvético, Ruth Collaço avalia o país como “evoluído, marcado por um civismo exemplar e por uma riqueza cultural que se preservou ao longo dos séculos, em parte porque o território suíço não foi danificado pelas grandes guerras europeias, graças à sua política de neutralidade histórica que evitou destruição e ocupações. É uma sociedade pautada pelo respeito pelos direitos, pela convivência harmoniosa e por uma ética coletiva que valoriza o bem comum. Contudo, é também um país onde as regras e as leis, sendo iguais para todos, não permitem fugas nem exceções, exigindo de cada indivíduo um compromisso rigoroso com a ordem, a responsabilidade e a transparência”.
Para ela, o que mais lhe chamou a atenção foi o “civismo e a forma como cada um se preocupa com quem vem a seguir”.
Relativamente ao futuro, Ruth espera desenvolver um conjunto de projetos que integram criação literária, intervenção cultural, consciência social e aprofundamento da interioridade.
“Continuo a expandir o Grupo Literário Wise Winds – Ventos Sábios, presente em 71 países, fortalecendo a sua atuação enquanto plataforma de diálogo, formação e circulação de literatura lusófona. Dou continuidade ao Projeto Círculo Raiz, aprofundando práticas de expressão ancestral, imagética ritual e meditação criativa, com o objetivo de integrar arte, interioridade e comunidade. Mantenho também a minha atividade como Correspondente Internacional de Arte, Cultura e Literatura, escrevendo para o Blogue Caminho do Universo, Revista Global, Revista Mulher Africana e Revista Entre Margens, onde procuro ampliar a reflexão crítica e a visibilidade de temas essenciais. No campo da criação, trabalho na consolidação de novas obras literárias que dão continuidade ao meu compromisso com a denúncia sensível, a revelação de realidades sociais silenciadas e a exploração da interioridade humana. Paralelamente, desenvolvo projetos de formação e intervenção comunitária, dando seguimento ao trabalho pro bono que realizo desde 2009, com foco na inclusão, autonomia e fortalecimento de crianças, jovens e adultos em situação de vulnerabilidade”, reforçou Ruth, que, além de portuguesa tem também nacionalidade angolana e sul-africana.
Ruth Collaço, que foi homenageada em maio deste ano na “Gala Repórter-X”, na zona de Zurique, publicou ainda “Inquietudes de Ruth Collaço”, “Ginguba com Açúcar”, “Pé de Carvão”, “Poemas na Palma da Mão” e “Toca da Loba”. O seu livro bilingue “Beijos e Contos de Ruth Collaço” e “Heterónimos” recebeu menção do presidente da República portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, destacando-se pela criação de heterónimos biografados, poesia, contos e ilustrações da autora. Participou como coautora em mais de vinte antologias lusófonas e coordenou diversas coletâneas. É presidente Fundadora do Grupo Literário Wise Winds – Ventos Sábios, presente em 71 países e com cerca de 29 mil visualizações diárias, além de proprietária da chancela Ventos Sábios Ruth Collaço, dedicada à literatura e aos eventos culturais. Mantém parceria artística com João Gomez Photography. Como curadora cultural, criou e conduziu eventos como Matinés Inquietas, Desgarradas e Rapsódias Poéticas, Roda das Cores, Ventos e Vozes (em parceria com Vocaloide de João Charepe, professor Roy Hart) e Pontes Literárias, realizado na Fundação Oriente. É também criadora do Projeto Círculo Raiz, dedicado à expressão ritual, imagética ancestral, meditação criativa e práticas de interioridade.
Ígor Lopes
Atualidade
Programa da Fundação António Pargana e da Universidade da Beira Interior reforça ligação dos jovens lusodescendentes às raízes portuguesas
A Fundação António Pargana e a Universidade da Beira Interior (UBI) concluíram mais uma edição do programa “Portugal Através dos Olhos da Diáspora Jovem”, uma iniciativa dirigida a estudantes lusodescendentes de todos os ciclos de ensino da universidade, que decorreu entre 8 de abril e o início de julho, na Covilhã, com o objetivo de aprofundar a reflexão sobre a identidade portuguesa, a diáspora e a lusofonia através de uma abordagem académica e criativa.
Ao longo do programa, os participantes frequentaram 25 horas de formação presencial, distribuídas por cinco módulos temáticos, onde foram debatidas questões relacionadas com a cultura e a história de Portugal, a construção da identidade, a memória familiar, as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo e o contributo da diáspora para a afirmação internacional do país.
A componente formativa foi complementada pelo concurso “Retratos de Portugal”, que desafiou os estudantes a traduzirem, através da fotografia, a sua visão sobre Portugal e a experiência da diáspora. Cada participante apresentou um portefólio constituído por, pelo menos, três fotografias, acompanhado por uma reflexão escrita que justificava a escolha das imagens e a respetiva ligação aos temas abordados durante a formação.
A avaliação dos trabalhos incidiu sobre critérios como a pertinência temática, a qualidade técnica e artística das fotografias, a criatividade, a capacidade de reflexão crítica e a apresentação oral realizada pelos concorrentes.
O regulamento prevê a atribuição de prémios aos melhores projetos e a possibilidade de integração das obras selecionadas numa exposição permanente na Biblioteca da Universidade da Beira Interior.
Promovido em parceria pela Fundação António Pargana e pela UBI, o programa procurou criar um espaço de aprendizagem, partilha e valorização das experiências das novas gerações lusodescendentes, incentivando o conhecimento das suas origens e o fortalecimento dos laços com Portugal através da educação, da cultura e da expressão artística.
Com o encerramento de mais uma edição, a iniciativa reafirma a aposta na formação de jovens ligados à diáspora portuguesa, reconhecendo o seu papel na preservação da identidade nacional e na construção de uma visão contemporânea da lusofonia, assente no diálogo cultural, territorial e geracional.
Ígor Lopes
-
Atualidade4 anos atrásAgrária de Coimbra promove 9ª Edição do Curso de Fogo Controlado
-
Atualidade4 anos atrásLisboa: Leilão de Perdidos e Achados da PSP realiza-se a 08 de maio
-
Atualidade5 anos atrásCoimbra: PSP faz duas detenções
-
Atualidade4 anos atrásGuerra pode causar um ecocídio na Ucrânia
-
Atualidade3 anos atrásVisto CPLP não permite a circulação como turista na União Europeia
-
Atualidade1 ano atrásBarcelos: Município lança Cartão Jovem no decorrer do 1º Fórum da Juventude
-
Atualidade5 anos atrásSanta Marta de Penaguião coloca passadeiras 3D para aumentar a segurança rodoviária
-
Atualidade5 anos atrásCLIPSAS: Maçonaria Mundial reúne-se em Lisboa
