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Bragança: Programas em família para as férias

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As férias de verão estão a chegar e ainda não planeou os dias em família? Bragança, um dos principais destinos de turismo de natureza de Portugal, tem várias sugestões para uns dias com a família e amigos. Apresentamos sete razões para ir a Bragança nestas férias.

Festival D’Onor | 21 e 23 de julho, Rio de Onor

Rio de Onor (Bragança – Portugal) e Riohonor de Castilla (Zamora – Espanha) recebem a 5ª edição do Festival D’ONOR, de 21 a 23 de julho. O festival promete ser uma celebração que transcende fronteiras e une Portugal e Espanha através da música, da dança e de renovadas tradições.

Este ano, além dos habituais concertos (onde “Virgem Suta” é cabeça de cartaz), o Festival D’ONOR traz nova vida a um cancioneiro com 70 anos (“Cantigas D’ONOR”), um open call para instrumentistas e amadores de todas as origens musicais (“Baile do Gaiteiro – Jam Session”). O festival não esquece as “Tasquinhas”, “Restaurante” e um “Mercado Tradicional”, para degustar a gastronomia local e conhecer o artesanato e os produtos típicos da região.

A entrada é grátis e o campismo gratuito.

Mais informações em: https://linktr.ee/festivaldonor

LOMBADA – Festival de Música e Tradição – 28 a 30 de julho

Para celebrar a tradição de outros tempos, a aldeia de Palácios, organiza anualmente o LOMBADA – Festival de Música e Tradição. Este ano a iniciativa recria trabalhos agrícolas que outrora se realizavam de forma manual, trajes tradicionais, música e a gastronomia realiza-se de 28 a 30 de julho.

Neste evento, recria-se o ciclo do pão, desde a ceifa (a segada manual) – com todos os rituais associados, nomeadamente, as cantigas, trajes e brincadeiras; a malha tradicional e, por fim, o fabrico de pão em fornos tradicionais. A gastronomia é um ponto alto do festival, onde se viaja pelos sabores de antigamente através do almoço comunitário com a ementa tradicional da segada.

Os participantes são desafiados a aprender as artes do campo através de workshops tradicionais e no final podem eternizar a memória destes dias com a aquisição de artesanato e de produtos da terra. Animação não vai faltar. Realizam-se vários concertos de música tradicional e o 23º Encontro de Gaiteiros e Tocadores do Nordeste.

Festa da História – 14 a 17 de agosto

Em agosto, Bragança organiza uma nova edição da Festa da História, com o magnífico cenário das muralhas, da cidadela e da torre de menagem do imponente Castelo de Bragança. A edição deste ano decorre de 14 a 17 de agosto e apresenta um Grande Torneio para a escolha do futuro consorte da princesa, sobrinha do alcaide do Castelo de Bragança. Inspirado na Lenda da Princesa, será um torneio enquadrado no final o século XIV e início do século XV.

Com atividades pensadas para todas as idades, o Castelo de Bragança, acolhe ainda outras atividades: música, teatro, dança, histórias para crianças e graúdos, marionetas, artes circenses, esgrima medieval, oficinas de tecelagem, demonstrações de falcoaria e, claro, não faltará o bobo e o cortejo oficial, com diversas personagens para enriquecer a experiência do visitante. A entrada é livre e a animação está garantida.

Festa de Verão – 5 de agosto

Verão e férias: a combinação perfeita para aproveitar os dias longos sem olhar ao relógio. Se a isto juntar uma festa ou romaria com música tem um programa organizado e um ponto de encontro perfeito para reunir a família e os amigos.

No primeiro fim de semana de agosto, dia 5, Bragança reúne milhares de pessoas na “Festa Verão Bragança”, considerada a noite mais longa e quente do ano, onde a música de diferentes estilos, distribuída por palcos localizados nas ruas do Centro Histórico, proporcionam um ambiente de grande animação.

Exposição MIRA PINHOLE PHOTOGRAPHY – até 9 de setembro 2023

O Centro de Fotografia Georges Dussaud, em Bragança, propõe uma viagem pela arte da fotografia pinhole através da exposição “Imagens Periféricas”.

Para miúdos e graúdos, até dia 9 de setembro, a mostra apresenta fotografias pinhole com origens em diversas partes do mundo. Uma experiência única, que celebra a arte desta técnica fotográfica histórica e que leva a viajar para uma realidade em que se esquecem as técnicas mais modernas de fotografia e se desafia a criatividade.

A entrada é gratuita.

Conhecer o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais

Exposição “Homenagem a António Mega Ferreira – Linhas da Terra/Os Olhos Azuis do Mar” – até 30 de setembro

O Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em Bragança, apresenta, até 30 de setembro, a exposição “Homenagem a António Mega Ferreira – Linhas da Terra/Os Olhos Azuis do Mar”. Trata-se de uma homenagem da pintora a António Mega Ferreira, onde recorda uma amizade com quase 40 anos.

A exposição pode ser visitada no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, de terça-feira a domingo, das 10h00 às 18h30, até ao dia 30 de setembro.

Ar livre: percursos pedestres – todo o ano

Visitar Bragança significa, obrigatoriamente, desfrutar da natureza, seja através de um momento de simples contemplação ou mesmo com um passeio mais demorado pelo Parque Natural de Montesinho. Bragança tem vários percursos sinalizados para agradáveis passeios a pé, de bicicleta ou a cavalo para toda a família e que permitem contactar com a rica biodiversidade e viver momentos inesquecíveis.

Com os dias mais longos, aproveite para escolher um percurso com passagem por uma aldeia para que possa, também, conhecer as gentes de Bragança.

O Percurso 11 – O Lado Português de Rio de Onor, com início à entrada da aldeia de Rio de Onor, junto ao Parque de Campismo Rural de Rio de Onor, é uma ótima sugestão. Ao percorrer as ruas da aldeia, aproveite para visitar a Igreja Matriz de Rio de Onor, a ponte que atravessa o rio Onor (datada do séc. XIX), a Forja e o Forno Comunitário ou um dos moinhos instalados na margem do rio. A aldeia foi eleita, em 2017, uma das Sete Maravilhas de Portugal.

Foto: CMB.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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