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Allianz Figueira Pro marca arranque da 1ª divisão do Surf Português da Liga MEO Surf

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O Allianz Figueira Pro, etapa inaugural da Liga MEO Surf 2023, realiza-se de 24 a 26 de março, na praia do Cabedelo, na Figueira da Foz. Os melhores surfistas nacionais estão de volta a uma das melhores ondas do país, no arranque da discussão dos títulos nacionais masculinos e femininos.

As longas direitas da praia do Cabedelo vão ser palco do mais alto nível de surf. Teresa Bonvalot e Guilherme Ribeiro, campeões em título da Liga MEO Surf, vão querer começar a defesa dos seus títulos com uma prestação forte na Figueira da Foz.

Pedro Santana Lopes, Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, considera que “é com alegria e grande satisfação que a Figueira da Foz recebe, mais uma vez, os melhores surfistas de Portugal para o arranque da Liga MEO Surf. As expetativas são sempre positivas para a receção dos atletas de elite da 1º divisão do surf português e dos milhares de turistas que os acompanham para assistir de perto o evento que marca o calendário desportivo do município. A Figueira da Foz tem uma conexão profunda com o mar. São 34km de praias e, muitas delas, reúnem as condições ideais para a prática do surf, o que faz do concelho um destino turístico de excelência para os amantes da modalidade. É, sem dúvida, um orgulho acolher a etapa inicial da primeira divisão desta modalidade olímpica extraordinária, que se tornou um importante produto turístico para a nossa cidade.  Que os ventos soprem a favor e que tenhamos um fim de semana repleto de boas ondas para todos!”

Além de dar o tiro de partida na luta pelos títulos nacionais, o Allianz Figueira Pro é, simultaneamente, a primeira de três etapas da Allianz Triple Crown, um subtroféu que irá distinguir os melhores surfistas que obtenham os melhores resultados no conjunto das etapas da Figueira da Foz, Ericeira e Ribeira Grande.

Allianz Triple Crown – Quadro de Campeões

2022 – Guilherme Fonseca e Teresa Bonvalot

2021 – Vasco Ribeiro e Francisca Veselko

2020 – Afonso Antunes e Teresa Bonvalot

2019 – Miguel Blanco e Teresa Bonvalot

2018 – Gony Zubizarreta e Camilla Kemp

Guilherme Fonseca e Teresa Bonvalot são os atuais detentores do troféu que distribui um prémio igualitário para ambas as categorias e que este ano vai já para a sua nona edição.

José Francisco Neves, Membro do Comité Executivo da Allianz Portugal e Diretor de Transformação e Marketing, sublinha que, “este ano celebramos 10 anos de associação da Allianz Portugal ao Surf nacional! Em 2013 tomámos a decisão de apoiar um dos desportos em maior crescimento no nosso país, o que se tem revelado numa parceria extremamente valiosa para ambas as partes. É notória a evolução do Surf em Portugal e quando se fala desta modalidade já existe uma associação natural à marca Allianz. Somos reconhecidos como a seguradora deste desporto e isso faz com que continuemos a apostar, ano após ano, na principal competição no nosso país. 2023 também marca o 8º ano em que lançámos o Allianz Triple Crown. A primeira etapa do nosso troféu – o Allianz Figueira Pro, acontece como habitualmente na praia do Cabedelo, onde já nos sentimos em casa. É com grande entusiamo que estamos de volta.”

Os atuais campeões nacionais, Guilherme Ribeiro e Teresa Bonvalot, vão ser os únicos a envergar a licra amarela de líderes do ranking Go Chill do ano passado. Guilherme Ribeiro fez história ao conquistar o primeiro título nacional da sua carreira levando-o para a Costa de Caparica, algo que já não acontecia há 24 anos. A afirmação da nova geração já era uma realidade nos últimos anos na Liga MEO Surf e o título do jovem surfista de 20 anos veio provar que através do trabalho e dedicação é possível enfrentar e vencer surfistas mais experientes. Já Teresa Bonvalot fez, igualmente, história ao tornar-se tetracampeã nacional juntando mais um importante título à sua brilhante carreira.

Guilherme Ribeiro, campeão nacional em título, frisa que “este ano preparei-me melhor porque fui fazer a pré-época ao Havai com o objetivo de trabalhar os meus pontos fracos. E quero mostrar o fruto desse trabalho na Liga MEO e no circuito mundial de qualificação. Vou começar o ano de licra amarela e sei que outros olham para mim como um alvo, mas eu gosto de heats bem disputados. Gosto das ondas da Figueira da Foz seja no Cabedelo ou na Murtinheira. Apesar de nunca ter vencido a etapa, tenho tido sempre bons resultados nos últimos 4/5 anos. E este ano vou lá para ganhar.”

Historial de vencedores do Allianz Figueira Pro – Últimos quatro anos:

2022 – Vasco Ribeiro e Francisca Veselko

2021 – Vasco Ribeiro e Yolanda Hopkins

2020 – Frederico Morais e Teresa Bonvalot

2019 – Gony Zubizarreta e Yolanda Hopkins

Allianz Figueira Pro 2022 em números:

– Campeões da Etapa: Vasco Ribeiro e Francisca Veselko;

– 1093 ondas surfadas por 104 surfistas inscritos;

– Melhor onda (máximo 10 pontos): Vasco Ribeiro, 9.25 pontos. Yolanda Hopkins, 9.25 pontos.

– Melhor pontuação (máximo 20 pontos): Vasco Ribeiro, 17pontos.

Em termos de prémios paralelos, o Allianz Figueira Pro irá incluir o Joaquim Chaves Saúde Best Wave (melhor onda da etapa); Bom Petisco Girls Score (melhor pontuação exclusivamente dedicada às senhoras), Go Chill Expression Session (melhores manobras tanto no masculino como no feminino), Waversby Round (melhor performance desportiva no round 3) e, ainda, os prémios reservados aos melhores surfistas locais da Figueira da Foz.

Fantasy Surfer

Prémio vencedor da etapa: Relógio Rip Curl Search GPS 2

Prazo de constituição das equipas: hora do Call do primeiro dia de prova

A nível televisivo, o Allianz Figueira Pro poderá ser acompanhado em direto na Sport TV, assim como nos restantes meios oficiais: Facebook do MEO, app do MEO – disponível na posição 810 da grelha de canais MEO, e em www.ansurfistas.com e redes sociais em @ansurfistas.

A Liga MEO Surf 2023 é uma organização da Associação Nacional de Surfistas e da Fire!, com o patrocínio do MEO, Allianz Seguros, Joaquim Chaves Saúde, Bom Petisco, Go Chill, Corona, Somersby, o parceiro de sustentabilidade Jerónimo Martins, o apoio local do Municípios da Figueira da Foz, o apoio técnico da Associação de Surf da Figueira da Foz e da Federação Portuguesa de Surf.

Foto: Jorge Matrena.

Imagem: DR.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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