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LEXUS lança anúncio emocionalmente inteligente que responde às emoções do espectador
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Inspirada no novo LEXUS ES eletrificado com a tecnologia Self-Charging Hybrid, cujas atenciosas funcionalidades respondem ao condutor, a campanha recorre a tecnologia inovadora de reconhecimento facial, uma evolução da publicidade personalizada.
Para assinalar o lançamento do LEXUS ES híbrido, a LEXUS criou um anúncio único e emocionalmente inteligente, desenhado para responder às emoções do espectador. A experiência inovadora do filme é a evolução mais recente na publicidade LEXUS, projetada para ler, para se adaptar e para impactar as emoções dos espectadores enquanto estão a assistir. Esta campanha pioneira “Feel Your Best” utiliza o reconhecimento facial com o objetivo fazer com que o espectador se sinta mais positivo, criando uma experiência de publicidade única e personalizada.
Aceda à experiência em inglês no site: https://www.lexus.eu/car-models/es/#ai-experience .
Apoiado na experiência dos especialistas em reconhecimento facial da MorphCast, o anúncio apresenta uma tecnologia exclusiva patenteada, que utiliza a análise facial para adaptar o conteúdo em tempo real.
Através da câmara do espectador, a tecnologia “Emotional AI” é capaz de ler expressões faciais. À medida que o espectador se envolve com a IA, o anúncio responde em consonância com mudanças visuais e musicais no conteúdo, dependendo do estado emocional percebido. A edição acelera ou desacelera, a música fica mais excitante ou calma, as cores tornam-se mais ou menos vibrantes e são introduzidas montagens com “sequências de emoção”.
Enquanto assiste, o espectador tem total liberdade para experimentar o conteúdo da reação que recebe por meio da IA, alterando as expressões faciais, e a IA adapta-se e reage instantaneamente. Ao longo do enredo, cada “scan point” desencadeia uma edição diferente da IA, combinando o material da campanha com vídeos selecionados e aprovados manualmente por um painel de psicólogos. Isto pode resultar em até 3.125 combinações possíveis.

Trabalhando lado-a-lado com o premiado parceiro de produção global Unit9, composto por uma equipa especializada de arquitetos de inovação, engenheiros de software e criativos, foi cuidadosamente selecionado um painel de psicólogos e cientistas para dar vida à campanha.
Liderado pelo especialista em design baseado na emoção, Mohammad Soleymani, cuja pesquisa envolve o desenvolvimento de reconhecimento automático de emoções e métodos de compreensão de comportamento, usando sinais psicológicos e expressões faciais, o painel contribuiu para o desenvolvimento e aperfeiçoamento do conteúdo audiovisual, projetado especificamente para provocar uma resposta emocional aos espectadores. O painel também inclui Axel Buether, psicólogo das cores sediado na Alemanha, e o fundador da IV Audio Branding, o alquimista sónico Steve Keller, um dos maiores especialistas no impacto do som nas emoções humanas. Axel Buether e Steve Keller publicaram pesquisas nas suas respetivas áreas e têm TedTalks sobre as suas aplicações no mundo real.
Na procura de uma experiência de condução de elevação sensorial, os engenheiros e designers da LEXUS criaram, no LEXUS ES, um veículo com características inteligentes que reconhecem e respondem ao condutor. Um excelente exemplo é o “LEXUS Climate Concierge”, que controla a temperatura e humidade do habitáculo, em conjunto com o controlo automático do aquecimento dos bancos, o aquecedor do volante e a ventilação do banco em sinergia com o sistema de ar condicionado. A humidade e a temperatura do habitáculo/para-brisas também são detetadas por um sensor, para garantir que o para-brisas não embacia. O LEXUS Climate Concierge também apresenta um sistema nanoeTM X atualizado, que descarrega nano-iões levemente ácidos das saídas centrais do ar condicionado para evitar que a pele seque.
A sensação de condução também foi melhorada pelo aperfeiçoamento da suspensão traseira, pelo design do pedal de travagem e pela Suspensão Variável Adaptável (AVS). A evolução do conforto de condução e a melhoria na “capacidade de resposta linear” estão alinhadas com o novo benchmark de desempenho dinâmico da marca: “LEXUS Driving Signature”.
Baseando-se nestes recursos como inspiração, o anúncio vai tentar alterar as emoções dos espectadores em 30 segundos, recorrendo a diferentes níveis de estimulação audiovisual, uma reflexão da soma de todas as coisas que o fazem “Sentir o seu Melhor” no ES.
Spiros Fotinos, Diretor da LEXUS Europa, salienta que estão “muito entusiasmados por partilhar esta experiência inovadora com o público em todo o mundo. Como os consumidores procuram experiências mais personalizadas por parte das marcas, queríamos explorar a IA para fazer publicidade que responda ao espectador. É a primeira etapa para mostrar como pequenas alterações em tempo real no anúncio podem ter um impacto positivo na forma como a pessoa se sente. Esta lógica também está presente no LEXUS ES, que proporciona níveis excecionais de conforto através do controlo de uma série de fatores sensoriais. Portanto, há uma sinergia natural entre o produto e a campanha – o anúncio responde às emoções do espectador, assim como o carro responde ao comportamento e às necessidades do condutor.”
Já Mohammad Soleymani, Especialista em Computação Afetiva, refere que, “agora, mais do que nunca, começamos a perceber o impacto que a imagem, a cor e o som podem ter nas emoções do espectador. Estas descobertas não são certamente novas, mas estão-se a tornar cada vez mais relevantes com os avanços e desenvolvimentos no campo da IA emocional. No nosso dia a dia, somos bombardeados por uma série de estímulos audiovisuais que têm impacto nos nossos estados emocionais. É revigorante e reconfortante que uma marca icónica como a LEXUS explore a possibilidade de conteúdo à medida, com o objetivo de proporcionar uma sensação positiva nos espectadores desde o início.”
Por fim, Zlaten del Castillo, da Unidade 9, afirma que, “quando recebemos o pedido para desenvolver a tecnologia de um anúncio exclusivo que utiliza software de reconhecimento facial de última geração, soubemos imediatamente que era um desafio que não podíamos recusar. Em 2021, ainda estamos no início da jornada para as possibilidades que a IA pode nos ajudar a alcançar e, graças ao nosso trabalho passado com a LEXUS, mal podíamos esperar para nos envolvermos e fazer história com a marca, pela segunda vez.”
Para mais informação sobre a gama LEXUS, consulte: www.lexus.pt .
A Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.
Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes e Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.
Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.
No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados
. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.
. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.
. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.
. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.
. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.
. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.
. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.
Imagens: IMP.
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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal
Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.
Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.
A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.
No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.
Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.
Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.
Fotos: ARA.
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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação
Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.
Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.
O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.
Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.
A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.
É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.
O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.
Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.
Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.
Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.
Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.
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