Atualidade
Ribeira d’Ilhas recebe a 3ª etapa da Liga MEO Surf a partir de sexta-feira
Está tudo a postos para o Allianz Ericeira Pro, a terceira etapa da Liga MEO Surf 2024, a 1ª divisão do surf português, que se realiza a partir de sexta-feira nas míticas direitas da Praia de Ribeira d’Ilhas. Uma paragem que poderá mostrar-se preponderante para as contas dos títulos nacionais de surf, onde Tomás Fernandes e Teresa Bonvalot apresentam-se como líderes e detentores da licra amarela Go Chill.
Com muito em jogo na Reserva Mundial de Surf, o Allianz Ericeira Surf aproxima-se a passos largos e as expectativas são muitas para mais um embate entre as estrelas nacionais que competem na Liga MEO Surf.
Dessa forma, já é conhecido o quadro de competição, que faz perspetivar emotivos embates logo nas rondas inaugurais da competição.
Destaques Quadro Competição Masculino
Heat 4: Afonso Antunes vs. Eduardo Fernandes vs. Henrique Pyrrait vs. trialista
Heat 6: Francisco Almeida vs. Sebastião Ramirez vs. José Champalimaud vs. Miguel Blanco
Heat 14: Arran Strong vs. Rafael Silva vs. Francisco Alves vs. Rodrigo Costa
Destaques Quadro Competição Feminino
Heat 2: Carolina Mendes vs. Constância Simões vs. Beatriz Costa vs. Camilla Kemp
Heat 3: Teresa Bonvalot vs. Miriam Julião vs. Camila Cardoso vs. Eva Luna
Entre os muitos surfistas de prova que vão estar em prova, o Allianz Ericeira Pro vai contar com a presença de Afonso Antunes e Concha Balsemão, dois jovens surfistas já com provas dadas a nível nacional e internacional e que representam ambos o clube local.
Concha Balsemão, atual número 11 do ranking feminino, sublinha que para ela, “a Ericeira é um sítio mágico, pelo poder que a natureza transmite e toda a boa energia do sítio. A onda de Ribeira D’Ilhas é icónica, mas, para mim, o mais bonito é estar sentada no line up e ver enormes montanhas cheias de vegetação, cheias de vida, com a combinação do power do mar e ondas perfeitas. Tudo isso, para mim, define a onda de Ribeira D’Ilhas. É um privilégio termos uma onda como esta na Liga MEO Surf. Já passei muitos bons momentos na Ericeira, tenho muitos bons amigos, que são quase família, neste sítio incrível. Por isso, para esta etapa, vou com um sentimento de casa, de família. Quero muito chegar ao pódio neste campeonato, mas, mais do que isso, quero aproveitar esta onda ao máximo. Quero divertir-me e soltar o meu surf e sei que se fizer isso os resultados irão aparecer. A minha ambição para o circuito este ano é redescobrir-me como atleta. Quero aproveitar esta oportunidade de competir novamente depois de dois anos sem colocar uma lycra de competição. Quero desafiar-me e nunca parar de evoluir como surfista e como pessoa. Sei que a competição é algo duro, mas que nos dá disciplina a todos para chegarmos ao nosso melhor. Com isto, gostava de agradecer por nos darem a oportunidade de competir no nosso país e de criarem uma plataforma para evolução dos surfistas. Que continuemos todos a evoluir em conjunto.”
Durante o primeiro dia do Allianz Ericeira Pro, a iniciativa Amar o Mar, liderada pelo Grupo Jerónimo Martins, irá contar com a participação de cerca de 100 crianças das escolas do concelho de Mafra em dinâmicas a favor da sustentabilidade e da proteção dos oceanos.
Conhece as publicações do Grupo Jerónimo Martins dedicadas à sustentabilidade? O site Be The Story conta histórias de sucesso ou que promovem a mudança sobre temas como uso responsável de plástico, combate ao desperdício alimentar, ambiente e alimentação saudável. A Feed Magazine, uma revista corporativa do Grupo agora com um site renovado, também dedica muitos dos seus conteúdos à alimentação, sociedade e sustentabilidade.
Na 3ª etapa da Liga MEO Surf estão também em disputa os prémios paralelos Best Wave (melhor onda da etapa), Bom Petisco Girls Score (melhor pontuação exclusivamente dedicada às senhoras), Go Chill Expression Session (melhores manobras no masculino como no feminino), o Waversby Round (melhor performance desportiva no round 3), Waikiki Junior Award (melhor surfista júnior em competição) e o Ericeira Best Surfer (melhores surfistas locais).
Antes dos surfistas entrarem em ação nas ondas de Ribeira d’Ilhas, o público tem oportunidade de fazer parte do Allianz Ericeira Pro escolhendo os seus atletas favoritos e participar no Fantasy Surfer da Liga MEO Surf
Fantasy Surfer – Façam as vossas apostas em fantasy.ansurfistas.com
Prémio vencedor etapa: Relógio Rip Curl Search GPS 2
Prazo constituição das equipas: hora do call do primeiro dia de prova
A nível televisivo, o Allianz Ericeira Pro pode ser acompanhado em direto na Sport TV, assim como nos restantes meios oficiais: Facebook do MEO, botão azul do comando MEO, em www.ansurfistas.com e redes sociais em @ansurfistas.
A Liga MEO Surf 2024 é uma organização da Associação Nacional de Surfistas e da Fire!, com o patrocínio do MEO, Allianz Seguros, Somersby, Bom Petisco, Go Chill, Corona, Waikiki, Rip Curl, o parceiro de sustentabilidade Jerónimo Martins, o apoio local da Câmara Municipal de Mafra e o apoio técnico do Ericeira Surf Clube e da Federação Portuguesa de Surf.
Imagem: ANS.
A Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.
Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes e Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.
Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.
No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados
. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.
. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.
. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.
. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.
. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.
. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.
. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.
Imagens: IMP.
Atualidade
Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal
Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.
Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.
A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.
No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.
Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.
Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.
Fotos: ARA.
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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação
Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.
Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.
O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.
Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.
A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.
É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.
O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.
Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.
Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.
Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.
Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.
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