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Rally de Lisboa no TER – Tour European Rally e TER Histórico em 2024

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O Rally de Lisboa vai integrar, em 2024, o calendário desportivo do TER – Tour European Rally e do TER Historic, tornando o calendário do troféu ainda mais interessante. Este conceito promocional recebe assim mais uma novidade para a época com a entrada do Rally de Lisboa, evento sediado na capital portuguesa, e que atribui a Taça de Portugal de Ralis, no ano em que celebra a sua 4ª edição, de 6 a 8 de junho.

Com um percurso que se estende por 2 dias de grande ação desportiva, com 13 provas especiais de classificação, em locais de tradição e classe mundial como são exemplo Sintra, Estoril e Montejunto, o Rally de Lisboa proporcionará mais uma vez uma grande experiência para concorrentes, equipas e fãs.

Luca Grilli, promotor e organizador do TER, afirmou que: “Estou muito feliz em receber mais um grande evento na Família TER. A história dos Ralis passa por Portugal e a paixão dos seus adeptos é inquestionável. Desde a sua temporada inaugural, há nove anos, que o projeto do TER tem procurado grandes eventos em deslumbrantes áreas turísticas, e aqui temos mais um exemplo perfeito para incorporar e mostrar a nossa filosofia, à medida que a nossa série continua a crescer, com outro evento a bordo por três anos.”

Humberto Silva, presidente da comissão organizadora, disse que “é com muito orgulho e sentido de responsabilidade que aceitamos o desafio de ter o Rally de Lisboa a integrar o calendário do TER (Tour European Rally) e do TER Historic nesta época desportiva de 2024. Sem dúvida que este é o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo CPKA num evento que apenas se realizou três vezes, mas que de forma sustentada já se afirma como um evento de referência em Portugal e também internacionalmente. Recorde-se que em 2021, a primeira edição foi apadrinhada pelo lendário piloto finlandês Markku Alén e, em 2022, foi o também finlandês, e na altura campeão mundial FIA WRC Junior, Sami Pajári, quem venceu o rali, e em 2023, o ano em que nos foi atribuída a organização da Taça de Portugal de Ralis, quem se destacou foi Armindo Araújo ao vencer a prova, piloto que já foi multicampeão português de ralis, e duas vezes Campeão do Mundo de Produção FIA, e também fizemos parte do International Iberian Rally Trophy.”

O responsável continua: “Em 2024, os nossos objetivos passam por garantir que o Rally de Lisboa ganhe maior visibilidade a nível internacional, e por isso decidimos aceitar o convite do TER, num acordo previsto para 3 anos, e desta forma aproveitar os ativos promocionais e mediáticos que o troféu proporciona, especialmente ao nível da distribuição televisiva mundial, bem como de outros canais nomeadamente a área cada vez mais relevante das redes sociais, e tudo isto sem descurar o evento nacional que tem sido cada vez mais popular entre as equipas portuguesas que representam uma prioridade para nós. Estou plenamente convencido de que o Rally de Lisboa continuará a crescer, afirmando-se como embaixador de toda a região da grande Lisboa, promovendo não só a capital de Portugal mas todos os municípios que, enquanto parceiros, disponibilizam os seus atrativos, e provavelmente repetindo-me, promovendo não só Lisboa, mas também Oeiras, a Costa do Estoril, Sintra, Loures, Mafra, Vila Franca de Xira e a zona ‘Oeste de Portugal’, com destaque para os concelhos de Alenquer e Cadaval onde se realiza a mítica especial de Montejunto, perfeitamente enquadrada no conceito de eventos promovidos pelo TER, onde um dos principais objetivos é a promoção do turismo nas regiões por onde passa, em paralelo com as provas desportivas de rali”.

O Rally de Lisboa realiza-se nos dias 6 a 8 de junho, organizado sobre a égide da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, e atribuirá a Taça de Portugal FPAK de Ralis 2024, integrando igualmente o TER – Tour European Rally, TER Historic, International Iberian Rally Trophy, bem como a Toyota Gazooo Racing Iberian Cup. O centro operacional da prova estará localizado na Doca de Pedrouços, à semelhança da passada edição.

Imagem: DR.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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