Atualidade
Quais os valores essenciais para a cultura de uma empresa?
A TAB – The Alternative Board, apresentou, num evento em Aveiro, o método implementado pela organização – CALIBRE
A TAB – The Alternative Board, o maior franchising do mundo de desenvolvimento estratégico empresarial, realizou na passada quinta-feira, dia 15 de junho, o kick-off na região de Aveiro, um evento único, com um modelo de networking diferente e alternativo, onde se discutiram temas relacionados com os valores essenciais na cultura Empresarial.
“Cultura e valores empresariais…ouvimos muito estas palavras em contexto laboral. Foi por isso que decidimos avançar com este evento em Aveiro, porque temos notado que é um tema que suscita algumas dúvidas nos nossos Boards Consultivos”, começa por explicar Rita Maria Nunes, Country Manager da TAB Portugal.
Os facilitadores TAB têm notado nos empresários da região, assim como em tantos outros por todo o país, que há dificuldade em separar os valores pessoais dos empresariais e, posteriormente, em implementar estes últimos na empresa e nos funcionários.
“A conclusão a que chegámos em conjunto, tanto na conversa descontraída em que tivemos a perspetiva de Fernando Batista, Diretor Geral da Do It On Agency, como no Happy Hour Empresarial que se seguiu, é que os empresários e os seus funcionários não têm de estar de acordo relativamente a todos os valores. Têm, sim, de chegar a um entendimento para que se percebam ambos os pontos de vista e se chegue a um consenso que beneficie empresa, líder e colaborador”, acrescenta a responsável.
Na TAB, o consenso é o termo CALIBRE, uma cultura de valores empresariais que se tem vindo a desenvolver e implementar, sendo praticada pela organização em todo o mundo de forma consistente. Mas o que significa então o termo?
– C – Community (Comunidade): Quem melhor para nos dar o apoio do que quem trabalha diariamente ao nosso lado? Tornar-se membro da grande comunidade que é a TAB permite-nos tirar partido da experiência, dos êxitos e até dos erros para aumentar consideravelmente a possibilidade de sucesso.
– A – Accountability (Responsabilidade): Não ter de dar satisfações a ninguém…a liberdade suprema e o verdadeiro teste de um empresário. A adesão à TAB dá-nos colegas que esperam que façamos aquilo que nos comprometemos a fazer. E é uma parte necessária do nosso crescimento como players no mercado de trabalho.
– L – Lifelong Learning (Aprendizagem Contínua): As empresas têm de ser proativas para sobreviver, pois o panorama empresarial está em constante mudança. Aprender algo novo diariamente é uma das chaves para o sucesso.
– I – Innovation (Inovação): A inovação é a chave para prosperar, e até para manter uma empresa viva. A disrupção está em todo o lado, em todos os setores, e a única forma de seguir em frente é seguindo a inovação. Esta é uma crença fundamental na TAB e esforçamo-nos por explorar formas de nos mantermos a par da inovação e de a aproveitarmos.
– B – Belief (Propósito): Quando pensamos em criar uma empresa, pensamos em nós próprios, na nossa família em contribuir para uma melhoria da sociedade. Esta crença no bem maior como um subproduto de ser um bom homem de negócios é uma filosofia que os nossos empresários TAB partilham e desfrutam… tornando cada dia mais significativo.
– R – Respect (Respeito): Um dos desejos fundamentais do ser humano é dar e receber respeito. Os gestores de empresas que pertencem à TAB esforçam-se por melhorar as suas empresas como sinal do respeito que têm por si próprios, pelos seus funcionários, pelas suas indústrias e pelas pessoas que os rodeiam – incluindo os colegas membros dos Boards Consultivos.
– E – Excellence (Excelência): A excelência é o culminar de tudo o que fazemos, do esforço que realizamos diariamente e dos valores que defendemos.
Se tem uma PME e está a enfrentar problemas relacionados com a implementação dos valores da empresa, a TAB pode ajudá-lo a criar um plano estratégico exequível, sob a orientação de um facilitador qualificado, para voltar a colocar o seu negócio no caminho certo e cumprir os seus objetivos.
Foto: TAB.
Atualidade
Portugal: “Eu Decido NextGen” reúne jovens líderes em debate sobre o futuro da nova geração
O auditório do Taguspark, no concelho de Oeiras, em Portugal, recebe, no dia 19 de setembro, entre as 09h e às 19h, o painel de debate especial “Eu Decido NextGen”, uma iniciativa moderada pelo CEO da Dale Carnegie Portugal e especialista em gestão das pessoas, recursos humanos e liderança, Pedro Ramos, que reunirá sete jovens participantes para debater o papel da nova geração na construção do futuro. Esta iniciativa acontece no âmbito do evento “Faz a Tua Mudança”, organizado por Adriana Carneiro, mentora e coach de Liderança.
Sob o lema “O futuro não está à espera”, o encontro pretende “promover um espaço de reflexão e diálogo em torno dos desafios enfrentados pelos jovens, incentivando a participação ativa na definição das decisões que irão moldar a sociedade dos próximos anos”.
O painel contará com a participação de Inês Siopa, Carolina Almeida, Laura Gomes, Afonso Almeida, Inês Moleiro, José Lages e Joana Ramos, jovens convidados para “partilhar experiências, perspetivas e propostas sobre temas ligados à liderança, participação, inovação e intervenção cívica”.
A organização apresenta o evento como um “encontro entre diferentes vozes da mesma geração”, sintetizado na mensagem “7 vozes. 1 geração. 1 decisão.”, procurando demonstrar que “os jovens não são apenas destinatários das mudanças, mas protagonistas da sua construção”.
A filosofia da iniciativa é resumida na frase que acompanha o evento: “Enquanto muitos discutem o futuro, eles já o estão a construir”.
Ígor Lopes
Atualidade
Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”
Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.
Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.
O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.
A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.
“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.
Ígor Lopes
Atualidade
CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa
O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.
No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.
A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.
Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.
No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.
O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.
Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.
No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.
Ígor Lopes
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