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Melhores surfistas portugueses estão de volta à ilha de São Miguel

Para disputar a 4ª etapa da 1ª divisão do surf nacional

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Já foi revelado o quadro de competição do Allianz Ribeira Grande Pro, 4ª etapa da Liga MEO Surf, a 1ª divisão do surf nacional, que define os títulos máximos do surf masculino e feminino, que começa na próxima sexta-feira e decorre até Domingo na praia do Monte Verde, na ilha de São Miguel, nos Açores.

A luta pela licra amarela Go Chill no masculino está renhida e muito emocionante com o pentacampeão nacional, Vasco Ribeiro, no estatuto de líder, seguido de perto pelo atual campeão nacional, Guilherme Ribeiro. Halley Batista (3º), Afonso Antunes (4º), Tomás Fernandes (5º) e Joaquim Chaves (5º) completam o Top 5 nacional, algo que promete dar que falar no Allianz Ribeira Grande Pro bem como na discussão do título nacional deste ano.

Destaques do quadro masculino – Round 1:

Heat 5: Martim Nunes vs. Gabriel Ribeiro vs. João Mendonça

Heat 11: Francisco Ordonhas vs. Guilherme Fonseca vs. Jéjé Vidal

Heat 14: Eduardo Fernandes vs. Tiago Stock vs. Martim Fortes

Do lado feminino, o cenário é também muito renhido com a campeã nacional de 2021 Francisca Veselko, a liderar e, assim, a competir com a licra amarela Go Chill, mas em igualdade pontual com Gabriela Dinis. Na 3ª posição, mas muito perto das duas primeiras, surge a campeã nacional de 2016 e 2017, Carolina Mendes. Teresa Pereira (4ª) e a campeã nacional de 2018, Camilla Kemp (5ª), completam o top 5 feminino.   

Destaques do quadro feminino – Round 1:

Heat 2: Carolina Mendes vs. Teresa Bonvalot vs. Mafalda Lopes

Heat 3: Gabriela Dinis vs. Camila Cardoso vs. Matilde Pinto

Heat 4: Francisca Veselko vs. Sofia Matos vs. Carlota Chaveiro

O regresso da Liga MEO Surf aos Açores é motivo de celebração para a comunidade local que, desta forma, tem oportunidade de ver os melhores surfistas nacionais em ação contribuindo para o próprio desenvolvimento e visibilidade do surf açoriano e dos surfistas locais.  

Jácome Correia – surfista local, atual 22º classificado da Liga MEO Surf, sublinha que “é sempre bom surfar em casa, mas não estou preocupado com resultados. Vou desfrutar de estar a surfar diante da família e dos amigos. O ano passado perdi no Round 3 e gostava que o meu melhor resultado deste ano fosse neste campeonato em casa. Em termos de ondas, no primeiro e segundo dia o mar vai estar pequeno, mas no domingo haverá boas ondas. Ter uma etapa da Liga MEO Surf nos Açores é muito importante porque é mais acessível para os surfistas locais do que a prova do circuito mundial de qualificação.” 

Francisco Benjamim – surfista local, atual 32º classificado da Liga MEO Surf, afirma que “este é o meu primeiro ano a competir em todas as etapas da Liga MEO Surf. Consegui qualificar-me no início do ano através da prova de qualificação na Caparica e de agora em diante quero competir todos os anos. Os meus objetivos nesta etapa são aproveitar a experiência de surfar em casa, aprender com os melhores surfistas nacionais e evoluir. Esta etapa é muito importante para a comunidade do surf local e também para o desenvolvimento do surf em particular na Ribeira Grande e nos Açores. Todos os atletas gostam de competir em casa e é uma mais-valia.”

O Grupo Jerónimo Martins, na qualidade de parceiro de sustentabilidade da Liga MEO Surf, reforça a importância que atribui aos oceanos e à preservação da biodiversidade. Para reduzir o consumo de plástico de utilização única, o Pingo Doce lançou em 2022 os Eco Mesh Bags, sacos reutilizáveis feitos com 100% algodão, produzidos em Portugal que vêm, assim, reforçar a gama existente há cerca de 15 anos de opções reutilizáveis para o transporte de compras.

O Allianz Ribeira Grande Pro é, igualmente, a terceira e última etapa da Allianz Triple Crown e é nos Açores que serão coroados os campeões que irão juntar-se à lista com um historial já assinalável.

Historial de vencedores do Allianz Triple Crown (últimos 5 anos):

2022 – Guilherme Fonseca e Teresa Bonvalot

2021 – Vasco Ribeiro e Francisca Veselko

2020 – Afonso Antunes e Teresa Bonvalot

2019 – Miguel Blanco e Teresa Bonvalot

2018 – Gony Zubizarreta e Camila Kemp

 Além disso, os atletas vão poder disputar os prémios paralelos como o Joaquim Chaves Saúde Best Wave (melhor onda da etapa), o Bom Petisco Girls Score (melhor pontuação exclusivamente dedicada às senhoras), a Go Chill Expression Session (melhores manobras tanto no masculino como no feminino), o Waversby Round (melhor performance desportiva no round 3), o Waikiki Junior Award e, ainda, os prémios reservados aos melhores surfistas locais dos Açores.

Prémio vencedor da etapa: Relógio Rip Curl Search GPS 2

Prazo de constituição das equipas: hora do Call do primeiro dia de prova

 A nível televisivo, o Allianz Ribeira Grande Pro poderá ser acompanhado em direto na Sport TV, assim como nos restantes meios oficiais: Facebook do MEO, app do MEO – disponível na posição 810 da grelha de canais MEO, e em www.ansurfistas.com e redes sociais em @ansurfistas.

A Liga MEO Surf 2023 é uma organização da Associação Nacional de Surfistas e da Fire!, com o patrocínio do MEO, Allianz Seguros, Joaquim Chaves Saúde, Bom Petisco, Go Chill, Corona, Somersby, Waikiki, Rip Curl, o parceiro de sustentabilidade Jerónimo Martins, o apoio local da Câmara Municipal da Ribeira Grande e o apoio técnico da Federação Portuguesa de Surf e da Associação Açores Surf e Bodyboard.

Imagem: ANS.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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