Atualidade
Lisboa: Operação de Prevenção Criminal em Zonas Urbanas Sensíveis
Mais ocorrências
O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da 2ª Divisão Policial, realizou no dia 13 de julho, nas freguesias de Marvila e Parque das Nações, uma Operação Especial de Prevenção Criminal, com especial enfoque para zonas urbanas sensíveis.
Contou com a colaboração de várias valências da PSP, designadamente, Equipas de Intervenção Rápida, Equipas de Prevenção e Reação Imediata, Corpo de Intervenção e Grupo Operacional Cinotécnico.
“Cientes do impacto negativo que a criminalidade violenta e grave gera no sentimento de segurança”, a PSP desenvolveu esta operação de grande envergadura no Bairro do Armador (Marvila) e no Bairro Casal dos Machados (Parque das Nações). As referidas zonas urbanas sensíveis sido têm tido episódios de violência, de tráfico de estupefaciente, posse de armas proibidas e crimes contra a autoridade pública, motivo pelo qual se decidiu levar a cabo esta ação operacional tendo em vista o reforço dos níveis positivos de segurança.
A Operação desenrolou-se ao longo de três modalidades de ação, a saber: fiscalização rodoviária, fiscalização a estabelecimentos e controlo de indivíduos suspeitos.
Terminada a ação, foi apreendido o seguinte: 16 doses individuais de haxixe; 1 máquina de jogo (modalidade afins de fortuna e azar); 70 euros em notas do BCE; e 1 telemóvel que havia sido denunciado como roubado na zona de Loures.
“A PSP continuará atenta aos fenómenos criminais que assolam a sua população, procurando adaptar a sua atividade de forma a corresponder da melhor forma às expectativas do cidadão”, salienta.
Ocorrências
A Divisão de Segurança a Transportes Públicos, no dia 13 de julho, pelas 11h00, procedeu à detenção de um homem, de 36 anos, por existir sobre o mesmo um Mandado de Detenção.
Os Polícias, aquando do patrulhamento na Estação Ferroviária de Sacavém, abordaram um indivíduo que tinha um Mandado de Detenção, por um crime de dano simples, para pagamento de 750 Euros, convertidos em cem dias de prisão subsidiária.
O arguido fez o pagamento voluntário da quantia estipulada, tendo o mesmo sido restituído à liberdade.
A Divisão Segurança Aeroportuária, no dia 14 de julho, pelas 08h30, procedeu á detenção de uma mulher, de 41 anos, por ser suspeito da prática do crime de posse de objeto proibido.
A suspeita, passageira de um voo, foi abordada pelos Polícias depois de, no rastreio de bagagem de cabine no RX, se perceber poder existir um objeto proibido.
Aquando da abordagem policial foi possível apreender uma munição, 9 mm, que declarou ser sua.
À suspeita foi dada voz de detenção, constituída arguida, tendo prestado termo de identidade e residência. Confrontada com a possibilidade da suspensão provisória do processo, mediante o pagamento de 1,5 (unidade e meia) de conta no valor de 153 euros, a suspeita concordou efetuar o pagamento do respetivo montante, a qual por sua opção vai reverter a favor da Instituição “Acreditar”.
Nesse mesmo dia, mas pelas 10h15, apreendeu a um homem, de 49 anos, dois sacos com catorze perfumes, por ser suspeito da prática do crime de furto em estabelecimento.
O denunciante, enquanto permaneceu na área de restauração do Aeroporto, terá, por esquecimento, deixado dois sacos com dezasseis perfumes naquele local, fazendo depois o embarque com destino ao Brasil.
Pelas diligências garantidas pelos Polícias, conseguiu-se chegar à identificação do suspeito, o qual é funcionário do aeroporto, tendo assumido de imediato o furto, informando que os tinha levado para sua casa, e que já tinha vendido dois.
Aquando da entrega a esta policia foi possível apreender, catorze perfumes de variadas marcas, no valor total superior a 793,50 euros.
O cidadão foi constituído arguido e prestou termo de identidade e residência. Os artigos serão oportunamente entregues ao legítimo proprietário e o processo correrá os seus termos.
Ao funcionário foi, cautelarmente, apreendido o Cartão de Identificação Aeroportuário para ser avaliada a sua situação.
Foto: DR.
Atualidade
Portugal: “Eu Decido NextGen” reúne jovens líderes em debate sobre o futuro da nova geração
O auditório do Taguspark, no concelho de Oeiras, em Portugal, recebe, no dia 19 de setembro, entre as 09h e às 19h, o painel de debate especial “Eu Decido NextGen”, uma iniciativa moderada pelo CEO da Dale Carnegie Portugal e especialista em gestão das pessoas, recursos humanos e liderança, Pedro Ramos, que reunirá sete jovens participantes para debater o papel da nova geração na construção do futuro. Esta iniciativa acontece no âmbito do evento “Faz a Tua Mudança”, organizado por Adriana Carneiro, mentora e coach de Liderança.
Sob o lema “O futuro não está à espera”, o encontro pretende “promover um espaço de reflexão e diálogo em torno dos desafios enfrentados pelos jovens, incentivando a participação ativa na definição das decisões que irão moldar a sociedade dos próximos anos”.
O painel contará com a participação de Inês Siopa, Carolina Almeida, Laura Gomes, Afonso Almeida, Inês Moleiro, José Lages e Joana Ramos, jovens convidados para “partilhar experiências, perspetivas e propostas sobre temas ligados à liderança, participação, inovação e intervenção cívica”.
A organização apresenta o evento como um “encontro entre diferentes vozes da mesma geração”, sintetizado na mensagem “7 vozes. 1 geração. 1 decisão.”, procurando demonstrar que “os jovens não são apenas destinatários das mudanças, mas protagonistas da sua construção”.
A filosofia da iniciativa é resumida na frase que acompanha o evento: “Enquanto muitos discutem o futuro, eles já o estão a construir”.
Ígor Lopes
Atualidade
Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”
Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.
Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.
O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.
A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.
“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.
Ígor Lopes
Atualidade
CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa
O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.
No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.
A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.
Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.
No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.
O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.
Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.
No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.
Ígor Lopes
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