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Celebrar o Natal com cultura e diversão nos Parques e Monumentos de Sintra

Campanha “Neste Natal Faça Parte da História”

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O espírito do Natal já espalha a sua magia nos parques e monumentos de Sintra, onde esta quadra festiva é celebrada com muitas surpresas para toda a família, através da campanha “Neste Natal faça parte da História”. Entre presentes concebidos quem gosta de oferecer cultura; programas que aliam história, natureza e diversão; e uma viagem ao Natal de outros tempos, são muitas as propostas da Parques de Sintra.

Presentes que fazem história

A pensar em quem procura um presente original, a Parques de Sintra disponibiliza duas modalidades de vouchers de oferta de experiências que conjugam cultura e diversão.

“Visita exclusiva e brunch no Palácio Nacional da Pena” é um pack-oferta para duas pessoas, que inclui a visita exclusiva e contextualizada ao Palácio Nacional da Pena, antes da abertura ao público – entre as 8h30 e as 9h30 − e um brunch no restaurante do monumento. Este voucher tem o valor de 95€ e pode ser usufruído mediante reserva prévia.

A outra opção é a “Experiência em família”, um pack-oferta para dois adultos e duas crianças, dos 6 aos 12 anos, que inclui uma experiência para ser vivida em família, criando memórias para o futuro no património sob gestão da empresa. Entre a grande diversidade de programas à escolha, incluem-se, por exemplo, “O Tesouro do Rei”, no Palácio Nacional de Sintra, que revela os 1000 anos de história deste palácio através de pistas e de enigmas que são desvendados com a ajuda de quadros, azulejos, especiarias e brasões; os pedi-papers nos Parques da Pena e de Monserrate, que, de forma interativa e divertida, levam os participantes a explorar a natureza e os recantos misteriosos destes espaços; “O Segredo do Convento da Cortiça”, que leva à descoberta do modo de vida dos frades franciscanos do Convento dos Capuchos, através de um jogo de pistas que conduz à revelação do maior segredo desta casa conventual; e “O Dia a Dia dos Animais”, que proporciona o contacto com os animais que vivem na Quintinha de Monserrate, como coelhos, galinhas, cabras, ovelhas e burros, abordando as suas rotinas e muitas curiosidades. Este voucher, que inclui a entrada no local escolhido e a respetiva experiência, tem o valor de 35€. Pode incluir participantes extra, que pagam 10€, com exceção dos menores de seis anos, cuja participação é gratuita.

Os vouchers estão disponíveis para compra online, em www.parquesdesintra.pt, até dia 15 de janeiro, e têm o prazo de um ano para ser utilizados. Vêm com a oferta de um postal de Boas Festas, que permite personalizar o presente e que pode ser descarregado no site da Parques de Sintra.

Para além destas propostas, nas lojas dos Palácios Nacionais de Sintra, da Pena e de Queluz, há uma grande diversidade de presentes com história, inspirados no património de Sintra, tais como porcelanas, azulejos e diversos artigos de decoração; livros e artigos de papelaria; têxteis e acessórios; artigos infantis; entre muitas outras opções. Os produtos também podem ser comprados através da loja online https://shop.parquesdesintra.pt/, sendo que as lojas dos Palácios de Sintra e de Queluz têm acesso livre.

Programação para viver o Natal em família

A quadra natalícia é, para muitos, sinónimo de férias e de atividades em família. Nos parques e monumentos de Sintra, a diversificada oferta de programação para esta época aposta em experiências plenas de diversão e de aprendizagem e inclui algumas novidades.

Entre as muitas sugestões, destaca-se o programa “A Quintinha prepara o Natal”, que decorre no dia 3 de dezembro, às 10h30 e às 15h00, na Quintinha de Monserrate. Será uma oportunidade para, em família, começar a preparar a noite mais mágica do ano, criando uma peça de decoração feita com elementos naturais, enquanto, no forno a lenha, vai cozendo o pão doce que todos prepararam com as ervas aromáticas da quinta.

A 11 de dezembro, às 10h00 e às 11h30, há uma visita mediada ao Santuário da Peninha, que é uma estreia na programação da Parques de Sintra. O lugar, tantas vezes escondido pelo nevoeiro, guarda muitos mistérios, que despertam a curiosidade. Durante esta visita, após uma contextualização do local, os participantes são convidados a explorar as ruínas da Capela de São Saturnino e a conhecer o interior da Capela de Nossa Senhora da Peninha, numa viagem onde se abordam a história, as lendas e a envolvente natural do espaço.

Outra novidade é o programa “Um Natal Real no Palácio da Pena”, que se realiza neste monumento, no dia 17 de dezembro, às 15h00. Trata-se de uma história encenada contada na primeira pessoa pela figura mais querida do Natal – o velhinho barbudo que traz um saco cheio de surpresas. Mas, no Palácio da Pena, esta personagem é o rei-artista D. Fernando II, que foi o responsável pela introdução em Portugal da tradição da árvore de Natal, que se mantém até hoje. Também é da sua autoria o primeiro cartão de Boas Festas de que há registo no país.

Esta atividade é enquadrada pela reconstituição da Árvore de Natal de D. Fernando II. Tal como vem acontecendo nos últimos anos, o “Pinheiro da Pena” estará em exposição no Salão Nobre do Palácio Nacional da Pena, de 27 de novembro, primeiro domingo do Advento, até ao Dia de Reis, 6 de janeiro. Na época em que reinou, com D. Maria II, o Natal no Palácio das Necessidades era celebrado em torno de um pinheiro trazido propositadamente do Parque da Pena, em Sintra. A memória dessas noites foi deixada por D. Fernando II através de duas gravuras da sua autoria e foram estas gravuras, acompanhadas de uma ampla investigação histórica, que permitiram concretizar com rigor a reconstituição. Esta instalação recorda-nos como era o Natal noutros tempos e inclui reproduções à escala da decoração − frutos, velas e figuras de animais − e de brinquedos.

A programação completa pode ser consultada em www.parquesdesintra.pt.

Foto: DR.

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Universidade de Coimbra integra projeto europeu que lança guia gratuito para apoiar o ensino de português a migrantes e refugiados

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A Universidade de Coimbra anunciou o lançamento do guia gratuito “Ensinar com o KITE: atividades práticas para promover a inclusão linguística e cultural”, uma publicação desenvolvida no âmbito do projeto europeu COMMUNIKITE, destinada a apoiar professores e mediadores que trabalham com migrantes e refugiados para quem o português constitui uma língua não materna.

O manual foi publicado pelas editoras Imprensa da Universidade de Coimbra e Ediciones Universidad de Salamanca e encontra-se disponível para descarga gratuita em sete idiomas – português, alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e polaco -, permitindo que docentes e mediadores de diferentes países utilizem metodologias adaptadas aos respetivos contextos educativos.

Coordenado na Universidade de Coimbra pela docente da Faculdade de Letras Cristina Martins, o guia foi concebido para servir de instrumento de apoio ao ensino da língua e à integração social de pessoas deslocadas, disponibilizando um conjunto de 191 atividades pedagógicas orientadas para situações reais de comunicação no país de acolhimento.

O novo guia constitui também um complemento da plataforma digital KITE, criada no ano passado pela equipa internacional do projeto COMMUNIKITE. De acesso livre, esta plataforma disponibiliza diversos recursos destinados a facilitar a comunicação em contextos de acolhimento humanitário, incluindo informações práticas sobre o funcionamento dos países de destino, glossários ilustrados, materiais de apoio à aprendizagem fonética, orientações sobre comunicação verbal e não verbal e testemunhos de migrantes e refugiados provenientes de países como a Índia, Marrocos e Ucrânia.

Segundo Cristina Martins, o manual procura responder às necessidades concretas de quem acompanha diariamente processos de integração linguística e cultural.

“Reúne um conjunto de 191 atividades pedagógicas destinadas a ajudar migrantes e refugiados a desenvolver a sua capacidade de comunicação na vida real no país de acolhimento, promovendo a interação, o desenvolvimento da literacia e a integração social”, explica a investigadora.

Para a responsável, esta nova publicação permitirá potenciar a utilização dos conteúdos já existentes na plataforma digital.

“O guia Ensinar com o KITE: atividades práticas para promover a inclusão linguística e cultural foi concebido para a exploração pedagógica dos recursos multilingues disponíveis na plataforma KITE”, frisa.

Cristina Martins acrescenta que o projeto disponibiliza agora um conjunto ainda mais completo de ferramentas dirigidas aos profissionais que acompanham populações migrantes.

“Com a publicação deste manual, vai ser possível potenciar a utilização dos recursos na plataforma KITE: para além de ajudar quem está na linha da frente do acolhimento de refugiados e migrantes com instrumentos auxiliares de comunicação acessíveis, temos também uma nova ferramenta para facilitar o ensino do português por parte de professores e mediadores”, conclui.

O projeto COMMUNIKITE – Necessidades de Comunicação num Kit de Primeiros Socorros para Situações de Emergência Humanitária resulta de uma parceria europeia liderada pela Universidade de Salamanca (Espanha), envolvendo igualmente a Universidade de Coimbra, a Universidade de Bolonha (Itália), a Universidade de Heidelberg (Alemanha), a Universidade de Poitiers (França), a Universidade de Kiev (Ucrânia) e a Universidade de Varsóvia (Polónia).

Ígor Lopes

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TSP defende avanço do voto eletrónico remoto e pede que Governo passe das declarações à ação

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Em comunicado divulgado à imprensa, a TSP considera que “é hora de passar das palavras aos atos”, depois de vários membros do Governo terem manifestado publicamente apoio à introdução do voto eletrónico remoto para os portugueses residentes no estrangeiro.

A associação recorda que, em janeiro deste ano, o ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, revelou que esta modalidade de voto estava a ser estudada, posição posteriormente reforçada pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, e pelo secretário de Estado da Administração Interna, Telmo Correia, durante as recentes reuniões do Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas, realizadas em Lisboa.

Segundo a TSP, estas posições representam um sinal político positivo, sobretudo porque “a TSP tem vindo a pedir a implementação do voto eletrónico remoto desde 2017”. Ainda assim, a associação considera que o processo não pode ficar limitado às intenções políticas.

“Não bastam declarações: é preciso que essa modalidade de voto seja inscrita nas leis eleitorais”, realçou a associação.

Nesse mesmo comunicado, a TSP lembra que vários projetos de lei sobre esta matéria foram apresentados no passado, mas acabaram rejeitados pela Assembleia da República. Agora, entende que existe um contexto parlamentar mais favorável.

“Cremos que, neste momento, haverá, na Assembleia da República, uma maioria de dois terços disponível para aprovar um projeto neste sentido”, referiu, apelando para que “os partidos que concordam com esta mudança apresentem, o quanto antes, uma proposta relativa à introdução do voto digital”.

De igual modo, a associação defende que a introdução do voto eletrónico remoto seja acompanhada por um plano de implementação progressivo e tecnicamente rigoroso, começando por um processo de testes.

“Para que o voto digital seja a ferramenta de participação cívica e política que as comunidades portuguesas aguardam há anos, é necessário um plano realista de implementação que inclua obrigatoriamente um processo de teste”, sustentou.

Na perspetiva da TSP, esse período experimental deverá permitir avaliar e aperfeiçoar sucessivamente o sistema, aproveitando “os estudos já feitos pela Administração Eleitoral e o exemplo das eleições para os franceses no estrangeiro”.

O comunicado frisa ainda que um sistema desta natureza deve ser desenvolvido com especial atenção às questões jurídicas, tecnológicas e operacionais.

“Um sistema desta natureza tem de ser pensado e testado nas suas múltiplas dimensões: legais, de conformidade com as leis portuguesas e dos países onde votarão os portugueses, de comunicações seguras, de segurança informática, de facilidade de utilização, de informação aos eleitores, de controlo efetivo e de transparência”, defende a associação.

“O processo de teste, que não deverá incidir apenas sobre uma amostra limitada, tem de contemplar adequadamente todos estes passos, sem atropelos nem omissões”, referiu, acrescentando que “a TSP não apoia um plano apressado para cumprir calendários”.

A concluir, a associação reafirma que considera este o momento adequado para iniciar a modernização do sistema eleitoral destinado à diáspora portuguesa, mas insiste que a implementação deve privilegiar a segurança, a confiança e a qualidade do processo.

“Acreditamos que chegou a hora do voto digital remoto. Vamos começar já, quanto antes, mas vamos fazê-lo bem. Os portugueses no estrangeiro merecem-no”, concluiu a TSP.

Ígor Lopes

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Universidade da Beira Interior cria licenciatura em “Cidades e Comunidades Sustentáveis Inteligentes” para responder aos desafios da transição ecológica e digital

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A Universidade da Beira Interior (UBI) vai disponibilizar, já no Concurso Nacional de Acesso
ao Ensino Superior deste ano, a nova licenciatura em “Cidades e Comunidades Sustentáveis
Inteligentes”, um curso com 30 vagas que integra a oferta formativa do Departamento de
Engenharia Civil e pretende responder às necessidades emergentes da transformação digital
e ambiental dos territórios.

Alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, em
particular com o ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis, o plano curricular combina
áreas como Engenharia, Ambiente, Urbanismo, Geomática, Ciência de Dados e Inteligência
Artificial.

Ao longo do curso, os estudantes terão contacto com tecnologias como sensores
inteligentes, Internet das Coisas (IoT), Sistemas de Informação Geográfica (SIG), veículos
aéreos não tripulados, modelação digital e ferramentas avançadas de análise de dados,
desenvolvendo competências para monitorizar infraestruturas, apoiar processos de decisão
técnica, aplicar princípios de economia circular e criar respostas para a adaptação às
alterações climáticas.

A licenciatura privilegia também uma componente prática, promovendo o contacto direto
com problemas reais através da colaboração com empresas, autarquias, instituições públicas
e entidades do sistema científico e tecnológico.

Neste sentido, os futuros diplomados poderão exercer funções em áreas como
administração local e regional, empresas municipais, entidades gestoras dos setores da
água, saneamento, resíduos e energia, empresas tecnológicas, consultoras de ambiente,
sustentabilidade, mobilidade, transportes, geomática, planeamento urbano e ciência de
dados, podendo ainda prosseguir estudos em cursos de mestrado.

O novo ciclo de estudos admite candidatos através de diferentes combinações de provas de
ingresso, todas elas tendo por base a disciplina de Matemática B, complementada por uma
das seguintes provas: Biologia e Geologia, Desenho, Economia, Física e Química, Geometria
Descritiva ou Português.

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