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Atualidade

Bragança abre programa “Património a Norte” a 24 de setembro

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A iniciativa da Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) Património a Norte arranca já no próximo dia 24 deste mês de setembro, na Sé Velha de Bragança, com diversas iniciativas. O programa “Património a Norte” tem como objetivos principais a valorização dos espaços patrimoniais dos seis concelhos, numa iniciativa entre DRCN, autarquias e instituições eclesiásticas, entre outras.

A aproximação com a população residente e a captação de novos públicos turístico-culturais esteve na base da construção de mais uma iniciativa de divulgação patrimonial da DRCN, que irá resultar num projeto ambicioso de afirmação cultural, e diferenciador, do qual constam concertos, visitas e ações de showcooking.

A Sé Velha de Bragança ou Antiga Sé de Bragança foi construída no século XVII, sobre as fundações construídas um século antes para um convento; entre 1562 e 1759, funcionou ali um colégio da Companhia de Jesus. Em 1764, a igreja passou a Sé Catedral e sofreu algumas obras com o objetivo de ampliar o local. Destacam-se desta arquitetura religiosa o seu portal renascentista, que no centro inclui um nicho com uma Virgem do Leite com o Menino. O templo é consagrado ao Santo Nome de Jesus e a São João Batista.

Para além desta iniciativa, o programa da DRCN vai incidir em mais cinco arquiteturas religiosas, algumas das quais classificadas Monumentos Nacionais. Depois da Sé Velha de Bragança, seguem-se o Mosteiro de Santa Maria de Salzedas, em Tarouca, o Mosteiro de Santa Maria de Arouca, a Concatedral de Miranda do Douro, a igreja Matriz de Sambade, de Alfândega da Fé, e Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro, em Felgueiras.

Programa 24 de setembro | Bragança

14h30 – Sessão de abertura

Lançamento das visitas

15h00 – Património em Prova

Partilha e Degustação com chef Renato Cunha

16h00 – Concerto

Pedro Caldeira Cabral

A programação decorrerá nas seguintes datas e locais:

· 24 setembro – Sé Velha de Bragança

· 1 outubro – Mosteiro de Salzedas

· 8 outubro – Mosteiro de Arouca

· 15 outubro – Concatedral de Miranda do Douro

· 22 outubro – Igreja de Matriz de Sambade, Alfândega da Fé

· 29 outubro – Mosteiro de Pombeiro

Programa na Sé Velha de Bragança (24 setembro)

14h30 – Visita Educativa

15h00 – Património em Prova, Partilha e Degustação com Chef Renato Cunha

16h00 – Concerto de Pedro Caldeira Cabral

Programa no Mosteiro de Salzedas – Tarouca (1 outubro)

16h00 – Visita Educativa

16h30 – Património em Prova, Partilha e Degustação com Chef Renato Cunha

18h00 – Concerto Pedro de Castro Trio

Programa no Mosteiro de Arouca (8 outubro)

16h30 – Visita Educativa

17h30 – Património em Prova, Partilha e Degustação com Chefs Lígia Santos e Margarida Rego

19h00 – Concerto de Sara Correia

Programa na Concatedral Miranda do Douro (15 outubro)

17h00 – Visita Educativa

17h30 – Património em Prova, Partilha e Degustação com Chef Renato Cunha

19h00 – Concerto de António Chainho

Programa na Igreja de Sambade – Alfândega da Fé (22 outubro)

16h30 – Visita Educativa

17h00 – Património em Prova, Partilha e Degustação com António Vieira

18h30 – Concerto de Marta Pereira da Costa

Programa no Mosteiro de Pombeiro – Felgueiras (29 outubro)

16h00 – Visita Educativa

16h30 – Património em Prova, Partilha e Degustação com Chef Renato Cunha

18h30 – Concerto de Lisboa String Trio

O projeto «Arte e Cultura em Circulação… pelo Património» | NORTE-04-2114-FEDER-000607 é promovido pela Direção Regional de Cultura do Norte, em parceria com os municípios locais, representando um investimento aproximado de 300 mil Euros, cofinanciado pelo Programa Norte 2020, através do FEDER.

Para saber mais, consulte o website https://culturanorte.gov.pt/, https://patrimonioanorte.pt/ e redes sociais.

Imagem: CMB (alterada).

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Portugal: “Eu Decido NextGen” reúne jovens líderes em debate sobre o futuro da nova geração

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O auditório do Taguspark, no concelho de Oeiras, em Portugal, recebe, no dia 19 de setembro, entre as 09h e às 19h, o painel de debate especial “Eu Decido NextGen”, uma iniciativa moderada pelo CEO da Dale Carnegie Portugal e especialista em gestão das pessoas, recursos humanos e liderança, Pedro Ramos, que reunirá sete jovens participantes para debater o papel da nova geração na construção do futuro. Esta iniciativa acontece no âmbito do evento “Faz a Tua Mudança”, organizado por Adriana Carneiro, mentora e coach de Liderança.

Sob o lema “O futuro não está à espera”, o encontro pretende “promover um espaço de reflexão e diálogo em torno dos desafios enfrentados pelos jovens, incentivando a participação ativa na definição das decisões que irão moldar a sociedade dos próximos anos”.

O painel contará com a participação de Inês Siopa, Carolina Almeida, Laura Gomes, Afonso Almeida, Inês Moleiro, José Lages e Joana Ramos, jovens convidados para “partilhar experiências, perspetivas e propostas sobre temas ligados à liderança, participação, inovação e intervenção cívica”.

A organização apresenta o evento como um “encontro entre diferentes vozes da mesma geração”, sintetizado na mensagem “7 vozes. 1 geração. 1 decisão.”, procurando demonstrar que “os jovens não são apenas destinatários das mudanças, mas protagonistas da sua construção”.

A filosofia da iniciativa é resumida na frase que acompanha o evento: “Enquanto muitos discutem o futuro, eles já o estão a construir”.

Ígor Lopes

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Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”

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Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.

Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.

O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.

A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.

“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.

Ígor Lopes

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CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa

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O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.

No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.

A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.

Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.

No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.

O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.

Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.

No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.

Ígor Lopes

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