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Atualidade

Autódromo do Estoril recebe a 6ª edição do “Estoril Classics”

Clássicos prometem entusiasmar os amantes dos bólides de hoje até domingo

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Entre hoje e domingo, está a decorrer, no Circuito do Estoril, o “Estoril Classics”, evento dedicado ao automobilismo, no caso, aos Clássicos.

Com o objetivo de “trazer até ao Circuito do Estoril, os carros e as competições de clássicos mais importantes do mundo”, o “Estoril Classics”, criado em 2017, tornou-se, muito rapidamente, numa “paragem obrigatória no roteiro de todos os amantes de automóveis clássicos”, conforme salienta a organização.

Para além do impacto económico direto do evento, motivado pelas viagens e estadias de todos aqueles que acompanham as corridas, este terá, também, um efeito multiplicador, “pelo aumento de notoriedade e prestígio da região de Cascais dentro do segmento dos ‘Gentleman Drivers’”, continua a organização. “Será expectável que isto conduza ao aumento de atividades realizadas ao longo de todo o ano relacionadas com o evento, como por exemplo”, conclui.

A sexta edição do “Estoril Classics” reúne quatro disciplinas das corridas de clássicos no mesmo palco: Fórmula 1, Sports Cars, GT´s e Turismos.

As grelhas da PETER AUTO e da RACE READY são dedicadas a diferentes períodos da história do desporto automóvel e categorias: GTs, protótipos e carros de turismo de 1950 a 2000.

Competições:

Classic GP

Uma grelha repleta de monolugares de Formula 1 que preencheram o imaginário de muitos até 1986. Carros que outrora foram conduzidos por James Hunt, Keke Rosberg ou Niki Lauda. A oportunidade ideal para rever as máquinas que fizeram as delícias nos principais circuitos mundiais, regressando, uma vez mais, ao Circuito do Estoril.

Greatest’s Trophy

The Greatest’s Trophy é uma competição aberta aos carros excecionais que marcaram os principais eventos do automobilismo de resistência dos anos 1950 e 1960.

Classic Endurance Racing

Com grelhas repletas de carros de GT e Protótipos de sonho, entre os quais Porsche 935, BMW M1, Lola T70, Ferrari 512 BBLM – e pilotos que desejam honrar a fabulosa história das suas máquinas, o espetáculo é garantido.

Endurance Racing Legends

Os carros mais modernos que competem em eventos de circuito organizados por PETER AUTO podem ser encontrados nesta série. Reúne máquinas que jovens espectadores se lembram bem: os GTs e Protótipos das décadas de 1990 e 2000.

Group C Racing

Os regulamentos do Grupo C, que estiveram em vigor entre 1982 e 1993, levaram à produção destes exuberantes Sport-Protótipos que escreveram algumas das páginas mais gloriosas da história das 24 Horas de Le Mans e do Campeonato do Mundo FIA de Endurance.

Heritage Touring Cup

A Heritage Touring Cup faz-nos recordam os tempos dourados do Campeonato Europeu de Carros de Turismo (ETCC) entre 1966 e 1984, aonde o ponto alto da temporada eram as 24 Horas de Spa-Francorchamps.

Sixties’ Endurance

A Sixties’ Endurance, para a viaturas de Sport pré-63 e de GT pré-66, oferece uma oportunidade maravilhosa para admirar alguns dos ícones do Campeonato do Mundo de resistência de uma das épocas mais aclamadas do automobilismo.

2.0L Cup

A 2.0L Cup é a única competição monomarca da PETER AUTO. Está reservada para os primeiros Porsche 911, de chassis curto e motores 2-litros, preparados de acordo com os regulamentos FIA anteriores a 1966.

Fifties’ Legends

A competição The Fifties’ Legends acomoda automóveis dos anos 1950 e início dos anos 1960. Esta série apresentará os carros mais antigos do evento.

Iberian Historic Endurance

O Iberian Historic Endurance reúne um grupo exclusivo de “Gentleman Drivers” que querem competir com as suas esbeltas máquinas de Turismo ou Grande Turismo até 1976. A maior e mais variada grelha de partida de viaturas clássicas da Península Ibérica.

Concurso de Elegância ACP

O Concurso de Elegância ACP destaca os automóveis clássicos que mantêm intacto o seu rigor histórico em termos de estética, mecânica e desporto.

Horário:

Foto e imagem: PA e RR.

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Atualidade

CTTexpress com mais 64% de entregas fora de casa na península ibérica

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A CTTexpress, marca ibérica de logística de comércio eletrónico do Grupo CTT, registou um aumento de 64% nas entregas fora de casa (OOH) na Península Ibérica no primeiro semestre deste ano, face ao período homólogo de 2025.

No total, foram realizados mais de 4,8 milhões de envios para pontos de proximidade e cacifos nos primeiros seis meses do ano, refletindo a rápida expansão deste modelo de entrega.

Em Portugal, este hábito dos consumidores está em consolidação, com um aumento de 17%, suportado por esta rede altamente capilar e próxima do cliente. Já em Espanha, o crescimento acelerou fortemente, registando um aumento de 142% até junho face ao mesmo período de 2025.

Esta evolução acompanha uma mudança clara no comportamento dos consumidores, que passam a privilegiar soluções que lhes dão maior conveniência e controlo sobre a entrega.

As opções fora do domicílio – como pontos de recolha, cacifos ou entrega no local de trabalho – estão a ganhar peso e a afirmar-se como um elemento central da experiência de e-commerce, permitindo aos utilizadores escolher quando e onde recebem ou enviam as suas encomendas. Também os operadores de comércio eletrónico têm proposto cada vez mais estas soluções de entrega aos seus clientes. A combinação de conveniência para os consumidores e eficiência operacional tem contribuído para uma maior adoção deste modelo, acompanhando o crescimento do e-commerce e a transformação da logística na última milha.

“A rede de pontos de recolha e cacifos deixou de ser uma alternativa e passou a ser uma infraestrutura crítica do e-commerce. Sem capilaridade e densidade de rede, não é possível responder à escala atual do mercado nem às expectativas de conveniência dos consumidores. A CTTexpress, continuamos a reforçar esta rede para garantir proximidade e flexibilidade”, diz Alfonso Pastor, Diretor de Produto da CTTexpress.

O crescimento do OOH surge num contexto de forte dinamismo do comércio eletrónico. Segundo o Barómetro de e-commerce de março da CTTexpress para o mercado português, 85,1% dos operadores reportaram crescimento das vendas online em 2025, e 83% esperam que essa tendência se mantenha em 2026, consolidando o peso do digital no retalho.

De acordo com o mesmo estudo, as entregas fora de casa são as que apresentam maior potencial de crescimento futuro, acompanhadas por uma mudança nos critérios de escolha dos consumidores, que valorizam sobretudo gratuidade, velocidade e previsibilidade.

Neste contexto, a entrega deixa de ser apenas uma questão de rapidez e passa a ser uma questão de controlo, com os consumidores a procurarem soluções mais flexíveis e adaptadas ao seu dia a dia.

Acompanhando as preferências do consumidor, a CTTexpress conta atualmente com uma rede de mais de 20 mil pontos de recolha na Península Ibérica, assegurando uma solução de proximidade para envio, levantamento e devolução de encomendas expresso.

Esta rede ganha também relevância no segmento de ‘Consumidor para Consumidor’ (C2C), associado à venda entre particulares, onde facilitação, proximidade e simplicidade são determinantes.

A empresa mantém a aposta no reforço de uma das redes mais densas da Península Ibérica, posicionando-se num mercado onde a conveniência, a proximidade e a experiência do utilizador são cada vez mais decisivas.

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Cientista Fabiano de Abreu defende utilização de álamos como barreiras naturais para reduzir o risco de incêndios em Portugal

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O cientista Fabiano de Abreu defendeu a utilização estratégica de álamos no ordenamento florestal português, com base num estudo publicado pela Universidade McGill, no Canadá, considerando que esta espécie poderá desempenhar um papel relevante na redução da propagação dos incêndios rurais em Portugal.

A posição do investigador surge na sequência dos resultados obtidos por uma equipa da instituição de ensino superior canadiana, coordenada pela investigadora Flavie Pelletier, que identificou um conjunto de características biológicas capazes de limitar a propagação do fogo em áreas dominadas por álamos.

Segundo Fabiano de Abreu, a elevada retenção de humidade nas folhas, a ausência de resinas altamente inflamáveis e a configuração da copa, com os ramos mais afastados do solo, dificultam a ignição e reduzem a capacidade de as chamas se propagarem entre a vegetação.

O cientista sublinha, contudo, que estas propriedades apenas produzem efeitos significativos quando a espécie é utilizada em áreas contínuas e não através da plantação isolada de árvores.

“O álamo funciona como um escudo térmico vegetal”, sustenta, defendendo que “quando estabelecido em grandes blocos contínuos, ele reduz de forma drástica a intensidade do fogo porque priva as chamas do combustível resinoso”.

Na sua perspetiva, Portugal poderá beneficiar da criação de corredores florestais compostos por espécies caducifólias junto de aldeias, infraestruturas críticas e zonas de maior risco, proporcionando mais tempo às equipas de combate para controlar os incêndios.

Os dados analisados mostram que, em áreas onde os álamos representam mais de metade da cobertura vegetal, a progressão diária dos incêndios diminui significativamente, passando de cerca de 1.770 acres para aproximadamente 550 acres, mantendo este efeito de contenção tanto na primavera como durante o verão.

Para Fabiano de Abreu, estas conclusões demonstram que o ordenamento florestal deverá incorporar cada vez mais soluções baseadas em evidência científica, reduzindo a dependência de extensas áreas de monocultura altamente combustível e reforçando a capacidade de adaptação das florestas portuguesas perante fenómenos de seca extrema e temperaturas elevadas.

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Açores

Casa dos Açores de Minas Gerais apresentará novas iniciativas de cooperação luso-brasileira em fórum internacional

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A Casa dos Açores de Minas Gerais, presidida por Claudio Motta, vai participar, no próximo 29 de julho, no “Fórum Internacional Minas Mundi”, integrado na “Wine Expo BH 2026”, em Belo Horizonte, onde apresentará a palestra “Açores e Minas Gerais: Pontes de Inovação e Negócios”, uma iniciativa que servirá para “divulgar novos projetos destinados a reforçar as relações institucionais, económicas, culturais e turísticas entre Minas Gerais e os Açores”.

Segundo apurámos, durante a sessão, a instituição pretende apresentar uma “visão renovada da ligação histórica entre os dois territórios, defendendo que a herança açoriana pode assumir um papel ativo na promoção do desenvolvimento económico, da inovação, do empreendedorismo, do turismo e da cooperação internacional”.

Um dos principais destaques será o lançamento da “Rota Açoriana de Minas Gerais”, projeto que pretende identificar e integrar municípios, patrimónios históricos, instituições culturais, empreendimentos turísticos e iniciativas económicas que testemunham a presença açoriana no Estado brasileiro. A iniciativa objetiva “criar um percurso de valorização da memória comum, promovendo simultaneamente o turismo cultural e novas oportunidades de desenvolvimento local”.

Será também apresentada a “Casa Jovem”, programa dirigido às novas gerações, concebido para “aproximar jovens descendentes de açorianos e outros interessados na cultura atlântica através de ações de formação, intercâmbio, empreendedorismo, liderança e cooperação internacional”.

Segundo a Casa dos Açores de Minas Gerais, estas iniciativas “refletem uma nova abordagem ao papel das entidades culturais, procurando conciliar a preservação da identidade histórica com a criação de redes de colaboração entre instituições, empresas, universidades e entidades públicas de ambos os lados do Atlântico”.

A participação no “Fórum Internacional Minas Mundi” visa ainda “incentivar o diálogo, a troca de experiências e a construção de novas parcerias capazes de gerar benefícios para ambos os lados do Atlântico”, demonstrando também como uma herança histórica comum pode “transformar-se num instrumento de inovação, desenvolvimento e aproximação entre os dois territórios”.

Ígor Lopes

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