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Liga MEO Surf: Títulos nacionais masculino e feminino decidem-se no Bom Petisco Peniche Pro

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A 1ª divisão do surf nacional está de regresso às ondas de Peniche para disputar o Bom Petisco Peniche Pro, 5ª e última etapa da Liga MEO Surf que se realiza de 27 a 29 de outubro. Pelo terceiro ano consecutivo, a última etapa da Liga MEO Surf disputa-se na região Oeste da costa portuguesa, com ambos os títulos nacionais ainda em aberto, com Francisca Veselko e Gabriela Dinis na luta no feminino, e Guilherme Ribeiro, Joaquim Chaves, Afonso Antunes e Francisco Ordonhas no lote de candidatos no masculino.

Galeria dos Campeões Nacionais Masculino

Vasco Ribeiro – 5 títulos (2011, 2012, 2014, 2017, 2021)

Ruben Gonzalez – 4 títulos (2004, 2005, 2006 e 2008)

Frederico Morais – 3 títulos (2013, 2015 e 2020)

José Gregório – 3 títulos (1997, 2003 e 2007)

João Antunes – 3 títulos (1994, 1996 e 1998)

Miguel Blanco – 2 títulos (2018 e 2019)

Justin Mujica – 2 títulos (1999 e 2010)

Surfistas com um título nacional: Bruno Charneca, Almir Salazar, Rodrigo Herédia, Marcos Anastácio, Paulo Rodrigues, Gustavo Gouveia, Tiago Pires, João Guedes, Pedro Henrique e Guilherme Ribeiro.

Galeria das Campeãs Nacionais Feminino

Patrícia Lopes – 11 títulos (1995, 1997 a 2006)

Teresa Bonvalot – 4 títulos (2014, 2015, 2020 e 2022)

Teresa Abraços – 3 títulos (1992, 1993 e 1996)

Carolina Mendes – 2 títulos (2016 e 2017)

Carina Duarte – 2 títulos (2008 e 2013)

Francisca Santos – 2 títulos (2007 e 2010)

Maria Abecasis – 2 títulos (2011 e 2012)

Surfistas com um título nacional: Joana Rocha e Yolanda Hopkins

O Presidente da Câmara Municipal de Peniche, Henrique Bertino, salienta que “só Peniche podia acolher esta última etapa da Liga MEO Surf 2023, o Bom Petisco Pro! Estamos muito empolgados por receber, uma vez mais, a elite nacional do surf e por podermos brindar os atletas com as condições únicas que Peniche possui para a prática do Surf e dos desportos náuticos. A nossa terra será, uma vez mais, o palco das grandes decisões do surf e são as nossas ondas que vão decidir os campeões nacionais femininos e masculinos da Liga MEO Surf 2023.”

Peniche será, assim, palco de toda ação para no final serem coroados os novos campeões nacionais em clima de celebração. Todas as ondas e os pontos amealhados serão decisivos, antevendo-se um ambiente envolto em grande expectativa.

Guilherme Ribeiro refere que “a etapa de Peniche é, e será sempre, uma etapa especial para mim. Foi lá que venci a minha primeira prova na Liga MEO Surf e, por sua vez, o meu primeiro título de campeão nacional. Tenho feito uma preparação bastante boa, tenho a minha rotina com bastante surf e bastante ginásio, estamos a uma semana e meia e já me sinto preparado!”

Cenários Título Nacional Masculino

– Joaquim Chaves garante o título com um 3º lugar

– Se Joaquim Chaves alcançar o 9º lugar, Guilherme Ribeiro já só entra nas contas se vencer

– A partir do momento que Joaquim Chaves pontuar, Afonso Antunes e Francisco Ordonhas estão fora da corrida ao título nacional

Francisca Veselko sublinha que está “ótima”. “Estou, neste momento, no Brasil, a competir na última etapa do Challenger Series e a dar tudo para que termine o ano da melhor forma. Assim, acho que não podia estar a ter o melhor treino para fechar, também, a Liga MEO Surf. Estou-me a sentir muito bem a competir e espero levar este ritmo não só para Peniche como também para o próximo ano de competições. Desta vez, não chego a Peniche já campeã, mas espero conseguir, novamente e, acima de tudo, continuar a ter gosto em competir e mostrar o meu surf. Ter tido a sorte de presenciar o Frederico Morais a conseguir a qualificação para o Championship Tour deu-me ainda mais motivação para perseguir o meu sonho de também lá chegar”, conclui.

Cenários Título Nacional Feminino

– Francisca Veselko garante o título com um 5º lugar

– Gabriela Dinis só entra nas contas do título nacional se vencer

O atual campeão nacional, Guilherme Ribeiro, e a atual campeã mundial júnior e campeã nacional em 2021, Francisca Veselko, vão envergar a licra amarela Go Chill com o estatuto de líderes do ranking.

 Joana Pinto Coelho, responsável de Marketing do Bom Petisco, afirma que “estamos muito orgulhosos de mais uma vez associar o nosso nome à última etapa da Liga MEO Surf. Esta consistência no apoio ao surf português não é apenas um compromisso para com a modalidade desportiva, mas sim uma verdadeira expressão da nossa marca, dos nossos valores e da nossa identidade. O surf está profundamente enraizado no ADN da Bom Petisco e reflete aquilo que representamos como marca: um estilo de vida saudável, ativo e sustentável. Este ano, reafirmamos o nosso compromisso em alimentar campeões, fornecendo lanches de mar a todos os atletas durante a competição. Além disso, estaremos presentes na praia, promovendo atividades com o público e compartilhando as emoções deste evento com todos os apaixonados pelo surf. Desejamos a todos os atletas boa sorte e esperamos que desfrutem muito desta prova!”

Historial de vencedores do Bom Petisco Peniche Pro

2022 – Guilherme Ribeiro e Maria Salgado

2021 – Afonso Antunes e Francisca Veselko

2013 – Frederico Morais e Maria Abecasis

2012 – Nic von Rupp e Teresa Bonvalot

Bom Petisco Peniche Pro 2022 em números

– Campeões da Etapa: Guilherme Ribeiro e Maria Salgado

– 935 ondas surfadas por 94 surfistas inscritos

– Melhor onda (máximo 10 pontos): 9,50 de Vasco Ribeiro

– Melhor pontuação (máximo 20 pontos): 18,10 pontos de Vasco Ribeiro

Para além dos títulos nacionais e as vitórias do Bom Petisco Peniche Pro, estão também em disputa diversos prémios paralelos como o Joaquim Chaves Saúde Best Wave (melhor onda da etapa), o Bom Petisco Girls Score (melhor pontuação exclusivamente dedicada às senhoras), a Go Chill Expression Session (melhores manobras tanto no masculino como no feminino), o Waversby Round (melhor performance desportiva no round 3), o Waikiki Junior Award (melhor surfista júnior em competição) e ainda os prémios reservados aos melhores surfistas locais de Peniche.

Fantasy Surfer – Façam as vossas escolhas em fantasy.ansurfistas.com

Prémio vencedor da etapa: Relógio Rip Curl Search GPS 2

Prazo de constituição das equipas: hora do Call do primeiro dia de prova

O Bom Petisco Peniche Pro poderá ser acompanhado em direto na Sport TV, assim como nos restantes meios oficiais: Facebook do MEO, app do MEO – disponível na posição 810 da grelha de canais MEO, e em www.ansurfistas.com e redes sociais em @ansurfistas.

A Liga MEO Surf 2023 é uma organização da Associação Nacional de Surfistas e da Fire!, com o patrocínio do MEO, Bom Petisco, Allianz Seguros, Joaquim Chaves Saúde, Go Chill, Corona, Somersby, Waikiki, Rip Curl, o parceiro de sustentabilidade Jerónimo Martins, o apoio local da Câmara Municipal de Peniche e o apoio técnico da Federação Portuguesa de Surf.

Imagem: ANS.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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