Atualidade
Liga MEO Surf: Noite de Gala nos Portugal Surf Awards para coroar os melhores surfistas portugueses em 2022
A 13ª edição dos Portugal Surf Awards premiou, esta sexta-feira, os melhores surfistas nacionais, numa noite de gala que serviu para coroar os campeões nacionais e vencedores da Liga MEO Surf 2022, Guilherme Ribeiro e Teresa Bonvalot. A cerimónia, que decorreu em Lisboa, distinguiu, ainda, outras individualidades e entidades que se destacaram ao longo da temporada que chega agora ao final.
As duas principais estrelas da noite foram Guilherme Ribeiro e Teresa Bonvalot, que receberam os troféus dos títulos conquistados. Esta foi a primeira vez que Guilherme se sagrou campeão nacional Open, enquanto Teresa, que no final do mês está de partida para o Havai para atacar uma histórica qualificação para o circuito mundial feminino, conquistou o cetro pela quarta vez na carreira. Além do título, Teresa Bonvalot ainda levou para casa o prémio da Allianz Triple Crown feminina e da melhor onda feminina do ano, enquanto o vice-campeão nacional Vasco Ribeiro foi o autor da melhor onda masculino do ano.
Entre as várias categorias que distinguiram os melhores do ano, destaque para a eleição de Peniche como a melhor etapa pelo segundo ano consecutivo, num prémio que foi decido por voto dos próprios surfistas. Os mesmos surfistas elegeram Guilherme Fonseca e Maria Salgado para vencedores do troféu Surfers’ Surfer.

Guilherme e Maria foram outros dos destaques da noite, levando para casa o maior número de troféus. Gui conquistou, ainda, o prémio Personalidade do Ano, Allianz Triple Crown e o prémio Pedro Lima Fair Play. Já Maria Salgado foi, igualmente, a melhor júnior do ano e a surfista distinguida com a maior evolução do ano, após votação dos media partners da Liga MEO Surf.
Menção, ainda, para a segunda edição do prémio que distingue o clube do ano e que foi conquistado, novamente, pelo Ericeira Surf Clube, por decisão inerente à performance dos seus associados.
Por fim, o galardão ANS Share foi entregue ao MEO, enquanto o Prémio Carreira foi conquistado pela ALLIANZ.
Liga MEO Surf 2022:
– Campeões nacionais e vencedores da Liga MEO Surf: Guilherme Ribeiro e Teresa Bonvalot;
– Vencedores da Allianz Triple Crown: Guilherme Fonseca e Teresa Bonvalot;
– Maior evolução do ano: Maria Salgado;
– Melhor onda: Vasco Ribeiro e Teresa Bonvalot;
– Juniores do ano: Maria Salgado e Francisco Mittermayer;
– Surfers’ Surfer: Guilherme Fonseca e Maria Salgado;
– Melhor Evento: Bom Petisco Peniche Pro;
– Clube do ano: Ericeira Surf Clube;
Outras Distinções:
– Campeões nacionais Pro Júnior: Martim Nunes e Érica Máximo;
– Personalidade do Ano 2022: Guilherme Fonseca
– Prémio Carreira 2022: ALLIANZ
– Prémio ANS Share: MEO
– Prémio Pedro Lima Fair Play: Guilherme Fonseca
“A Associação Nacional de Surfistas endereça os parabéns a todos os premiados, desejando grande sucessos a todos e que os seus objetivos se concretizem tão cedo quanto possível. Até 2023!”, sublinha em nota.
A Liga MEO Surf 2022 é uma organização da Associação Nacional de Surfistas e da FIRE!, com o patrocínio do MEO, ALLIANZ SEGUROS, JOAQUIM CHAVES SAÚDE, BOM PETISCO, GO CHILL, CORONA, SOMERSBY, RIP CURL, o parceiro de sustentabilidade JERÓNIMO MARTINS, os apoios locais dos Municípios da Figueira da Foz, Porto, Matosinhos, Mafra, Ribeira Grande e de Peniche, o apoio técnico da Associação de Surf da Figueira da Foz, Onda Pura, Ericeira Surf Clube, Associação Açores de Surf e Bodyboard, Peniche Surfing Clube e da Federação Portuguesa de Surf.
Os Portugal Surf Awards são uma organização da Associação Nacional de Surfistas e da FIRE! em parceria com o MEO.
Fotos: Jorge Matreno / AN Surfistas.
A Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.
Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes e Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.
Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.
No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados
. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.
. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.
. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.
. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.
. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.
. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.
. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.
Imagens: IMP.
Atualidade
Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal
Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.
Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.
A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.
No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.
Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.
Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.
Fotos: ARA.
Atualidade
Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação
Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.
Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.
O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.
Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.
A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.
É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.
O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.
Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.
Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.
Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.
Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.
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