Atualidade
Voleibol: Seleção Feminina de Sub-21 ruma a Montenegro para o Europeu
A Seleção Nacional de Sub-21 Femininos viaja, hoje, para Podgorica, capital de Montenegro, onde vai disputar, de 19 a 21 de maio, a Pool E de Qualificação para o respetivo Campeonato da Europa.
Na Pool E, a disputar no SC Verde de Podgorica, a Seleção Nacional, liderada por João Santos, vai defrontar as suas congéneres de Montenegro, Islândia e Turquia.
O Selecionador Nacional faz o ponto da situação: “Durante a semana transata, conseguimos observar 20 atletas e decidir quais as 12 que seguirão para a competição. Fazemos hoje [ndr: ontem] o último treino em Portugal com o grupo alargado e viajamos amanhã [ndr: hoje] para Montenegro com o grupo final. Não foi, de todo, a preparação desejada, mas a possível, tendo em conta todas as circunstâncias. Atendendo ao período competitivo e académico, não foi possível ter o grupo completo reunido em estágio como gostaríamos, mas, por outro lado, as atletas chegarão à prova com bastante ritmo e acreditamos no trabalho que desenvolveram durante a época nos clubes“, salienta João Santos, acrescentando: “Julgo que este grupo é bastante heterogéneo em relação à experiência das atletas, e foi um fator a ter em conta na escolha das 12 que vão à competição. Algumas das atletas, como é o caso da Amanda Cavalcanti, da Alice Clemente e da Maria Reis Lopes, já têm bastante experiência, quer em equipas seniores na Liga Lidl, quer nos trabalhos da Seleção Sénior em anos transatos, contudo, tentámos também integrar algumas atletas que não têm tanta experiência e que acreditamos que possam fazer parte das próximas gerações“.
Quanto a expectativas relativamente à fase de qualificação para o Europeu, o primeiro na categoria de Sub-21 Femininos, “o objetivo é conseguir uma das sete vagas que dão acesso à fase final do Europeu. O primeiro lugar do grupo assegura a qualificação, os três melhores segundos também se qualificam. Portugal nunca conseguiu estar presente numa fase final do Europeu em escalões de formação femininos, e isso só por si revela a dificuldade da missão, mas o grupo acredita que é possível e iremos, jogo a jogo, lutar pelo nosso objetivo. A Turquia é a favorita ao primeiro lugar do grupo, pois grande parte das atletas foram campeãs da Europa de Sub-19 em 2020 e é um país com bastante tradição no Voleibol mundial. Montenegro, ao ser organizador de uma das pools, seguramente também acredita na qualificação para a fase seguinte. Não conseguimos reunir as informações que pretendíamos acerca das seleções que vamos defrontar, pelo que tentaremos conhecer e estudar os adversários com o decorrer da competição“, conclui João Santos.
A comitiva para Podgorica
Boavista FC
Rita Benídio
Castêlo da Maia GC
Matilde Mouta
GC Vilacondense
Bruna Guedes
Marlene Pereira
Leixões SC
Beatriz Cerveira
Lusófona VC
Raissa Cassamá
PV2014 – Ac. Vol. Colégio Efanor
Ana Monteiro
Bruna Correia
Maria Reis Lopes
SL Benfica
Alice Clemente
Marisa Pardal
Sporting CP
Amanda Cavalcanti
…………………
Team Manager – Arnaldo Rocha
Treinador Principal – João Santos
Treinadora Adjunta – Beatriz Santos
Fisioterapeuta – Jhony Gomes
A Seleção Nacional de Sub-21 vai defrontar as suas congéneres de Montenegro, Islândia e Turquia, na Pool E, a disputar em Montenegro, de 19 a 22 de maio.
Pool A (Sérvia) – Dinamarca, Letónia e Sérvia
Pool B (Polónia) – República Checa, Hungria, Polónia e Ucrânia
Pool D (Áustria) – Áustria, Bulgária, Ilhas Faroé e Israel
Pool E (Montenegro) – Islândia, Montenegro, PORTUGAL e Turquia
A fase final será realizada em Cerignola e Andria, na Itália, de 12 a 17 de julho de 2022.
Imagem: FPV.
Atualidade
Portugal: “Eu Decido NextGen” reúne jovens líderes em debate sobre o futuro da nova geração
O auditório do Taguspark, no concelho de Oeiras, em Portugal, recebe, no dia 19 de setembro, entre as 09h e às 19h, o painel de debate especial “Eu Decido NextGen”, uma iniciativa moderada pelo CEO da Dale Carnegie Portugal e especialista em gestão das pessoas, recursos humanos e liderança, Pedro Ramos, que reunirá sete jovens participantes para debater o papel da nova geração na construção do futuro. Esta iniciativa acontece no âmbito do evento “Faz a Tua Mudança”, organizado por Adriana Carneiro, mentora e coach de Liderança.
Sob o lema “O futuro não está à espera”, o encontro pretende “promover um espaço de reflexão e diálogo em torno dos desafios enfrentados pelos jovens, incentivando a participação ativa na definição das decisões que irão moldar a sociedade dos próximos anos”.
O painel contará com a participação de Inês Siopa, Carolina Almeida, Laura Gomes, Afonso Almeida, Inês Moleiro, José Lages e Joana Ramos, jovens convidados para “partilhar experiências, perspetivas e propostas sobre temas ligados à liderança, participação, inovação e intervenção cívica”.
A organização apresenta o evento como um “encontro entre diferentes vozes da mesma geração”, sintetizado na mensagem “7 vozes. 1 geração. 1 decisão.”, procurando demonstrar que “os jovens não são apenas destinatários das mudanças, mas protagonistas da sua construção”.
A filosofia da iniciativa é resumida na frase que acompanha o evento: “Enquanto muitos discutem o futuro, eles já o estão a construir”.
Ígor Lopes
Atualidade
Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”
Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.
Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.
O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.
A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.
“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.
Ígor Lopes
Atualidade
CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa
O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.
No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.
A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.
Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.
No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.
O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.
Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.
No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.
Ígor Lopes
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