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Atualidade

Voleibol: Sub-22 preparadas para as batalhas do Europeu

Recebidas pela Câmara Municipal de Barcelos

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A Seleção Nacional de Sub-22 Femininos, orientada por João Santos, parte, este sábado de manhã (11h25 do Porto) para a localidade italiana do Copertino, onde vai disputar a fase final do Campeonato da Europa de Sub-22 Femininos.

Portugal vai disputar a Pool II na Fase Final do Europeu de Sub-22, onde irá defrontar oponentes de peso: a Sérvia, vice-campeã europeia, a Polónia, 4ª classificada no EuroVolley 2022, no qual a Chéquia ocupou o 10º posto na classificação final.

São oito as seleções que disputam, de 1 a 6 de julho, a segunda edição do #EuroVolleyU22W, no Palazzetto Dello Sport «San Giuseppe da Copertino», na província de Lecce, na Apúlia, o «calcanhar da bota» italiana.

A Pool I é composta pela Itália, anfitriã da fase final e campeã em título, a Turquia, a Ucrânia e a Letónia.

A Pool II é constituída por Sérvia, Portugal, Polónia e Chéquia.

Seleção recebida no Município de Barcelos

A Seleção Nacional foi recebida, anteontem no Salão Nobre dos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Barcelos por Mariana Carvalho, Vereadora da Juventude do município barcelense.

Na ocasião, Mariana Carvalho mostrou-se grata por “a Federação Portuguesa de Voleibol [FPV] ter escolhido Barcelos para fazer este estágio” e desejou “as maiores felicidades pessoais e desportivas a todas as atletas, treinadores e dirigentes“, transmitidas à capitã Alice Clemente, ao selecionador João Santos e a Leonel Salgueiro, Diretor Técnico Nacional da FPV.

Mariana Carvalho com Leonel Salgueiro, Alice Clemente e João Santos (Foto: CMB)

A propósito, João Santos reiterou os agradecimentos “pela forma como temos sido recebidos na cidade de Barcelos. Com condições ímpares e uma hospitalidade formidável, espero que a cidade funcione de talismã para o nosso Europeu da mesma forma que funcionou para a qualificação das Sub-20 em Abril passado“.

A Seleção Nacional de Sub-22 Femininos realizou, em Barcelos, o estágio de preparação para a participação na fase final do Campeonato da Europa.

Tendo em vista a participação no Campeonato da Europa da categoria, a realizar entre 1 e 6 de julho em Itália, a Seleção Nacional de Sub-22 Femininos tem efetuado treinos regulares com as seguintes atletas:

AA S. Mamede

Mariana Santos

Castêlo da Maia GC

Margarida Santos

FC Porto

Ana Monteiro

Bruna Guedes

Leixões SC

Carolina Costa

SC Braga

Maria Leonor Coelho

PV2014/Colégio Efanor

Ema Torres

SL Benfica

Alice Clemente

Joana Garcez

Margarida Guerreiro

Mariana Garcez

Marisa Pardal

Sara Fernandes

Vitória SC

Bruna Correia.

Fotos: CMB.

Atualidade

CTTexpress com mais 64% de entregas fora de casa na península ibérica

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A CTTexpress, marca ibérica de logística de comércio eletrónico do Grupo CTT, registou um aumento de 64% nas entregas fora de casa (OOH) na Península Ibérica no primeiro semestre deste ano, face ao período homólogo de 2025.

No total, foram realizados mais de 4,8 milhões de envios para pontos de proximidade e cacifos nos primeiros seis meses do ano, refletindo a rápida expansão deste modelo de entrega.

Em Portugal, este hábito dos consumidores está em consolidação, com um aumento de 17%, suportado por esta rede altamente capilar e próxima do cliente. Já em Espanha, o crescimento acelerou fortemente, registando um aumento de 142% até junho face ao mesmo período de 2025.

Esta evolução acompanha uma mudança clara no comportamento dos consumidores, que passam a privilegiar soluções que lhes dão maior conveniência e controlo sobre a entrega.

As opções fora do domicílio – como pontos de recolha, cacifos ou entrega no local de trabalho – estão a ganhar peso e a afirmar-se como um elemento central da experiência de e-commerce, permitindo aos utilizadores escolher quando e onde recebem ou enviam as suas encomendas. Também os operadores de comércio eletrónico têm proposto cada vez mais estas soluções de entrega aos seus clientes. A combinação de conveniência para os consumidores e eficiência operacional tem contribuído para uma maior adoção deste modelo, acompanhando o crescimento do e-commerce e a transformação da logística na última milha.

“A rede de pontos de recolha e cacifos deixou de ser uma alternativa e passou a ser uma infraestrutura crítica do e-commerce. Sem capilaridade e densidade de rede, não é possível responder à escala atual do mercado nem às expectativas de conveniência dos consumidores. A CTTexpress, continuamos a reforçar esta rede para garantir proximidade e flexibilidade”, diz Alfonso Pastor, Diretor de Produto da CTTexpress.

O crescimento do OOH surge num contexto de forte dinamismo do comércio eletrónico. Segundo o Barómetro de e-commerce de março da CTTexpress para o mercado português, 85,1% dos operadores reportaram crescimento das vendas online em 2025, e 83% esperam que essa tendência se mantenha em 2026, consolidando o peso do digital no retalho.

De acordo com o mesmo estudo, as entregas fora de casa são as que apresentam maior potencial de crescimento futuro, acompanhadas por uma mudança nos critérios de escolha dos consumidores, que valorizam sobretudo gratuidade, velocidade e previsibilidade.

Neste contexto, a entrega deixa de ser apenas uma questão de rapidez e passa a ser uma questão de controlo, com os consumidores a procurarem soluções mais flexíveis e adaptadas ao seu dia a dia.

Acompanhando as preferências do consumidor, a CTTexpress conta atualmente com uma rede de mais de 20 mil pontos de recolha na Península Ibérica, assegurando uma solução de proximidade para envio, levantamento e devolução de encomendas expresso.

Esta rede ganha também relevância no segmento de ‘Consumidor para Consumidor’ (C2C), associado à venda entre particulares, onde facilitação, proximidade e simplicidade são determinantes.

A empresa mantém a aposta no reforço de uma das redes mais densas da Península Ibérica, posicionando-se num mercado onde a conveniência, a proximidade e a experiência do utilizador são cada vez mais decisivas.

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Cientista Fabiano de Abreu defende utilização de álamos como barreiras naturais para reduzir o risco de incêndios em Portugal

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O cientista Fabiano de Abreu defendeu a utilização estratégica de álamos no ordenamento florestal português, com base num estudo publicado pela Universidade McGill, no Canadá, considerando que esta espécie poderá desempenhar um papel relevante na redução da propagação dos incêndios rurais em Portugal.

A posição do investigador surge na sequência dos resultados obtidos por uma equipa da instituição de ensino superior canadiana, coordenada pela investigadora Flavie Pelletier, que identificou um conjunto de características biológicas capazes de limitar a propagação do fogo em áreas dominadas por álamos.

Segundo Fabiano de Abreu, a elevada retenção de humidade nas folhas, a ausência de resinas altamente inflamáveis e a configuração da copa, com os ramos mais afastados do solo, dificultam a ignição e reduzem a capacidade de as chamas se propagarem entre a vegetação.

O cientista sublinha, contudo, que estas propriedades apenas produzem efeitos significativos quando a espécie é utilizada em áreas contínuas e não através da plantação isolada de árvores.

“O álamo funciona como um escudo térmico vegetal”, sustenta, defendendo que “quando estabelecido em grandes blocos contínuos, ele reduz de forma drástica a intensidade do fogo porque priva as chamas do combustível resinoso”.

Na sua perspetiva, Portugal poderá beneficiar da criação de corredores florestais compostos por espécies caducifólias junto de aldeias, infraestruturas críticas e zonas de maior risco, proporcionando mais tempo às equipas de combate para controlar os incêndios.

Os dados analisados mostram que, em áreas onde os álamos representam mais de metade da cobertura vegetal, a progressão diária dos incêndios diminui significativamente, passando de cerca de 1.770 acres para aproximadamente 550 acres, mantendo este efeito de contenção tanto na primavera como durante o verão.

Para Fabiano de Abreu, estas conclusões demonstram que o ordenamento florestal deverá incorporar cada vez mais soluções baseadas em evidência científica, reduzindo a dependência de extensas áreas de monocultura altamente combustível e reforçando a capacidade de adaptação das florestas portuguesas perante fenómenos de seca extrema e temperaturas elevadas.

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Açores

Casa dos Açores de Minas Gerais apresentará novas iniciativas de cooperação luso-brasileira em fórum internacional

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A Casa dos Açores de Minas Gerais, presidida por Claudio Motta, vai participar, no próximo 29 de julho, no “Fórum Internacional Minas Mundi”, integrado na “Wine Expo BH 2026”, em Belo Horizonte, onde apresentará a palestra “Açores e Minas Gerais: Pontes de Inovação e Negócios”, uma iniciativa que servirá para “divulgar novos projetos destinados a reforçar as relações institucionais, económicas, culturais e turísticas entre Minas Gerais e os Açores”.

Segundo apurámos, durante a sessão, a instituição pretende apresentar uma “visão renovada da ligação histórica entre os dois territórios, defendendo que a herança açoriana pode assumir um papel ativo na promoção do desenvolvimento económico, da inovação, do empreendedorismo, do turismo e da cooperação internacional”.

Um dos principais destaques será o lançamento da “Rota Açoriana de Minas Gerais”, projeto que pretende identificar e integrar municípios, patrimónios históricos, instituições culturais, empreendimentos turísticos e iniciativas económicas que testemunham a presença açoriana no Estado brasileiro. A iniciativa objetiva “criar um percurso de valorização da memória comum, promovendo simultaneamente o turismo cultural e novas oportunidades de desenvolvimento local”.

Será também apresentada a “Casa Jovem”, programa dirigido às novas gerações, concebido para “aproximar jovens descendentes de açorianos e outros interessados na cultura atlântica através de ações de formação, intercâmbio, empreendedorismo, liderança e cooperação internacional”.

Segundo a Casa dos Açores de Minas Gerais, estas iniciativas “refletem uma nova abordagem ao papel das entidades culturais, procurando conciliar a preservação da identidade histórica com a criação de redes de colaboração entre instituições, empresas, universidades e entidades públicas de ambos os lados do Atlântico”.

A participação no “Fórum Internacional Minas Mundi” visa ainda “incentivar o diálogo, a troca de experiências e a construção de novas parcerias capazes de gerar benefícios para ambos os lados do Atlântico”, demonstrando também como uma herança histórica comum pode “transformar-se num instrumento de inovação, desenvolvimento e aproximação entre os dois territórios”.

Ígor Lopes

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