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Voleibol:  Conheça os “Cartões Brancos/Fair Play” da última época

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O Cartão Branco é um recurso pedagógico pioneiro em Portugal implementado, desde 2015, pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude, IP, no âmbito da intervenção e prossecução dos objetivos do Plano Nacional de Ética no Desporto.

Na nossa modalidade do voleibol, o Cartão Branco começou por ser aplicado de modo didático e educativo nos escalões de formação, mas a 20 de janeiro de 2021, a Direção da FPV – Federação Portuguesa de Voleibol decidiu estender a amostragem do cartão branco a todos os escalões, nomeadamente aos seniores.

“O Voleibol sempre se salientou como um dos desportos socialmente mais respeitáveis e a época de 2021/2022 demonstrou, à sociedade, esses atributos de fair play, bem como os princípios altruístas que este desporto sempre defendeu, multiplicando-se os casos de bons exemplos nos pavilhões de todo o País”, sublinha a FPV.

Atribuição do cartão branco na época 2021/2022:

1. Liga UNA Seguros – Jogo n.º 06 – GC Santo Tirso vs. AAS Mamede, disputado a 05.10.2021

1.º Árbitro – Luís Meireles

O jogador n.º 4 do GC Santo Tirso, José Miguel Fernandes, viu-lhe ser atribuído cartão branco, por ajudar o árbitro a clarificar uma situação dúbia, de forma pública e voluntária.

2. Liga UNA Seguros – Jogo n.º 8 – AAS Mamede vs. AA Espinho, disputado a 09.10.2021

1.º Árbitro: Rui Carvalho

O fisioterapeuta da AA Espinho, Francisco Poças, viu-lhe ser atribuído cartão branco, pela iniciativa e rápida intervenção em assistir um atleta da equipa adversária.

3. Liga UNA Seguros – Jogo n.º 15 – AA Espinho vs. GC Santo Tirso, disputado a 10.10.2021.

1.º Árbitro – Teresa Ferreira

O atleta n.º 14 do GC Santo Tirso, Jorge Cruz, viu-lhe ser atribuído cartão branco, por ajudar o árbitro a clarificar uma situação dúbia, de forma pública e voluntária.

4. CN II Divisão Femininos – Jogo n.º 380 – VC Viana/Casa Peixoto vs. GC Santo Tirso, disputado a 17.10.2021

1.º Árbitro – José Barbosa

O fisioterapeuta, António Maia, do GC Santo Tirso, viu-lhe ser atribuído cartão branco, pela iniciativa e rápida intervenção em assistir uma atleta do VC Viana, bem como pela atitude de desportivismo e fair play.

5. Liga LIDL – Jogo n.º 127 – GC Vilacondense vs. Lusófona VC, disputado a 24.10.2021

1.º Árbitro – José Caramez

O atleta n.º 7 do Lusófona VC, Maria Helena Cunha, viu-lhe ser atribuído cartão branco, aos 19-20 do 2.º set, por auxílio pronto e inexcedível a atleta da equipa adversária, o GC Vilacondense, no momento em que esta sofreu uma lesão grave.

6. Liga LIDL – Jogo n.º 145 – Leixões SC vs. GC Vilacondense, disputado a 31.10.2021

1.º Árbitro – Vítor Gonçalves

O fisioterapeuta Manuel Ferreira, do GC Vilacondense, viu-lhe ser atribuído cartão branco, pela forma diligente, profissional e indiferente ao resultado, ter prontamente assistido uma atleta da equipa adversária, sem esperar que tal lhe fosse solicitado.

7. Liga UNA Seguros– Jogo n.º 471 – SC Espinho vs. Vitória SC, disputado a 29.10.2021

1.º Árbitro – Pedro Azinheiro

O atleta Diogo Pires V. Santos, do Vitória SC, viu-lhe ser atribuído cartão branco, no decorrer do 4.º set, pela boa atitude desportiva, acusando que a bola lhe tinha tocado quando fez bloco.

8. Taça de Portugal Femininos – Jogo n.º 638 – CN Ginástica vs. Ala Nun’Álvares de Gondomar, disputado a 14.11.2021

1.º Árbitro – Madalena Ralha

A atleta Maria Cruz, do Ala Nun´Álvares de Gondomar, viu-lhe ser atribuído cartão branco, no decorrer do 3.º set, por rápida assistência a uma jogadora da equipa adversária quando a mesma se lesionou e até esta ser retirada do terreno de jogo, quando não havia mais ninguém com capacidade para dar assistência médica.

9. Taça de Portugal Femininos – Jogo n.º 874 – GC Santo Tirso vs. CF “Os Belenenses”, disputado a 01.12.2021

1.º Árbitro – Miguel Teixeira

O fisioterapeuta António Maia, do GC Santo Tirso, viu-lhe ser atribuído cartão branco, por pronta assistência a uma atleta da equipa adversária que se encontrava em dificuldades.

10. Liga UNA Seguros – Jogo n.º 1023 – Clube Kairós vs. Vitória SC, disputado a 18.12.2021

1.º Árbitro – Francisco Oliveira

O atleta Leonam Domingues, do Vitória SC, viu-lhe ser atribuído cartão branco, no decurso do 1.º set, aos 13-13, por repor a verdade desportiva de forma pública e voluntária, ajudando a equipa de arbitragem na tomada de decisão final.

11. Liga LIDL – Jogo n.º 937 – Castêlo da Maia GC vs. Lusófona VC, disputado a 19.12.2021

1.º Árbitro – Paulo Gavina

A atleta Maria Helena Cunha, do Lusófona VC, viu-lhe ser atribuído cartão branco, no decurso do 1.º set, aos 13-13, por pronta assistência a uma atleta da equipa adversária que se encontrava em dificuldades.

12. CN Sub-21 (JUN) Femininos – Jogo n.º 727– CD Feirense vs. CD Aves/Termolan, disputado a 27.12.2021

1.º Árbitro – Pedro Azinheira

A atleta Ana Beatriz Carneiro, do CD Aves/Termolan, viu-lhe ser atribuído cartão branco, no 2.º set aos 5-6, por ter confirmado bola para o adversário, quando a decisão do árbitro tinha sido contrária.

13. CN SF II Divisão – Jogo n.º 347 – Frei Gil VC vs. CN Ginástica, disputado a 08.01.2022

1.º Árbitro – Ricardo Miranda

O capitão de equipa do Frei Gil, Daniel Canas, viu-lhe ser atribuído cartão branco, por na recta final do primeiro set ter ajudado a reverter uma decisão que seria errada, contribuindo através do fair play para a verdade desportiva.

14. Liga Una Seguros – Jogo n.º 980 – Castêlo da Maia GC vs. AA Espinho, disputado a 15.01.2022

1.º Árbitro – Raquel Portela

O fisioterapeuta da AA Espinho, Francisco Poças, viu-lhe ser atribuído cartão branco, devido à sua ação de auxílio de forma pronta e inexcedível, por duas vezes, a atletas do CMGC, visto os mesmos não terem fisioterapeuta.

15. CN Sub-21 (JUNB) Masculinos – Série B – Jogo n.º 707 – CN Ginástica vs. Famões CA, disputado a 06.02.2022

1.º Árbitro – André Correia

O atleta João Marques, do CN Ginástica, viu-lhe ser atribuído cartão branco, ao segundo set, por acusar um toque no bloco, invertendo a decisão do árbitro, dando o ponto à equipa adversária.

16. CN II Divisão SF – Jogo n.º 459 – GC Santo Tirso vs. CN Ginástica, disputado a 06.02.2022

1.º Árbitro – José Barbosa

O fisioterapeuta da GC Santo Tirso, António Maia, viu-lhe ser atribuído cartão branco, aos 8-7 do 2.º set, por iniciativa própria e rápida intervenção no auxílio a uma atleta do CN Ginástica que se lesionou, bem como pela atitude de desportivismo e fair play.

17. CN Sub-21 (JUNB1) Masculinos – Jogo n.º 524 – Leixões SC vs. SL Benfica, disputado a 05.02.2022

1.º Árbitro – Duarte Reis

A fisioterapeuta do SL Benfica, Teresa Sousa, viu-lhe ser atribuído cartão branco, no decorrer do terceiro set com o resultado 19-18 a favor do SL Benfica, por ter assistido um atleta do Leixões SC por iniciativa própria.

18. Liga LIDL – Jogo n.º 949 – Castêlo da Maia GC vs. Boavista FC, disputado a 06.02.2022

1.º Árbitro – Raquel Portela

O treinador do Castêlo da Maia GC, Manuel Almeida, viu-lhe ser atribuído cartão branco, aos 23-17 do 2.º set, devido à sua ação aquando de uma falta marcada pelo 2.º árbitro, contra a equipa do BFC, indicando que a mesma não tinha acontecido, levando à anulação da falta.

19. Liga UNA Seguros – Jogo n.º 1035 – Clube Kairós vs. AA S. Mamede, disputado a 05.02.2022

1.º Árbitro – Francisco Oliveira

O atleta Ivo Aniceto do AAS Mamede viu-lhe ser atribuído cartão branco, aos 16-17 do 3.º set, por claramente assumir uma bola como dentro, mesmo depois de a decisão ter sido de anulação da jogada, tendo em consequência disso, o árbitro alterado a sua decisão. O atleta repôs assim a verdade de uma forma pública e voluntária, ajudando a equipa de arbitragem na tomada de decisão final.

20. Liga UNA Seguros – Jogo n.º 992 – AJF Bastardo vs. Castêlo da Maia GC, disputado a 05.02.2022

1.º Árbitro – Luís Meireles

O fisioterapeuta do AJ Fonte do Bastardo, João Ribeiro, viu-lhe ser atribuído cartão branco, no terceiro set aos 4-0, por pronta assistência a um atleta da equipa adversária, que após uma jogada e ao tentar recuperar uma bola no fundo do campo embateu nos painéis de publicidade, ficando aparentemente lesionado.

21. CN Sub-21 (JUNB1) Masculinos – Jogo n.º 531 – GC Santo Tirso vs. AA S. Mamede, disputado a 13.02.2022

1.º Árbitro – Rui Santos

O atleta Gonçalo Gomes, do AA S. Mamede, viu ser-lhe atribuído cartão branco no decorrer do terceiro set aos 16/22, porque “mesmo em situações de perda de ponto, demonstrava que o ponto era da equipa contrária”, confirmando a decisão da equipa de arbitragem.

22. Liga UNA Seguros – Jogo n.º 1003 – SC Espinho vs. AA Espinho, disputado a 14.02.2022

1.º Árbitro – Nuno Maia

O atleta Robert Araújo, do AA Espinho, viu ser-lhe atribuído cartão branco no terceiro set com o resultado a 17-10, pela boa atitude desportiva, acusando que a bola lhe tinha tocado quando fez bloco e assim ajudando o árbitro a clarificar uma situação dúbia, de forma pública e voluntária.

23. Liga UNA Seguros – Jogo n.º 1037 – Viana VC/Casa Peixoto vs. SC Caldas disputado a 20.02.2022

1.º Árbitro – Hélder Lainho

O atleta Nuno Marques, do VC Viana/Casa Peixoto, viu ser-lhe atribuído cartão branco no terceiro set, ao ajudar o árbitro a clarificar uma situação dúbia, de forma pública e voluntária.

24. Liga LIDL – Jogo n.º 957 – CD Aves/Termolan vs. AVC Famalicão disputado a 27.02.2022

1.º Árbitro – Susana Rodrigues

O atleta Raquel Silva do AVC Famalicão, viu ser-lhe atribuído cartão branco, no terceiro set, por repor a verdade desportiva de forma pública e voluntária, ajudando a equipa de arbitragem na tomada de decisão final.

25. Liga LIDL – Jogo n.º 956 – Boavista FC vs. Lusófona VC, disputado a 27.02.2022

1.º Árbitro – Luís Meireles

A fisioterapeuta Rita Cardoso, do Boavista FC, viu ser-lhe atribuído cartão branco, no quarto set, pela iniciativa e rápida intervenção em assistir uma atleta da equipa adversária, bem como pela atitude de desportivismo e fair play.

26. CN SM II Divisão – Jogo n.º 1923 – CA Madalena vs. ADRE Praiense disputado a 05.03.2022

1.º Árbitro – Pedro Azinheira

O atleta David Marques do CA Madalena, viu ser-lhe atribuído cartão branco, no terceiro set, ao ajudar o árbitro a clarificar uma situação dúbia, de forma pública e voluntária.

27. CN Iniciados Masculinos – Jogo n.º 2506 – Sporting CP vs. Gama Barros Voleibol disputado a 12.03.2022

1.º Árbitro – André Correia

Atleta Luís Paulo Correia viu ser-lhe atribuído cartão branco, por ter acusado toque no bloco, dando o 27.º ponto à equipa do GBV.

28. CN Sub-21 Masculinos – Jogo n.º 678 – Castêlo da Maia GC vs. VC Viana disputado a 14.03.2022

1.º Árbitro – Pedro Azinheira

O treinador do Castêlo da Maia GC, Licel Noir, viu ser-lhe atribuído cartão branco, pela boa conduta desportiva ao ajudar o árbitro a clarificar uma situação dúbia, de forma pública e voluntária.

29. CN SM III Divisão – Jogo n.º 1349 – Academia Voleibol Atlântico vs. Juventude SC disputado a 19.03.2022

1.º Árbitro – André Correia

O treinador da Academia Voleibol Atlântico, Fernando Figueiredo, viu ser-lhe atribuído cartão branco, aos 4-4, por ter acusado bola dentro, revertendo a decisão do árbitro no 3.º set.

30. CN Iniciados Masculinos – Série A – Jogo n.º 2470 – Leixões SC vs. Castêlo da Maia GC, disputado a 20.03.2022

1.º Árbitro – Mário Monteiro

O treinador do Leixões SC, João Vieira, viu ser-lhe atribuído cartão branco, aos 4-4, por ter acusado bola dentro, revertendo a decisão do arbitro no 3.º set.

31. Liga UNA Seguros – Jogo n.º 2548 – Vitória SC vs. SC Espinho, disputado a 26.03.2022

1.º Árbitro – Luís Meireles

O atleta José Monteiro, do SC Espinho, viu ser-lhe atribuído cartão branco por ter acusado bola dentro, revertendo a decisão do arbitro no 3.º set aos 10-6.

32. CN SM III Divisão – Jogo n.º 1296 – CV Aveiro vs. GC Vilacondense, disputado a 27.03.2022

1.º Árbitro – Paulo Gavina

O atleta Luiz Silva, do CV Aveiro, viu ser-lhe atribuído cartão branco por pronto auxílio a um atleta da equipa adversária.

33. CN Cadetes masculinos – Jogo n.º 1835 – Escola Sec. Latino Coelho vs. AAS Mamede disputado a 19.03.2022

1.º Árbitro – Mara Balsemão

O atleta Diogo Almeida, do AAS Mamede, viu ser-lhe atribuído cartão branco por repor a verdade desportiva de forma pública e voluntária, ajudando a equipa de arbitragem na tomada de decisão, bem como pela atitude de incentivo e ânimo dos colegas de equipa quando falhavam em momentos decisivos do jogo.

34. CN SM II Divisão – Jogo n.º 1938 – CA Madalena vs. AD Machico, disputado a 03.04.2022

1.º Árbitro – Miguel Correia

A fisioterapeuta do CA Madalena, Inês Pinto, viu ser-lhe atribuído cartão branco no 3.ºset, por pronta assistência a um atleta da equipa adversária.

35. CN Juniores A Masculinos – Jogo n.º 1113 – VC Viana vs. AA Espinho, disputado a 02.04.2022

1.º Árbitro – Magda Soares

O treinador do VC Viana, João Rodrigues, viu ser-lhe atribuído cartão branco, no 2.ºset, por repor a verdade desportiva de forma pública e voluntária, ajudando a equipa de arbitragem na tomada de decisão final.

36. CN Juniores A Masculinos – Jogo n.º 1114 – Leixões SC vs. Castêlo da Maia GC, disputado a 03.04.2022

1.º Árbitro – Vera Gomes

O atleta Guilherme Oliveira, do Castêlo da Maia GC, viu ser-lhe atribuído cartão branco no 5.ºset, por pronta assistência a um atleta da equipa adversária.

37. Liga UNA Seguros – Jogo n.º 2536 – SL Benfica vs. Esmoriz GC, disputado a 01.04.2022

1.º Árbitro – Rui Reis

O atleta Pablo Machado, do SL Benfica, viu ser-lhe atribuído cartão branco no 2.ºset, por ajudar o árbitro a clarificar uma situação dúbia, de forma pública e voluntária.

38. CN SF III Divisão – Jogo n.º 1413 – CD Póvoa vs. CAR Taipense, disputado a 02.04.2022

1.º Árbitro – Ricardo Bragança

A atleta Alexandra Ferreira, do CD Póvoa, viu ser-lhe atribuído cartão branco no 3.ºset, por rectificar a decisão do árbitro.

39. CN SF III Divisão – Jogo n.º 1469 – CV Oeiras vs. AC Albufeira, disputado a 02.04.2022

1.º Árbitro – Diogo Geraldes

Os treinadores Pedro Vargas, do CV Oeiras, e Marco Malha, do AC Albufeira, viram ser-lhes atribuído cartão branco por permitirem promover de forma indelével o desportivismo, em todos os momentos de potencial discórdia que emergiram no jogo, demonstrando em todos os parciais elevados padrões de urbanidade e respeito pelos seus atletas, adversários e de forma concomitante aos demais agentes desportivos.

40. CN Juvenis Masculinos – Jogo n.º 2044 – SL Benfica vs. CV Oeiras, disputado a 09.04.2022

1.º Árbitro – Gabriela Rodrigues

O jogador José Carvalho, do SL Benfica, viu ser-lhe atribuído cartão branco, no 4.º parcial, por ajudar o árbitro a clarificar uma situação dúbia, de forma pública e voluntária.

41. Liga UNA Seguros – Jogo n.º 2582– Castêlo da Maia GC vs. AA Espinho, disputado a 12.04.2022

1.º Árbitro – Vítor Gonçalves

O jogador Gustavo Figueiredo, do Castêlo da Maia GC, viu ser-lhe atribuído cartão branco, no 2.º set, por ajudar o árbitro a clarificar uma situação dúbia, de forma pública e voluntária.

42. Liga UNA Seguros – Jogo n.º 2585 – GC Vilacondense vs. PV2014/ Acad. Voleibol Colégio Efanor, disputado a 08.04.2022

1.º Árbitro – Rui Carvalho

Os treinadores Mário Fernandes, do GC Vilacondense, e João Macedo do PV2014/ Acad. Voleibol Colégio Efanor, viram ser-lhes atribuído cartão branco, por ajudarem a equipa de arbitragem a clarificar situações dúbias, de forma pública e voluntária.

43. CN Iniciados Femininos – Jogo n.º 1709 – UR Mirense vs. Lobatos Volley, disputado a 27.03.2022

1.º Árbitro – Ângelo Fernandes

A atleta Diana Freixiela, do Lobatos Volley, viu ser-lhe atribuído cartão branco por ajudar a equipa de arbitragem a clarificar uma situação dúbia, de forma pública e voluntária.

44. CN SF II Divisão – Jogo n.º 1884 – VC Viana vs. AA S. Mamede, disputado a 15.04.2022

1.º Árbitro – Marisa Salgado

A treinadora Inês Gameiro, do AA S. Mamede, viu ser-lhe atribuído cartão branco, no 2.º set.

45. CN SF II Divisão – Jogo n.º 1886 – SC Braga/U. Minho vs. GDC Gueifães, disputado a 16.04.2022

1.º Árbitro – Rui Oliveira

A fisioterapeuta Ana Patrícia Rodrigues, do SC Braga, viu ser-lhe atribuído cartão branco, no 3.º set, por pronto auxílio a uma atleta da equipa adversária.

46. CN SM III Divisão – Jogo n.º 1315 – Amares Vólei vs. RC Senhorense, disputado a 23.04.2022

1.º Árbitro – Ricardo Bragança

Os atletas Tiago Padrão, do Real Clube Senhorense, e Filipe Ferreira, do Amares Vólei, viram ser-lhes atribuído cartão branco por conduta desportiva.

47. CN Sub-21 (JUNB1) Masculinos – Jogo n.º 2322 – Leixões SC vs. SC Espinho, disputado a 24.04.2022

1.º Árbitro – Miguel Teixeira

Mostrado cartão branco a ambas as equipas por respeito entre elas, para com o árbitro e fair play.

48. CN Sub-21 (JUNB) Masculinos – Jogo n.º 1124 – Leixões SC vs. Ala N’Álvares de Gondomar, disputado a 28.04.2022

1.º Árbitro – Rui Pinto

O atleta Tiago Graça, do Leixões SC, viu ser-lhe atribuído cartão branco aos 18-21, por conduta desportiva.

49. CN SF III Divisão – Jogo n.º 1427 – CD Póvoa vs. AA Coimbra, disputado a 24.04.2022

1.º Árbitro – Ricardo Bragança

A treinadora Inês Marinho, do CD Póvoa, viu ser-lhe atribuído cartão branco aos 2-2 do 4.º set, por conduta desportiva e ter auxiliado o árbitro na tomada de decisão final.

50. CN Cadetes Masculinos – Jogo n.º 1849 – AA Espinho vs. SC Espinho, disputado a 25.04.2022

1.º Árbitro – Rui Pinto

No final do jogo, foi atribuído cartão branco aos adeptos do AA Espinho e do SC Espinho.

51. CN Sub-21 (JUNB1) Masculinos – Fase Final – Jogo n.º 2625 – Esmoriz GC vs. SL Benfica, disputado a 07.05.2022

1.º Árbitro – Miguel Correia

A fisioterapeuta do SL Benfica, Teresa Sousa, viu-lhe ser atribuído cartão branco devido à sua pronta assistência a um jogador da equipa adversária, que chocou aparatosamente com os placares, do que resultou um corte na face do atleta.

52. CN Cadetes Femininos – Jogo n.º 1758 – AJM/FC Porto vs. GC Santo Tirso, disputado a 08.05.2022

1.º Árbitro – Fernando Garcês

Atribuído cartão branco ao treinador do AJM/FC Porto, João Silva.

53. CN Iniciados Masculinos – Jogo n.º 2482 – GDC Gueifães vs. CA Madalena, disputado a 08.05.2022

1.º Árbitro – Pedro Azinheira

Atribuído cartão branco ao atleta n.º 11 do CA Madalena, Rafael Bernardo, pela boa conduta desportiva, concretamente, por ter acusado que a bola lhe tinha tocado no bloco, toque esse que não tinha sido percetível.

54. CN SF III Divisão – Jogo n.º 1430 – FC Infesta vs. Dumiense FC, disputado a 01.05.2022

1.º Árbitro – Pedro Gonçalves

Atribuído cartão branco à fisioterapeuta do Dumiense FC, Ana Catarina Machado.

55. Liga UNA Seguros – Jogo n.º 2663 – GC Santo Tirso vs. CA Madalena, disputado a 07.05.2022

1.º Árbitro – Hélder Laínho

Atribuído cartão branco à fisioterapeuta do CA Madalena, Inês Pinto, por ter prestado auxílio a um jogador do GC Santo Tirso.

Atribuído cartão branco ao jogador n.º 2 do CA Madalena, Rodrigo Ferreira, por “numa altura complicada do set, e com a equipa dele toda a protestar, os mandou calar e assumiu que a bola tinha tocado no bloco”.

56. CN SF III Divisão – Jogo n.º 1439 – AA Coimbra vs. AA Espinho, disputado a 15.05.2022

1.º Árbitro – Emanuel Pedroso

A atleta Ana Costa, da AA Espinho, viu ser-lhe atribuído cartão branco aos 24-19 do 3.º set, pois ao aperceber-se de uma lesão da atleta n. º 10 da AAC, Guimarães B., prontamente se identificou como fisioterapeuta e foi em seu auxílio.

57. CN JUNB Femininos – Jogo n.º 2656 – SC Arcozelo vs. CN Ginástica, disputado a 15.05.2022

1.º Árbitro – Hélio Filho

A atleta Carolina Cruzinha, do CN Ginástica, viu ser-lhe atribuído cartão branco aos 10-09 do 4.º set.

58. CN Sub- 21 (JUNB1) Femininos – Jogo n.º 2620 – PV2014/Acad. Vol. Colégio Efanor vs. Leixões SC, disputado a 07.05.2022

1.º Árbitro – Nuno Maia

A atleta Luísa Mello, do PV2014/Acad. Vol. Colégio Efanor, viu ser-lhe atribuído cartão branco no 3.º set.

59. CN SF III Divisão – Primeiros/Norte – Jogo n.º 1439 – AA Coimbra vs. AA Espinho, disputado a 15.05.2022

1.º Árbitro – Emanuel Simões

A atleta Ana Costa, do AA Espinho, viu ser-lhe atribuído cartão branco por atitude desportiva ao ajudar uma atleta do AA Coimbra.

60. CN Iniciados Masculinos – Série C – Jogo n.º 2533 – Gama Barros Voleibol vs. CV Oeiras, disputado a 15.05.2022

1.º Árbitro – Valéria Munteanu

O atleta Lukka Santos, do CV Oeiras, viu ser-lhe atribuído cartão branco por fair play.

Recorde-se que, na época de 2019/2020, Alexsander Ramos Esteves, Árbitro da Associação de Voleibol de Trás-os-Montes (AVTM), foi distinguido com o Prémio Cartão Branco, atribuído pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ), através do Plano Nacional de Ética no Desporto, e pela Confederação de Associações de Juízes e Árbitros de Portugal.

Os Prémios do Cartão Branco têm como objetivo reconhecer a importância do uso do Cartão Branco na prática desportiva e são atribuídos anualmente em três categorias: Prémio Cartão Branco – Entidades, Prémio Cartão Branco – Árbitros e Prémio Revelação do Cartão Branco.

O Cartão Branco é um recurso pedagógico pioneiro em Portugal implementado, desde 2015, pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude, IP, no âmbito da intervenção e prossecução dos objetivos do Plano Nacional de Ética no Desporto, em parceria com a Confederação de Associações de Juízes e Árbitros de Portugal, que visa promover valores na prática desportiva, através do reconhecimento de comportamentos eticamente relevantes junto dos atletas, treinadores, dirigentes e outros agentes desportivos.

Imagem: FPV.

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Castelo Branco é um dos distritos com “maior retorno sobre investimento em habitação”

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A rentabilidade bruta da compra de imóveis residenciais para arrendamento em Portugal caiu para 6,2% no segundo trimestre de 2026. Essa taxa era de 6,9% no mesmo período do ano passado e de 7,2% em 2024, segundo dados divulgados pelo levantamento do Idealista.

Entre as capitais de distrito e regiões autónomas, Castelo Branco e Vila Real registaram o maior retorno sobre investimento em habitação, ambos com 8,1%. Bragança aparece em seguida, com 7,6%, enquanto Santarém e Coimbra também figuram entre os mercados com rentabilidade acima da média nacional.

Lisboa apresentou o menor retorno do levantamento, com 4,3%. Porto e Faro registaram rentabilidade de 4,8%, permanecendo abaixo da média nacional.

O estudo mostra ainda que outros segmentos do mercado imobiliário continuam a oferecer retorno superior ao da habitação. As lojas alcançaram rentabilidade média de 8%, os escritórios, 7,8%, e as garagens, 5,1%.

Os indicadores foram calculados a partir da relação entre os preços de venda dos imóveis e os valores pedidos para arrendamento no segundo trimestre de 2026, permitindo estimar a rentabilidade bruta dos diferentes tipos de ativos.

“Hoje, investir no Interior do país continua a ser uma grande aposta e um grande investimento, o que fica demonstrado com a informação avançada de que Castelo Branco é um dos distritos portugueses, localizado no Interior, que registaram o maior retorno sobre investimento em habitação”, frisou António Carlos, consultor imobiliário que lidera uma equipa especializada desde a Covilhã, na região Centro de Portugal.

Ígor Lopes

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Jurista acredita que o triângulo Mercosul, União Europeia e Emirados Árabes Unidos é “estratégico”

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O advogado português Luiz Eduardo Fernandes, especialista em direito digital, desenvolvimento de negócios internacionais e regulação digital, e fundador da Corvus Advisory, considera que empresários brasileiros e lusófonos vivem uma janela de oportunidade rara no direito económico internacional. Em entrevista à Agência Incomparáveis, o jurista defendeu que Mercosul, União Europeia e Emirados Árabes Unidos começam a formar, na prática, um triângulo de oportunidades para empresas que pretendem internacionalizar a sua actividade com planeamento societário, fiscal, regulatório e digital.

Na avaliação de Luiz Eduardo Fernandes, a relevância deste movimento está na articulação entre três geografias com funções distintas. O Mercosul surge como base produtiva e plataforma de acesso comercial; a União Europeia representa segurança jurídica, credibilidade regulatória e acesso a consumidores, investidores e parceiros institucionais; e os Emirados Árabes Unidos consolidam-se como centro de eficiência fiscal, gestão de participações, propriedade intelectual e tesouraria internacional. “O empresário brasileiro já não precisa escolher entre Mercosul, Europa ou Golfo. Precisa compreender que cada jurisdição pode cumprir uma função dentro de uma arquitectura empresarial global”, afirmou.

O novo quadro comercial entre Mercosul e União Europeia é apontado pelo advogado como um elemento central desta estratégia. A vertente comercial do acordo entrou em aplicação provisória a 1 de maio de 2026, criando uma zona de comércio que reúne cerca de 700 milhões de pessoas, segundo a Comissão Europeia. Para Luiz Eduardo Fernandes, as empresas que operam a partir do Brasil, Paraguai, Uruguai ou Argentina devem preparar-se desde já, revendo classificação aduaneira, regras de origem, contratos de fornecimento, cadeias logísticas e estruturas de exportação, de modo a captar vantagens antes da concorrência.

Portugal, neste desenho, é visto como porta natural de entrada na Europa para empresários brasileiros e lusófonos. O advogado destaca a afinidade linguística, a proximidade cultural, a integração plena no mercado único europeu e o enquadramento jurídico regulatório da União Europeia. Num ambiente empresarial em que protecção de dados, cibersegurança, compliance digital e governação corporativa passaram a ser critérios de confiança, operar a partir de Portugal pode reforçar a credibilidade de empresas que procuram financiamento, parcerias e expansão internacional. As regras europeias sobre transferências internacionais de dados, por exemplo, impõem salvaguardas específicas quando dados pessoais saem do Espaço Económico Europeu, o que torna o cumprimento regulatório uma dimensão central da internacionalização.

Na visão de Luiz Eduardo Fernandes, uma estrutura internacional pode manter a operação produtiva no Mercosul, centralizar uma holding intermédia em Portugal ou noutra jurisdição europeia e utilizar os Emirados Árabes Unidos como polo de gestão de participações, propriedade intelectual ou tesouraria. O advogado sublinha, contudo, que essa arquitectura deve ser construída dentro da legalidade, com substância económica, documentação adequada, contabilidade coerente e respeito por normas antiabuso, preços de transferência, regras de controlled foreign companies e obrigações fiscais nos países envolvidos.

Os Emirados Árabes Unidos completam este modelo como plataforma de neutralidade geopolítica e eficiência empresarial. Centros como o Dubai International Financial Centre e o Abu Dhabi Global Market têm vindo a afirmar-se como ambientes jurídicos e financeiros procurados por grupos internacionais. Além disso, as regras fiscais dos Emirados prevêem uma taxa geral de imposto sobre sociedades de 9%, enquanto certas entidades qualificadas em zonas francas podem beneficiar de taxa de 0% sobre rendimento qualificado, desde que cumpram os requisitos legais aplicáveis.

Para o fundador da Corvus Advisory, a utilização de estruturas em Portugal ou nos Emirados não deve ser confundida com evasão fiscal.

“Uma holding em Dubai não serve para esconder nada. Serve para organizar participações, centralizar propriedade intelectual, gerir tesouraria e dar eficiência a um grupo empresarial com operação real”, explicou. Segundo o advogado, a diferença entre planeamento e evasão está na transparência, na substância económica e no cumprimento das regras de cada jurisdição. “O empresário internacional não precisa de zonas cinzentas. Precisa de método, estrutura e assessoria jurídica capaz de ler Brasil, Europa e Golfo ao mesmo tempo”, acrescentou.

O direito digital surge como parte inseparável desta agenda. Luiz Eduardo Fernandes considera que internacionalizar hoje não é apenas abrir uma empresa, exportar um produto ou emitir facturas no exterior. Envolve fluxos internacionais de dados, contratos tecnológicos, protecção de propriedade intelectual, cibersegurança, plataformas digitais, due diligence regulatória e capacidade de demonstrar conformidade perante parceiros e autoridades. Para empresas brasileiras que pretendem negociar com a Europa, o cumprimento do RGPD e das regras europeias de transferência de dados deixou de ser tema acessório e passou a integrar a própria estratégia de negócio.

Entre os sectores com maior potencial neste novo eixo, o advogado aponta tecnologia, agronegócio, foodtech, energia, saúde, educação, fintech, logística, indústria farmacêutica, serviços digitais, economia criativa e investimentos estruturados. Em comum, todos exigem desenho jurídico internacional, definição clara de onde produzir, onde vender, onde deter marcas e tecnologia, onde captar investimento, onde gerir lucros e como responder a diferentes ambientes regulatórios.

A Corvus Advisory pretende actuar precisamente neste cruzamento entre direito, negócios, regulação digital, protecção de dados, cibersegurança e internacionalização. Segundo Luiz Eduardo Fernandes, o objectivo é apoiar empresas, investidores e grupos económicos na transformação de ambição internacional em estruturas viáveis, seguras e sustentáveis.

“Não se trata apenas de abrir portas. Trata-se de desenhar pontes sólidas entre mercados, jurisdições e oportunidades”, concluiu.

Ígor Lopes

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Atualidade

Universidade de Coimbra integra projeto europeu que lança guia gratuito para apoiar o ensino de português a migrantes e refugiados

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A Universidade de Coimbra anunciou o lançamento do guia gratuito “Ensinar com o KITE: atividades práticas para promover a inclusão linguística e cultural”, uma publicação desenvolvida no âmbito do projeto europeu COMMUNIKITE, destinada a apoiar professores e mediadores que trabalham com migrantes e refugiados para quem o português constitui uma língua não materna.

O manual foi publicado pelas editoras Imprensa da Universidade de Coimbra e Ediciones Universidad de Salamanca e encontra-se disponível para descarga gratuita em sete idiomas – português, alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e polaco -, permitindo que docentes e mediadores de diferentes países utilizem metodologias adaptadas aos respetivos contextos educativos.

Coordenado na Universidade de Coimbra pela docente da Faculdade de Letras Cristina Martins, o guia foi concebido para servir de instrumento de apoio ao ensino da língua e à integração social de pessoas deslocadas, disponibilizando um conjunto de 191 atividades pedagógicas orientadas para situações reais de comunicação no país de acolhimento.

O novo guia constitui também um complemento da plataforma digital KITE, criada no ano passado pela equipa internacional do projeto COMMUNIKITE. De acesso livre, esta plataforma disponibiliza diversos recursos destinados a facilitar a comunicação em contextos de acolhimento humanitário, incluindo informações práticas sobre o funcionamento dos países de destino, glossários ilustrados, materiais de apoio à aprendizagem fonética, orientações sobre comunicação verbal e não verbal e testemunhos de migrantes e refugiados provenientes de países como a Índia, Marrocos e Ucrânia.

Segundo Cristina Martins, o manual procura responder às necessidades concretas de quem acompanha diariamente processos de integração linguística e cultural.

“Reúne um conjunto de 191 atividades pedagógicas destinadas a ajudar migrantes e refugiados a desenvolver a sua capacidade de comunicação na vida real no país de acolhimento, promovendo a interação, o desenvolvimento da literacia e a integração social”, explica a investigadora.

Para a responsável, esta nova publicação permitirá potenciar a utilização dos conteúdos já existentes na plataforma digital.

“O guia Ensinar com o KITE: atividades práticas para promover a inclusão linguística e cultural foi concebido para a exploração pedagógica dos recursos multilingues disponíveis na plataforma KITE”, frisa.

Cristina Martins acrescenta que o projeto disponibiliza agora um conjunto ainda mais completo de ferramentas dirigidas aos profissionais que acompanham populações migrantes.

“Com a publicação deste manual, vai ser possível potenciar a utilização dos recursos na plataforma KITE: para além de ajudar quem está na linha da frente do acolhimento de refugiados e migrantes com instrumentos auxiliares de comunicação acessíveis, temos também uma nova ferramenta para facilitar o ensino do português por parte de professores e mediadores”, conclui.

O projeto COMMUNIKITE – Necessidades de Comunicação num Kit de Primeiros Socorros para Situações de Emergência Humanitária resulta de uma parceria europeia liderada pela Universidade de Salamanca (Espanha), envolvendo igualmente a Universidade de Coimbra, a Universidade de Bolonha (Itália), a Universidade de Heidelberg (Alemanha), a Universidade de Poitiers (França), a Universidade de Kiev (Ucrânia) e a Universidade de Varsóvia (Polónia).

Ígor Lopes

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