Atualidade
Voleibol: A prestação dos jogadores portugueses pelo mundo
O Fenerbahçe HDI Sigorta, de Alexandre Ferreira, recebeu e venceu, pela margem máxima (3-0: 25-21, 26-24 e 25-18) o Tursad e subiu ao 4º lugar da Liga Turca (Efeler Ligi).
Com 9 pontos (8 ataques e 1 serviço), o zona 4 da Seleção Nacional cotou-se como o segundo melhor pontuador da sua equipa e voltou a merecer um destaque na Equipa da Jornada.
No dia 5 de fevereiro, o Fenerbahçe visita o Spor Toto (9º).
Alex ocupa, atualmente, 1º lugar entre os zonas 4, o 5º lugar na receção e o 7º lugar nos melhores no serviço, com 23 ases.
Na Polónia, o Aluron CMC Warta Zawiercie, de Miguel Tavares Rodrigues, perdeu pela margem máxima (0-3: 23-25, 23-25 e 19-25) na deslocação ao recinto do GKS Katowice, mas mantém-se no 3º lugar da tabela classificativa na PlusLiga.
O distribuidor português está no Top 10 dos melhores no serviço.
O Zawiercie visita, hoje, o MKS Bedzin, em jogo dos quartos de final da Taça da Polónia, e o BBTS Bielsko-Biala (16º e último classificado) no dia 3 de fevereiro, na 23ª jornada da.
No dia 7 de fevereiro, a equipa de Miguel Tavares recebe os polacos do Grupa Azoty Zaksa Kedzierzyn-Kozle, campeão europeu e atual 4º classificado na PlusLiga, no jogo da 1ª mão dos Playoffs da Liga dos Campeões, que contará com a arbitragem do português Pedro Pinto.
Em França, o Saint-Nazaire VB Atlantique, de Lourenço Martins, recebeu e derrotou (3-1: 21-25, 25-18, 25-21 e 25-18) o Plessis-Robinson e mantém-se no 3º lugar, agora a apenas um ponto do 2º lugar da Ligue A.
O zona 4 da Seleção Nacional contabilizou 8 pontos (5 ataques, 2 serviços e 1 bloco).
No dia 3 de fevereiro, o Saint-Nazaire visita o Paris Volley Avenir (8º).
Em Espanha, o Unicaja Costa de Almería, de Marco Ferreira, recebeu e derrotou (3-1: 25-20, 23-25, 31-29 e 25-23) o Club Vóley Palma e mantém-se no 8º lugar da Superliga Espanhola.
No regresso à competição, o oposto lusitano mostrou-se demolidor, tendo faturado 20 pontos (19 ataques e 1 bloco), cotando-se como o segundo melhor pontuador do jogo, e mereceu uma referência como o segundo melhor atacante da 16.ª jornada.
No dia 4 de fevereiro, o Unicaja visita o Textil Santanderina, atual 11º classificado.
Ainda no país vizinho, o CV Sayre CC La Ballena, de Marta Hurst, recebeu e perdeu (1-3: 18-25, 23-25, 25-21 e 23-25) com o CV Tenerife Libby’s La Laguna, antiga equipa da jogadora portuguesa e atual 3ª classificada, mas mantém-se no 5º lugar na Liga Iberdrola.
A capitã do CV Sayre contabilizou 14 pontos (12 ataques e 2 blocos) e foi a terceira melhor pontuadora da sua equipa, tendo merecido uma referência como uma das cinco melhores na receção no Top da Jornada.
A Zona 4 lusa é a 2ª classificada nas melhores no serviço e a 4ª nas melhores pontuadoras, sendo ainda a 3ª classificada na lista de melhores jogadoras na sua posição nesta edição da Liga Iberdrola.
No dia 4 de fevereiro, o CV Sayre CC La Ballena visita o Depol Feel Alcobendas (10º).
Na Roménia, o SCM Zalau, de Filip Cveticanin, saiu derrotado pela margem máxima (0-3: 20-25, 23-25 e 11-25) do recinto do Arcada Galati, atual 3º classificado da Divisão A1 Romena.
No dia 1 de fevereiro, o Zalau (6º) recebe o CSU Stiinta Bucuresti (10º), visitando o CSM Constanta (8º) no dia 4 de fevereiro.
O central da Seleção Nacional, que contabilizou 2 pontos (1 ataque e 1 serviço), é, atualmente, o 2º classificado no ranking dos melhores blocadores.
Em Itália, o Anthea Vicenza Volley, de Júlia Kavalenka, que ocupa o 7º lugar na tabela classificativa da Serie A2 B da Liga Italiana, visita o Desi Shipping Akademia Messina (8º) no dia 5 de fevereiro, recebendo, depois, o Itas Ceccarelli Martignacco (5º) no dia 8 de fevereiro.
Júlia Kavalenka integra, atualmente, o Top 4 das melhores atacantes da Serie A2 B da Liga Italiana.
Foto: DR.
Atualidade
Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”
Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.
Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.
O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.
A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.
“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.
Ígor Lopes
Atualidade
CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa
O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.
No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.
A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.
Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.
No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.
O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.
Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.
No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.
Ígor Lopes
Atualidade
Ruth Collaço leva “Círculo Raiz” à Associação Caboverdeana em Lisboa
A escritora, artista plástica, curadora cultural e criadora portuguesa Ruth Collaço promove, no dia 12 de julho, às 18h30, na Associação Caboverdeana em Lisboa, o encontro “Círculo Raiz, Arte Meditativa & Escrita Intuitiva”. A iniciativa, integrada no universo “Ventos Sábios, Ruth Collaço”, “propõe uma experiência de pausa, respiração e criação”, com lugares limitados e inscrições através do e-mail: ruthcollaco@gmail.com
A divulgação pública do evento apresenta o encontro como um espaço para “descer à raiz”, “respirar”, “criar” e “transmutar”.
Nascida em Benguela e radicada em Lisboa, Ruth Collaço tem construído um percurso que cruza literatura, artes plásticas, curadoria, análise literária e criação simbólica. A sua presença no panorama cultural lusófono tem sido marcada por uma linguagem que aproxima corpo, território, memória e espiritualidade, com obras e projectos ligados ao imaginário ritual, à escrita sensorial e à arte como processo de transformação. A autora é também associada ao projecto “Wise Winds, Ventos Sábios”, uma plataforma literária e cultural com projecção internacional.
Relativamente ao que o público encontrará no “Círculo Raiz”, Ruth Collaço afirma que a proposta passa por “um espaço de pausa e criação consciente, onde a arte deixa de ser apenas técnica e passa a ser caminho interior”.
Segundo esta responsável, que tem atuado internacionalmente, a arte meditativa “abranda o corpo e conduz o gesto a partir da respiração”, permitindo que cada traço, cor ou movimento surja de um estado de presença. Já a escrita intuitiva, acrescenta, abre espaço para que a palavra flua “sem censura”, revelando pensamentos, emoções e percepções que muitas vezes permanecem ocultas no quotidiano.
Segundo apurámos, o encontro propõe “uma prática assente na liberdade criativa e na escuta do silêncio”. Ruth descreve o ambiente como “seguro, ritual e acolhedor”, pensado para que cada participante possa criar, transformar o que sente e partilhar, se assim o desejar, “num círculo que honra o corpo, a palavra e o gesto como expressões de raiz”. A proposta aproxima arte, escrita e interioridade, sem reduzir a criação a exercício técnico ou a produto final. O centro da experiência está no processo, no gesto e na relação de cada pessoa com a própria voz.
Sobre os objectivos da iniciativa, Ruth Collaço explica que o “Círculo Raiz” procura “reconectar cada pessoa ao seu próprio centro”, despertando a intuição como ferramenta criativa e espiritual.
A artista defende que “a actividade pretende promover a expressão livre através da arte e da escrita, oferecendo um momento de pausa num ritmo de vida acelerado”.
“O “Círculo Raiz” procura cultivar comunidade, apoiar processos internos de transformação e criar um espaço onde cada participante possa regressar ao essencial, ouvir o que a sua raiz tem para dizer e permitir que a sua verdade se manifeste de forma autêntica e sensível”, afirmou.
A escolha da Associação Caboverdeana em Lisboa como palco do encontro acrescenta uma dimensão simbólica à iniciativa, ao situar a prática num espaço ligado à diáspora, à memória africana e ao diálogo cultural em língua portuguesa.
Para Ruth Collaço, que é associada da Associação Portuguesa de Poetas, e cuja obra atravessa geografias, ancestralidades e linguagens, tendo estado recentemente em diversas cidades na Suíça com o seu trabalho literário e de artes plásticas, “o “Círculo Raiz” surge como extensão natural de um percurso em que arte e rito se encontram”.
“Mais do que uma oficina, o evento propõe uma experiência de presença, palavra e gesto, na qual a criação é entendida como regresso ao essencial”, finalizou.
Ígor Lopes
-
Atualidade4 anos atrásAgrária de Coimbra promove 9ª Edição do Curso de Fogo Controlado
-
Atualidade4 anos atrásLisboa: Leilão de Perdidos e Achados da PSP realiza-se a 08 de maio
-
Atualidade5 anos atrásCoimbra: PSP faz duas detenções
-
Atualidade4 anos atrásGuerra pode causar um ecocídio na Ucrânia
-
Atualidade3 anos atrásVisto CPLP não permite a circulação como turista na União Europeia
-
Atualidade1 ano atrásBarcelos: Município lança Cartão Jovem no decorrer do 1º Fórum da Juventude
-
Atualidade5 anos atrásSanta Marta de Penaguião coloca passadeiras 3D para aumentar a segurança rodoviária
-
Atualidade5 anos atrásCLIPSAS: Maçonaria Mundial reúne-se em Lisboa
