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Viana do Castelo: Município avalia impacto da Romaria d’Agonia com questionários presenciais e digitais

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A partir desta semana, a Câmara Municipal de Viana do Castelo inicia questionários presenciais e digitais que vão avaliar o impacto das Festas em Honra de Nossa Senhora da Agonia, no âmbito de um estudo exaustivo que visa estudar e preparar as próximas edições da maior romaria do país.

Os cerca de 1.500 questionários presenciais previstos são destinados a residentes e não residentes e serão promovidos por profissionais devidamente identificados, sendo que os participantes terão direito a um brinde alusivo à Romaria d’Agonia. Assim, a equipa irá realizar os questionários de 11 a 21 de agosto, com um reforço no período de 17 a 21 de agosto, contando com a colaboração de 14 pessoas.

O questionário está já disponível online em https://linktr.ee/inq_satisfacao_senhoradagonia , em português, inglês e espanhol.

Este inquérito irá servir para obter uma visão refinada da oferta de comércio, habitação e do funcionamento mais eficiente da comunidade, melhorar a experiência de quem visita Viana do Castelo durante o evento. Ao mesmo tempo, irá permitir identificar valor não percebido que reforce o gosto pela cultura e pelas tradições, de modo a que se possa vivenciar a Romaria em todos os aspetos culturais intrínsecos. Irá, ainda, permitir definir áreas prioritárias de atuação tendo em vista a melhoria da experiência e a satisfação de toda a comunidade.

O Presidente da Câmara, Luís Nobre, já indicara que o objetivo deste estudo é “estimar o impacto socioeconómico, cultural e artístico que a Romaria d’Agonia tem não só na cidade, como em todo o concelho”. O edil considera que “um estudo exaustivo do maior evento do distrito, um dos maiores do Norte e do país, irá permitir definir o futuro da Romaria”. “Para isso, temos de saber o que fazemos e como melhorar a experiência dos vianenses e de quem nos visita”, sublinha.

De acordo com resultados recolhidos por este estudo, será “estabelecida uma estratégia que permita a melhoria funcional das festas e promova o seu alcance, procurando atrair ainda mais turistas, aumentar o tempo médio de permanência dos visitantes na cidade, impulsionando a economia e a criação de emprego”.

Assim, este trabalho, que integra os questionários que irão ser promovidos nos próximos dias, visa “perceber os recursos materiais que o evento movimenta nas empresas, avaliar a forma como é promovida a cultura tradicional, como são recebidos os turistas no período das festas, o que retiram de positivo e negativo da experiência, para construir o seu futuro, assente na plena identidade do concelho, mas com um olhar vanguardista”.

“Vamos utilizar dados secundários, através consulta de bibliografia especializada e informações disponíveis nas diferentes entidades envolvidas e dados primários, como abordagens quantitativas, pesquisa junto dos visitantes, inquéritos a entidades, movimentos associativos e culturais e outros agentes comprometidos com a organização das festas”, indica ainda Luís Nobre.

De 17 a 21 de agosto, Viana do Castelo vive e sente a Romaria d’Agonia. O programa, rico e variado, promete voltar a encher diariamente as ruas da cidade com largos milhares de visitantes. O traje, o ouro, os gigantones e cabeçudos, o cortejo, a Festa do Traje, as procissões, as monumentais sessões de fogo de artifício, a serenata, a alegria e a chieira, sempre acompanhados pelo ribombar dos bombos, vão mostrar, mais uma vez, os motivos pelos quais esta é considerada a rainha das romarias.

Foto: CMVC.

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Município de Barcelos distinguido como “Autarquia Familiarmente Responsável” e “Autarquia Amiga das Famílias”

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O Município de Barcelos foi distinguido, uma vez mais, como “Autarquia + Familiarmente Responsável 2022”, uma nomeação atribuída pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis. O vereador António Ribeiro, do pelouro da Ação Social, recebeu a bandeira que assinala esta distinção, em representação da autarquia, numa cerimónia que decorreu, na tarde de anteontem (26), no Auditório da Fundação FEFAL, na cidade de Coimbra. 

Segundo António Ribeiro, estas distinções reconhecem as boas-práticas no âmbito das políticas familiares dos municípios e, no caso de Barcelos, foram atribuídas pelo trabalho da Câmara Municipal, enquanto entidade empregadora, na adoção de medidas que facilitam a conciliação da vida familiar e laboral dos seus trabalhadores.

Nesse sentido, o reconhecimento pelo trabalho efetuado levou a que a Câmara de Barcelos tenha sido distinguida com a “Bandeira com Palma”, por ter recebido o prémio três ou mais anos consecutivos. Entretanto, além desse prémio, e, pela primeira vez, o Município de Barcelos recebeu, adicionalmente, o certificado de “Autarquia Amiga das Famílias”, após ter aderido à Rede Europeia de Autarquias Amigas da Família, que agrega 80 municípios de oito países.

Recorde-se que o Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis é uma iniciativa da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, em parceira com Instituto da Segurança Social. Tem como principais objetivos acompanhar, galardoar e divulgar as melhores práticas das autarquias portuguesas em matéria de responsabilidade familiar.  

Foto: CMB.                                                                                         

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CNA repudia decisão do Governo de extinguir Secretaria de Estado da Agricultura: “é mais uma peça do desmantelamento do Ministério”

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A CNA – Confederação Nacional da Agricultura “repudia, veementemente, a extinção da Secretaria de Estado da Agricultura e exige a revogação desta decisão o mais urgentemente possível”.

“Acabar com a Secretaria de Estado da Agricultura, para além de que revela de evidente desvalorização de um setor central na economia nacional e na ocupação do território, é dar mais uma machadada no Ministério da Agricultura, que, assim, se vai paulatinamente extinguindo, o que constitui um erro gravíssimo com consequências desastrosas para os agricultores e para o país”, acusa.

Com esta decisão, o Ministério da Agricultura, “mais uma vez, perde capacidade de intervenção e coordenação política e técnica, numa altura em que os agricultores passam por enormes dificuldades, com quebras brutais de rendimentos (mais de 11%, segundo o INE), e quando se inicia a aplicação do PEPAC (Plano Estratégico Nacional da Política Agrícola Comum), que inclui mais exigências e penalizações para os pequenos produtores”, continua.

A Secretaria de Estado da Agricultura “não é uma mera ‘pasta’ no papel, faz falta aos Agricultores e ao país”, e a CNA não compreende o que mudou para que, “no espaço de três semanas, sem qualquer consulta aos representantes do setor ou debate na sociedade portuguesa, o Governo tenha deixado de considerar necessária a sua existência. E as desculpas entretanto apresentadas pelo Governo, além de não convencerem, só confirmam que não há intenção de voltar atrás”.

“Estamos perante uma queda em dominó, depois da transferência de competências (que na prática as liquida) das Direções Regionais de Agricultura e Pescas para as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional”, alerta.

“Repudiamos mais este passo na destruição do tecido produtivo que alimenta a população”, afirma a CNA.

A CNA reafirma que o setor agrícola e o País “precisam de um Ministério da Agricultura forte e operativo, incluindo as áreas das Florestas e do Desenvolvimento Rural, e capaz de dar as respostas necessárias aos agricultores, e isso só se faz, também, com uma Secretaria de Estado para a Agricultura”

A CNA reafirma, ainda, que, “a par da existência de um Ministério da Agricultura forte e operativo, próximo dos agricultores, é preciso mudar de políticas para o sector agroflorestal e para o Mundo Rural, de forma a dar resposta aos desafios que os agricultores estão hoje a enfrentar”.

Foto: DR.

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Anadia prorroga transferência de competências no domínio da ação social

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A Câmara Municipal de Anadia deliberou, por unanimidade, na reunião de executivo realizada esta quinta-feira, 26 de janeiro, propor à Assembleia Municipal a prorrogação do prazo de transferência de competências no domínio da Ação Social até ao mês de abril, uma vez que não se encontram reunidas as condições necessárias ao exercício das referidas competências.

A presidente da Câmara Municipal de Anadia, Maria Teresa Cardoso, considera que o Decreto-Lei nº 55/2020 “continua a suscitar dúvidas relativamente às matérias a transferir, existindo uma ausência de clareza quanto à sua operacionalização, necessária para que o Município possa avaliar as implicações financeiras, humanas e organizacionais”. Daí que, no seu entendimento, “não se encontrem reunidas as condições para que o Município de Anadia, responsavelmente e na defesa dos interesses da autarquia e das populações, possa assumir as competências que se pretendem transferir com o mencionado diploma legal”.

A proposta aprovada vai agora ser enviada à Assembleia Municipal de Anadia, para análise e votação, em sessão que deverá realizar-se no decorrer do próximo mês de fevereiro. A decisão será, posteriormente comunicada à Direção Geral das Autarquias Locais.

Foto: CMA.

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