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Universidade do Minho apresenta publicamente o Arquivo de Victor de Sá

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Exposição sobre o arquivo do democrata e precursor da moderna historiografia portuguesa é inaugurada hoje, às 18h00, no Arquivo Distrital de Braga

A Universidade do Minho (UMinho) apresenta ao público, esta quarta-feira, dia 23, o arquivo que lhe foi doado por Victor de Sá (1921-2004), precursor da moderna historiografia portuguesa e defensor da democracia.

A sessão inicia às 18h00, no Arquivo Distrital de Braga (ADB), no centro da cidade, com intervenções da vice-reitora para a Cultura e Sociedade da UMinho, Joana Aguiar e Silva, do diretor do ADB, António Sousa, e do antigo diretor da Biblioteca Pública de Braga (BPB), Henrique Barreto Nunes e de Ana Sandra Meneses, técnica superior do ADB. A exposição no ADB (Rua do Abade da Loureira) ficará patente até 16 de dezembro, sendo a entrada livre.

Victor de Sá doou o seu acervo biblioteconómico e arquivístico à BPB, tendo há cerca de um ano sido transferida a documentação do seu arquivo para o ADB, também uma unidade cultural da UMinho. É esta documentação que é agora apresentada, disponibilizando-se ao público a sua descrição arquivística e o acesso à consulta dos documentos. O início da disponibilização de reproduções digitais de parte dos documentos está previsto a breve prazo.

O espólio arquivístico atravessa a vida do homenageado, evidenciando a sua atividade de historiador e de intervenção cultural, social e política. Sobressaem os seus inúmeros apontamentos e notas e a vasta correspondência trocada com as figuras das várias épocas e atividades em que esteve presente.

A mostra insere-se nas celebrações do centenário do nascimento de Victor de Sá, que também cedeu à UMinho uma verba para criar um Prémio de História Contemporânea, o qual soma 31 edições anuais e é o mais prestigiado do país para jovens investigadores da área.

Victor de Sá destacou-se, desde cedo, em termos cívicos e foi preso oito vezes pela PIDE. Presidiu a associação de estudantes do Liceu de Braga, o Sindicato dos Caixeiros e criou a Livraria Victor – Centro Cultural do Minho e a Biblioteca Móvel (antes da Gulbenkian). Licenciou-se em Coimbra e doutorou-se na Sorbonne (Paris), mas só pôde lecionar após o 25 de Abril, nomeadamente, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e na Universidade do Minho. Dirigiu, ainda, o jornal “Correio do Minho” e presidiu à Comissão de Cultura e Ambiente da Assembleia da República, sendo o primeiro deputado eleito pelo PCP pelo círculo de Braga. Em 1990, foi condecorado com a Comenda da Ordem da Liberdade.

Imagem: UM.

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Barcelos: Prémio Palco de Terra para o Teatro Escoitade e Manuel Ramos Costa

Atribuído pelo Teatro de Balugas

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O Teatro Escoitade, de Vigo, foi premiado, na categoria “Instituição”, pelo trabalho desenvolvido ao longo de 50 anos na dinamização e promoção do teatro amador na Galiza. Na categoria “Personalidade”, a distinção foi para o ator e encenador Manuel Ramos Costa, por uma vida dedicada ao teatro amador, em especial, na Contacto – Companhia de Teatro Água Corrente de Ovar.

Os Prémios PALCO DE TERRA são uma iniciativa da companhia Teatro de Balugas, de Balugães – Barcelos, cuja primeira edição se realizou em 2017. São galardões concedidos anualmente para reconhecer e agradecer o trabalho e o esforço de pessoas e instituições, no âmbito do teatro realizado no meio rural e da criação artística sobre o Norte de Portugal e Galiza.

A cerimónia de entrega acontece no dia 11 de dezembro, às 16h30, no auditório da Junta de Freguesia de Balugães (Barcelos), que encerra o Palco de Terra – Festival de Teatro Amador do Noroeste Peninsular.

O ator, encenador e dramaturgo Fernando Pinheiro foi o vencedor da primeira edição, em 2017, e entre os galardoados estão ainda os nomes do Cénico Lírio do Neiva (2018), Núcleo Promotor do Auto da Floripes 5 de Agosto (2019), Dantas Lima (2019), Teatro do Noroeste-CDV (2020), Orlando Alves (2020), Programa CREARTE – Crescimento da Arte Teatral em Esposende (2021) e Maria Laura Pinto (2022).

Imagens: TB.

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Estremoz recebe concerto com a Banda Sinfónica da PSP

A 07 de dezembro, pelas 21h30, no Teatro Bernardim Ribeiro

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O Comando Distrital da PSP de Évora, através da sua Esquadra Policial de Estremoz e em Parceria com a Câmara Municipal daquela cidade, vai, no próximo dia 07 de dezembro, pelas 21h30, promover um Concerto com a Banda Sinfónica da PSP, no Teatro Bernardim Ribeiro.

Este evento vai ser realizado para comemorar o 5º Aniversário dos Bonecos de Estremoz na UNESCO, tratando-se, simultaneamente, de um concerto solidário de angariação de fundos para a CERCI Estremoz.

A Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública teve origem num agrupamento de elementos policiais com conhecimentos de música que pertenciam ao então Comando Distrital da PSP de Lisboa – atual Comando Metropolitano.

A partir de 1979, sob a Chefia do Major Silvério de Campos, aquele agrupamento evolui para um estágio de absoluto desenvolvimento artístico, o que permitiu concretizar a realização de um velho sonho de todo o pessoal da Polícia de Segurança Pública – integrar no seu efetivo uma Banda Sinfónica oficial.

O reconhecimento público do seu mérito é notório, tendo já atuado nos mais distintos auditórios nacionais, tais como: Teatro Nacional de S. Carlos, Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural de Belém, entre muitos outros, para além de ter participado em programas de Rádio e Televisão.

“Este comando espera que este evento se constitua como um excelente espetáculo, que para além da qualidade, tem uma componente solidária importante para a nossa comunidade, pois, além de não ficarmos indiferentes, todos devemos dizer NÃO à diferença”, salienta em nota.

“Ter consciência, educação, saber respeitar e saber lidar com as diferenças e incapacidades, não discriminando, cabe a todos enquanto cidadãos. A PSP e o Comando Distrital de Évora pretendem, assim, contribuir para a segurança e a integração destes cidadãos”, conclui.

Imagem: PSP.

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Município de Anadia admitido como membro honorário do Comité Olímpico de Portugal

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A Câmara Municipal de Anadia foi admitida como membro honorário do Comité Olímpico de Portugal (COP). A proposta foi aprovada na última assembleia geral do COP que decorreu esta semana.

Para o vice-presidente da Câmara Municipal, Jorge Sampaio, esta admissão “é motivo de grande orgulho para o Município de Anadia”, sublinhando que esta decisão “é o reconhecimento de todo o trabalho que a autarquia tem vindo a realizar, ao longo dos últimos anos, em prol do desporto de alto rendimento nacional e mundial”.

Jorge Sampaio salienta que “mais de 60 países já passaram pelo concelho, nomeadamente pelo Centro de Alto Rendimento de Anadia, para realizarem os seus treinos de preparação para os Jogos Olímpicos e outras provas internacionais”.

O autarca deixa ainda um agradecimento público à Federação Portuguesa de Ciclismo pela iniciativa da proposta, e, ao Comité Olímpico de Portugal, por ter aprovado, por unanimidade, “a proposta de admissão de sermos membro honorário, o que muito nos honra”.

Foto: CMA.

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