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Liga MEO Surf: Revelado quadro de competição do Joaquim Chaves Saúde Porto Pro

Competição vai decorrer em Leça da Palmeira a partir de sexta-feira

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Faltam poucos dias para o Joaquim Chaves Saúde Porto Pro, segunda etapa da Liga MEO Surf, que começa na próxima sexta-feira e decorre até domingo no Porto e em Matosinhos. Este ano, de acordo com as previsões meteorológicas e do estado do mar, a prova terá lugar na Praia de Leça da Palmeira. Os protagonistas da 1ª divisão do surf português estão preparados para proporcionarem bons momentos de surf, dando seguimento à luta pelos principais títulos do surf em Portugal.

A segunda de cinco etapas da Liga MEO Surf está envolta em expetativa após o desfecho da prova inaugural com as vitórias do atual campeão nacional, Guilherme Ribeiro, e de Gabriela Dinis. Esta dupla vai chegar ao Porto a liderar o ranking e a competir com o estatuto das licras amarelas Go Chill.

Já foi revelado o quadro de competição com várias baterias em destaque que prometem chamar a atenção com duelos empolgantes. Quer do lado masculino quer do feminino antevêem-se baterias disputadas desde a primeira bateria até ao momento da coroação dos campeões do Joaquim Chaves Saúde Porto Pro.

Destaques Quadro Competição Masculino

Round 1 – Heat 8: Guilherme Ribeiro vs. Tiago Stock vs. Salvador Costa vs. trialista a designar

Round 1 – Heat 10: Luís Perloiro vs. Francisco Ordonhas vs. Francisco Benjamim vs. Ruben Gonzalez

Round 1 – Heat 12: Francisco Mittermayer vs. José Champalimaud vs. Francisco Queimado vs. João Ladeira

Destaques Quadro Competição Feminino

Round 1 – Heat 2: Francisca Veselko vs. Constância Simões vs. Teresa Pereira vs. Núria Maganinho

Round 1 – Heat 3: Carolina Mendes vs. Camila Cardoso vs. Lua Escudeiro vs. Maria Chaves

Round 1 – Heat 5: Gabriela Dinis vs. Maria Salgado vs. Miriam Julião vs. Carlota Chaveiro

Esta prova conta com a participação de vários surfistas locais da região Norte do país que irão medir forças com os melhores surfistas nacionais. O Joaquim Chaves Saúde Pro marca também o regresso à competição de Martim Nunes e Gabriela Dinis, que venceram o Projunior Porto & Matosinhos no passado fim de semana.

Sebastião Furtado – Surfista local de Leça da Palmeira, salienta que “vai ser um regresso à competição a este nível após 10 anos sem competir. Não tenho objetivos definidos, mas vai ser bom revisitar essa realidade que vivi durante muitos anos. É uma satisfação competir em casa e sentir o apoio dos amigos na praia de Leça, onde comecei a surfar aos oito anos de idade. É muito importante a Liga MEO Surf passar pelo Porto para os surfistas locais verem os melhores atletas nacionais a surfar ao mais alto nível. É um bom caminho para a nova geração local se afirmar e nos próximos anos termos mais surfistas do Porto na Liga MEO Surf”.

O Grupo Jerónimo Martins, parceiro de sustentabilidade da Liga MEO Surf, e as suas Companhias investem em oportunidades assentes em modelos de reutilização. Exemplo disso é a ECO, um projeto inovador em Portugal, disponível em mais de 230 lojas Pingo Doce, que disponibiliza estações de água filtrada e garrafas de água reutilizáveis, com o intuito de promover hábitos de consumo mais conscientes. Desde a sua implementação, em 2018, foi possível evitar a utilização de cerca de 330 toneladas de garrafas de água de uso único.

Durante o primeiro dia do Joaquim Chaves Saúde Porto Pro, a iniciativa Amar o Mar, liderada pelo Grupo Jerónimo Martins, irá contar com a participação de cerca de 100 crianças das escolas do concelho do Porto e Matosinhos.

Vão estar, também, em disputa os prémios Joaquim Chaves Saúde Best Wave (melhor onda da etapa), Bom Petisco Girls Score (melhor pontuação exclusivamente dedicada às senhoras), Go Chill Expression Session (melhores manobras individualmente, tanto no masculino, como no feminino) e o Waversby Round (melhor performance desportiva no round 3). Relembre-se que as Go Chill Expression Sessions irão realizar-se duas vezes depois de se ter adiado a realização da sua disputa durante a etapa anterior na Figueira da Foz.

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Prémio vencedor da etapa: Relógio Rip Curl Search GPS 2

Prazo de constituição das equipas: hora do Call do primeiro dia de prova

O Joaquim Chaves Saúde Porto Pro insere-se na programação do Wave Series 2023 e poderá ser acompanhado em direto na Sport TV, assim como nos restantes meios oficiais: Facebook do MEO, app do MEO – disponível na posição 810 da grelha de canais MEO, em www.ansurfistas.com e redes sociais em @ansurfistas.

A Liga MEO Surf 2023 é uma organização da Associação Nacional de Surfistas e da Fire!, com o patrocínio do MEO, Joaquim Chaves Saúde, Allianz Seguros, Bom Petisco, Go Chill, Corona, Somersby, o parceiro de sustentabilidade Jerónimo Martins, o apoio local das Câmaras Municipais do Porto e de Matosinhos, e o apoio técnico da Onda Pura Surf Center e da Federação Portuguesa de Surf.

Imagem: ANS.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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