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Concurso de Azeite Virgem da Feira Nacional de Olivicultura está de volta para distinguir o que de melhor se faz na olivicultura portuguesa

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Valpaços acolhe, este ano, a emblemática iniciativa que integra a Feira Nacional de Olivicultura – Olivalpaços que terá lugar de 17 a 19 de maio. As inscrições para o Concurso de Azeite Virgem da Feira Nacional de Olivicultura já estão abertas e decorrem até ao dia 8 de abril.

O Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (CEPAAL) anunciou, ontem, que estão abertas as inscrições para a edição 2024 do Concurso de Azeite Virgem da Feira Nacional de Olivicultura. Uma iniciativa que premeia o que de melhor se faz na olivicultura portuguesa, valorizando e reconhecendo o trabalho dos produtores nacionais. De acordo com os dados mais recentes disponíveis, Portugal é o maior produtor de azeite de alta qualidade e o sexto maior produtor de azeite do mundo com uma área de olival superior a 380.000 hectares e uma produção anual de cerca de 150.000 toneladas, distinguindo-se no contexto internacional pela elevada qualidade dos seus azeites com 90% da produção nacional anual a ser constituída pelo Virgem Extra.

Num contexto em que desde o início deste século a produção nacional de azeite mais do que quintuplicou e as exportações aumentaram já mais de 12 vezes tendo ultrapassado os 1.000 Milhões de Euros em 2023, este concurso ganha particular relevo enquanto ferramenta essencial para a promoção de um sector primordial da economia portuguesa. As inscrições estão a decorrer até ao próximo dia 8 de abril e irão distinguir a qualidade de lotes homogéneos de Azeite Virgem Extra produzidos na campanha 2023/2024 que sejam propriedade de produtores com lagar próprio sediado em Portugal; que recorram à prestação de serviços de extração de azeite a partir de azeitona própria, proveniente de olivais situados em Portugal; sendo que cada lote a concurso corresponderá a uma quantidade não inferior a 1.000 litros de azeite de características homogéneas. Os vencedores serão revelados no final da 7ª edição do Congresso Nacional do Azeite, que irá ter lugar na Feira Nacional de Olivicultura em Valpaços no dia 17 de maio. Mais informações e o regulamento estão disponíveis aqui ou pelo e-mail: cepaal@azeitedoalentejo.pt.

Em 2024, o Concurso de Azeite Virgem da Feira Nacional de Olivicultura ruma a Valpaços para a Olivalpaços. O concurso é anualmente realizado pelo Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (CEPAAL) em parceria com os municípios de Moura e Valpaços, promotores conjuntos da Feira Nacional de Olivicultura.

O Concurso de Azeite Virgem da Feira Nacional de Olivicultura conta com o apoio de um Painel de Provadores Nacionais de referência, que ao longo de dois dias em provas cegas procede à análise dos Azeites a Concurso, premiando quer os melhores blends nacionais, com a distinção “Prémio Feira Nacional de Olivicultura”, quer os melhores Azeites com Denominação de Origem  Protegida, os melhores Azeites produzidos em modo de produção biológica, os melhores Azeites  de Quinta e de Cooperativa e os melhores monovarietais de Galega e Cobrançosa.

Sobre o Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (CEPAAL)

O CEPAAL – Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo, associação sem fins lucrativos sedeada em Moura, foi fundado em 1999 com a missão de valorizar e promover o Azeite do Alentejo em Portugal e no resto do mundo.

Conta, atualmente, com 28 produtores e 12 instituições ligadas ao sector olivícola e oleícola, incluindo organismos do Estado, municípios e universidades, como seus associados.

No âmbito das suas atividades, o CEPAAL desenvolve ações de promoção do Azeite do Alentejo e é responsável pela organização do Concurso Nacional de Azeites de Portugal, integrado na Feira Nacional de Agricultura; do Concurso de Azeite Virgem da Feira Nacional de Olivicultura; e do Congresso Nacional do Azeite. Mais informações disponíveis em: www.azeitedoalentejo.pt.

Foto: DR.

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1 Comment

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  1. Mulher

    Fevereiro 21, 2024 at 3:07 pm

    O ouro liquido deve de ser preservado, pelos seus variadíssimos benefícios para a saude.
    Políticas de proteção, valorização e implementação de oliveiras deveriam de ser adoptadas.

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PSP de Santa Cruz (Madeira) apreende cerca de 100 artigos furtados

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A PSP apreendeu, no dia de ontem, de cerca de 100 artigos de bijuteria, em cor prateada e dourada, os quais apresentam fortes indícios de terem sido furtados.

A ocorrência teve lugar na cidade de Santa Cruz, após a patrulha policial ter sido acionada para uma tentativa de furto em residência, na zona do Caniço. Após percorrer algumas artérias nas zonas adjacentes, foi possível localizar dois suspeitos desta prática, uma mulher de 47 anos de idade e um homem de 38 anos de idade.

Na sua interceção, os mesmos detinham na sua posse os seguintes objetos: 13 relógios de pulso de diversas marcas; 12 colares; 30 anéis, 09 dos quais em cor dourada, com pedras; 32 brincos; 08 broches e alfinetes de Senhora em diversas cores e com pedras; 06 braceletes; 01 peça de bijuteria em formato do Galo de Barcelos, em cor dourada; 02 sinos em cor dourada; 01 alfinete de gravata; diversas moedas de colecionador, nomeadamente: “Batalha de Ourique 1139-1140”; “ Arte Namban 1543-1639”; “Colombo e Portugal”; “Elizabeth II”; e “Tratado de Tordesilhas”.

Apesar de nenhum destes artigos pertencerem à residência que foi alvo de tentativa de furto, os mesmos foram questionados quanto à sua proveniência, não tendo justificado a sua posse. 

Por existirem fortes suspeitas da prática do crime de furto os objetos foram apreendidos, seguindo-se agora a investigação para apurar os seus legítimos proprietários.

Foto: PSP.

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“Méduse” chega ao MUSCARIUM#11 – Festival de Artes Performativas em Sintra

Depois de passar pelo Festival d’Avignon

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O coletivo francês Les Bâtards Dorés estará em Portugal, pela primeira vez, para apresentar o espetáculo “Méduse”, no âmbito do MUSCARIUM#11 – Festival de Artes Performativas em Sintra, organizado pelo teatromosca.

Duplamente premiado no Festival Impatience, em Paris, (Prémio do Júri e do Público) e apresentado, em 2018, no prestigiado Festival d’Avignon, onde foi considerado um dos espetáculos-sensação daquela edição, “Méduse” reabre o processo referente ao naufrágio da Medusa – um dos desastres marítimos mais infames do século XIX. A tragédia atraiu atenção internacional, não apenas pela sua importância política, mas também pelo sofrimento humano e significativa perda de vidas que envolveu. O episódio foi igualmente perpetuado na célebre obra “A Balsa da Medusa”, de Théodore Géricault.

Em “Méduse”, o coletivo francês encena um julgamento que dista 200 anos deste naufrágio: um duelo verbal onde se procura encontrar culpados, uma resposta, uma explicação para os acontecimentos e questiona se será possível formular um julgamento sem se ter vivido a experiência. A partir desse questionamento, a dramaturgia desmorona-se para dar lugar à performance e à experimentação. Longe da História e das suas versões oficiais, Les Bâtards Dorésmergulharão com o público no abismo.

Ainda dentro do MUSCARIUM#11, este jovem coletivo francês também mergulhará no início do processo de criação do espetáculo “Matadouro” em coprodução com o teatromosca, com banda sonora original de The Legendary Tigerman e estreia marcada para 2026. Afirmando a aposta na internacionalização, o teatromosca estará, do mesmo modo, a trabalhar na coprodução que une a companhia de dança finlandesa Kekäläinen & Company, a companhia de dança da Galiza, Colectivo Glovo, e a companhia de teatro Leirena Teatro, de Leiria, “Conversas com Formigas”, que estreará igualmente em 2026.

Celebrando a francofonia, a décima primeira edição do MUSCARIUM contará ainda com mais dois espetáculos de companhias francesas, “éMOI”, de Tiphaine Guitton, pela Petite Compagnie, e “L’Invention du Printemps“, pela La Tête Noire – La Compagnie.

Em 2025, o festival estende-se até à Alliance Française de Lisboa, onde decorrerá um encontro dedicado à criação teatral contemporânea francesa e onde poderá ser visitada a exposição “Micro-Folie”, uma experiência digital que junta mais de cinco mil obras de arte de diferentes instituições culturais.

O MUSCARIUM#11 decorrerá de 1 a 21 de setembro, em vários espaços do concelho de Sintra e reunirá artistas e companhias como a Imaginar do Gigante, MUSGO Produção Cultural, Krisálida, Mia Meneses,María de Vicente e Tristany Munduque apresentará um concerto-performance único na emblemática Sala da Música do Palácio de Monserrate.

A programação completa do MUSCARIUM#11 poderá ser consultada em www.teatromosca.com e inclui espetáculos de teatro, dança, música, performance, debates, lançamentos de livros, conversas e encontros entre públicos e artistas. Destaque para o debate sobre o futuro da cultura em Sintra, no âmbito das eleições autárquicas 2025 e que terá a presença dos principais candidatos e candidatas à presidência da Câmara Municipal de Sintra.

Os bilhetes para os espetáculos já se encontram à venda na BOL e locais habituais, com valores que variam entre os 5 € e 7 €. O concerto-performance de Tristany Mundu tem o valor único de 12 €. Os ensaios abertos, debates, lançamentos de livros, encontros e a festa de encerramento do festival são de entrada livre.

Imagem: DR.

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Torne-se amigo da Metropolitana de Lisboa na temporada 2025/2026

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A Metropolitana de Lisboa, criada em 1992, desenvolve um projeto único no contexto nacional e muito raro no panorama internacional. Assenta o seu valor numa atuação transversal, cruzando o ensino especializado com a prática da música. Uma orquestra (OML) e três escolas (Conservatório de Música, Escola Profissional e Academia Nacional Superior de Orquestra) dão corpo a este projeto musical de eleição, que tem vindo a formar centenas de músicos profissionais.

O quotidiano da Metropolitana caracteriza-se pela convivência de diferentes gerações num mesmo edifício (a sua sede, instalada no edifício da antiga Standard Eléctrica, em Lisboa), com a energia inerente à intensa partilha musical entre alunos, professores, músicos profissionais e funcionários administrativos.

Para que este projeto possa consolidar-se e crescer, não basta a atividade que todos eles desenvolvem. A música que fazemos tem como destinatário o público. Sem ele, a nossa missão ficaria incompleta; com ele, ainda podemos fazer mais.

Junte-se aos Amigos da Metropolitana, um grupo de associados que, através do seu contributo e da sua presença, é chamado a participar ativamente na vida da instituição.

Imagem: ML.

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