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Concurso “Barcelos Florido” 2023 já tem vencedores

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Maria da Conceição Faria Durães Silva, moradora no Largo da Igreja, em Barcelinhos, foi a grande vencedora do concurso “Barcelos Florido”, edição 2023. Na segunda posição ficou António Manuel Faria Ribeiro Novo, também do Largo da Igreja, Barcelinhos, enquanto José Carlos Rodrigues Loureiro, morador na Avenida Paulo Felisberto, em Arcozelo, conquistou o terceiro lugar.

1º prémio (Foto: CMB).

Na edição deste ano, deste popular concurso que, ao logo dos anos, entre os meses de abril e julho, tem decorado e colorido a cidades de Barcelos, participaram 36 concorrentes, sendo que os primeiros 20 classificados tiveram todos direito a prémios pecuniários.

O concorrente que obteve o primeiro lugar ganhou 500 euros, o segundo da tabela arrecadou 400, e o terceiro posto teve direito a 300 euros. Todos os outros participantes que ficaram nos 20 primeiros lugares também tiveram direito a prémio, cujo valor vai decrescendo, conforme o lugar que têm na tabela.

Além dos prémios individuais, foi também atribuído um prémio coletivo de melhor largo, tendo saído vencedor o Largo da Igreja, em Barcelinhos, que foi contemplado com 350 euros.

2º Prémio (Foto: CMB).

Para efeitos de avaliação, o júri teve em atenção a riqueza e harmonia do conjunto floral, atendendo à utilização de plantas exteriores, sendo excluídas as plantas exóticas e de interior, bem como flores artificiais; harmonia com a fachada do edifício; variedade das flores apresentadas; diversidade das cores das flores; criatividade e originalidade da composição cénica do conjunto; estado de conservação (fitossanitário) das flores; uso de artefactos de cariz típico relacionado com a nossa identidade, cultura e tradição; regularidade das varandas floridas ao longo do ano; inovação face às composições apresentadas no ano anterior.                                                                                                              

Esta foi já a décima nona edição do Concurso “Barcelos Florido”, uma iniciativa do Município de Barcelos, operacionalizada pelo Pelouro do Turismo, e que tem como objetivo contribuir para a valorização estética e ambiental da cidade de Barcelos e das freguesias de Barcelinhos e Arcozelo.

3º Prémio (Foto: CMB).

Com esta iniciativa, faz-se “jus” à tradição portuguesa de embelezar e decorar as janelas e as varandas, com flores e plantas naturais de cores vivas e diversificadas.

Classificação final do concurso Barcelos Florido

1º lugar:  Maria da Conceição Faria Durães Silva – Largo da Igreja, Barcelinhos

2º lugar: António Manuel Faria Ribeiro Novo – Largo da Igreja, Barcelinhos

3º lugar: José Carlos Rodrigues Loureiro – Avenida Paulo Felisberto, Arcozelo

4º lugar: Alzira Alves Costa – Rua Miguel Bombarda, Barcelos

5º lugar: Círculo Católico de Operários de Barcelos – Rua D. Diogo Pinheiro, Barcelos

6º lugar: Paula Cristina Carvalho da Silva– Rua Fernando Magalhães, Barcelos

7º lugar: Colina Residência Sénior, Lda. (Hotel Lar Condes de Barcelos) – Rua Arq. Borges Vinagre, Barcelos

8º lugar: Maria Rosa Monteiro da Costa – Rua Silva Vieira, Barcelos

9º lugar: Cooperativa Agrícola de Barcelos – Rua Fernando Magalhães, Barcelos

10º lugar: Sandra Elisabete Fernandes Longras (Casa Dourada) – Rua do Poço, Barcelos

11º lugar: Agrupamento de Escolas Gonçalo Nunes – Avenida João Duarte, Arcozelo

12º lugar: Lar Nossa Senhora da Misericórdia – Rua Dr. Santos Júnior, Barcelos

13º lugar: Lar Santo André – Rua Dr. Santos Júnior, Barcelos

14º lugar: Lar Rainha D. Leonor – Rua Dr. Santos Júnior, Barcelos

15º lugar: Pedro Tiago de Sousa Carvalho – Rua do Poço, Barcelos

16º lugar: Maria Cândida da Torre Esteves Coutinho – Rua Elias Garcia, Arcozelo

17º lugar: Manuel da Silva Esteves – Rua D. António Barroso, Barcelos

18º lugar: Maria Ricardina Garrido Mateus – Largo da Igreja, Barcelinhos

19º lugar: Maria Teresa Carvalho Costa – Av. Combatentes da Grande Guerra, Barcelos

20º lugar: Maria Natércia Pacheco – Rua Miguel Bombarda, Barcelos

MELHOR LARGO – Largo da Igreja, Barcelinhos.

Fotos e imagem: CMB.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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