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Troféu Yamaha encerra em Évora edição de sucesso

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A cidade de Évora, Património Mundial Unesco, recebeu este fim-de-semana a quarta e derradeira jornada da 18ª edição do Troféu YAMAHA, o mais antigo troféu de todo-o-terreno que se realiza em Portugal. A prova de encerramento que teve lugar na bela cidade alentejana foi um verdadeiro sucesso onde foram muitos os pilotos da família Yamaha que responderam positivamente ao repto lançado pela YAMAHA Portugal e participaram nesta última etapa.

Foram milhares os espectadores que acorreram à excelente pista desenhada junto do Évora Plaza para assistir a nove magnificas corridas que envolveram 262 pilotos divididos por 20 classes. No final do dia consagraram-se os campeões de 2023 que foram à noite coroados numa gala que teve lugar no Arena D’Évora.

No sábado o dia de corridas começou bem cedo com as verificações técnicas e administrativas e os treinos a terem início às 9h00 da manhã. Um tempo magnifico proporcionou uma enorme afluência de público que se misturava com o tradicional ambiente familiar que é uma caraterística típica do Troféu Yamaha que junta várias gerações de pilotos cujas idades vão dos cinco anos aos mais de 60 de alguns veteranos. Muitas são também as meninas participantes.

Após a realização das diversas sessões de treinos seguiu-se o tradicional desfile pela cidade de Évora, a anteceder uma curta pausa para retemperar forças, e depois do almoço decorreram as onze corridas envolvendo 20 classes distintas.

Mais uma vez, a Câmara Municipal de Évora e dos Vinhos LC Ervideira foram os parceiros da YAMAHA para a realização deste grande evento desportivo que fechou da melhor forma a temporada de 2023.

A final de mais uma edição do Troféu Yamaha foi celebrada por todos os pilotos e organizadores e para a Yamaha Portugal esta temporada foi um verdadeiro sucesso: “estamos muito felizes por termos concretizado mais uma edição do Troféu Yamaha que correu lindamente. A adesão dos pilotos, como sempre, correspondeu e até excedeu as expetativas. Este ano batemos recordes em algumas provas e tivemos uma média de 250 participantes por prova. Este ano o Troféu faz 18 anos e é, sem dúvida, uma marca bonita. O que nos chega da parte de quem faz acontecer o Troféu, que são os nossos pilotos, é que de facto as corridas são excelentes e o feedback é muito positivo. Tivemos um encerramento em Évora que foi fora de série com uma atmosfera magnifica, com muita gente a assistir e felizmente o tempo colaborou. Alinharam-se os astros todos e não podíamos ter encerrado a 18ª edição do Troféu da melhor forma aqui em Évora que já é uma paragem obrigatória. O Troféu é um evento familiar que procura proporcionar um dia para a família se divertir e é fantástico para nós enquanto marca criar relações próximas com os nossos clientes e mais uma vez este objetivo foi cumprido”, revelou Filipe Almeida.

O Troféu Yamaha regressa em 2024 com mais provas emocionantes.

Pódio do 18º Troféu Yamaha – 4ª Prova em Évora:

InfantisMoto_1 Goncalo Mighuni

InfantisMoto4_ 582 Diogo Martins

Iniciados Moto_61 Duarte Marques

IniciadosMoto4_ 553 Bernardo Conceição

FunMoto4_ 187 Tiago Pires

YZ65_906 Gabriel Lopes

YZ85_ 515 Martim Caetano

FunBikeTTR125_ 779 João Pires

ClássicasCross_856 Salvador Sampaio

YZ125LC_ 951 Domingos Cunha

YZ250F_296 João Carvalho

YZ450F_332 Rodrigo Filipe

WR250F_683 Ricardo Caetanito

WR450F_373 Luís Cação

OficiaisMoto_147 115 Rúben Ribeiro

VeteranosMoto_444 Hélder Carvalho

VeteranosMoto4_455 Dário Alves

450Moto4_624 Pedro Clemente

700Moto4_722 Diogo Jeremias 

OficiaisMoto4_151 Tomás Paulo

18º Troféu Yamaha – Campeões:

InfantisMoto_1 Gonçalo Mighuni

InfantisMoto4_ 590 Rui Alves

Iniciados Moto_92 Bruno Silva

IniciadosMoto4_ 553 Bernardo Conceição

FunMoto4_ 187 Tiago Pires

YZ65_ 936 Duarte Marques

YZ85_ 515 Martim Caetano

FunBikeTTR125_ 796 João Carvalho

ClássicasCross_893 Gonçalo Espenica

YZ125LC_ 958 Vasco Salgado  

YZ250F_296 João Carvalho

YZ450F_ 305 André Rolhas  

WR250F_683 Ricardo Caetanito

WR450F_373 Luís Cação

OficiaisMoto_147 115 Rúben Ribeiro

VeteranosMoto_444 Hélder Carvalho

VeteranosMoto4_467 Rui Sousa

450Moto4_ 618 Leandro Ferreira 

700Moto4_722 Diogo Jeremias 

OficiaisMoto4_151 Tomás Paulo.

Foto: TY.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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