Atualidade
Quer ser mais produtivo no trabalho? New Work dá 5 dicas
No dia a dia profissional, há muitas tarefas diárias a executar, o que muitas vezes compromete a vida pessoal de cada um. Neste sentido, a NEW WORK SE Portugal, grupo na área das TI que luta por um melhor mundo de trabalho, partilha algumas dicas que pode adotar para ser mais produtivo no trabalho e, assim, conseguir realizar de forma mais eficiente as tarefas programadas:
Faça uma lista – antes de começar o dia ou semana de trabalho, dependendo do que faça sentido para si, crie uma lista com as tarefas que tem em mãos e, à medida que forem aparecendo novas, adicione-as a essa mesma lista. Assim, conseguirá ter uma visão mais geral das tarefas que tem de finalizar.
Defina prioridades – hierarquizar as tarefas por prioridade é essencial. Depois de ter a listagem com as tarefas feitas, chegou o momento de organizá-las de acordo com a sua importância ou urgência. E é exatamente por essas tarefas que deve começar. Só depois de terminadas, é que deve passar para as restantes.
Uma coisa de cada vez: ser multitasking não é compatível com ser produtivo, sobretudo se as tarefas que tiver em mãos exigirem um alto nível de concentração. Se assim for, faça uma coisa de cada vez, para se manter focado e reduzir o tempo necessário para a sua realização.
Evite distrações: hoje em dia, é muito fácil distrairmo-nos com qualquer coisa. Por isso, o melhor é livrar-se dessas distrações. Se for necessário vá para um sítio calmo e sem qualquer ruído que possa ser distrativo. Só assim será possível estar concentrado nas tarefas que tem de realizar. As distrações suspendem tarefas, diminuem a atenção e a concentração e acabam por prejudicar a produtividade.
Faça pausas durante o dia: é importante ouvir o nosso corpo. À medida que as horas vão passando, o corpo vai dando sinais de cansaço. Quando assim for, significa que chegou o momento de fazer uma pausa. Estas pequenas pausas permitem reduzir o stress e melhorar a atenção e a concentração. O ideal é fazer pausas de, pelo menos, 90 em 90 minutos, aproveitando para tomar um café e conversar com os seus colegas. Além de melhorar a produtividade, irá reforçar as relações interpessoais e criar um bom ambiente de trabalho.
Foto: DR
Atualidade
Londres: Fabiana Rocha de Magalhães distinguida com título de “Dama Comendadora” pela Câmara Brasileira de Cultura na Europa
A Câmara Brasileira de Cultura na Europa decidiu atribuir a Fabiana Rocha de Magalhães o título honorífico de “Dama Comendadora”, na área das “Terapias Integrativas”, por intermédio da Ordem dos Comendadores. A distinção foi entregue durante cerimónia realizada no último dia 10 de julho, no Hackney Town Hall, em Londres, no Reino Unido.
Natural de Recife, Brasil, e radicada em Edimburgo, na Escócia, desde 2006, Fabiana é formada em Relações Públicas pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e desenvolve atividade profissional no Reino Unido desde 2008. O seu percurso reúne experiência nas áreas da comunicação e da terapia holística, com trabalho direcionado para o “acolhimento, o equilíbrio emocional, o bem-estar e o desenvolvimento pessoal”.
Para Fabiana, receber esse título representa “um marco institucional na minha trajetória”, pois “a homenagem reconhece a seriedade do meu trabalho, a ética com que conduzo processos terapêuticos e a consistência da minha atuação. Profissionalmente, representa credibilidade. Pessoalmente, representa responsabilidade”.
Segundo a Câmara Brasileira de Cultura na Europa, a homenagem “reconhece a trajetória profissional, a atuação internacional e o contributo de Fabiana para as terapias integrativas”. A instituição destacou ainda o “conhecimento, a sensibilidade e o compromisso com o cuidado humano presentes nas práticas terapêuticas desenvolvidas pela homenageada”.
Em declarações exclusivas à nossa reportagem, Kethllen Ribeiro, Comendadora, Chanceler da Câmara Brasileira de Cultura no Reino Unido e na Europa e CEO do Top of Mind International, justificou que a homenagem à Fabiana Magalhães “representa o reconhecimento institucional da sua atuação e da sua contribuição no campo terapêutico”.
“A honraria valoriza profissionais que, por meio de seu trabalho, promovem acolhimento, desenvolvimento humano, bem-estar e transformação na vida das pessoas. Trata-se de uma distinção que reconhece não apenas uma atividade profissional, mas uma trajetória construída com dedicação, responsabilidade e propósito. A Câmara Brasileira de Cultura é uma instituição que, há mais de três décadas, reconhece personalidades e profissionais de destaque por meio de títulos, medalhas e honrarias concedidas em diferentes áreas de atuação. Cada homenagem possui caráter honorífico e busca valorizar aqueles que apresentam mérito comprovado, realizações relevantes e contribuição positiva para a sociedade. Dos homenageados, espera-se que continuem honrando as suas trajetórias, utilizando o reconhecimento recebido como instrumento de responsabilidade, inspiração e fortalecimento dos seus projetos. Mais do que receber uma honraria, espera-se que cada profissional possa representar os valores de excelência, ética, compromisso social e valorização da cultura e do conhecimento defendidos pela instituição. O nosso propósito é dar visibilidade a trajetórias consistentes, preservar o valor simbólico das honrarias e criar pontes institucionais entre diferentes regiões do Brasil e os países onde a Câmara está representada”, esclareceu Kethllen Ribeiro, que esteve à frente da solenidade do dia 10 de julho em Londres.
Diferentes destinos, um só objetivo
Ao longo do seu percurso, Fabiana Rocha de Magalhães, nascida em Recife, Brasil, e a residir, desde 2006, em Edimburgo, na Escócia, recebeu quatro distinções internacionais relacionadas com a sua atividade profissional. Agora, a atribuição do título de “Dama Comendadora” amplia esse reconhecimento e projeta o trabalho de uma profissional brasileira que construiu a sua carreira entre o maior país da América do Sul e o Reino Unido.
Fabiana reconhece que a sua formação inicial em Relações Públicas em Recife “me deu base sólida em comunicação, comportamento humano e gestão de processos, competências que hoje integram naturalmente o meu trabalho terapêutico”.
A homenageada recorda que a sua mudança para a Escócia, em 2006, foi decisiva para o seu sucesso, já que teve a oportunidade de obter, dois anos depois, em 2008, certificação como “terapeuta holística” no Reino Unido, momento no qual a sua atuação “ganhou dimensão internacional”.

“Receber essa comenda agora é ver todas essas etapas: Brasil, formação, migração, reinvenção, se consolidarem em reconhecimento institucional”, revelou, além de enumerar os principais desafios para afirmar o seu trabalho fora do Brasil.
“Os desafios foram essencialmente três: apresentar terapias integrativas com linguagem profissional, sem misticismo; construir credibilidade buscando ser acreditada pelo IPHM (International Practitioners of Holistic Medicine), órgão internacional que valida práticas holísticas e assegura padrões éticos; e estabelecer confiança junto a públicos multiculturais, adaptando comunicação sem perder identidade. A partir de 2023, quando passei a atuar profissionalmente com “Radiestesia Terapêutica”, o desafio foi apresentar o método de forma clara, adulta e baseada em resultados. Com o tempo, a consistência do trabalho consolidou a minha presença internacional”, comentou.
A nossa entrevistada explica que a “Radiestesia Terapêutica” é um “método técnico de leitura e reorganização do campo energético”, que possibilita “identificar pontos de incoerência vibracional, causados por sobrecarga emocional, exaustão, padrões repetitivos ou ruídos internos e trabalha para restabelecer equilíbrio, clareza e estabilidade”.
“Não é adivinhação, não é previsão, não é misticismo. É leitura vibracional, mais técnica e mais consciência. Os resultados esperados incluem reorganização energética, clareza emocional, redução de ruídos internos, sensação de presença, alinhamento entre corpo, mente e campo”, reiterou.
Esta profissional considera que os conhecimentos em “Reiki” e “Apometria” ampliam o seu repertório técnico.
“O Reiki contribui com fluxo e suavidade. A Apometria aprofunda processos de limpeza e organização vibracional. A acreditação internacional garante ética, metodologia e responsabilidade. No atendimento, cada técnica é utilizada de forma integrada, respeitando a necessidade e o ritmo de cada pessoa”, disse, sublinhando que “vivemos num cenário de excesso, de estímulos, velocidade, pressão e informação” e que essas terapias “oferecem o que falta: presença, coerência, clareza e reorganização interna”.
“Elas não substituem medicina ou psicoterapia; elas complementam, oferecendo um espaço de consciência e equilíbrio que ajuda a pessoa a sustentar a sua própria vida com mais estabilidade”, afirmou Fabiana, sem esconder que os prémios internacionais contribuíram para a sua presença profissional.
“Prêmios como “Guia Londres Award”, “Top of Mind International”, “Award Swiss” e “Suisse Excellence Literature Network” ampliaram a minha visibilidade e consolidaram a minha credibilidade enquanto terapeuta energética brasileira atuando na Europa. São reconhecimentos que reforçam a seriedade do trabalho, fortalecem a minha voz profissional e abrem portas para projetos internacionais”, reconheceu esta responsável, que aproveitou para deixar uma mensagem para outras mulheres brasileiras que vivem no exterior.
“Construir uma carreira ética fora do Brasil é possível, e começa com consistência, coragem e autenticidade. Não existe “começar do zero”; existe começar de onde você está, com responsabilidade e propósito. Reconhecimento é consequência do trabalho contínuo”, declarou.
“Escócia: estrutura, segurança e um ambiente culturalmente rico”
Relativamente à sua vida na Escócia, Fabiana salienta que o país “oferece estrutura, segurança e um ambiente culturalmente rico”, sendo Edimburgo, capital, “uma cidade que valoriza história, silêncio e presença, elementos que dialogam diretamente com o meu trabalho terapêutico”.
“O meu cotidiano é marcado por atendimentos, escrita, projetos culturais e convivência com comunidades internacionais. A decisão de viver no país nasceu da busca por expansão profissional e pessoal. A Escócia me ofereceu formação, estabilidade e um ambiente ideal para aprofundar o meu autoconhecimento”, relatou, adicionando que as suas experiências em Recife também se fazem presente: “Levo a força das raízes, a sensibilidade cultural, o olhar humano e a capacidade de criar conexão, elementos que moldam a minha identidade profissional”.
“convivo com a comunidades brasileira, portuguesa e multicultural”
Na Escócia, Fabiana convive também com comunidades estrangeiras, algo que considera “parte natural da minha vida”.
“Sou casada com um escocês e tenho dois filhos: de 13 e oito anos, o que me integra profundamente ao cotidiano local, às escolas, aos espaços comunitários e à cultura do país. Falo inglês com fluência e circulo com facilidade na sociedade escocesa, mantendo uma relação equilibrada entre as minhas raízes brasileiras e a minha vida internacional. Além disso, convivo com a comunidades brasileira, portuguesa e multicultural, o que amplia o meu repertório cultural, enriquece a minha prática terapêutica e fortalece a minha atuação com públicos de diferentes origens”, observou.
Sobre o perfil dos seus clientes, Fabiana menciona que atende um “público multicultural composto por brasileiros, europeus e expatriados que buscam reorganização energética, clareza emocional e processos terapêuticos conduzidos com técnica e responsabilidade”.
“O meu trabalho é realizado exclusivamente online e à distância, o que me permite acompanhar clientes em diferentes países com a mesma qualidade, profundidade e precisão vibracional. Não possuo loja física. A minha atuação é personalizada, ética e fundamentada em acreditação internacional, oferecendo atendimentos estruturados, seguros e alinhados às necessidades individuais de cada pessoa”, lembrou.
“A homenagem que recebi foi um evento marcado por elegância, reconhecimento e pela celebração de trajetórias profissionais que têm contribuído para a presença brasileira no exterior. A solenidade destacou a importância da ética, da consistência e do impacto de cada homenageado”, finalizou Fabiana Rocha de Magalhães.
A cerimónia integrou o evento promovido pela Câmara Brasileira de Cultura, através da CBC Europa e da Ordem dos Comendadores, reunindo personalidades distinguidas pelas suas trajetórias e contributos em diferentes áreas de atuação.
Ígor Lopes
Atualidade
CCILB defende networking como motor das relações económicas entre Portugal e Brasil
A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira, CCILB, defende que o fortalecimento das relações económicas entre Portugal e o Brasil depende da criação de redes de contacto que aproximem empresas, investidores, instituições e decisores dos dois países. Para a entidade, a qualidade do produto e a definição de uma estratégia de internacionalização são fatores relevantes, mas não dispensam o conhecimento dos mercados nem o acesso aos interlocutores certos.
Na avaliação da CCILB, os negócios internacionais começam antes da assinatura dos contratos. A entrada de uma empresa num novo país exige contactos locais, informação sobre o ambiente empresarial e capacidade para compreender diferenças jurídicas, fiscais, culturais e operacionais. Apesar da língua comum e da proximidade histórica, Portugal e Brasil mantêm realidades próprias, que devem ser consideradas na preparação de investimentos e parcerias.
Otacílio Soares, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira, sustenta que o networking permite reduzir barreiras, acelerar negociações e conferir maior segurança às decisões empresariais. Neste contexto, a CCILB procura funcionar como uma ponte entre os dois mercados, ligando empresas que pretendem internacionalizar as suas operações a parceiros, entidades públicas e estruturas de apoio já integradas no ecossistema económico luso-brasileiro.
Esta articulação ganha relevância com o acordo entre a União Europeia e o Mercosul. Os dois blocos assinaram, em 17 de janeiro de 2026, o Acordo de Parceria e o Acordo Comercial Intercalar, cuja aplicação provisória começou em 1 de maio. O Acordo de Parceria continua sujeito ao processo de ratificação, mas o novo enquadramento comercial abre espaço para ampliar exportações, investimentos e cadeias de valor entre os dois blocos. Comissão Europeia
Para a CCILB, o acordo precisa agora de ações efetivas e concretas que permitam transformar o enquadramento político e comercial em resultados para as empresas. Missões empresariais, encontros setoriais, identificação de parceiros, partilha de informação e acompanhamento dos projetos serão determinantes para que Portugal reforce a sua posição como porta de entrada na União Europeia e o Brasil como plataforma de acesso ao Mercosul. A aproximação entre os dois países, sublinha a entidade, deverá ser medida pela capacidade de converter relações institucionais em investimento, emprego e negócios.
Atualidade
“Somos fantásticos em estratégia e em diagnóstico, mas temos de ser melhores na execução”, disse António Calçada de Sá
O Conselho da Diáspora Portuguesa encerrou, a 16 de julho, na Nova SBE, em Carcavelos, Cascais, a nona edição do “EurAfrican Forum”, lançando um apelo à concretização de projetos que reforcem a cooperação económica entre Europa e África, após dois dias de debate que reuniram líderes políticos, empresários, académicos e representantes institucionais dos dois continentes.
Durante dois dias, mais de 700 participantes discutiram oportunidades de investimento, desenvolvimento sustentável, inovação, energia, infraestruturas, comércio internacional e capital humano, sob o tema “Africa Rising: Prosperity Through Global Cooperation”.
A mensagem de encerramento ficou a cargo do presidente da Direção do Conselho da Diáspora Portuguesa, António Calçada de Sá, que defendeu uma mudança de paradigma nas relações entre Europa e África.
Para este responsável, o futuro da cooperação euro-africana dependerá da capacidade de executar projetos que criem riqueza local e promovam uma verdadeira industrialização do continente africano.
Nesse sentido, alertou que “somos fantásticos em estratégia e em diagnóstico, mas temos de ser melhores na execução”, defendendo que “as fábricas têm de ser feitas em África, o desenvolvimento tem de ser feito em África e a prosperidade tem de existir em África”.
António Calçada de Sá defendeu também uma aposta reforçada na educação, na formação profissional e na transferência de conhecimento, considerando que o reforço da cooperação deverá envolver empresas, universidades e instituições públicas na concretização de projetos estruturantes nas áreas da energia, infraestruturas, saúde e inovação.
Como um dos principais resultados da edição de 2026, anunciou ainda a elaboração de um White Paper que reunirá as principais conclusões e recomendações saídas do Fórum, desafiando os participantes a identificar iniciativas concretas capazes de reforçar a parceria entre Europa e África e de transformar diálogo em ação e cooperação em impacto concreto.
Também presente no encontro, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel, enquadrou África como um parceiro estratégico para o futuro da Europa, defendendo que o crescimento demográfico do continente e a expansão da língua portuguesa reforçam o peso internacional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Na sua intervenção, destacou que “o continente africano será sempre a plataforma de afirmação da CPLP”, defendendo uma aposta continuada na cooperação científica, tecnológica, educativa e cultural entre os países lusófonos, bem como na complementaridade económica entre Europa e África.
O governante sustentou ainda que a proximidade geográfica e temporal entre os dois continentes representa uma vantagem competitiva frequentemente subvalorizada, defendendo que essa realidade deverá ser aproveitada para aprofundar o investimento, a circulação de conhecimento e a integração empresarial.
Seguro e Chapo reforçam confiança como base da cooperação
Entre os momentos de maior destaque do Fórum esteve a conversa entre o presidente da República Portuguesa, António José Seguro, e o presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, que convergiram na defesa de uma cooperação assente na estabilidade, na confiança institucional e no investimento produtivo.
Daniel Chapo considerou que Moçambique reúne atualmente condições favoráveis para aprofundar as relações económicas com Portugal, afirmando que “queremos mais investimentos em Moçambique, mais empresários portugueses em Moçambique e mais empresários moçambicanos em Portugal”, sublinhando que a atual estabilidade política constitui um fator decisivo para consolidar essa confiança.
Por sua vez, António José Seguro defendeu que as relações bilaterais vivem um momento particularmente favorável, salientando que “isso gera confiança, gera estabilidade, gera previsibilidade e isso é muito relevante para os empresários e para os investidores”, reafirmando também a disponibilidade portuguesa para continuar a cooperar com Moçambique em áreas como segurança, formação, investigação científica e desenvolvimento económico.
Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil – Minas Gerais reforça presença empresarial lusófona
Entre as entidades presentes esteve também a Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil – Minas Gerais (CPCBMG), representada, através da sua delegação em Lisboa, por Arthur Andrade, reforçando a participação do setor empresarial lusófono nas discussões sobre comércio internacional, investimento e cooperação económica.
Segundo a instituição, a participação permitiu acompanhar os principais debates dedicados ao capital humano, energia, infraestruturas, inovação tecnológica, geopolítica e cultura, bem como aprofundar contactos com representantes governamentais, empresariais e institucionais de Portugal, Moçambique, Angola e de outros mercados africanos e europeus.
Ao longo da edição de 2026, o “EurAfrican Forum” consolidou-se novamente como uma das principais plataformas internacionais de diálogo entre África e Europa, encerrando com uma mensagem comum: transformar a cooperação política e institucional em projetos concretos capazes de gerar investimento, crescimento económico e prosperidade partilhada.
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