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Algarve Welcome Spring realiza-se de 5 a 7 de maio

Conhecido o horário do primeiro grande evento ibérico de velocidade do ano que será no Algarve no mês de maio

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O primeiro grande evento ibérico de automobilismo de velocidade do ano decorrerá no Autódromo Internacional do Algarve de 5 a 7 de maio. Cerca de duas centenas de carros de competição, modernos e clássicos, vão abrilhantar o “Algarve Welcome Spring”.

Como cabeça de cartaz do evento estará a prova de abertura da temporada do Campeonato de Portugal de Velocidade, a maior competição de automobilismo de velocidade em Portugal, que junta em pista algumas das máquinas mais espetaculares de Grande Turismo e Turismo existentes a competir na Península Ibérica.

O Campeonato de Portugal de Velocidade é uma competição já com uma longa história no automobilismo nacional, juntando-se, em Portimão, novamente, com o ibérico Supercars Endurance. Este ano, as expectativas são muito elevadas com um grande impulso dado por pilotos, equipas e público, graças a máquinas como os Mercedes, McLaren, Porsche ou Audi. Com duas corridas por evento, ambas de quarenta e cinco minutos, a emoção parece estar garantida para mais uma temporada, podendo todas as provas ser seguidas em direto nas redes sociais das competições e na A Bola TV.

Presente estará, igualmente, o Iberian Historic Endurance, a mais prestigiada competição de carros clássicos do sul da Europa, que no circuito do último Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1 disputará as suas duas primeiras corridas da temporada, cada uma com a duração de 50 minutos e paragem obrigatória nas boxes. Reunindo na grelha de partida mais de quatro dezenas de preciosas joias motorizadas construídas até 1976, “Gentleman Drivers” de mais de uma dezena de proveniências deslocar-se-ão a Portimão para desfrutar da condução no limite num ambiente seguro e num dos mais aplaudidos circuitos mundiais da atualidade, localizado numa zona turística de eleição e com um clima sempre convidativo.

Numa temporada que entra numa nova fase, a Carrera Los 80 disputará a primeira das suas duas provas em Portugal. A competição, promovida pela Race Ready, agrega carros de corrida que marcaram uma era dourada do automobilismo mundial numa atmosfera aprazível, não existindo pontuações ou um campeão no final da temporada. O formato de semi-endurance, composto sempre por duas corridas de 40 minutos, com uma paragem obrigatória nas boxes, permite equipas formadas por um ou dois pilotos, e aceitando sobretudo viaturas de Turismo e algumas de Grande Turismo de 1976 a 1993. Uma grelha de partida, onde se esperam duas dezenas de carros das marcas BMW, Ford e Porsche, entre outros, que irá proporcionar boas corridas e reviver épocas áureas do automobilismo.

Também a celebrar o seu arranque de temporada estará o Group 1 Portugal, que, como o nome indica, é a competição nacional para viaturas do antigo Grupo 1 de velocidade, e que também reúne na sua grelha de partida os concorrentes do Troféu Mini. Com cerca de três dezenas de participantes, estas corridas de 40 minutos costumam ser bastante animadas e com vários pontos de interesse para os espectadores.

O programa do fim de semana conta, ainda, com mais três competições para carros modernos. O troféu Super Seven by Toyo Tires, conhecido pelo seu numeroso pelotão e as suas corridas de “sprint” disputadas ao milésimo de segundo, terá seis corridas durante o fim de semana, ao passo que a Carbon Zero Cup, para os modelos Kia Ceed e Picanto GT, realizará duas corridas.

Igualmente presente no “Algarve Welcome Spring”, estará o Campeonato de Espanha de Resistência para o seu segundo evento da temporada. A mais relevante competição de velocidade da vizinha Espanha agregará no Autódromo Internacional do Algarve cerca de duas dezenas de viaturas de GT e Turismo para duas corridas de cinquenta minutos.

Para Diogo Ferrão, CEO da Race Ready, este arranque de temporada “começará da melhor forma, num evento onde se juntam mais de 200 equipas inscritas de toda a Península Ibérica e algumas até provenientes do norte da Europa. Em resumo, todos os condimentos para ser um grande evento, com corridas com número e qualidade num dos melhores circuitos do mundo, a famosa ‘montanha russa’ de Portimão e 18 corridas para todos os gostos, o charme dos clássicos, a inovação dos GT modernos e a competição dos troféus monomarca.”

Se a sexta-feira, dia 5 de maio, será preenchida com sessões de treinos e qualificações, as dezoito corridas para “todos os gostos” serão disputadas no sábado (6 de maio) e no domingo (7 de maio).

Imagem: RR.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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