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Exposições no âmbito do 155.º Aniversário Comando Metropolitano de Lisboa da PSP

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O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, no próximo dia 16 de novembro, comemora 155 anos de existência e para assinalar esta data tem programadas várias iniciativas durante o mês de novembro.

Assim, entre os dias 14 e 30 de novembro serão exibidas, nos Paços do Concelho, na Câmara Municipal da Amadora, as Exposições “Rostos com Voz” e “Em tempo de máscaras quem fala são os olhos”, iniciativas da 4ª Divisão Policial e da Divisão Policial de Oeiras, respetivamente. Ambas percorreram os vários Comandos do país terminando agora a exibição das mesmas, no âmbito das celebrações do 155º Aniversário do COMETLIS.

Exposição “Rostos com Voz”

A 4ª Divisão Policial em 2021, inaugurou uma exposição de fotografias denominada “Rostos com Voz”, no âmbito das celebrações do Dia Internacional para a Eliminação de Violência Contra as Mulheres.

A referida exposição levada a cabo pelas Equipas de Proximidade e Apoio à Vítima e Programa Escola Segura, com a colaboração das Juntas de Freguesia da área (Junta De Freguesia da Ajuda, Junta de Freguesia de Belém, Junta de Freguesia de Alcântara, Junta de Freguesia de Campo de Ourique, Freguesia de Estrela) e do Amoreiras Shopping Center, onde se encontra sediada na Praça Central.

O projeto desta exposição pretendeu sensibilizar a comunidade para a problemática da violência exercida contra as mulheres e a necessidade de políticas globais que denunciem e erradiquem este flagelo. A violência de género tornou-se num problema global, que afeta essencialmente mulheres. Um problema social, presente no nosso país e que se manifesta nas mais diversas formas tanto física, sexual, psicológica, económica ou social e que não se limita à violência doméstica, englobando também todas as formas de assédio sexual, a perseguição, a mutilação genital feminina ou o próprio casamento forçado.

A Polícia de Segurança Pública presta especial reconhecimento e agradecimento a todas as mulheres que aceitaram a dar “voz” a esta causa, o que seguramente contribuirá para dar voz a muitas mais mulheres que são vítimas de violência.

Exposição “Em tempo de máscaras quem fala são os olhos”

A Divisão Policial de Oeiras apresentou uma exposição fotográfica onde a linguagem da expressão plástica se alia ao olhar de uma fotografia no Parque dos Poetas em Oeiras.

No âmbito do Programa Apoio 65 – Idosos em Segurança, os Polícias desenvolveram ao longo dos últimos meses o referido projeto cujo método que alicerçou este trabalho foi o conjunto de contactos com idosos e outros grupos vulneráveis da comunidade, aqueles que mais sofreram com as consequências da pandemia.

Em cada máscara estão espelhados os sentimentos que cada um deles viveu em tempo de pandemia, os seus medos, as suas interrogações e, sobretudo, as suas esperanças. Como se a arte que as fez lhes retirasse o sentido de mordaça e de distanciamento para as transformar em liberdade e comunicação.

O projeto contou com a pareceria da Juntos Por Mais (um projeto que acolhe 45 Instituições do concelho de Oeiras que trabalham na área dos idosos), da ProAtlântico – Associação Juvenil, do Instituto Português do Desporto, dos Bombeiros Voluntários do Dafundo, da Pastelaria Púcaro Doce, do Município de Oeiras e da União de Freguesias de Oeiras, Paço de Arcos e Caxias, sendo os convidados as IPSS do Concelho de Oeiras, Lares e Associações de Deficiências.

A apresentação pública das exposições na cidade da Amadora, ocorrerá no dia 14 de novembro pelas 15h00.

Imagem: PSP.

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Câmara de Lisboa reforça investimento em projetos educativos com mais de 950 mil euros

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A Câmara Municipal de Lisboa (CML) aprovou hoje, em reunião pública, duas propostas que reforçam o investimento municipal em projetos educativos nos próximos dois anos letivos, num montante superior a 950 mil euros.

As medidas aprovadas contemplam a criação do concurso “Escola Acontece”, integrado no Programa de Sucesso Escolar ELEVA-TE, e o reforço da Orquestra Geração Lisboa, duas iniciativas que visam promover o sucesso educativo, a inclusão e o desenvolvimento das crianças e jovens da cidade.

“Continuamos a reafirmar a educação como uma das prioridades deste executivo. As propostas hoje aprovadas refletem uma aposta em projetos que complementam o trabalho desenvolvido nas escolas e que contribuem para a construção de percursos educativos mais inclusivos e promotores do sucesso escolar”, afirma o vereador com o pelouro da Educação, Rodrigo Mello Gonçalves.

O concurso “Escola Acontece”, cuja primeira edição decorrerá no ano letivo 2026/2027, destina-se a todas as escolas da rede pública de Lisboa, desde o 1.º ciclo do ensino básico até ao ensino secundário. Através desta iniciativa, a Autarquia pretende apoiar projetos extracurriculares que respondam às necessidades concretas de cada escola, promovendo a autonomia, a criatividade, a inclusão e a participação ativa de alunos, professores, famílias e restantes agentes da comunidade educativa.

Envolvendo um investimento de 618 mil euros, incluindo financiamento comunitário, o concurso abrangerá projetos de áreas distintas, designadamente expressões artísticas, teatro, música, dança, desporto, sustentabilidade, ambiente, ciências, tecnologia, cidadania, saúde e bem-estar, entre outros.

O executivo aprovou igualmente o reforço da Orquestra Geração Lisboa, garantindo a continuidade daquele que é um dos mais relevantes projetos de inclusão social através da música desenvolvido na cidade.

Com um investimento global superior a 339 mil euros para os próximos dois anos letivos (157 mil e 182 mil para 2026/2027 e 2027/2028, respetivamente), o reforço financeiro face a anos anteriores permitirá alargar a abrangência do projeto a cerca de 600 crianças e jovens, reforçando especialmente a inclusão através da expansão da Orquestra de Afetos nos jardins de infância, para crianças dos 3 aos 6 anos.

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Universidade do Algarve conclui obras de eficiência energética no Edifício 1 do Campus de Gambelas

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A Universidade do Algarve realizou um conjunto de intervenções no Edifício 1 do Campus de Gambelas, cujo investimento total foi superior a 1,2 milhões de euros. As diversas empreitadas realizadas com este objetivo encontram-se todas concluídas.
Estas intervenções são financiadas pelo Fundo Ambiental, através do Programa de Eficiência Energética em Edifícios da Administração Pública Central – Apoio à Renovação Energética dos Edifícios da Administração Pública Central, do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Para tornar o edifício mais eficiente em termos energéticos foram feitas intervenções ao nível do isolamento térmico da cobertura, da substituição de vãos envidraçados, do sistema de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado (AVAC) e foi instalado um sistema solar fotovoltaico. Além da eficiência energética, as ações levadas a cabo, que se complementam, permitirão melhorar as condições de habitabilidade, conforto, redução de custos e redução de CO2.

É objetivo da Universidade do Algarve implementar medidas que fomentem a sustentabilidade e a eficiência energética, bem como reforçar a produção de energia de fontes renováveis em regime de autoconsumo, contribuindo para a melhoria do desempenho energético e ambiental dos edifícios em causa. Pretende-se que as medidas adotadas possam conduzir, em média, a pelo menos 30% de redução do consumo de energia primária no edifício agora intervencionado.

O edifício em causa foi construído em 1993 e apresentava fragilidades em termos de eficiência energética. As intervenções tiveram como objetivo melhorar o conforto e bem-estar da comunidade académica, designadamente estudantes, investigadores, docentes e funcionários, introduzindo mecanismos que permitirão uma melhor economia e eficiência na utilização de recursos. O edifício tem duas grandes funcionalidades: o ensino e a investigação, tendo para o efeito salas de aulas, gabinetes, salas de reuniões, laboratórios de investigação e um auditório.

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Especialista assegura: abertura do mercado aéreo no Mercosul poderá aumentar concorrência e baixar tarifas

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O memorando de cooperação para reforçar a integração do transporte aéreo no Mercosul, assinado pelo Brasil esta semana, voltou a colocar em discussão a possibilidade de companhias aéreas estrangeiras operarem rotas domésticas noutros países do bloco. Para Luiz Moura, conselheiro de Turismo da FecomercioSP e especialista em gestão de viagens corporativas, a medida poderá trazer benefícios para os passageiros, desde que seja acompanhada por um enquadramento regulatório capaz de assegurar condições de concorrência equilibradas.

Na perspetiva do especialista, a abertura do mercado representa uma oportunidade para dinamizar o setor da aviação na região, aumentando a oferta de ligações e promovendo uma maior competitividade entre operadores, além de que o principal impacto positivo será sentido pelos passageiros.

“Quanto mais empresas disputam um mercado, maior tende a ser a oferta de voos e mais competitivos ficam os preços. Para o passageiro, esse costuma ser o principal benefício de uma abertura como essa”, declarou.

Apesar desse potencial, Luiz Moura realça que o processo deverá ser conduzido com prudência, tendo em conta as profundas diferenças económicas existentes entre os países do Mercosul.

Segundo explica, empresas sediadas em mercados mais robustos poderão dispor de maior capacidade financeira, melhores condições de investimento e maior margem para praticar tarifas reduzidas durante mais tempo, colocando pressão adicional sobre as companhias nacionais de economias menos desenvolvidas.

“Uma companhia que atua em um mercado economicamente mais forte pode ter mais recursos para sustentar uma operação noutro país. Isso pode criar uma competição desigual com empresas locais, que operam em uma realidade completamente diferente”, alertou.

O especialista recorda também que modelos semelhantes já existem noutras regiões, sobretudo na União Europeia, onde várias companhias operam voos domésticos em diferentes Estados-membros. Ainda assim, considera que a realidade europeia não pode ser transposta automaticamente para a América do Sul.

“Na Europa, os países têm níveis de desenvolvimento mais próximos e, em grande parte do bloco, compartilham a mesma moeda. No Mercosul, convivemos com economias muito diferentes, moedas distintas e realidades financeiras bastante desiguais. Isso pode produzir efeitos diferentes dos observados no mercado europeu”, vincou.

Neste contexto, Luiz Moura considera determinante o trabalho do grupo técnico previsto no memorando de cooperação, responsável por definir as regras que irão enquadrar a abertura do mercado regional.

Na sua opinião, o sucesso da medida dependerá da criação de mecanismos capazes de proteger a competitividade das companhias nacionais sem impedir os benefícios esperados para os consumidores.

“A abertura tende a ser positiva para quem viaja, desde que exista um ambiente regulatório capaz de equilibrar a competição entre empresas que partem de condições econômicas muito diferentes”, concluiu.

Ígor Lopes

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