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Atualidade

Vencedor do Barcelos Florido arrecada 500 euros

Concurso contou com 32 participantes

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António Manuel Faria Ribeiro Novo, morador no Largo da Igreja, em Barcelinhos, é o grande vencedor do concurso Barcelos Florido edição 2022. Na segunda posição, ficou Maria da Conceição Faria Durães Silva, também do Largo da Igreja, Barcelinhos, enquanto Alzira Alves Costa, da Rua Miguel Bombarda, Barcelos, conquistou o terceiro lugar.

Na edição deste ano, deste popular concurso, e que decorreu entre 15 abril e 15 de julho, participaram 35 concorrentes, sendo que os primeiros 20 classificados têm todos direito a prémios pecuniários. Desta forma, o concorrente que obteve o primeiro lugar ganhou 500 euros, o segundo da tabela arrecadou 400 e o terceiro posto teve direito a 300 euros. Todos os outros concorrentes que conseguiram ficar nos 20 primeiros também têm direito a prémio, cujo valor vai decrescendo, conforme o lugar que têm na tabela.

Além dos prémios individuais, foram também atribuídos prémios coletivos. Assim, o prémio de melhor rua foi para a Rua Miguel Bombarda, Barcelos, e do de melhor largo para o Largo da Igreja, Barcelinhos, que tiveram direito a 350 euros cada.

Recorde-se que o concurso Barcelos Florido já leva 18 edições e é uma iniciativa do Município de Barcelos, promovida através do pelouro do Turismo. O objetivo deste concurso é contribuir para a atratividade turística à cidade de Barcelos e freguesias de Barcelinhos e Arcozelo, potenciando o embelezamento e decoração das janelas e varandas com flores naturais.

O evento é um dos concursos mais antigos na região e tem potenciado o envolvimento da comunidade na valorização das ruas, recantos e praças destes espaços urbanos, nomeadamente nas áreas de menor frequência turística, promovendo a sua dinamização e atratividade, e este ano a área foi alargada à freguesia de Arcozelo.

Este evento tem enriquecido a qualidade da experiência turística de quem passa por Barcelos, valorizando a qualidade da imagem da cidade, com ganhos para o seu posicionamento turístico na região.

Para efeitos de avaliação, o júri teve em atenção a riqueza e harmonia do conjunto floral atendendo à utilização de plantas exteriores, sendo excluídas as plantas exóticas e de interior, bem como flores artificiais; harmonia com a fachada do edifício; variedade das flores apresentadas; diversidade das cores das flores; criatividade e originalidade da composição cénica do conjunto; estado de conservação (fitossanitário) das flores; uso de artefactos de cariz típico relacionado com a nossa identidade, cultura e tradição; regularidade das varandas floridas ao longo do ano; adequação da composição ao exposto no artigo 13º, quando aplicável; inovação face às composições apresentadas no ano anterior.

Podem participar, neste concurso, todos os residentes e proprietários das casas comerciais, a título individual e pessoas a título coletivo (condomínios e outros) das áreas elegíveis no concurso. Todavia, não são admitidas montras e/ou entradas comerciais, aceitando-se em exclusivo varandas, sacadas e janelas.

Classificação final do concurso Barcelos Florido

1º lugar: António Manuel Faria Ribeiro Novo – Largo da Igreja, Barcelinhos

2º lugar:  Maria da Conceição Faria Durães Silva – Largo da Igreja, Barcelinhos

3º lugar: Alzira Alves Costa – Rua Miguel Bombarda, Barcelos

4º lugar: Cooperativa Agrícola de Barcelos – Rua Fernando Magalhães, Barcelos

5º lugar: Maria Natércia Pacheco – Rua Miguel Bombarda

6º lugar: José Carlos Rodrigues Loureiro – Avenida Paulo Felisberto, Arcozelo

7º lugar: Sandra Elisabete Fernandes Longras (Casa Dourada) – Rua do Poço, Barcelos

8º lugar:  Paula Maria Pereira Perestrelo – Rua Brito Limpo, Barcelinhos

9º lugar: Maria Emília Vilas Boas da Silva – Rua Miguel Bombarda, Barcelos

10º lugar: Maria Ricardina Garrido Mateus – Largo da Igreja, Barcelinhos

11º lugar: João Boaventura Simões Negrão – Praça de Pontevedra, Barcelos

12º lugar: Maria da Conceição Amaral Durães Rodrigues – Travessa do Moutilhão, Barcelinhos

13º lugar: João Miguel Miranda Fernandes Sá – Avenida da Liberdade, Barcelos 

14º lugar: Agrupamento de Escolas Gonçalo Nunes – Avenida João Duarte, Arcozelo

15º lugar:  Lar Nossa Senhora da Misericórdia – Rua Dr. Santos Júnior, Barcelos

16º lugar:  Maria Alice Machado Gonçalves – Largo Marechal Gomes da Costa, Arcozelo

17º lugar: Lar da Misericórdia – Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, Barcelos

18º lugar: Maria Rosa Monteiro da Costa – Rua Silva Vieira, Barcelos

19º lugar: Hotel Lar Condes de Barcelos – Rua Arq. Borges Vinagre, Barcelos

20º lugar: Maria Cândida da Torre Esteves Coutinho – Rua Elias Garcia, Arcozelo

MELHOR RUA – Rua Miguel Bombarda, Barcelos

MELHOR LARGO – Largo da Igreja, Barcelinhos.

Foto: CMB.

Açores

Ponta Delgada: José Andrade apresenta livro sobre as comunidades açorianas da América do Norte

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A Livraria Letras Lavadas, em Ponta Delgada, Açores, recebe na próxima terça-feira, dia 4 de agosto, às 18 horas, o lançamento do livro “An Unending Bridge – The Azorean Islands of North America”, ou “Uma Ponte Sem Fim – As Ilhas Açorianas da América do Norte”, em tradução livre, da autoria de José Andrade, autor e diretor regional das Comunidades do Governo dos Açores. A obra foi traduzida e prefaciada por Diniz Borges, que estará presente na sessão para apresentar este novo trabalho de José Andrade.

Segundo apurámos, “trata-se de uma coletânea de 35 crónicas sobre as comunidades açorianas radicadas nos Estados Unidos da América, Canadá e Bermuda”.
Este livro é uma coedição da editora americana Bruma Publications, pertencente ao Instituto Português Além-Fronteiras da Universidade do Estado da Califórnia em Fresno, e da editora açoriana Letras Lavadas, com sede em Ponta Delgada.

No prefácio do livro, Diniz Borges escreve que “os Açores e a América do Norte tornaram-se arquipélagos-espelho, cada um moldando o outro, cada um descobrindo-se através do reflexo do outro. No cerne desta obra está a missão de José Andrade — a incansável construção de pontes entre os Açores e a sua diáspora”.

“Como escritor, cronista e embaixador cultural, Andrade dedicou grande parte do seu trabalho a afirmar que os Açores não terminam nas suas costas. Através dos seus ensaios, conferências e diálogos entre comunidades, ajudou ambos os lados do Atlântico a reconhecerem-se não como parentes distantes, mas como partes de um mesmo corpo vivo”, conclui o professor açor-americano.

Este livro, integralmente escrito em inglês, é especialmente dedicado e destinado às novas gerações açordescendentes da América do Norte, que já não falam nem compreendem a língua portuguesa, mas que têm curiosidade de conhecer o essencial da cultura identitária dos seus pais e avós.

“Este livro é especialmente dedicado e destinado às novas gerações da diáspora açoriana da América do Norte – os filhos e netos dos nossos emigrantes dos Estados Unidos, Canadá e Bermuda, que já nasceram nesses países, nalguns casos nem falam ou compreendem a língua portuguesa, mas têm vontade e interesse de conhecer e viver a cultura identitária dos seus pais e avós, honrando o sangue açoriano que lhes corre nas veias em nome de uma Açorianidade sem fronteiras”, afirmou o autor José Andrade, que, apesar de ser diretor Regional das Comunidades do Governo dos Açores desde dezembro de 2020, iniciou a sua ligação à diáspora açoriana em funções anteriores como vereador da Cultura da Câmara Municipal de Ponta Delgada ou, ainda, enquanto deputado à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.

Andrade soma cerca de 40 livros publicados, alguns dos quais diretamente relacionados com as comunidades açorianas e editados pela Letras Lavadas: “Conversas da Diáspora – 50 açorianos pelo mundo” (2024), “Transatlântico II – Açorianidade & Interculturalidade” (2024), “Transatlântico – As Migrações nos Açores” (2023), “John Correia – De Aprendiz de Canalizador a Presidente do Senado” (2019), “Açores no Mundo” (2017) e “Senhor Santo Cristo dos Milagres – De Ponta Delgada para o Mundo” (2013).

Ígor Lopes

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Festas do Mar 2026: O Festival de verão mais perto do Atlântico de regresso à Baía de Cascais

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As Festas do Mar estão de volta de 20 a 30 de agosto e arrancam, logo na primeira noite, com Daniela Mercury, uma das maiores vozes da música lusófona que, 16 anos depois, regressa ao festival mais perto do Atlântico. Serão oito noites inesquecíveis para animar o final do verão em Cascais com concertos gratuitos, gastronomia, artesanato e momentos de tradição.

Nesta edição sobem ao palco alguns dos nomes mais populares da música portuguesa, entre os quais Os Quatro e Meia, Diogo Piçarra, Dillaz, Matias Damásio e David Fonseca.

Ao longo de 10 dias, as celebrações estendem-se entre a Cidadela e o Jardim Visconde da Luz, oferecendo experiências e memórias para toda a vida. De quinta-feira a domingo, os concertos decorrem em três palcos distintos, com cinco atuações por dia, incluindo espetáculos dedicados ao público infantil.

O encerramento das Festas do Mar, a 30 de agosto, volta a juntar música, tradição e espetáculo. A Procissão em honra de Nossa Senhora dos Navegantes é um dos momentos mais emblemáticos do evento. A programação culmina com a atuação da Orquestra Sinfónica de Cascais e o habitual espetáculo de fogo de artifício.

Os utilizadores do Cartão Viver Cascais, disponível para residentes, trabalhadores e estudantes, voltam a ter acesso a uma área exclusiva junto ao Palco Cascais.

No ano em que Cascais é Capital Europeia da Democracia, mais de 30 concertos passam pelos palcos Cascais e Super Bock, reunindo artistas de diferentes gerações e estilos musicais.

CARTAZ FESTAS DO MAR 2026  

Palco Cascais | 19h, 20h, 22h  

20 de agosto | Carolina Quintas | Carlão | Daniela Mercury

21 de agosto | Elisa | Marisa Liz | Os Quatro e Meia 

22 de agosto | Carlota Ulrich | Miguel Gameiro & Pólo Norte | Diogo Piçarra

23 de agosto | Afonso Cabral | Fingertips | Dillaz

27 de agosto | Fado à Janela | Diana Vilarinho | Luís Trigacheiro | Em Casa d’Amália

28 de agosto | Lara Afonso | João Pedro Pais | David Fonseca

29 de agosto | Maria León | Stewart Sukuma | Matias Damásio

30 de agosto | Murta | DJ Kamala | Sinfónica de Cascais

Palco Super Bock | Cidadela | 18h

20 de agosto | Ema Monteiro 

21 de agosto | David Garcez  

22 de agosto | Romeu Bairos  

23 de agosto | Patrícia Duarte  

27 de agosto | João Castilho  

28 de agosto | Mariana Lucas

29 de agosto | Marta do Carmo  

30 de agosto | Vencedor do Concurso Talenta-te

Mais informações em cascais.pt

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Rio de Janeiro cria política estadual para incentivar a produção de uva, de vinho e do enoturismo

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O governo do Estado do Rio de Janeiro, no Brasil, sancionou a Lei 11.292/26, que cria a Política Estadual de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Uva, do Vinho e do Enoturismo. A norma foi publicada no Diário Oficial de 23 de julho e institui um programa de incentivo para “integrar a produção agrícola, a pesquisa e a atividade turística ligadas ao setor”.

A lei também cria as Zonas de Desenvolvimento Vitivinícola (ZDVs), áreas prioritárias para receber ações do programa estadual. Para obter o reconhecimento, os municípios deverão comprovar vocação para a atividade, o que inclui ter pelo menos três unidades de cultivo em operação ou implantação. Além disso, precisam apresentar um estudo técnico sobre as condições de solo e clima. Também devem manter integração com a atividade turística.

Segundo o texto da Lei, o Estado fluminense possui 42 empreendimentos ligados à produção de uvas e vinhos em diferentes estágios de implantação, distribuídos por municípios como Petrópolis, Areal, Paraíba do Sul, Teresópolis e Valença.

Segundo apurámos, a política poderá ser financiada com recursos previstos no orçamento, convénios, editais, emendas parlamentares e parcerias com instituições públicas e privadas. A lei também autoriza a Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro a criar linhas de crédito específicas para o setor, considerando o ciclo de produção da videira.

O governador do Estado do Rio de Janeiro em exercício, Ricardo Couto, vetou os dispositivos que criavam o Conselho Estadual de Vitivinicultura e Enoturismo. Na justificativa, o Executivo afirmou que “a criação e a regulamentação de um órgão consultivo e deliberativo interferem na organização administrativa do Estado e devem ser tratadas pelo próprio governo durante a implementação da política”.

Ígor Lopes

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