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Universidade Católica no Porto recebe certificado “Coração Verde” concedido pela Lipor

Reconhecimento das boas práticas de promoção da prevenção e reciclagem de resíduos na Católica no Porto

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A Universidade Católica no Porto foi distinguida pela Lipor com o certificado “Coração Verde”, como reconhecimento pelas boas práticas de promoção da prevenção e reciclagem de resíduos no campus. A sessão de entrega do certificado decorreu na Universidade Católica Portuguesa no Porto e contou com a presença de Isabel Braga da Cruz, presidente da Universidade Católica no Porto, de Filipe Araújo, vice-presidente da Câmara Municipal do Porto e membro do conselho de administração da Lipor, e de Fernando Leite, CEO da Lipor.

Isabel Braga da Cruz, presidente da Universidade Católica no Porto, enalteceu o papel de todos no percurso que levou à atribuição do “Coração Verde”, reiterando que este “é o reconhecimento de que a Universidade e a sua comunidade estão empenhadas em reduzir a pegada ecológica e em contribuir para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)”. Filipe Araújo, vice-presidente da Câmara Municipal do Porto e membro do conselho de administração da Lipor, elogiou o trabalho desenvolvido pela Católica no Porto, salientando que “este é um processo contínuo de mudança que deve ser liderado por todos em prol de um bem comum.

A Universidade Católica no Porto tem mantido um olhar atento ao contínuo desafio da otimização dos processos de gestão ambiental. Neste sentido, em janeiro de 2019, com o objetivo de reforçar o seu compromisso com a sustentabilidade, a Universidade iniciou o processo para obtenção do Certificado “Coração Verde” junto da Lipor. Através desta cooperação, os resultados são visíveis: alteração de comportamentos na deposição seletiva de resíduos; melhoria na qualidade da separação efetuada; envolvimento de estudantes, colaboradores e investigadores nas opções das áreas de maior influência; eliminação significativa de pontos de deposição de resíduos indiferenciados desnecessários; colocação de novos pontos de recolha seletiva, em especial de plástico/metal; reforço dos pontos de recolha de papel/cartão, nomeadamente junto de todas as impressoras e dos gabinetes; uniformização dos equipamentos de deposição, solução com aproveitamento de contentores existentes, aquisição de novos contentores complementados com a colocação de contentores fornecidos pela Lipor; melhoria da recolha seletiva nos laboratórios de investigação e na recolha das áreas académicas e espaços de restauração, entre muitos mais aspetos.

Seguiu-se uma mesa redonda sobre o tema “A Sustentabilidade na Universidade Católica no Porto”. Célia Manaia, vice-presidente da Católica no Porto, moderou uma conversa entre especialistas que deram exemplos da abordagem ao tema Sustentabilidade.   As iniciativas pioneiras “Cadeiras ODS” e “A Natureza em Sala de Aula” foram dois exemplos trazidos para ilustrar o que se tem vindo a fazer ao nível do ensino.  Helena Gonçalves, docente da Católica Porto Business School, explicou que, na iniciativa pioneira da Universidade Católica, as cadeiras ODS são pautadas por uma forte interdisciplinaridade, ministradas por docentes de diferentes áreas do conhecimento para estudantes de diferentes cursos dos 4 campi da Católica. Marisa Costa, docente da Faculdade de Educação e Psicologia, explicou como se pode incutir nos mais jovens, simultaneamente, o gosto pela natureza e pelo conhecimento através de aulas que decorrem na Natureza. Ezequiel Coscueta, investigador do Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF), explicou como a investigação e a inovação podem dar valor ao que temos vindo a considerar desperdício, os ditos subprodutos industriais que podem ganhar uma nova vida na indústria cosmética, farmacêutica ou alimentar, reintegrando assim a economia. Carlos Ferreira, investigador do projeto Alchemy do Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF), referiu como todos podemos ser embaixadores de sustentabilidade, dando o exemplo de opções como os orçamentos participativos, como forma de incentivo à criatividade e proatividade no desenvolvimento de soluções promotoras de sustentabilidade. No final da mesa redonda, todos concordaram que ainda há um longo caminho a percorrer, mas que se cada um conseguir fazer o seu papel, estaremos mais perto de contribuir para o cumprimento dos grandes objetivos europeus: reduzir as emissões de gases com efeito de estufa até 2030 e alcançar a neutralidade climática até 2050.

A sessão de entrega do Certificado “Coração Verde”, que se realizou a 6 de janeiro num Auditório do Edifício Américo Amorim da Universidade Católica Portuguesa no Porto, contou com a presença da presidente da Universidade Católica no Porto, Isabel Braga da Cruz; do vice-presidente da Câmara Municipal do Porto e administrador da Lipor, Filipe Araújo; do CEO da Lipor, Fernando Leite; de um membro da WEGHO, Elsa Alves; e da diretora de infraestruturas da Universidade Católica no Porto, Isabel Figueiredo.

Foto: UCP.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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