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Tesouros do “Nosso Mar” para conhecer e preservar com a ajuda da realidade aumentada (RA)

Atividade infantil gratuita do MAR Shopping Matosinhos realiza-se entre 10 e 31 de agosto

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Entre 10 e 31 de agosto, o MAR Shopping Matosinhos convida a mergulhar no nosso maravilhoso mar e a explorar a sua incrível imensidão. Sabias que no mar existem verdadeiros tesouros (e não estamos a falar de arcas de ouro afundadas por piratas)? E que sem os oceanos não seria possível viver na Terra? Pois bem, já deves ter percebido que o mar está cansado de lutar contra a poluição, a pesca excessiva, o aquecimento das águas que mata as suas espécies. É urgente preservá-lo. E contamos contigo para iniciar esta aventura. Pronto para zarpar?!

Na segunda metade de agosto, o MAR Shopping Matosinhos tem reservadas para ti várias atividades integradas na iniciativa “nosso mar”, que inclui uma exposição, jogos, ateliers, mergulho virtual na imensidão do oceano, entre outras. Acontecerão no Atrium (piso 0) e, através delas vais sentir-te a “mergulhar” no mar. Através de RA, vais poder conhecer a beleza e a complexidade do oceano de uma forma imersiva.

VR 360º “Mergulho”

É uma experiência interativa e imersiva, que te permitirá explorar o oceano e sentir que estás nas suas profundezas dentro de um ambiente 360º virtual. Será um verdadeiro mergulho virtual e poderás acompanhar o mesmo no ecrã presente no espaço.

Exposição “nosso mar”

A poluição é uma questão global e afeta os oceanos e mares em todo o mundo. Os esforços para reduzir e mitigar o seu impacto são cruciais para proteger a saúde do nosso planeta. Sabes porquê? É que são as águas do mar que “temperam” os padrões de temperatura e clima da Terra. Sem elas, o nosso Planeta arderia literalmente… Além disso, os oceanos abrigam uma enorme quantidade de biodiversidade, que é crítica para o equilíbrio dos ecossistemas na Terra e, em última análise, para a própria existência do Homem. Só que poluentes como plásticos, produtos químicos e óleo estão a prejudicar a vida marinha e, por conseguinte, a perturbar a cadeia alimentar.

Esta exposição vai alertar-te para estes problemas, na esperança de que tu e todos os que te rodeiam abracem a missão de proteger o nosso querido mar, casa de espécies que sabemos que adoras como baleias, golfinhos, leões marinhos ou mesmo os pequeninos peixes-palhaço.

O espaço estará organizado em três módulos:

Tartarugas Marinhas

Sabias que elas são uma espécie de indicador da saúde do oceano? E quem lhes resiste? São tão fofinhas! O problema é que estamos a dificultar-lhes muito a vida. Além dos riscos normais que correm até chegar ao mar (como serem apanhadas por predadores), as tartarugas bebés enfrentam cada vez mais dificuldades para sobreviverem, nomeadamente, a iluminação artificial à beira-mar e a poluição, que são responsabilidade nossa.

Plásticos e microplásticos

Estes resíduos podem demorar centenas de anos a decompor-se, causando danos aos habitats e ecossistemas marinhos. Os animais marinhos estão a ficar enredados em resíduos plásticos, além de que muitas espécies, como aves e peixes, confundem-nos com alimentos, ingerindo-os. Tudo isto tem conduzido à morte de milhares de animais.

Recifes de corais

O aquecimento global está a fazer desaparecer os recifes de corais. Além de paisagens marinhas de enorme beleza que se estão a perder, os peixes herbívoros, que ajudam a controlar o crescimento das algas, vêem-se ameaçados pela falta de alimento. Fica ainda mais frágil o já delicado equilíbrio do ecossistema marinho.

Nos painéis da exposição, serão introduzidos ícones indicando a presença dos conteúdos da RA.

Jogo de pesca “O Lixo”

É um jogo educativo em que, além de perceberes o impacto negativo que tem a poluição na vida marinha, serás encorajado a reduzir o desperdício e, claro, a limpar o oceano, pescando o máximo de lixo, como garrafas de plástico, redes de pesca, entre outros.

Jogos digitais

“Jogo das Diferenças”, “Jogo dos Pares” e “Jogo Sabias Que” serão os jogos que terás à disposição. De uma forma divertida vais identificar problemas que afetam os oceanos e ficar cada vez mais sensibilizado para a sua importância e para contribuíres para que o nosso mar seja mais feliz!

Atelier “Amigos Marinhos”

Como nosso pequeno marujo que és, vais encontrar neste atelier a oportunidade de pintar, recortar e montar um “amigo marinho”.

Fotos na “boca de um tubarão” ou a “bordo de um submarino”

Sabemos que quererás recordar este momento para sempre. Por isso, terás dois espaços para registar fotografias, uma junto a um tubarão branco e outro junto a um submarino.

Estas atividades frescas e a bulir são todas para ti. E são do nosso mar.

“Matosinhos é um concelho com uma enorme ligação ao mar. Com o maior centro da indústria conserveira, onde há ainda uma comunidade piscatória dinâmica e nas nossas ruas ainda se houve o canto das varinas. Além disso, as atividades de lazer desta zona são muito ligadas à frente de mar. O nosso nome tem, aliás, inspiração neste grande recurso, que cabe a todos preservar. As crianças são as principais embaixadoras na transmissão desta mensagem”, explica Sandra Monteiro. A diretora geral do MAR Shopping Matosinhos acrescenta: “Fazendo parte do dia a dia de um grande número de pessoas, esforçamo-nos por cumprir as suas aspirações de uma vida melhor para cada um e para o nosso planeta.”

Horários “Nosso Mar”

Atrium (piso 0), MAR Shopping Matosinhos

10 a 31 de agosto

Segunda a sexta-feira: 14h00 – 20h00*

Sábados, Domingos e feriado: 11h00 – 13h00 e 14h00 – 20h00*

* Última entrada até 15 min. antes do fecho.

Entrada gratuita, sem limitação etária (exceto no Atelier “Amigos Marinhos”, destinado a maiores de 3 anos)

Lotação máxima de 40 (quarenta) pessoas.

Lotação máxima de 10 (dez) crianças nos ateliers.

Imagem: IC.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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