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Sintra entrega Prémios de Artes Visuais 2021

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A cerimónia de entrega de Prémios de Fotografia, Pintura e Escultura – D. Fernando II teve lugar esta sexta-feira, no MU.SA- Museu das Artes de Sintra, e marcou a abertura das exposições.

A mostra reúne os trabalhos premiados relativos à XVII Edição do Prémio de Pintura e Escultura de Sintra – D. Fernando II e VII Edição do Prémio de Fotografia de Sintra, e ficará em exibição no MU.SA até dia 27 de fevereiro.

Na entrega dos prémios esteve presente o presidente da autarquia de Sintra, Basílio Horta, que referiu que “é um momento de particular significado e alegria para nós entregar estas distinções. Mesmo num tempo difícil, é importante continuar a apoiar a cultura e a promover esta e outras iniciativas tão importantes para o nosso concelho e para as nossas comunidades”.

Nesta XVII Edição do Prémio de Pintura e Escultura de Sintra – D. Fernando II, o Prémio de Pintura foi atribuído a Natasha Carolina Correia Martins, pela obra “The Annunciation”; o Prémio de Escultura a Rui Filipe Freitas Ferreira, pela obra “Left Hand of God”, e o Prémio Revelação a Marco António Correia Pestana, pela obra “Col de Madaméte”.

Foram ainda entregues Menções Honrosas em Pintura a Henrique de Menezes Netto, pela obra “Eletro-Polvo # 1”; Hugo Miguel Cubo Gonçalves, pela obra “Sem Título”; Maria Correia Martins da Luz Costa, pela obra “O Verão de 2020”; Simão Monteiro Andrade, pela obra “Arquétipo da Imperfeição”; Tomás Maria Girão Marques Rodrigues Serrão, pela obra “The wall painter”, e Luís Manuel Andrade de Sousa Rocha, pela obra “Sem Título”.

Por sua vez, foram atribuídas duas Menções Honrosas em Escultura a Carolina Sofia dos Santos Rocha, pela obra “Tenho vozes na cabeça”, e a Raquel Filipa Ferreira Cândido, pela obra “Forma (ó/ô) III)”.

No que respeita à VII Edição do Prémio de Fotografia de Sintra 2021, o 1º lugar foi entregue a Nicoleta Sandulescu, pelo conjunto de obras fotográficas “Casa Corpo I” e “Casa Corpo II”. O 2º e 3º lugar foram atribuídos a Pedro Miguel das Neves Madeira, pelo conjunto de obras fotográficas “Um instante no tempo” e “Nas entre linhas”, e a Luís Manuel Marques Espinheira pelo conjunto de obras fotográficas “Constelação Lincoln” e “Toxic”, respetivamente.

Foram também atribuídas menções honrosas aos seguintes autores: Ana Patrícia Quitério Simões pela obra fotográfica “Sombras II”; Carolina Inái Coelho Soares Gomes pela obras fotográfica “Fluência”; Carlos Apolo Martins pela obra fotográfica “Sapiens XXI”; Duarte Gersão Moreno Perry da Câmara pela obra fotográfica “Abrigo”; Fábio Miguel Lourenço Roque pela obra fotográfica “Sankofa # 2”; Gonçalo Cleto da Silva pela obra fotográfica “What is left from an empty home # 2”; João Coutinho pela obra fotográfica “O grito silencioso”; Maria Manuela Ribeiro Videira pela obra fotográfica “NRP”; Maria de Lurdes Cerqueira Gozalo e Silva pela obra fotográfica “Pesadelo II”; Pedro Luís Vieira de Castro Alves pela obra fotográfica “Doll”; Paulo Jorge da Costa Leitão pela obra fotográfica “Dureza de ser árvore” e Rafael Batista pela obra fotográfica “Namaz”.

A Câmara Municipal de Sintra promove a realização dos Prémios de Pintura e Escultura de Sintra – D. Fernando II, com o objetivo difundir e apoiar a atividade plástica e divulgar a identidade cultural e artística no município, promovendo a criação de novas linguagens e tendências estéticas.

Os Prémios de Fotografia pretendem reconhecer a importância da fotografia na cultura contemporânea como forma de criação plástica, de intervenção na realidade e testemunho, que lhe confere um estatuto único como documento cultural e social.

Confira os trabalhos premiados de 2021:

Prémios de Pintura e Escultura de Sintra – D. Fernando II

https://cloud.cm-sintra.pt/s/H9rf7woL5TsGr2y

Prémios de Fotografia de Sintra

https://cloud.cm-sintra.pt/s/R4NSJgdeeep6WCa

Foto: DR.

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Município de Barcelos distinguido como “Autarquia Familiarmente Responsável” e “Autarquia Amiga das Famílias”

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O Município de Barcelos foi distinguido, uma vez mais, como “Autarquia + Familiarmente Responsável 2022”, uma nomeação atribuída pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis. O vereador António Ribeiro, do pelouro da Ação Social, recebeu a bandeira que assinala esta distinção, em representação da autarquia, numa cerimónia que decorreu, na tarde de anteontem (26), no Auditório da Fundação FEFAL, na cidade de Coimbra. 

Segundo António Ribeiro, estas distinções reconhecem as boas-práticas no âmbito das políticas familiares dos municípios e, no caso de Barcelos, foram atribuídas pelo trabalho da Câmara Municipal, enquanto entidade empregadora, na adoção de medidas que facilitam a conciliação da vida familiar e laboral dos seus trabalhadores.

Nesse sentido, o reconhecimento pelo trabalho efetuado levou a que a Câmara de Barcelos tenha sido distinguida com a “Bandeira com Palma”, por ter recebido o prémio três ou mais anos consecutivos. Entretanto, além desse prémio, e, pela primeira vez, o Município de Barcelos recebeu, adicionalmente, o certificado de “Autarquia Amiga das Famílias”, após ter aderido à Rede Europeia de Autarquias Amigas da Família, que agrega 80 municípios de oito países.

Recorde-se que o Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis é uma iniciativa da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, em parceira com Instituto da Segurança Social. Tem como principais objetivos acompanhar, galardoar e divulgar as melhores práticas das autarquias portuguesas em matéria de responsabilidade familiar.  

Foto: CMB.                                                                                         

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CNA repudia decisão do Governo de extinguir Secretaria de Estado da Agricultura: “é mais uma peça do desmantelamento do Ministério”

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A CNA – Confederação Nacional da Agricultura “repudia, veementemente, a extinção da Secretaria de Estado da Agricultura e exige a revogação desta decisão o mais urgentemente possível”.

“Acabar com a Secretaria de Estado da Agricultura, para além de que revela de evidente desvalorização de um setor central na economia nacional e na ocupação do território, é dar mais uma machadada no Ministério da Agricultura, que, assim, se vai paulatinamente extinguindo, o que constitui um erro gravíssimo com consequências desastrosas para os agricultores e para o país”, acusa.

Com esta decisão, o Ministério da Agricultura, “mais uma vez, perde capacidade de intervenção e coordenação política e técnica, numa altura em que os agricultores passam por enormes dificuldades, com quebras brutais de rendimentos (mais de 11%, segundo o INE), e quando se inicia a aplicação do PEPAC (Plano Estratégico Nacional da Política Agrícola Comum), que inclui mais exigências e penalizações para os pequenos produtores”, continua.

A Secretaria de Estado da Agricultura “não é uma mera ‘pasta’ no papel, faz falta aos Agricultores e ao país”, e a CNA não compreende o que mudou para que, “no espaço de três semanas, sem qualquer consulta aos representantes do setor ou debate na sociedade portuguesa, o Governo tenha deixado de considerar necessária a sua existência. E as desculpas entretanto apresentadas pelo Governo, além de não convencerem, só confirmam que não há intenção de voltar atrás”.

“Estamos perante uma queda em dominó, depois da transferência de competências (que na prática as liquida) das Direções Regionais de Agricultura e Pescas para as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional”, alerta.

“Repudiamos mais este passo na destruição do tecido produtivo que alimenta a população”, afirma a CNA.

A CNA reafirma que o setor agrícola e o País “precisam de um Ministério da Agricultura forte e operativo, incluindo as áreas das Florestas e do Desenvolvimento Rural, e capaz de dar as respostas necessárias aos agricultores, e isso só se faz, também, com uma Secretaria de Estado para a Agricultura”

A CNA reafirma, ainda, que, “a par da existência de um Ministério da Agricultura forte e operativo, próximo dos agricultores, é preciso mudar de políticas para o sector agroflorestal e para o Mundo Rural, de forma a dar resposta aos desafios que os agricultores estão hoje a enfrentar”.

Foto: DR.

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Anadia prorroga transferência de competências no domínio da ação social

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A Câmara Municipal de Anadia deliberou, por unanimidade, na reunião de executivo realizada esta quinta-feira, 26 de janeiro, propor à Assembleia Municipal a prorrogação do prazo de transferência de competências no domínio da Ação Social até ao mês de abril, uma vez que não se encontram reunidas as condições necessárias ao exercício das referidas competências.

A presidente da Câmara Municipal de Anadia, Maria Teresa Cardoso, considera que o Decreto-Lei nº 55/2020 “continua a suscitar dúvidas relativamente às matérias a transferir, existindo uma ausência de clareza quanto à sua operacionalização, necessária para que o Município possa avaliar as implicações financeiras, humanas e organizacionais”. Daí que, no seu entendimento, “não se encontrem reunidas as condições para que o Município de Anadia, responsavelmente e na defesa dos interesses da autarquia e das populações, possa assumir as competências que se pretendem transferir com o mencionado diploma legal”.

A proposta aprovada vai agora ser enviada à Assembleia Municipal de Anadia, para análise e votação, em sessão que deverá realizar-se no decorrer do próximo mês de fevereiro. A decisão será, posteriormente comunicada à Direção Geral das Autarquias Locais.

Foto: CMA.

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