Connect with us

Atualidade

Sintra aprova Estratégia Local de Habitação

Publicado

on

A Assembleia Municipal de Sintra aprovou, por unanimidade, na última quinta-feira, a Estratégia Local de Habitação de Sintra, que dará resposta às necessidades dos munícipes em termos de habitação e que beneficiará 3.100 famílias, num investimento de cerca 179 milhões de euros.

A Estratégia Local de Habitação visa garantir condições de acesso a uma habitação condigna às pessoas que não dispõem de capacidade financeira para aceder a uma solução habitacional adequada, devendo o município definir a sua estratégia local em matéria de habitação e priorizar as soluções habitacionais que pretende ver desenvolvidas.

Assim, foi elaborado pela autarquia a estratégia local de intervenção em matéria de política de habitação para o município de Sintra que prevê um investimento de 179 milhões de euros nos próximos cinco anos e a reabilitação de 1.650 fogos municipais existentes e um aumento de 1.453 novos fogos pela via da aquisição ou construção. As intervenções previstas abrangem cerca de 3.103 fogos.

Para o presidente da autarquia, Basílio Horta, “a habitação é um bem essencial à vida das pessoas. Mais de que um local de satisfação das necessidades primárias de proteção, repouso, higiene, lazer, etc., a habitação é o local onde o indivíduo e a família encontram resguardo para a sua privacidade e intimidade, como também o local onde se estabelecem os laços, a identidade e a coesão do núcleo familiar”.

“Nós não podemos permitir que em Sintra haja 1.480 famílias que vivem em situação pouco digna. São pessoas com um rendimento muito baixo”, sublinhou o autarca.

A problemática da habitação é intricada por fatores sociais, políticos, económicos, físicos e culturais de uma sociedade em contínua transformação que, numa lógica materialista, nem sempre atende a uma responsável salvaguarda das exigências de uma existência digna, saudável e humana, deste modo, propõe-se neste documento a estratégia local de intervenção em matéria de política de habitação para o Município de Sintra, para o período temporal de 2021 a 2026.

É objetivo deste documento, não só, a definição da Estratégia Local de Habitação, mas também, a constituição do quadro de suporte à elaboração de futuras candidaturas aos diversos programas nacionais de habitação, em especial ao Programa 1º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação e ao Plano de Recuperação e Resiliência, identificando-se para o efeito e no quadro dos princípios destes programas, as carências habitacionais do concelho e os correspondentes projetos e soluções habitacionais preconizadas, habilitando assim o município de uma assertiva abordagem às suas problemáticas habitacionais, e de um conjunto de ferramentas e apoios disponibilizados na Nova Geração de Políticas de Habitação.

Dos 179,4 milhões de euros, a Câmara de Sintra estima que 67,5 milhões sejam assegurados pelo Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), 70 milhões financiados no âmbito do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) e os restantes assegurados pela autarquia.

Foto: DR.

Atualidade

“MARIDOS” pelo teatromosca: a magia do cinema no teatro, agora também na sua televisão através da RTP Palco

Publicado

on

“MARIDOS”, uma das mais recentes criações da companhia de teatro sintrense teatromosca, cuja estreia ocorreu em novembro de 2021, está de regresso aos palcos.

O espetáculo contará com uma digressão que passará por Faro, no CAPa – Centro de Artes Performativas do Algarve, Coimbra, no Teatrão e Kosovo, no Festival FemArt, organizado pelo Artpolis. Aclamada pelo público, esta produção não poderia deixar de regressar ao local onde tudo começou e será reposta no AMAS – Auditório Municipal António Silva, no Cacém, de 2 a 4 de junho, às 21h00.

Assim, torna a ser possível assistir aos anseios, dúvidas existencialistas e sonhos de três mulheres a quem as atrizes Leonor Cabral, Joana Cotrim e Carolina Figueiredo emprestam o corpo, voz e também as suas vivências pessoais, cruzando-se com outros elementos ficcionais no texto original escrito por Pedro Alves – que assume também a encenação do espetáculo – para a construção de uma performance que se situa nesse terreno líquido onde as fronteiras que tenderiam a separar a vida da arte, a realidade da ficção, o teatro do cinema, são desafiadas.

No entanto, o espetáculo não regressará apenas aos palcos físicos. Fruto de uma importante parceria que tem unido esta companhia sintrense ao projeto de palco virtual da RTP, realizar-se-á uma sessão em direto a partir do AMAS, transmitida na RTP Palco, no dia 1 de junho, também às 21h00, com visualização gratuita. É objetivo da RTP Palco, entidade parceira do teatromosca, democratizar o acesso, especificamente, às artes performativas, ao construir e disponibilizar o arquivo vivo da cultura portuguesa gratuitamente como forma de atingir o maior número possível de públicos. A plataforma proporciona também um canal próprio para a distribuição dos arquivos das várias instituições de cultura associadas, dedicando-lhes um espaço. É este o caso do teatromosca, que possui o seu próprio palco online e que conta já com dois espetáculos no catálogo, “ESTÚDIO: Flores”, com interpretação de Carolina Figueiredo e Pedro Silva e “A Culpa Não Foi Minha”, interpretado por Mariana Fonseca. A este acervo, juntar-se-á, muito em breve, também “MARIDOS”, espetáculo que dialoga com o filme de 1970, “Husbands”, de John Cassavetes, e com a aparição dos três atores da película no programa de televisão “The Dick Cavett Show” – acontecimento que se tornou mítico dentro da cultura popular devido ao caos que os protagonistas causaram em direto, ao rebolar no chão, ao dançar de modo absurdo, ao beijar o anfitrião do programa e ao gritar, ininterruptamente, uns com os outros e com o público.

O teatromosca inspirou-se no mapeamento do processo criativo do realizador norte-americano, nos ecos que a sua obra produziu, nos diálogos que poderá estabelecer com a atualidade e neste acontecimento televisivo para a criação deste espetáculo. “MARIDOS”, tem como base diferentes histórias em torno de três relações amorosas desfeitas, assumindo, claramente, o jogo da reconstituição e do pastiche do documento cinematográfico de Cassavetes, diante do olhar dos espetadores. Estará em cena, à distância de um clique, no dia 1 de junho, às 21h00, na RTP Palco.

Os bilhetes para os espetáculos da digressão encontram-se à venda na Ticketline, Seetickets, AMAS – Auditório Municipal António Silva, DeVIR CAPa, Festival FEMART e locais habituais, com valores que variam entre 5 € e 7 €.

Foto: Catarina Lobo.

Continuar a ler

Atualidade

Viana do Castelo: Aprovados mais 373 mil euros para apoios diversos às freguesias

Publicado

on

Em reunião ordinária de executivo da Câmara Municipal de Viana do Castelo, foram aprovadas diversas propostas que abrangem uma verba global superior a 373 mil euros para apoios às Juntas e Uniões de Freguesia.

Assim, a maior fatia corresponde a um conjunto de apoios às juntas e uniões de freguesias para a construção e requalificação de equipamentos. Ao todo, são 235.500 euros para a construção, remodelação e reabilitação de espaços, no âmbito da política de coesão social e territorial do concelho.

Para a União de Freguesias de Barroselas e Carvoeiro foram aprovados 65.500 euros para Remodelação e alteração da Casa do Povo de Barroselas – 4º fase; para a União de Freguesias de Cardielos e Serreleis, 40 mil euros para 2ª fase da Construção da Casa Mortuária de Serreleis; 30 mil euros para a União de Freguesias de Geraz do Lima e Deão, para a 3ª fase da Construção da Casa Mortuária de Deão; mais 30 mil euros para a União de Freguesias de Mazarefes e Vila Fria, para Requalificação do Equipamento Desportivo do Vila Fria 1980; 30 mil euros para a União de Freguesias de Torre e Vila Mou, para conclusão dos Arranjos Exteriores e Acessibilidades do edifício sede de Vila Mou; bem como 30 mil euros para a 5ª fase da Requalificação do cemitério de Vila Franca.

Estes apoios surgem da política municipal de apoio aos projetos estruturantes e estratégicos das freguesias de forma a alavancar respostas no território nos domínios dos serviços, social, cultural, desportivo e económico, destacando-se a construção, reabilitação e refuncionalização de espaços para respostas administrativas, de convívio e lazer (centros de convívio), lúdicas (parques infantis) e culturais, respondendo às dinâmicas de desenvolvimento de cada freguesia, entre outras.

O executivo municipal aprovou, ainda, um conjunto de apoios no valor global de 110 mil euros para reforçar a mobilidade e a segurança rodoviária nas freguesias. A proposta integra 40 mil euros para a União de Freguesias de Geraz do Lima e Deão para a conclusão da Construção de muro de suporte e passeios na EM550-1, entre a Quelha das Escadinhas e o Nº 493; 40 mil euros para a União de Freguesias de Nogueira, Meixedo e Vilar de Murteda, para Pavimentação da EM526 (Corredoura/Entroncamento); e, ainda, 30 mil euros para a União de Freguesias de Subportela, Deocriste e Portela Susã, para Alargamento da Rede de Saneamento Básico – Caminho da Borralheira – Subportela.

“Apesar dos progressos assinaláveis, o executivo municipal e as Uniões e Juntas de Freguesia pretendem dar pretendem dar continuidade à forte política de investimento, concretizando ações e obras de construção de novas vias e obras de arte, reperfilamento da rede viária e obras de arte existentes, requalificação de pavimentos, execução de novas e requalificação de interseções existentes, construção e requalificação de espaços pedonais existentes, ampliação estrutural da rede de ciclovias e ecovias, construção e requalificação de espaços de estacionamento e infraestruturas de transportes públicos/coletivos (baias e paragens), supressão de passagens de nível (construção de passagens inferiores e superiores rodoviárias e pedonais) e implementação de um extenso plano de sinalização horizontal (pinturas) e vertical (sinais), dedicando, para o efeito, o Plano de Atividades e Orçamento de 2022 mais de 8,1 milhões de euros que, quando concluído, permitirá elevar os níveis de segurança da estrutura/rede viária do concelho e a qualidade de vida dos respetivos espaços territoriais”, assegura a proposta.

Foram, ainda, aprovadas três propostas de retificações de deliberações que vão apoiar a Requalificação do Museu da Moto Antiga, em Cardielos e Serreleis, com os honorários para a legalização do edifício da Junta de Freguesia e construção de instalações sanitárias; Reconstrução do muro de suporte do Beco dos Fornos e Arranjo exterior junto à EB1/JI de Subportela, na União de Freguesias de Subportela, Deocriste e Portela Susã; bem como Requalificação do Largo do Montinho, em Mujães.

Foto: CMVC.

Continuar a ler

Atualidade

AYMING cresce em Portugal com introdução da área de Managed Services

Objetivo é ter 100 pessoas até 2023 em Managed Services

Publicado

on

O Grupo AYMING está a reforçar a sua presença em Portugal através da introdução da área de Managed Services. Para já, esta área conta com cerca de 20 pessoas, contratadas ao longo dos últimos doze meses, e trabalha essencialmente para clientes de referência em França. O objetivo é chegar às 100 pessoas e alargar o espetro para outros mercados.

“A AYMING Portugal tem vindo a ser uma empresa referência dentro do grupo, mesmo concorrendo com as congéneres de países maiores. A qualidade dos nossos recursos e o posicionamento da subsidiária portuguesa dentro do grupo, a par das características do nosso país, foram essenciais para que a nossa equipa fosse selecionada para trabalhar clientes internacionais de referência, do mercado francês. O plano é aumentar a equipa e chegar a novos mercados”, afirma Nuno Tomás, diretor geral da AYMING em Portugal.

A AYMING está presente em Portugal e mais 13 países na Europa, incluindo França, Espanha ou Itália e na América do Norte, nos Estados Unidos e Canadá. Com mais de trinta anos de experiência e 20 mil clientes por todo o mundo, a AYMING alcançou resultados de 145 milhões de euros em 2021.

Imagem: AYMING.

Continuar a ler

Mais lidas