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Sepúlveda e Aguiar conquistam o Troféu Mini Portugal 2022 com uma vitória no Estoril

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Luís Sepúlveda, Duarte Aguiar e Fernando Soares venceram a derradeira prova do Troféu Mini Portugal, tendo Luís Sepúlveda e Duarte Aguiar conquistado o título da temporada de 2022 numa corrida que não defraudou as expectativas e em que condições meteorológicas do final da corrida aumentaram a dificuldades de todos aqueles que participaram na jornada decisiva no Autódromo do Estoril.

Eram cincos os pilotos que tinham possibilidades de “levar para casa” almejado troféu, numa corrida que se antevia como um “sprint” de duas horas. A corrida mais longa da temporada revestia-se de especial importância, pois atribuía pontos a dobrar para outorgar o título do Troféu Mini Portugal de 2022.

Na sessão de qualificação, realizada na manhã de domingo, Bruno Lima e Paulo Lima, foram os mais rápidos, deixando atrás de si os outros dois carros com pilotos candidatos ao título, Joel Reis/Tiago Madeira e Luís Sepúlveda/Duarte Aguiar/Fernando Soares.

No início da tarde de domingo, os primeiros metros da corrida ficaram marcados pelo bom arranque de Luís Sepúlveda e Francisco Pinto, enquanto Bruno Lima e Carlos Martins tocaram-se, deixando o Mini Cooper 1275 do líder do troféu com a frente maltratada.

O Mini, assistido pela Martinho Sport, nunca “levantou o pé”, com uma gestão de corrida perfeita e isenta de erros de condução. A dupla Luís Sepúlveda/Duarte Aguiar, que teve como reforço de peso o “Sr Mini” Fernando Soares, levou a melhor sobre a concorrência nas 45 voltas da corrida, o que permitiu a Luís Sepúlveda conquistar este troféu pela segunda vez, enquanto Duarte Aguiar garantiu o troféu pela primeira vez. Contudo, esta vitória, a que se juntou a melhor volta da corrida, foi mais difícil do que aparentemente possa parecer dada a pressão colocada pela dupla José Carvalhosa/João Fedorowicz

Sem pretensões ao título, a dupla luso-brasileira José Carvalhosa/João Fedorowicz fez uma corrida ao ataque e isenta de erros, chegando a passar pela liderança, tendo terminado no segundo lugar a menos a dez segundos do carro vencedor, o que catapultou Fedorowicz para o “Top-5” da classificação final do troféu.

O último degrau do pódio foi decidido ao “photo finish” depois do Safety-Car ter agrupado o pelotão a menos de quinze minutos para o final da corrida. Os ex-vencedores do troféu Nuno Dias e José Dias regressaram, com o experiente Francisco Pinto como terceiro piloto, ele que nesta mesma corrida integrada no Group 1 Portugal também conduziu um BMW, levaram a melhor nesta luta pelo terceiro lugar sobre a dupla Joel Reis/Tiago Madeira.

Joel Reis, acompanhado por Tiago Madeira, foi o quarto classificado e, assim, terminou em terceiro no troféu. A prova da equipa Lusitano Racing Team foi condicionada logo nos primeiros minutos da prova, quando a caixa-de-velocidades do seu Mini ficou reduzida a uma só velocidade, obrigando esta dupla a fazer todos os malabarismos possíveis dentro de pista para acompanhar a concorrência.

Bruno Lima e Paulo Lima, que no dia anterior tinham triunfado na classe H-1965 da Iberian Historic Endurance, foram uns dos desafortunados da corrida. Depois de um toque infeliz no arranque, uma paragem nas boxes para reabastecimento de sete minutos hipotecou um pódio certo para a família Lima que mesmo assim ainda lutou pelo terceiro lugar até à bandeira de xadrez. Este resultado permitiu a Bruno Lima terminar como “vice” do troféu.

João Silva e Manuel Almeida, correram ambos a “solo” nesta corrida, tendo ambos como objetivo ganhar experiência nesta corrida. Na sua segunda prova no automobilismo, Manuel Almeida debateu-se com um Mini “guloso”, com excesso de consumo de óleo, mas acabou a corrida sétima posição, atrás de João Silva, o sexto.

Paulo Amorim, Carlos Martins e Vítor Ribeiro suplantaram os estragos iniciais para terminar a corrida, tendo “Bicas”, como é conhecido Vítor Ribeiro, cumprido um velho sonho de quatro décadas de competir numa prova de automobilismo. 

Rui Salvada e João Cavaleiro e Silva foram os mais infelizes do pelotão. Para além de um furo, a equipa teve sete paragens, mas boxes devido a problemas no carro causados pela chuva e humidade que se fez sentir no final da corrida. Apesar do infortúnio, esta dupla apresentava-se animada no final da corrida, esperando voltar no próximo ano.

O Troféu Mini Portugal encerrou a temporada, mas o ano ainda não terminou e são esperadas mais novidades nas próximas semanas.

Classificação Provisória (Top-10):

1- Luís Sepúlveda/Duarte Aguiar – 117 pontos

2- Bruno Lima – 108 p

3- Joel Reis – 102 p

4- Paulo Lima – 76 p

5- João Fedorowicz – 62 p

6- Rúben Veludo – 58 p

7- Rui Silva – 57 p

8- Francisco Pinto – 56 p

9- Tiago Madeira – 45 p

10- Fernando Soares – 41 p.

Foto: RR.

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“Méduse” chega ao MUSCARIUM#11 – Festival de Artes Performativas em Sintra

Depois de passar pelo Festival d’Avignon

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O coletivo francês Les Bâtards Dorés estará em Portugal, pela primeira vez, para apresentar o espetáculo “Méduse”, no âmbito do MUSCARIUM#11 – Festival de Artes Performativas em Sintra, organizado pelo teatromosca.

Duplamente premiado no Festival Impatience, em Paris, (Prémio do Júri e do Público) e apresentado, em 2018, no prestigiado Festival d’Avignon, onde foi considerado um dos espetáculos-sensação daquela edição, “Méduse” reabre o processo referente ao naufrágio da Medusa – um dos desastres marítimos mais infames do século XIX. A tragédia atraiu atenção internacional, não apenas pela sua importância política, mas também pelo sofrimento humano e significativa perda de vidas que envolveu. O episódio foi igualmente perpetuado na célebre obra “A Balsa da Medusa”, de Théodore Géricault.

Em “Méduse”, o coletivo francês encena um julgamento que dista 200 anos deste naufrágio: um duelo verbal onde se procura encontrar culpados, uma resposta, uma explicação para os acontecimentos e questiona se será possível formular um julgamento sem se ter vivido a experiência. A partir desse questionamento, a dramaturgia desmorona-se para dar lugar à performance e à experimentação. Longe da História e das suas versões oficiais, Les Bâtards Dorésmergulharão com o público no abismo.

Ainda dentro do MUSCARIUM#11, este jovem coletivo francês também mergulhará no início do processo de criação do espetáculo “Matadouro” em coprodução com o teatromosca, com banda sonora original de The Legendary Tigerman e estreia marcada para 2026. Afirmando a aposta na internacionalização, o teatromosca estará, do mesmo modo, a trabalhar na coprodução que une a companhia de dança finlandesa Kekäläinen & Company, a companhia de dança da Galiza, Colectivo Glovo, e a companhia de teatro Leirena Teatro, de Leiria, “Conversas com Formigas”, que estreará igualmente em 2026.

Celebrando a francofonia, a décima primeira edição do MUSCARIUM contará ainda com mais dois espetáculos de companhias francesas, “éMOI”, de Tiphaine Guitton, pela Petite Compagnie, e “L’Invention du Printemps“, pela La Tête Noire – La Compagnie.

Em 2025, o festival estende-se até à Alliance Française de Lisboa, onde decorrerá um encontro dedicado à criação teatral contemporânea francesa e onde poderá ser visitada a exposição “Micro-Folie”, uma experiência digital que junta mais de cinco mil obras de arte de diferentes instituições culturais.

O MUSCARIUM#11 decorrerá de 1 a 21 de setembro, em vários espaços do concelho de Sintra e reunirá artistas e companhias como a Imaginar do Gigante, MUSGO Produção Cultural, Krisálida, Mia Meneses,María de Vicente e Tristany Munduque apresentará um concerto-performance único na emblemática Sala da Música do Palácio de Monserrate.

A programação completa do MUSCARIUM#11 poderá ser consultada em www.teatromosca.com e inclui espetáculos de teatro, dança, música, performance, debates, lançamentos de livros, conversas e encontros entre públicos e artistas. Destaque para o debate sobre o futuro da cultura em Sintra, no âmbito das eleições autárquicas 2025 e que terá a presença dos principais candidatos e candidatas à presidência da Câmara Municipal de Sintra.

Os bilhetes para os espetáculos já se encontram à venda na BOL e locais habituais, com valores que variam entre os 5 € e 7 €. O concerto-performance de Tristany Mundu tem o valor único de 12 €. Os ensaios abertos, debates, lançamentos de livros, encontros e a festa de encerramento do festival são de entrada livre.

Imagem: DR.

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Torne-se amigo da Metropolitana de Lisboa na temporada 2025/2026

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A Metropolitana de Lisboa, criada em 1992, desenvolve um projeto único no contexto nacional e muito raro no panorama internacional. Assenta o seu valor numa atuação transversal, cruzando o ensino especializado com a prática da música. Uma orquestra (OML) e três escolas (Conservatório de Música, Escola Profissional e Academia Nacional Superior de Orquestra) dão corpo a este projeto musical de eleição, que tem vindo a formar centenas de músicos profissionais.

O quotidiano da Metropolitana caracteriza-se pela convivência de diferentes gerações num mesmo edifício (a sua sede, instalada no edifício da antiga Standard Eléctrica, em Lisboa), com a energia inerente à intensa partilha musical entre alunos, professores, músicos profissionais e funcionários administrativos.

Para que este projeto possa consolidar-se e crescer, não basta a atividade que todos eles desenvolvem. A música que fazemos tem como destinatário o público. Sem ele, a nossa missão ficaria incompleta; com ele, ainda podemos fazer mais.

Junte-se aos Amigos da Metropolitana, um grupo de associados que, através do seu contributo e da sua presença, é chamado a participar ativamente na vida da instituição.

Imagem: ML.

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Barcelos recebe o XXIV Congresso Mundial de Saúde Mental

De 30 de outubro a 1 de novembro de 2025

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O Município de Barcelos, a Coordenação Nacional das Políticas de Saúde Mental e a World Federation for Mental Health anunciaram a realização, pela primeira vez em Portugal, do Congresso Mundial de Saúde Mental, evento de referência internacional com mais de sete décadas de história.

O congresso terá lugar em Barcelos, Capital Mundial da Saúde Mental, entre os dias 30 de outubro e 1 de novembro de 2025, e será subordinado ao tema: “Mental Health and Social Sustainability: A Whole Society and Community Based Approach”.

A iniciativa tem como objetivo reunir especialistas, académicos, profissionais de saúde, representantes institucionais e organizações da sociedade civil, promovendo uma abordagem transversal e colaborativa aos atuais desafios da saúde mental à escala global.

Encontram-se, atualmente, abertas as inscrições para a submissão de abstracts, bem como as inscrições gerais para participação no congresso. Até ao dia 8 de agosto de 2025, esteve disponível uma tarifa reduzida para todos os participantes.

Todas as informações detalhadas sobre o congresso, prazos e procedimentos de inscrição estão disponíveis no site oficial: https://wfmhcongress2025.com.

Imagem: CMB.

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