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PSP informa medidas para a Final Four Allianz Cup – Final da Taça da Liga no Estádio Municipal de Leiria – Dr. Magalhães Pessoa

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No âmbito da realização do jogo da final da Final Four Allianz Cup – Taça da Liga no Estádio Municipal de Leiria – Dr. Magalhães Pessoa, o Comando Distrital da PSP de Leiria informa as medidas implementadas na zona, podendo verificar-se alguns constrangimentos de trânsito, nomeadamente:

FanZone

Corte de trânsito entre as 14h00 e as 20h00

Largo 5 de Outubro, entre a Rotunda do Sinaleiro e a loja do cidadão.

Condicionalismos entre as 14h00 e as 20h00

Rua Capitão Mouzinho de Albuquerque, com supressão da via da direita em toda a sua extensão.

Zona do estádio entre as 15h00 e as 24h00

Condicionalismos

. Rotunda Melvin Jones – Ficará condicionado o acesso viário, uma vez que a Avenida 25 de Abril ficará interrompida ao trânsito a partir do entroncamento com a Rua Dª Bárbara Vaz Preto, permitindo apenas o acesso a residentes, Centro Hospitalar São Francisco, comércio local e veículos de emergência;

. Avenida Bernardo Pimenta, através da rotunda do Estádio – Ficará apenas permitido o acesso a veículos autorizados e de adeptos que pretendam aceder à zona de estacionamento e até à ocupação total do estacionamento;

. Ponte Euro2004, através da rotunda da Almoinha Grande – Ficará apenas permitido o acesso a veículos autorizados;

Cortes de Trânsito

. Avenida 25 de Abril, entre o entroncamento com a rua D. Bárbara Vaz Preto e a rotunda do Estádio;

. Rua do Estádio.

O acesso aos parques de estacionamento por parte do público em geral, bem como dos adeptos, está devidamente sinalizado; os cidadãos que não têm bilhete não podem permanecer junto do recinto desportivo; apelamos, por isso, a que esses cidadãos não se desloquem para aquela zona da cidade.

A PSP agradece a colaboração e compreensão de todos pelos inconvenientes decorrentes dos referidos cortes.

Imagem: PSP.

Acesso ao interior do Estádio:

O acesso do público ao Estádio só será efetuado mediante:

Apresentação de bilhete;

Comprovativo de realização de teste negativo:

Nas últimas 72 horas se for PCR;

Nas últimas 48 horas se for antigénio;

Nas últimas 12 horas se for teste rápido e desde que comprovado/verificado por entidade competente;

Realizado numa tenda existente nas imediações do estádio.

Revista pessoal sumária.

Estão dispensados de apresentar o comprovativo de realização de teste negativo, quem apresente:

Certificado Digital COVID da UE válido, na modalidade de certificado de recuperação;

Comprovativo de vacinação completa, há pelo menos 14 dias;

Menores de 12 anos, no entanto têm de estar acompanhados por um adulto.

A verificação do certificado/teste COVID será efetuada com rigor, pelo que a entrada no recinto poderá ser mais demorada; os espectadores deverão antecipar a chegada ao recinto, acautelando o tempo necessário para estes procedimentos.

Imagem: PSP.

Zonas com Condições Especiais de Acesso e Permanência de Adeptos (ZCEAP):

O Estádio dispõe de duas “Zonas com Condições Especiais de Acesso e Permanência de

Adeptos (ZCEAP). A entrada nas ZCEAP só é permitida aos portadores com bilhete válido para aquelas zonas; Apenas estes adeptos podem entrar com bandeiras, tambores e megafones (2 adereços por adepto), não sendo permitida a utilização destes objetos noutras zonas do Estádio.

Indicações gerais:

. A abertura de portas para a entrada de público no Estádio ocorre às 17H30;

. Haverá uma FanZone no Largo do Papa com o horário das 10 horas às 20 horas;

. Os bares e serviços de apoio localizados no interior do recinto desportivo estarão em funcionamento durante o evento desportivo;

. A venda ambulante está proibida nas imediações do Estádio;

. De acordo com a legislação em vigor, não será permitida a entrada no recinto de objetos ou substâncias proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar atos de violência, nomeadamente: guarda-chuvas; hastes de bandeira; objetos que, pelo seu tamanho e composição, possam ser arremessados; armas; artifícios explosivos ou pirotécnicos;

. Não é permitido o consumo de álcool na via pública; a entrada de público sob a influência de álcool ou de outras substâncias é também proibida, pelo que os cidadãos/adeptos suspeitos de se encontrarem nessa condição serão submetidos aos testes legalmente previstos;

. Os atos de violência, de incitamento à violência, bem como de cariz racista ou xenófobo e, ainda, a desobediência às ordens legítimas dos Assistentes de Recinto Desportivo ou da autoridade policial, implicam necessariamente a retirada do suspeito do recinto desportivo ou, se praticadas antes da entrada, o impedimento de assistir ao evento.

No que respeita à sua segurança:

.Planeie antecipadamente a sua deslocação ao estádio, tendo em conta as condicionantes inerentes ao evento, a fim de evitar incidentes rodoviários;

. Não adquira bilhetes a desconhecidos nas imediações do recinto, evitando ser vítima de crime, nomeadamente, burla (aquisição de bilhete falso);

. Não deixe objetos de valor à vista no interior do seu veículo automóvel;

. Mantenha a sua carteira junto ao corpo e devidamente fechada, nos espaços com muita gente;

. Evite expor objetos de valor (telemóveis, carteiras, computadores…);

. Em caso de roubo, lembre-se que a sua vida e integridade física são mais importantes que os valores que possam levar. Não ofereça resistência!

. Mantenha a calma para poder raciocinar e evitar deixar-se levar pelas emoções.

A PSP, enaltece o excelente comportamento dos adeptos nas duas meias-finais e apela que todos participem nesta final com espírito festivo e de fair-play colaborando, assim, para a sua própria segurança.

A PSP, em coordenação com as restantes entidades, tomará todas as medidas necessárias e adequadas com vista a garantir a segurança do evento desportivo e de todos os intervenientes no mesmo.

Foto: CML.

Imagens: PSP.

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Jurista acredita que o triângulo Mercosul, União Europeia e Emirados Árabes Unidos é “estratégico”

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O advogado português Luiz Eduardo Fernandes, especialista em direito digital, desenvolvimento de negócios internacionais e regulação digital, e fundador da Corvus Advisory, considera que empresários brasileiros e lusófonos vivem uma janela de oportunidade rara no direito económico internacional. Em entrevista à Agência Incomparáveis, o jurista defendeu que Mercosul, União Europeia e Emirados Árabes Unidos começam a formar, na prática, um triângulo de oportunidades para empresas que pretendem internacionalizar a sua actividade com planeamento societário, fiscal, regulatório e digital.

Na avaliação de Luiz Eduardo Fernandes, a relevância deste movimento está na articulação entre três geografias com funções distintas. O Mercosul surge como base produtiva e plataforma de acesso comercial; a União Europeia representa segurança jurídica, credibilidade regulatória e acesso a consumidores, investidores e parceiros institucionais; e os Emirados Árabes Unidos consolidam-se como centro de eficiência fiscal, gestão de participações, propriedade intelectual e tesouraria internacional. “O empresário brasileiro já não precisa escolher entre Mercosul, Europa ou Golfo. Precisa compreender que cada jurisdição pode cumprir uma função dentro de uma arquitectura empresarial global”, afirmou.

O novo quadro comercial entre Mercosul e União Europeia é apontado pelo advogado como um elemento central desta estratégia. A vertente comercial do acordo entrou em aplicação provisória a 1 de maio de 2026, criando uma zona de comércio que reúne cerca de 700 milhões de pessoas, segundo a Comissão Europeia. Para Luiz Eduardo Fernandes, as empresas que operam a partir do Brasil, Paraguai, Uruguai ou Argentina devem preparar-se desde já, revendo classificação aduaneira, regras de origem, contratos de fornecimento, cadeias logísticas e estruturas de exportação, de modo a captar vantagens antes da concorrência.

Portugal, neste desenho, é visto como porta natural de entrada na Europa para empresários brasileiros e lusófonos. O advogado destaca a afinidade linguística, a proximidade cultural, a integração plena no mercado único europeu e o enquadramento jurídico regulatório da União Europeia. Num ambiente empresarial em que protecção de dados, cibersegurança, compliance digital e governação corporativa passaram a ser critérios de confiança, operar a partir de Portugal pode reforçar a credibilidade de empresas que procuram financiamento, parcerias e expansão internacional. As regras europeias sobre transferências internacionais de dados, por exemplo, impõem salvaguardas específicas quando dados pessoais saem do Espaço Económico Europeu, o que torna o cumprimento regulatório uma dimensão central da internacionalização.

Na visão de Luiz Eduardo Fernandes, uma estrutura internacional pode manter a operação produtiva no Mercosul, centralizar uma holding intermédia em Portugal ou noutra jurisdição europeia e utilizar os Emirados Árabes Unidos como polo de gestão de participações, propriedade intelectual ou tesouraria. O advogado sublinha, contudo, que essa arquitectura deve ser construída dentro da legalidade, com substância económica, documentação adequada, contabilidade coerente e respeito por normas antiabuso, preços de transferência, regras de controlled foreign companies e obrigações fiscais nos países envolvidos.

Os Emirados Árabes Unidos completam este modelo como plataforma de neutralidade geopolítica e eficiência empresarial. Centros como o Dubai International Financial Centre e o Abu Dhabi Global Market têm vindo a afirmar-se como ambientes jurídicos e financeiros procurados por grupos internacionais. Além disso, as regras fiscais dos Emirados prevêem uma taxa geral de imposto sobre sociedades de 9%, enquanto certas entidades qualificadas em zonas francas podem beneficiar de taxa de 0% sobre rendimento qualificado, desde que cumpram os requisitos legais aplicáveis.

Para o fundador da Corvus Advisory, a utilização de estruturas em Portugal ou nos Emirados não deve ser confundida com evasão fiscal.

“Uma holding em Dubai não serve para esconder nada. Serve para organizar participações, centralizar propriedade intelectual, gerir tesouraria e dar eficiência a um grupo empresarial com operação real”, explicou. Segundo o advogado, a diferença entre planeamento e evasão está na transparência, na substância económica e no cumprimento das regras de cada jurisdição. “O empresário internacional não precisa de zonas cinzentas. Precisa de método, estrutura e assessoria jurídica capaz de ler Brasil, Europa e Golfo ao mesmo tempo”, acrescentou.

O direito digital surge como parte inseparável desta agenda. Luiz Eduardo Fernandes considera que internacionalizar hoje não é apenas abrir uma empresa, exportar um produto ou emitir facturas no exterior. Envolve fluxos internacionais de dados, contratos tecnológicos, protecção de propriedade intelectual, cibersegurança, plataformas digitais, due diligence regulatória e capacidade de demonstrar conformidade perante parceiros e autoridades. Para empresas brasileiras que pretendem negociar com a Europa, o cumprimento do RGPD e das regras europeias de transferência de dados deixou de ser tema acessório e passou a integrar a própria estratégia de negócio.

Entre os sectores com maior potencial neste novo eixo, o advogado aponta tecnologia, agronegócio, foodtech, energia, saúde, educação, fintech, logística, indústria farmacêutica, serviços digitais, economia criativa e investimentos estruturados. Em comum, todos exigem desenho jurídico internacional, definição clara de onde produzir, onde vender, onde deter marcas e tecnologia, onde captar investimento, onde gerir lucros e como responder a diferentes ambientes regulatórios.

A Corvus Advisory pretende actuar precisamente neste cruzamento entre direito, negócios, regulação digital, protecção de dados, cibersegurança e internacionalização. Segundo Luiz Eduardo Fernandes, o objectivo é apoiar empresas, investidores e grupos económicos na transformação de ambição internacional em estruturas viáveis, seguras e sustentáveis.

“Não se trata apenas de abrir portas. Trata-se de desenhar pontes sólidas entre mercados, jurisdições e oportunidades”, concluiu.

Ígor Lopes

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Universidade de Coimbra integra projeto europeu que lança guia gratuito para apoiar o ensino de português a migrantes e refugiados

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A Universidade de Coimbra anunciou o lançamento do guia gratuito “Ensinar com o KITE: atividades práticas para promover a inclusão linguística e cultural”, uma publicação desenvolvida no âmbito do projeto europeu COMMUNIKITE, destinada a apoiar professores e mediadores que trabalham com migrantes e refugiados para quem o português constitui uma língua não materna.

O manual foi publicado pelas editoras Imprensa da Universidade de Coimbra e Ediciones Universidad de Salamanca e encontra-se disponível para descarga gratuita em sete idiomas – português, alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e polaco -, permitindo que docentes e mediadores de diferentes países utilizem metodologias adaptadas aos respetivos contextos educativos.

Coordenado na Universidade de Coimbra pela docente da Faculdade de Letras Cristina Martins, o guia foi concebido para servir de instrumento de apoio ao ensino da língua e à integração social de pessoas deslocadas, disponibilizando um conjunto de 191 atividades pedagógicas orientadas para situações reais de comunicação no país de acolhimento.

O novo guia constitui também um complemento da plataforma digital KITE, criada no ano passado pela equipa internacional do projeto COMMUNIKITE. De acesso livre, esta plataforma disponibiliza diversos recursos destinados a facilitar a comunicação em contextos de acolhimento humanitário, incluindo informações práticas sobre o funcionamento dos países de destino, glossários ilustrados, materiais de apoio à aprendizagem fonética, orientações sobre comunicação verbal e não verbal e testemunhos de migrantes e refugiados provenientes de países como a Índia, Marrocos e Ucrânia.

Segundo Cristina Martins, o manual procura responder às necessidades concretas de quem acompanha diariamente processos de integração linguística e cultural.

“Reúne um conjunto de 191 atividades pedagógicas destinadas a ajudar migrantes e refugiados a desenvolver a sua capacidade de comunicação na vida real no país de acolhimento, promovendo a interação, o desenvolvimento da literacia e a integração social”, explica a investigadora.

Para a responsável, esta nova publicação permitirá potenciar a utilização dos conteúdos já existentes na plataforma digital.

“O guia Ensinar com o KITE: atividades práticas para promover a inclusão linguística e cultural foi concebido para a exploração pedagógica dos recursos multilingues disponíveis na plataforma KITE”, frisa.

Cristina Martins acrescenta que o projeto disponibiliza agora um conjunto ainda mais completo de ferramentas dirigidas aos profissionais que acompanham populações migrantes.

“Com a publicação deste manual, vai ser possível potenciar a utilização dos recursos na plataforma KITE: para além de ajudar quem está na linha da frente do acolhimento de refugiados e migrantes com instrumentos auxiliares de comunicação acessíveis, temos também uma nova ferramenta para facilitar o ensino do português por parte de professores e mediadores”, conclui.

O projeto COMMUNIKITE – Necessidades de Comunicação num Kit de Primeiros Socorros para Situações de Emergência Humanitária resulta de uma parceria europeia liderada pela Universidade de Salamanca (Espanha), envolvendo igualmente a Universidade de Coimbra, a Universidade de Bolonha (Itália), a Universidade de Heidelberg (Alemanha), a Universidade de Poitiers (França), a Universidade de Kiev (Ucrânia) e a Universidade de Varsóvia (Polónia).

Ígor Lopes

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TSP defende avanço do voto eletrónico remoto e pede que Governo passe das declarações à ação

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Em comunicado divulgado à imprensa, a TSP considera que “é hora de passar das palavras aos atos”, depois de vários membros do Governo terem manifestado publicamente apoio à introdução do voto eletrónico remoto para os portugueses residentes no estrangeiro.

A associação recorda que, em janeiro deste ano, o ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, revelou que esta modalidade de voto estava a ser estudada, posição posteriormente reforçada pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, e pelo secretário de Estado da Administração Interna, Telmo Correia, durante as recentes reuniões do Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas, realizadas em Lisboa.

Segundo a TSP, estas posições representam um sinal político positivo, sobretudo porque “a TSP tem vindo a pedir a implementação do voto eletrónico remoto desde 2017”. Ainda assim, a associação considera que o processo não pode ficar limitado às intenções políticas.

“Não bastam declarações: é preciso que essa modalidade de voto seja inscrita nas leis eleitorais”, realçou a associação.

Nesse mesmo comunicado, a TSP lembra que vários projetos de lei sobre esta matéria foram apresentados no passado, mas acabaram rejeitados pela Assembleia da República. Agora, entende que existe um contexto parlamentar mais favorável.

“Cremos que, neste momento, haverá, na Assembleia da República, uma maioria de dois terços disponível para aprovar um projeto neste sentido”, referiu, apelando para que “os partidos que concordam com esta mudança apresentem, o quanto antes, uma proposta relativa à introdução do voto digital”.

De igual modo, a associação defende que a introdução do voto eletrónico remoto seja acompanhada por um plano de implementação progressivo e tecnicamente rigoroso, começando por um processo de testes.

“Para que o voto digital seja a ferramenta de participação cívica e política que as comunidades portuguesas aguardam há anos, é necessário um plano realista de implementação que inclua obrigatoriamente um processo de teste”, sustentou.

Na perspetiva da TSP, esse período experimental deverá permitir avaliar e aperfeiçoar sucessivamente o sistema, aproveitando “os estudos já feitos pela Administração Eleitoral e o exemplo das eleições para os franceses no estrangeiro”.

O comunicado frisa ainda que um sistema desta natureza deve ser desenvolvido com especial atenção às questões jurídicas, tecnológicas e operacionais.

“Um sistema desta natureza tem de ser pensado e testado nas suas múltiplas dimensões: legais, de conformidade com as leis portuguesas e dos países onde votarão os portugueses, de comunicações seguras, de segurança informática, de facilidade de utilização, de informação aos eleitores, de controlo efetivo e de transparência”, defende a associação.

“O processo de teste, que não deverá incidir apenas sobre uma amostra limitada, tem de contemplar adequadamente todos estes passos, sem atropelos nem omissões”, referiu, acrescentando que “a TSP não apoia um plano apressado para cumprir calendários”.

A concluir, a associação reafirma que considera este o momento adequado para iniciar a modernização do sistema eleitoral destinado à diáspora portuguesa, mas insiste que a implementação deve privilegiar a segurança, a confiança e a qualidade do processo.

“Acreditamos que chegou a hora do voto digital remoto. Vamos começar já, quanto antes, mas vamos fazê-lo bem. Os portugueses no estrangeiro merecem-no”, concluiu a TSP.

Ígor Lopes

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