Connect with us

Atualidade

PSP de Coimbra efetua seis detenções durante o fim de semana passado

Atividade operacional da PSP de Coimbra entre 12 e 18 de fevereiro

Publicado

on

Entre 17 e 18 de fevereiro, PSP de Coimbra deteve seis pessoas, três mulheres e três homens, pelos crimes de furto, condução sob efeito de álcool e condução sem habilitação legal. Cinco detenções ocorreram na cidade de Coimbra e uma na cidade da Figueira da Foz.

Por furto num estabelecimento comercial da zona de Santa Clara, em Coimbra, foram detidas duas mulheres, com 23 e 28 anos de idade, no dia 18 de fevereiro. A primeira detenção foi registada pelas 14h15. A suspeita abandonou o espaço na posse de diversos artigos, avaliados em 110,50 euros, sem efetuar o devido pagamento.

Cinco minutos depois, às 14h20, foi detida a segunda mulher, que saiu do estabelecimento sem proceder ao pagamento dos vários artigos que tinha na sua posse, no valor total de 147,30 euros.

A outra mulher, de 22 anos, foi detida no dia 17 de fevereiro, pelas 13h30, na calçada Martim de Freitas, também em Coimbra. Conduzia um ciclomotor sem habilitação legal.

Ainda na cidade de Coimbra, pelo mesmo tipo de crime, e no mesmo dia, foi detido um homem, de 39 anos de idade. O indivíduo foi intercetado a conduzir um automóvel sem habilitação legal para o efeito, pelas 08h20, na rua dos Loureiros.

Por último, por condução em estado de embriaguez, no dia 18 de fevereiro, foram detidos dois homens, um em Coimbra e outro na Figueira da Foz. Em Coimbra, às 06h15, a PSP procedeu à detenção de um homem, de 33 anos, na Alameda Júlio Henriques. Conduzia com uma taxa de álcool no sangue (TAS) de 1,66 gramas por litro (g/l).

Na Figueira da Foz, pelas 08h55, no decorrer de uma ação de fiscalização de trânsito, foi detido, na rua Cardoso Marta, um homem de 22 anos. Submetido ao teste de alcoolemia, acusou uma TAS de 1,35g/l.

Atividade operacional da PSP de Coimbra entre 12 e 18 de fevereiro

No período compreendido entre 12 e 18 de fevereiro, a PSP de Coimbra procedeu à detenção de 12 pessoas – quatro por condução sob influência de álcool, duas por condução sem carta, duas por furto em estabelecimento comercial, uma por desobediência e três através de mandado de detenção.

No que respeita a sinistralidade, neste mesmo período, foram registados 30 acidentes de viação, que provocaram nove feridos ligeiros.

No âmbito da sua atividade operacional, a PSP realizou, também, 153 testes de alcoolemia e fiscalizou 391 viaturas, tendo sido autuados 137 condutores que violaram o código da estrada.

Falta de inspeção, uso do telemóvel durante a condução e falta de sistemas de retenção (cadeirinhas para crianças) foram as infrações mais praticadas.

Vila Real de Santo António: Detido com arma proibida

O Comando Distrital da PSP de Faro informa que, no passado fim de semana, através da Brigada de Investigação Criminal da Esquadra de Vila Real de Santo António, deteve em flagrante delito, um homem, indiciado pelo crime de detenção de arma proibida, naquela cidade.

A detenção ocorreu no seguimento de uma ação especialmente vocacionada para o combate de práticas criminais geradoras de insegurança, na cidade de Vila Real de Santo António.

Durante esta ação, polícias da Brigada de Investigação Criminal detetaram um indivíduo, com conhecidos antecedentes criminais por diversos ilícitos, cuja atitude e tentativa de se furtar ao controlo policial levantou fundadas suspeitas que seria possuidor de algo ilícito, tendo, por esse motivo, sido prontamente abordado pelos polícias.

Após uma revista, constatou-se que o suspeito transportava dissimuladamente um bastão extensível, sendo este artefacto considerado uma arma proibida, nos termos da legislação em vigor, motivo pelo qual foi detido e posteriormente notificado para comparecer em Tribunal.

Foto: DR.

Continuar a ler
Clique para Comentar

Deixe um Comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Atualidade

Universidade de Coimbra integra projeto europeu que lança guia gratuito para apoiar o ensino de português a migrantes e refugiados

Publicado

on

A Universidade de Coimbra anunciou o lançamento do guia gratuito “Ensinar com o KITE: atividades práticas para promover a inclusão linguística e cultural”, uma publicação desenvolvida no âmbito do projeto europeu COMMUNIKITE, destinada a apoiar professores e mediadores que trabalham com migrantes e refugiados para quem o português constitui uma língua não materna.

O manual foi publicado pelas editoras Imprensa da Universidade de Coimbra e Ediciones Universidad de Salamanca e encontra-se disponível para descarga gratuita em sete idiomas – português, alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e polaco -, permitindo que docentes e mediadores de diferentes países utilizem metodologias adaptadas aos respetivos contextos educativos.

Coordenado na Universidade de Coimbra pela docente da Faculdade de Letras Cristina Martins, o guia foi concebido para servir de instrumento de apoio ao ensino da língua e à integração social de pessoas deslocadas, disponibilizando um conjunto de 191 atividades pedagógicas orientadas para situações reais de comunicação no país de acolhimento.

O novo guia constitui também um complemento da plataforma digital KITE, criada no ano passado pela equipa internacional do projeto COMMUNIKITE. De acesso livre, esta plataforma disponibiliza diversos recursos destinados a facilitar a comunicação em contextos de acolhimento humanitário, incluindo informações práticas sobre o funcionamento dos países de destino, glossários ilustrados, materiais de apoio à aprendizagem fonética, orientações sobre comunicação verbal e não verbal e testemunhos de migrantes e refugiados provenientes de países como a Índia, Marrocos e Ucrânia.

Segundo Cristina Martins, o manual procura responder às necessidades concretas de quem acompanha diariamente processos de integração linguística e cultural.

“Reúne um conjunto de 191 atividades pedagógicas destinadas a ajudar migrantes e refugiados a desenvolver a sua capacidade de comunicação na vida real no país de acolhimento, promovendo a interação, o desenvolvimento da literacia e a integração social”, explica a investigadora.

Para a responsável, esta nova publicação permitirá potenciar a utilização dos conteúdos já existentes na plataforma digital.

“O guia Ensinar com o KITE: atividades práticas para promover a inclusão linguística e cultural foi concebido para a exploração pedagógica dos recursos multilingues disponíveis na plataforma KITE”, frisa.

Cristina Martins acrescenta que o projeto disponibiliza agora um conjunto ainda mais completo de ferramentas dirigidas aos profissionais que acompanham populações migrantes.

“Com a publicação deste manual, vai ser possível potenciar a utilização dos recursos na plataforma KITE: para além de ajudar quem está na linha da frente do acolhimento de refugiados e migrantes com instrumentos auxiliares de comunicação acessíveis, temos também uma nova ferramenta para facilitar o ensino do português por parte de professores e mediadores”, conclui.

O projeto COMMUNIKITE – Necessidades de Comunicação num Kit de Primeiros Socorros para Situações de Emergência Humanitária resulta de uma parceria europeia liderada pela Universidade de Salamanca (Espanha), envolvendo igualmente a Universidade de Coimbra, a Universidade de Bolonha (Itália), a Universidade de Heidelberg (Alemanha), a Universidade de Poitiers (França), a Universidade de Kiev (Ucrânia) e a Universidade de Varsóvia (Polónia).

Ígor Lopes

Continuar a ler

Atualidade

TSP defende avanço do voto eletrónico remoto e pede que Governo passe das declarações à ação

Publicado

on

Em comunicado divulgado à imprensa, a TSP considera que “é hora de passar das palavras aos atos”, depois de vários membros do Governo terem manifestado publicamente apoio à introdução do voto eletrónico remoto para os portugueses residentes no estrangeiro.

A associação recorda que, em janeiro deste ano, o ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, revelou que esta modalidade de voto estava a ser estudada, posição posteriormente reforçada pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, e pelo secretário de Estado da Administração Interna, Telmo Correia, durante as recentes reuniões do Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas, realizadas em Lisboa.

Segundo a TSP, estas posições representam um sinal político positivo, sobretudo porque “a TSP tem vindo a pedir a implementação do voto eletrónico remoto desde 2017”. Ainda assim, a associação considera que o processo não pode ficar limitado às intenções políticas.

“Não bastam declarações: é preciso que essa modalidade de voto seja inscrita nas leis eleitorais”, realçou a associação.

Nesse mesmo comunicado, a TSP lembra que vários projetos de lei sobre esta matéria foram apresentados no passado, mas acabaram rejeitados pela Assembleia da República. Agora, entende que existe um contexto parlamentar mais favorável.

“Cremos que, neste momento, haverá, na Assembleia da República, uma maioria de dois terços disponível para aprovar um projeto neste sentido”, referiu, apelando para que “os partidos que concordam com esta mudança apresentem, o quanto antes, uma proposta relativa à introdução do voto digital”.

De igual modo, a associação defende que a introdução do voto eletrónico remoto seja acompanhada por um plano de implementação progressivo e tecnicamente rigoroso, começando por um processo de testes.

“Para que o voto digital seja a ferramenta de participação cívica e política que as comunidades portuguesas aguardam há anos, é necessário um plano realista de implementação que inclua obrigatoriamente um processo de teste”, sustentou.

Na perspetiva da TSP, esse período experimental deverá permitir avaliar e aperfeiçoar sucessivamente o sistema, aproveitando “os estudos já feitos pela Administração Eleitoral e o exemplo das eleições para os franceses no estrangeiro”.

O comunicado frisa ainda que um sistema desta natureza deve ser desenvolvido com especial atenção às questões jurídicas, tecnológicas e operacionais.

“Um sistema desta natureza tem de ser pensado e testado nas suas múltiplas dimensões: legais, de conformidade com as leis portuguesas e dos países onde votarão os portugueses, de comunicações seguras, de segurança informática, de facilidade de utilização, de informação aos eleitores, de controlo efetivo e de transparência”, defende a associação.

“O processo de teste, que não deverá incidir apenas sobre uma amostra limitada, tem de contemplar adequadamente todos estes passos, sem atropelos nem omissões”, referiu, acrescentando que “a TSP não apoia um plano apressado para cumprir calendários”.

A concluir, a associação reafirma que considera este o momento adequado para iniciar a modernização do sistema eleitoral destinado à diáspora portuguesa, mas insiste que a implementação deve privilegiar a segurança, a confiança e a qualidade do processo.

“Acreditamos que chegou a hora do voto digital remoto. Vamos começar já, quanto antes, mas vamos fazê-lo bem. Os portugueses no estrangeiro merecem-no”, concluiu a TSP.

Ígor Lopes

Continuar a ler

Atualidade

Universidade da Beira Interior cria licenciatura em “Cidades e Comunidades Sustentáveis Inteligentes” para responder aos desafios da transição ecológica e digital

Publicado

on


A Universidade da Beira Interior (UBI) vai disponibilizar, já no Concurso Nacional de Acesso
ao Ensino Superior deste ano, a nova licenciatura em “Cidades e Comunidades Sustentáveis
Inteligentes”, um curso com 30 vagas que integra a oferta formativa do Departamento de
Engenharia Civil e pretende responder às necessidades emergentes da transformação digital
e ambiental dos territórios.

Alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, em
particular com o ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis, o plano curricular combina
áreas como Engenharia, Ambiente, Urbanismo, Geomática, Ciência de Dados e Inteligência
Artificial.

Ao longo do curso, os estudantes terão contacto com tecnologias como sensores
inteligentes, Internet das Coisas (IoT), Sistemas de Informação Geográfica (SIG), veículos
aéreos não tripulados, modelação digital e ferramentas avançadas de análise de dados,
desenvolvendo competências para monitorizar infraestruturas, apoiar processos de decisão
técnica, aplicar princípios de economia circular e criar respostas para a adaptação às
alterações climáticas.

A licenciatura privilegia também uma componente prática, promovendo o contacto direto
com problemas reais através da colaboração com empresas, autarquias, instituições públicas
e entidades do sistema científico e tecnológico.

Neste sentido, os futuros diplomados poderão exercer funções em áreas como
administração local e regional, empresas municipais, entidades gestoras dos setores da
água, saneamento, resíduos e energia, empresas tecnológicas, consultoras de ambiente,
sustentabilidade, mobilidade, transportes, geomática, planeamento urbano e ciência de
dados, podendo ainda prosseguir estudos em cursos de mestrado.

O novo ciclo de estudos admite candidatos através de diferentes combinações de provas de
ingresso, todas elas tendo por base a disciplina de Matemática B, complementada por uma
das seguintes provas: Biologia e Geologia, Desenho, Economia, Física e Química, Geometria
Descritiva ou Português.

Continuar a ler

Mais lidas