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MELOM e Querido Mudei a Casa Obras aumentam 30% em faturação no 1º semestre do ano

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Líder no setor das obras residenciais em Portugal, a rede de franchising MELOM e Querido Mudei a Casa Obras (QMACO), terminou o primeiro semestre de 2022 com uma faturação de 20,9 milhões de euros, o que representa uma subida de 30% face ao período homólogo do ano passado.

As duas insígnias receberam, na primeira metade do ano, 5.517 pedidos de intervenção a nível nacional, sendo que o valor médio da obra (não considerando a construção de raiz) para a MELOM fixou-se em 35.808 euros e para o QMACO em 9.823 euros, face aos 14.944 e 4.638 euros do primeiro semestre de 2021, o que representa uma subida para mais do dobro.

No tipo de obra mais solicitado, a remodelação geral mantém-se no topo das preferências, seguida das pequenas intervenções por ordem do número de pedidos: pintura, pavimento, canalização, bricolage & instalações.

Em evidência também a abertura de 20 novas unidades especializadas em obras de pequena e grande dimensão. Os dados revelam que de janeiro a junho houve quatro novas aberturas relativas à MELOM e 16 da insígnia QMACO, com uma distribuição geográfica de norte a sul do país.

A aposta na expansão nacional da rede de franchisados é um dos eixos estratégicos e uma solução para quem procura oportunidades de investimento num mercado que, atualmente, é favorável à criação de novas empresas e à entrada de técnicos no negócio das obras em casa.

Como salienta João Carvalho, cofundador da MELOM, “temos assistido nas nossas marcas a empresários de outros setores que estão a investir neste mercado, uma vez que o mesmo representa uma enorme oportunidade de investimento. A procura continua a ser superior à oferta e por isso o negócio das obras em casa ganha novos investidores. A título de exemplo podemos salientar os últimos casos de novos franchisados que vêm das áreas de retalho, gestão e direito”.

João Carvalho (Foto: MELOM)

Sobre a MELOM

A MELOM é uma marca portuguesa fundada em 2010, líder nas áreas da reabilitação e construção de imóveis. Pioneira no setor reúne sob a mesma insígnia serviços especializados em áreas como a arquitetura, engenharia, carpintaria, serralharia, pintura, pavimentos, canalização e vidros, entre outros, traz ao setor das obras em casa inovação, tecnologia e rigor. Entre 2011 e 2017, foi distinguida com seis prémios, quatro dos quais de franchising (start-up do ano, inovação, inovação produto/serviço e expansão) e de 2016 a 2021 conquistou o Marktest Reputation Index na categoria obras em casa. Mais recentemente, foi eleita, pelo segundo ano consecutivo, a marca nº1 na Escolha do Consumidor, na categoria “Obras e Remodelação de Imóveis” e conquistou, na mesma categoria, o Prémio Cinco Estrelas, pelo quarto ano consecutivo.

Fotos: MELOM.

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Município de Barcelos distinguido como “Autarquia Familiarmente Responsável” e “Autarquia Amiga das Famílias”

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O Município de Barcelos foi distinguido, uma vez mais, como “Autarquia + Familiarmente Responsável 2022”, uma nomeação atribuída pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis. O vereador António Ribeiro, do pelouro da Ação Social, recebeu a bandeira que assinala esta distinção, em representação da autarquia, numa cerimónia que decorreu, na tarde de anteontem (26), no Auditório da Fundação FEFAL, na cidade de Coimbra. 

Segundo António Ribeiro, estas distinções reconhecem as boas-práticas no âmbito das políticas familiares dos municípios e, no caso de Barcelos, foram atribuídas pelo trabalho da Câmara Municipal, enquanto entidade empregadora, na adoção de medidas que facilitam a conciliação da vida familiar e laboral dos seus trabalhadores.

Nesse sentido, o reconhecimento pelo trabalho efetuado levou a que a Câmara de Barcelos tenha sido distinguida com a “Bandeira com Palma”, por ter recebido o prémio três ou mais anos consecutivos. Entretanto, além desse prémio, e, pela primeira vez, o Município de Barcelos recebeu, adicionalmente, o certificado de “Autarquia Amiga das Famílias”, após ter aderido à Rede Europeia de Autarquias Amigas da Família, que agrega 80 municípios de oito países.

Recorde-se que o Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis é uma iniciativa da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, em parceira com Instituto da Segurança Social. Tem como principais objetivos acompanhar, galardoar e divulgar as melhores práticas das autarquias portuguesas em matéria de responsabilidade familiar.  

Foto: CMB.                                                                                         

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CNA repudia decisão do Governo de extinguir Secretaria de Estado da Agricultura: “é mais uma peça do desmantelamento do Ministério”

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A CNA – Confederação Nacional da Agricultura “repudia, veementemente, a extinção da Secretaria de Estado da Agricultura e exige a revogação desta decisão o mais urgentemente possível”.

“Acabar com a Secretaria de Estado da Agricultura, para além de que revela de evidente desvalorização de um setor central na economia nacional e na ocupação do território, é dar mais uma machadada no Ministério da Agricultura, que, assim, se vai paulatinamente extinguindo, o que constitui um erro gravíssimo com consequências desastrosas para os agricultores e para o país”, acusa.

Com esta decisão, o Ministério da Agricultura, “mais uma vez, perde capacidade de intervenção e coordenação política e técnica, numa altura em que os agricultores passam por enormes dificuldades, com quebras brutais de rendimentos (mais de 11%, segundo o INE), e quando se inicia a aplicação do PEPAC (Plano Estratégico Nacional da Política Agrícola Comum), que inclui mais exigências e penalizações para os pequenos produtores”, continua.

A Secretaria de Estado da Agricultura “não é uma mera ‘pasta’ no papel, faz falta aos Agricultores e ao país”, e a CNA não compreende o que mudou para que, “no espaço de três semanas, sem qualquer consulta aos representantes do setor ou debate na sociedade portuguesa, o Governo tenha deixado de considerar necessária a sua existência. E as desculpas entretanto apresentadas pelo Governo, além de não convencerem, só confirmam que não há intenção de voltar atrás”.

“Estamos perante uma queda em dominó, depois da transferência de competências (que na prática as liquida) das Direções Regionais de Agricultura e Pescas para as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional”, alerta.

“Repudiamos mais este passo na destruição do tecido produtivo que alimenta a população”, afirma a CNA.

A CNA reafirma que o setor agrícola e o País “precisam de um Ministério da Agricultura forte e operativo, incluindo as áreas das Florestas e do Desenvolvimento Rural, e capaz de dar as respostas necessárias aos agricultores, e isso só se faz, também, com uma Secretaria de Estado para a Agricultura”

A CNA reafirma, ainda, que, “a par da existência de um Ministério da Agricultura forte e operativo, próximo dos agricultores, é preciso mudar de políticas para o sector agroflorestal e para o Mundo Rural, de forma a dar resposta aos desafios que os agricultores estão hoje a enfrentar”.

Foto: DR.

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Anadia prorroga transferência de competências no domínio da ação social

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A Câmara Municipal de Anadia deliberou, por unanimidade, na reunião de executivo realizada esta quinta-feira, 26 de janeiro, propor à Assembleia Municipal a prorrogação do prazo de transferência de competências no domínio da Ação Social até ao mês de abril, uma vez que não se encontram reunidas as condições necessárias ao exercício das referidas competências.

A presidente da Câmara Municipal de Anadia, Maria Teresa Cardoso, considera que o Decreto-Lei nº 55/2020 “continua a suscitar dúvidas relativamente às matérias a transferir, existindo uma ausência de clareza quanto à sua operacionalização, necessária para que o Município possa avaliar as implicações financeiras, humanas e organizacionais”. Daí que, no seu entendimento, “não se encontrem reunidas as condições para que o Município de Anadia, responsavelmente e na defesa dos interesses da autarquia e das populações, possa assumir as competências que se pretendem transferir com o mencionado diploma legal”.

A proposta aprovada vai agora ser enviada à Assembleia Municipal de Anadia, para análise e votação, em sessão que deverá realizar-se no decorrer do próximo mês de fevereiro. A decisão será, posteriormente comunicada à Direção Geral das Autarquias Locais.

Foto: CMA.

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