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Lisboa: Detido por roubo em Penha de França

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O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da 5ª Divisão Policial, no dia 9 de março, pelas 02h50, na freguesia de Penha de França, procedeu à detenção, em flagrante delito, de um homem, de 34 anos, por ser suspeito da prática do crime de roubo.

Após comunicação por parte da vítima de que teria sido roubada na via pública minutos antes, os Polícias conseguiram intercetar, em ato contínuo ao crime, o suspeito nas imediações do local na posse da quantia de 25 euros em numerário e do telemóvel da mesma.

A vitima terá sido agredida na face pelo suspeito e foi obrigada a dar os seus pertences que se encontravam dentro de uma mala e o mesmo terá atirado para um caixote do lixo.

A rápida intervenção dos Polícias permitiu assim a recuperação imediata de todos os pertences roubados e a detenção do suspeito.

O detido recolheu às salas de retenção do COMETLIS e foi presente à Autoridade Judiciária, tendo sido aplicada a medida de coação de apresentações diárias.

Ocorrências

A Divisão de Segurança Aeroportuária, no dia 7 de março, pelas 13h40, procedeu à detenção de um homem, de 33 anos, por ser suspeito da prática do crime de furto em estabelecimento das Lojas Portugal Duty Free Shop do Aeroporto Humberto Delgado.

O suspeito, passageiro de um voo, retirou, escondeu e eximiu-se ao pagamento de dois perfumes, que estavam disponíveis para venda.

O produto do furto, avaliado em € 500, foi entregue ao representante legal do estabelecimento.

Assumida a posse, ao passageiro foi dada voz de detenção, foi constituído arguido neste processo e presente na Instância Local Criminal de Lisboa – Seção de Pequena Criminalidade | Campus de Justiça, onde foi presente a 1º interrogatório judicial.

No dia 9 de março, pelas 08h00, procedeu à detenção de um homem, de 50 anos, por ser suspeito da prática do crime de posse de arma proibida.

O suspeito, passageiro de um voo, foi abordado pelos Polícias depois de, no rastreio de bagagem de cabine no RX, se perceber poder existir um objeto proibido.

Aquando da abordagem, foi possível apreender uma arma contundente – Boxer/Soqueira.

Questionado sobre a posse da referida arma, declarou ser sua.

Ao suspeito foi dada voz de detenção, constituído arguido, tendo prestado termo de identidade e residência, sendo notificado para a comparecer na Instância Local Criminal de Lisboa – Seção de Pequena Criminalidade | Campus de Justiça, onde foi presente a 1º interrogatório judicial.

A Divisão de Segurança a Transportes Públicos, no dia 8 de março, nas freguesias das Aguas Livres e Santa Maria Maior, procedeu à detenção de dois homens, de 22 e 25 anos, por serem suspeitos da prática do crime de posse de estupefaciente.

No âmbito do policiamento preventivo de segurança aos transportes públicos e, bem assim, na luta contra a criminalidade violenta e grave, os Polícias aquando do patrulhamento nas Estações Ferroviárias da Reboleira e Estação do Metropolitano do Martim Moniz, após abordagem aos suspeitos e tendo sido questionados se teriam na sua posse algum produto ilícito, foi possível apreender o total de 70.93 gr de haxixe equivalente a 141.93 doses individuais.

Os detidos foram notificados para comparecer no Tribunal da Amadora e na Instância Local Criminal de Lisboa – Secção De Pequena Criminalidade, respetivamente.

No dia 9 de março, pelas 12h35, na freguesia da Misericórdia, procedeu à detenção de um homem, de 45 anos, por existir sobre o mesmo um Mandado de Detenção.

No âmbito da fiscalização aos estabelecimentos, na Estação Ferroviária do Cais Sodré, os Polícias avistaram o suspeito a importunar os cidadãos que por ali passavam, demonstrando de imediato um comportamento suspeito, assim que se apercebeu da presença daqueles, motivo esse que levou à sua abordagem.

Foi solicitado documento de identificação para averiguar se pendia algum ilícito criminal sobre o mesmo, tendo-se apurado que tinha um Mandado de Detenção, por um crime de desobediência, para pagamento de 400 € convertidos em cinquenta e três dias de prisão subsidiária.

O arguido fez o pagamento voluntário da quantia estipulada, tendo o mesmo sido restituído à liberdade.

Foto: DR.

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Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”

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Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.

Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.

O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.

A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.

“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.

Ígor Lopes

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CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa

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O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.

No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.

A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.

Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.

No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.

O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.

Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.

No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.

Ígor Lopes

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Ruth Collaço leva “Círculo Raiz” à Associação Caboverdeana em Lisboa

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A escritora, artista plástica, curadora cultural e criadora portuguesa Ruth Collaço promove, no dia 12 de julho, às 18h30, na Associação Caboverdeana em Lisboa, o encontro “Círculo Raiz, Arte Meditativa & Escrita Intuitiva”. A iniciativa, integrada no universo “Ventos Sábios, Ruth Collaço”, “propõe uma experiência de pausa, respiração e criação”, com lugares limitados e inscrições através do e-mail: ruthcollaco@gmail.com

A divulgação pública do evento apresenta o encontro como um espaço para “descer à raiz”, “respirar”, “criar” e “transmutar”.

Nascida em Benguela e radicada em Lisboa, Ruth Collaço tem construído um percurso que cruza literatura, artes plásticas, curadoria, análise literária e criação simbólica. A sua presença no panorama cultural lusófono tem sido marcada por uma linguagem que aproxima corpo, território, memória e espiritualidade, com obras e projectos ligados ao imaginário ritual, à escrita sensorial e à arte como processo de transformação. A autora é também associada ao projecto “Wise Winds, Ventos Sábios”, uma plataforma literária e cultural com projecção internacional.

Relativamente ao que o público encontrará no “Círculo Raiz”, Ruth Collaço afirma que a proposta passa por “um espaço de pausa e criação consciente, onde a arte deixa de ser apenas técnica e passa a ser caminho interior”.

Segundo esta responsável, que tem atuado internacionalmente, a arte meditativa “abranda o corpo e conduz o gesto a partir da respiração”, permitindo que cada traço, cor ou movimento surja de um estado de presença. Já a escrita intuitiva, acrescenta, abre espaço para que a palavra flua “sem censura”, revelando pensamentos, emoções e percepções que muitas vezes permanecem ocultas no quotidiano.

Segundo apurámos, o encontro propõe “uma prática assente na liberdade criativa e na escuta do silêncio”. Ruth descreve o ambiente como “seguro, ritual e acolhedor”, pensado para que cada participante possa criar, transformar o que sente e partilhar, se assim o desejar, “num círculo que honra o corpo, a palavra e o gesto como expressões de raiz”. A proposta aproxima arte, escrita e interioridade, sem reduzir a criação a exercício técnico ou a produto final. O centro da experiência está no processo, no gesto e na relação de cada pessoa com a própria voz.

Sobre os objectivos da iniciativa, Ruth Collaço explica que o “Círculo Raiz” procura “reconectar cada pessoa ao seu próprio centro”, despertando a intuição como ferramenta criativa e espiritual.

A artista defende que “a actividade pretende promover a expressão livre através da arte e da escrita, oferecendo um momento de pausa num ritmo de vida acelerado”.

“O “Círculo Raiz” procura cultivar comunidade, apoiar processos internos de transformação e criar um espaço onde cada participante possa regressar ao essencial, ouvir o que a sua raiz tem para dizer e permitir que a sua verdade se manifeste de forma autêntica e sensível”, afirmou.

A escolha da Associação Caboverdeana em Lisboa como palco do encontro acrescenta uma dimensão simbólica à iniciativa, ao situar a prática num espaço ligado à diáspora, à memória africana e ao diálogo cultural em língua portuguesa.

Para Ruth Collaço, que é associada da Associação Portuguesa de Poetas, e cuja obra atravessa geografias, ancestralidades e linguagens, tendo estado recentemente em diversas cidades na Suíça com o seu trabalho literário e de artes plásticas, “o “Círculo Raiz” surge como extensão natural de um percurso em que arte e rito se encontram”.

“Mais do que uma oficina, o evento propõe uma experiência de presença, palavra e gesto, na qual a criação é entendida como regresso ao essencial”, finalizou.

Ígor Lopes

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