Atualidade
Liga MEO Surf: Chamada para o Joaquim Chaves Saúde Porto Pro às 8 horas de sábado, em Leça da Palmeira
O Joaquim Chaves Saúde Porto Pro vai tem a primeira chamada marcada para as 8 horas deste sábado, 23 de Abril, na praia de Leça da Palmeira. A segunda etapa da Liga MEO Surf 2022, a primeira divisão do surf nacional, leva as estrelas do surf nacional até às ondas do Norte. A sequência de prova já está definida e a ação vai começar com a realização dos trials masculinos, seguindo-se a ronda inaugural masculina.
Sequência Prova – 1º dia de Competição (sujeito a alteração)
– Fase de triagem – Masculino (4 heats)
– Round 1 – Masculino (16 heats)
– Round 1 – Feminino (8 heats)
Em prova vão estar as estrelas do surf nacional, com destaque para o trio de surfistas que garantiram, recentemente, os três primeiros postos do circuito europeu de qualificação da World Surf League e, consequentemente, o acesso ao circuito Challenger Series 2022, onde estão em disputa seis vagas para o circuito mundial de 2023. Mafalda Lopes, que se sagrou vice-campeã europeia a par da campeã nacional Kika Veselko, é uma das estrelas em prova e mostra ter expectativas altas para esta etapa nortenha.
Mafalda Lopes [Ndr: foto de destaque], top 3 nacional e atual vice-campeã europeia de surf: “Nesta etapa da Liga MEO Surf, as minhas expectativas e objetivos são mostrar um bom nível de surf, ser consistente, conseguindo obter notas elevadas e alcançar o melhor resultado possível. Gosto muito do Porto. É uma cidade incrível que tem boas ondas por todo o lado. Tenho a certeza de que vai haver show de surf! O surf feminino português está com o nível super elevado, sendo o top 3 do ranking do circuito QS europeu apenas composto por surfistas portuguesas. Assim, a Liga MEO Surf acaba por nos dar uma grande rampa de lançamento e ser um excelente treino e preparação para o circuito Challenger Series, que arranca já em maio.”
Em ação vão estar, igualmente, vários jovens surfistas locais do Porto, que serão “capitaneados” por Francisco Alves, um dos principais tops nacionais, que já está há vários anos radicado no Porto. Também ele espera que esta seja uma etapa especial. “As expectativas são boas. No sábado poderemos ter ondas um pouco grandes demais, mas penso que domingo e segunda-feira teremos boas condições. As previsões são boas. A praia de Leça da Palmeira é boa para os surfistas que gostam de fazer manobras fortes. Muitos surfistas gostam de surfar ali. No ano passado, fiquei em 5º lugar e o campeonato foi em Leça. Este ano gostava de ficar no pódio, até porque este foi o primeiro campeonato que o meu filho veio ver. Leça da Palmeira tem todas as condições para receber os melhores surfistas nacionais. Podem esperar boas ondas e uma boa francesinha. É assim que o Norte recebe os melhores surfistas de todo o país.”

Ondas não deverão faltar na Praia de Leça da Palmeira, com as previsões a mostrarem uma entrada de um grande swell na sexta-feira, que vai arrastar-se para o fim de semana. Algo que deixa o diretor de prova, Francisco Morgado, com boas expectativas para o decorrer do campeonato. “Vemos uma ondulação com algum tamanho a entrar na véspera do campeonato, que deverá oferecer ondas desafiantes para o primeiro dia de prova. No entanto, as condições prometem melhorar progressivamente ao longo dos dias de prova, o que nos dá a garantia de coroar os campeões do Joaquim Chaves Saúde Porto Pro no feriado de 25 de Abril, com muitas pessoas na praia a ver e com ondas de potencial para elevar ainda mais o espetáculo.”

Agenda do Joaquim Chaves Saúde Porto Pro (sujeito a alterações):
1º dia – Sábado, 23 de abril
08h00 – Call primeiro dia para Trials – masculino (confirmado)
08h30 – Round 1 – masculino
11h30 – Passatempo Jerónimo Martins “Quem sabe, melhor defende”
14h00 – Visita do Secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Correia
2º dia – Domingo, 24 de abril
08h00 – Call do segundo dia de competição (por confirmar)
11h30 – Passatempo Jerónimo Martins “Quem sabe, melhor defende”
16h00 – DJ Zé Ferreira – Corona Extra & Somersby
3º dia – Segunda-feira, 25 de Abril
08h30 – Call terceiro dia de competição (por confirmar)
14h00 – Go Chill Expression feminina e masculina (por confirmar)
15h00 – Happy Hour Jerónimo Martins
16h00 – Finais do Joaquim Chaves Saúde Porto Pro (por confirmar)
17h00 – Entrega de prémios do Joaquim Chaves Saúde Porto Pro (por confirmar)
Destaque, ainda, para o facto de, na sexta-feira, ter acontecido uma limpeza de praia, pelas 10 horas, e sessões pedagógicas Amar o Amar – Jerónimo Martins, que envolveram alunos das escolas dos concelhos do Porto e Matosinhos.
Em termos de troféus laterais, o grupo Joaquim Chaves Saúde vai premiar a melhor onda da etapa, enquanto o Bom Petisco Girls Score distinguirá o melhor score feminino. A isso junta-se a luta pela Go Chill Expression Session, tanto na vertente masculina como feminina.
Prémio vencedor etapa: Relógio Rip Curl Search GPS 2
Prazo de constituição das equipas: até às 8 horas de sábado
Pelo segundo ano consecutivo, a Joaquim Chaves Saúde dá o nome a uma das etapas da Liga MEO Surf, reforçando, assim, não só o seu compromisso com o desporto e atletas nacionais, mas também, com a promoção de hábitos de vida saudáveis, que são, sem dúvida, um complemento essencial aos cuidados de saúde prestados pelo grupo. Destes serviços destacam-se, para os amantes do desporto, as consultas de Medicina Desportiva, Ortopedia, com consultas vocacionadas para patologias relacionadas com a prática de atividade física, Fisioterapia ou Otorrinolaringologia, que, no caso dos surfistas, é particularmente importante, uma vez que muitos sofrem de exostoses, vulgarmente conhecidas como ‘doença ou ouvido de surfista”.
A nível televisivo, o Joaquim Chaves Saúde Porto Pro poderá ser acompanhado em direto na Sport TV, assim como nos restantes meios oficiais: Facebook do MEO, app do MEO – disponível na posição 810 da grelha de canais MEO, e em www.ansurfistas.com e redes sociais em @ansurfistas.
A Liga MEO Surf 2022 é uma organização da Associação Nacional de Surfistas e da Fire!, com o patrocínio do MEO, Joaquim Chaves Saúde, Allianz Seguros, Bom Petisco, Go Chill, Somersby, Corona e Rip Curl, o parceiro de sustentabilidade Jerónimo Martins, o apoio local da Câmara Municipal do Porto e da Câmara Municipal de Matosinhos, e o apoio técnico da Onda Pura e da Federação Portuguesa de Surf.
Fotos: Jorge Matreno/ANSurfistas.
A Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.
Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes e Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.
Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.
No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados
. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.
. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.
. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.
. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.
. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.
. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.
. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.
Imagens: IMP.
Atualidade
Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal
Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.
Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.
A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.
No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.
Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.
Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.
Fotos: ARA.
Atualidade
Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação
Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.
Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.
O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.
Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.
A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.
É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.
O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.
Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.
Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.
Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.
Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.
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