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Liga MEO Surf: 1ª Divisão do surf nacional ruma a Norte para o Joaquim Chaves Saúde Porto Pro

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A Liga MEO Surf, primeira divisão do surf nacional, está a caminho das ondas do Porto e Matosinhos onde, de 23 a 25 de abril, se realiza o Joaquim Chaves Saúde Porto Pro. Esta é a segunda de cinco etapas do calendário que junta as estrelas do surf nacional na luta pelos títulos máximos do surf português.

Pelo 17º ano consecutivo, as estrelas do surf nacional rumam a norte, para uma das etapas mais históricas e também concorridas pelos fãs do surf nacional. A etapa mais citadina do circuito está, assim, de regresso e a contagem decrescente já começou para aquilo que promete ser um grande espetáculo de surf. E este ano com o dia final, onde vão ser coroados os campeões da etapa, marcado para o feriado d0 25 de Abril.

Catarina Araújo, Vereadora da Câmara Municipal do Porto, refere que “há 17 temporadas consecutivas que este campeonato passa pelo Porto e queremos que esta relação de sucesso ainda se intensifique. Sabemos que, ao longo dos anos, esta etapa tem sido, muitas vezes, decisiva para a vitória final na Liga MEO Surf, o que a torna ainda mais atrativa. E é sempre um orgulho receber os melhores atletas nacionais e contribuir para a afirmação do surf como modalidade olímpica”.

Já Vasco Pinho, Vereador da Câmara Municipal de Matosinhos, afirma que “o Município de Matosinhos aposta, de forma consistente, no potencial desportivo, mas também económico e turístico associado à vertente do surf e de outros deportos de deslize, tendo presente o seu contexto geográfico, histórico e social, bem como a sua relação umbilical com o oceano Atlântico e com as modalidades náuticas. Acolher uma etapa da mais importante competição nacional de surf, evidencia o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela Câmara Municipal de Matosinhos neste setor, nomeadamente, através da valorização da qualidade das nossas águas balneares e respetiva monitorização, do investimento na segurança aquática através de uma equipa permanente de socorro balnear e da colaboração estreita com as várias escolas de surf matosinhenses na promoção e incremento desta modalidade. Estamos comprometidos com este evento desportivo e certos de que a sua realização será, à semelhança das edições anteriores, um enorme sucesso.”

Depois de um arranque da Liga MEO Surf em abril, a ação prossegue a todo o gás, com Vasco Ribeiro e Kika Veselko a chegarem ao Porto e Matosinhos na liderança do ranking e com a licra amarela Go Chill, que conservam desde o final da última temporada, uma vez que são os campeões em título. Este é um palco especial, sobretudo, para Vasco Ribeiro, que em 2021 venceu esta etapa pela quinta vez na carreira.

Vasco Ribeiro, campeão nacional e líder do ranking, salienta que “é verdade que o Porto é um local onde me sinto muito bem e costumo ganhar com regularidade. Ando a sentir-me muito bem, tenho andado a treinar bastante e vencer na Figueira da Foz foi muito bom. Vinha de uma lesão que me obrigou a parar e começar o ano a ganhar é bom para ganhar motivação para os últimos campeonatos do ano a nível internacional. Depois desses campeonatos vamos para o Porto, onde espero continuar este momento.”

Vasco Ribeiro (Foto: Jorge Matreno/ANSurfistas)

Já Kika Veselko vai numa série de duas vitórias consecutivas em etapas na Liga MEO Surf, depois de ter fechado o ano transato a vencer em Peniche, abrindo 2022 com mais um triunfo, desta vez na Figueira do Foz. No Porto e Matosinhos a ambição da jovem campeã nacional não passará por outro objetivo que não cumprir o ditado de que “não há duas sem três”.

Kika Veselko, campeã nacional e líder do ranking, sublinha que, “sem dúvida, que neste momento estou a atravessar um dos melhores períodos da minha carreira. Tenho vindo a ter resultados marcantes ao logo dos últimos anos e o ano passado foi um ano super especial para mim. Até agora, 2022 tem corrido muito bem, mas quero sempre mais! O meu sonho é chegar CT [elite do surf mundial], estou extremamente contente com a qualificação para o circuito Challenger Series e de começar o ano da Liga MEO Surf em grande. O meu objetivo, este ano, é defender o título nacional e tentar manter a licra amarela até ao final. Adoro competir no Porto, as ondas são muito divertidas. Nunca ganhei, mas já alcancei um segundo lugar em Matosinhos”.

Kika Veselko (Foto: Jorge Matreno/ANSurfistas)

Historial dos vencedores do Joaquim Chaves Saúde Porto Pro – últimos três anos:

2021 – Vasco Ribeiro e Teresa Bonvalot

2020 – Vasco Ribeiro e Teresa Bonvalot;

2019 – Tomás Fernandes e Yolanda Hopkins.

Com um vasto leque de surfistas que têm dado cada vez mais provas, tanto dentro de portas como a nível internacional, onde três surfistas portuguesas acabaram de conquistar os três primeiros lugares do ranking europeu do circuito Qualifying Series da World Surf League, estão, assim, reunidos todos os condimentos para a etapa nortenha, que pelo segundo ano consecutivo vai ter Joaquim Chaves Saúde no naming.

José Chaves, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Joaquim Chaves Saúde, declara que “é com grande entusiasmo que voltamos a associar-nos à Liga MEO Surf, este ano com três grandes propósitos: apoiar a modalidade e os seus atletas; promover uma cultura que alia os cuidados de saúde a hábitos de vida saudável e proporcionar a melhor experiência a quem quiser assistir às etapas do campeonato. Esta associação permite-nos, promover aquilo a que chamamos uma ‘cultura de saúde’, baseada numa visão 360º, conseguida através dos nossos serviços de diagnóstico, tratamento e prevenção – onde destaco a recente inaugurada Clínica Cirúrgica de Carcavelos e também o Joaquim Chaves Fitness”. Nas diversas etapas, e com o intuito de proporcionar uma melhor experiência a todos, a Joaquim Chaves Saúde irá disponibilizar um Beach Point, uma zona privilegiada para quem quiser assistir às provas, com um ecrã gigante, com transmissão das provas em direto, e também uma zona de duches para os atletas.

Joaquim Chaves Saúde Beach Point (Foto: Jorge Matreno/ANSurfistas)

Joaquim Chaves Saúde Porto Pro 2021 em números:

– Campeões da Etapa: Vasco Ribeiro e Teresa Bonvalot;

– 899 ondas surfadas por 72 surfistas inscritos;

– Melhor onda (máximo 10 pontos): 9 pontos de Vasco Ribeiro nas meias-finais;

– Melhor pontuação (máximo 20 pontos): 16,75 de Vasco Ribeiro, nas meias-finais;

Em termos de troféus laterais, o grupo Joaquim Chaves Saúde vai premiar a melhor onda da etapa, enquanto o Bom Petisco Girls Score distinguirá o melhor score feminino. A isso junta-se a luta pela Go Chill Expression Session, tanto na vertente masculina como feminina.

A nível televisivo, o Joaquim Chaves Saúde Porto Pro poderá ser acompanhado em direto na Sport TV, assim como nos restantes meios oficiais: Facebook do MEO, app do MEO – disponível na posição 810 da grelha de canais MEO, e em www.ansurfistas.com e redes sociais em @ansurfistas.

A Liga MEO Surf 2022 é uma organização da Associação Nacional de Surfistas e da Fire!, com o patrocínio do MEO, Joaquim Chaves Saúde, Allianz Seguros, Bom Petisco, Go Chill, Somersby, Corona e Rip Curl, o parceiros de sustentabilidade Jerónimo Martins, o apoio local da Câmara Municipal do Porto e da Câmara Municipal de Matosinhos, e o apoio técnico da Onda Pura e da Federação Portuguesa de Surf.

Fotos: Jorge Matreno/ANSurfistas.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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