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ISCTE Executive Education lança livro sobre Sustentabilidade

101 Vozes pela Sustentabilidade – Por um Desenvolvimento Responsável

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No livro do ISCTE Executive Education, publicado pela LeYa/Oficina do Livro, fazem-se ouvir as vozes de 101 personalidades portuguesas que partilham as suas visões de sustentabilidade para o futuro de Portugal.

Em nota introdutória deste livro, o Secretário-Geral das Nações Unidas resume bem a razão de ser do livro 101 Vozes pela Sustentabilidade – Por Um Desenvolvimento Responsável: «Um número crescente de empresas está a abraçar esta mudança social, ambiental e financeira. Cidades e regiões estão a desenvolver novos modelos – de vida e de trabalho; de cultivo e de consumo de alimentos; e de redução da emissão de gases com efeito de estufa. Juntos, podemos pôr as pessoas e o planeta em primeiro lugar», refere António Guterres

O livro reúne as opiniões de uma centena de personalidades dos mais variados setores da sociedade civil, empenhados em assegurar o desenvolvimento responsável nas suas organizações a bem das pessoas, do país e do planeta. Um desenvolvimento responsável que não passa apenas pela ação climática, mas sim pelos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pela ONU: do combate à pobreza às energias renováveis, da educação à justiça, da saúde ao trabalho digno. A sustentabilidade exige compromissos e este é um livro sobre como podemos mudar a nossa mentalidade e fazer diferente. Entre estas 101 vozes estão empresários, ativistas, académicos, especialistas em energia, empreendedores, investigadores, artistas, banqueiros, arquitetos, entre muitos outros profissionais que assumiram o desafio – e o compromisso.

Ao longo de quase 800 páginas, os leitores serão confrontados com realidades, termos e palavras-chave, uns que conhecem bem e outros que vão passar a fazer parte do seu léxico – da transição energética ou transição verde aos ODS das Nações Unidas, passando por Natureza Positiva, NetZero, descarbonização, ESG (Environmental, Social, Governance), desperdício, viver com menos, gestão da água, circularidade, desigualdades, os 3 p’s da sustentabilidade (People, Profit, Planet, a que se juntam Purpose e Prosperity) e, ainda, Sociedade Sustentável ou Igualdade de Género, entre outros.

Coordenado pelo ISCTE Executive Education e editado pela Oficina do Livro, do grupo LeYa, 101 vozes pela Sustentabilidade encontra-se à venda nas livrarias, por 16,90 Euros (disponível também em e-book). Procure-o nas livrarias e em https://www.leyaonline.com/pt/livros/historia-e-politica/politica/101-vozes-pela-sustentabilidade/ .

 O livro conta com as seguintes 101 participações:

António Guterres, Secretário-Geral das Nações Unidas, Alexandre Fernandes, ENSE – Entidade Nacional para o Setor Energético, Ana Carvalho, Instituto Superior Técnico, Ana Isabel Trigo de Morais, Sociedade Ponto Verde, Ana Marta Castro, Sociedade de Advogados Vieira de Almeida & Associados, Ana Simaens, Dir. MBA Sustainable Management / ISCTE, Ana Tavares, CITEVE – Centro Tecnológico para as Indústrias Têxtil e do Vestuário, Anabela Vaz Ribeiro, Global Compact Network Portugal, Ângela Morgado, Associação Natureza Portugal e WWF – World Wild Fund for Nature, António Costa Silva, Comissão Nacional de Acompanhamento PRR (e atual Ministro da Economia e do Mar), António Covas, Univ. Algarve, António Martins da Costa, EDP, António Miguel Ferreira, Claranet Portugal, António Paula Soares, ANPC – Associação Nacional de Proprietários Rurais, Gestão Cinegética e Biodiversidade, António Porto Monteiro, Dir. Sustentabilidade – The Navigator Company (até 2020), António Saraiva, CIP – Confederação Empresarial de Portugal, Bernardo Pizarro Miranda, Pedro Luz Pinto e Susana Rego, Arquitetos, Bordalo II, Artista Plástico, Bruno Bobone, Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, Bruno Casadinho, Capgemini Portugal & Tunísia, Bruno Proença, Banco de Portugal, Carlos Fiolhais, Univ. Coimbra, Carolina Almeida Cruz, C-MORE/Beyond the Obvious, Catarina Canelas, Jornalista, Catarina Matos, Mind the Trash, Cristina Ataíde, Artista Plástica, Cristina Vaz Tomé, Impresa, Dora Assis, Jornalista/ Projeto SCM – Supply Chain Magazine, Elvis Veiguinha, DMIX – Digital Mix Música e Imagem, Fernando Reino da Costa, Unipartner, Filipa Saldanha, Gulbenkian Desenvolvimento Sustentável, Filipe Almeida, Estrutura de Missão Portugal Inovação Social, Filipe Duarte Santos, Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável, Francisco Ferreira,  ZERO – Assoc. Sistema Terrestre Sustentável, Francisco Lagoa Marques, Clube de Fitness 1Fight, Gabriel Coimbra, IDC, Graça Pires de Oliveira, CTT Correios de Portugal, Helen Duphorn, IKEA Portugal, Inês Sequeira, Santa Casa da Misericórdia, Joana Portugal Pereira, Univ. Federal do Rio de Janeiro, Joana Ribeiro e Castro, Profissional de Responsabilidade Social e Sustentabilidade, João Falcato Pereira, Oceanário de Lisboa, João Hrotkó, Roland Berger, João Pratas, APFIPP – Assoc. Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios, João Wengorovius Meneses, BCSD Portugal, Jorge Santos, KPMG, José Fragata, Univ. NOVA, José Furtado, Águas de Portugal, José Manuel Gomes, Cofina Media, Júlia Seixas, NOVA School of Science and Technology, Univ. NOVA de Lisboa, Leandro Pereira, WINNING e ISCTE-IUL, Luís Neves, GeSI – Global Enabling Sustainability Initiative, Luis Urmal Carrasqueira, SAP Portugal, Luísa Magalhães, Assoc. Smart Waste Portugal, Luísa Ribeiro Lopes, PT, Luísa Schmidt, Socióloga / ICS-UL, Madalena Rugeroni, Too Good to Go Portugal e Espanha, Manuel Duarte Pinheiro, Instituto Superior Técnico, Margarida Couto, GRACE – Empresas Responsáveis, Margarida Sá Costa, Altice Portugal, Maria do Rosário Partidário, Instituto Superior Técnico, Maria Domingas Carvalhosa, APECOM e Wisdom, Maria José Sousa, ISCTE – Inst. Univ. Lisboa, Maria Teresa Antunes, Casa de São Francisco de Assis, Mário Parra da Silva, APEE – Assoc. Port. Ética Empresarial; Global Compact Network Portugal, Marisa P. de Brito, BUas – Univ. Breda Ciências Aplicadas, Holanda, Miguel Moreira da Silva, Wiimer – Serviços de Analítica Avançada, Miguel Neiva, ColorADD e ColorADD.Social, Mónica Farinha e Tito Campos e Matos, Conselho Português para os Refugiados, Nuno Bento, DINÂMIA’CET – ISCTE, Paolo Fagnoni, Nestlé Portugal, Paula Cayolla Trindade, Unidade de Eficiência de Recursos, LNEG – Laboratório Nacional de Engenharia e Geologia, Paula Guimarães, Aliança para os ODS Portugal e Casa Família Oliveira Guimarães, Paula Sobral, Associação Portuguesa do Lixo Marinho, Paula Teles, Especialista em mobilidade urbana, Paula Viegas, Consultora de Sustentabilidade de Marca, Paulo Lemos, Comissão Europeia, Pedro Martins Barata, Get2c e Climate, Environmental Defense Fund, Pedro Matias, ISQ – Centro de Interface e Tecnologia, Pedro Norton de Matos, Greenfest e Bluefest, Pedro Perdigão, INDAQUA, Pedro Vaz Patto, Comissão Nac. Justiça e Paz, Ricardo Alves, Riberalves, Ricardo Conde, Agência Espacial Portuguesa, Ricardo Maia Magalhães, Advogado e Prof. ISCTE Executive Education, Ricardo Morgado, Empresário, Ricardo Mourinho Félix e João Fonseca Santos, Banco Europeu de Investimento, Roberta Medina, Rock in Rio, Sandra Ribeiro, Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, Sara Miranda, Jerónimo Martins, Sérgio Ribeiro, Planetiers, Sofia Santos, Systemic, Teresa Marat-Mendes, Prof. no ISCTE-IUL e DINÂMIA’CET, Dpt. Arquitetura e Urbanismo, Teresa Ricou, Chapitô, Vitor Ribeirinho, KPMG Portugal.

Imagem: DR.

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Município de Barcelos distinguido como “Autarquia Familiarmente Responsável” e “Autarquia Amiga das Famílias”

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O Município de Barcelos foi distinguido, uma vez mais, como “Autarquia + Familiarmente Responsável 2022”, uma nomeação atribuída pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis. O vereador António Ribeiro, do pelouro da Ação Social, recebeu a bandeira que assinala esta distinção, em representação da autarquia, numa cerimónia que decorreu, na tarde de anteontem (26), no Auditório da Fundação FEFAL, na cidade de Coimbra. 

Segundo António Ribeiro, estas distinções reconhecem as boas-práticas no âmbito das políticas familiares dos municípios e, no caso de Barcelos, foram atribuídas pelo trabalho da Câmara Municipal, enquanto entidade empregadora, na adoção de medidas que facilitam a conciliação da vida familiar e laboral dos seus trabalhadores.

Nesse sentido, o reconhecimento pelo trabalho efetuado levou a que a Câmara de Barcelos tenha sido distinguida com a “Bandeira com Palma”, por ter recebido o prémio três ou mais anos consecutivos. Entretanto, além desse prémio, e, pela primeira vez, o Município de Barcelos recebeu, adicionalmente, o certificado de “Autarquia Amiga das Famílias”, após ter aderido à Rede Europeia de Autarquias Amigas da Família, que agrega 80 municípios de oito países.

Recorde-se que o Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis é uma iniciativa da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, em parceira com Instituto da Segurança Social. Tem como principais objetivos acompanhar, galardoar e divulgar as melhores práticas das autarquias portuguesas em matéria de responsabilidade familiar.  

Foto: CMB.                                                                                         

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CNA repudia decisão do Governo de extinguir Secretaria de Estado da Agricultura: “é mais uma peça do desmantelamento do Ministério”

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A CNA – Confederação Nacional da Agricultura “repudia, veementemente, a extinção da Secretaria de Estado da Agricultura e exige a revogação desta decisão o mais urgentemente possível”.

“Acabar com a Secretaria de Estado da Agricultura, para além de que revela de evidente desvalorização de um setor central na economia nacional e na ocupação do território, é dar mais uma machadada no Ministério da Agricultura, que, assim, se vai paulatinamente extinguindo, o que constitui um erro gravíssimo com consequências desastrosas para os agricultores e para o país”, acusa.

Com esta decisão, o Ministério da Agricultura, “mais uma vez, perde capacidade de intervenção e coordenação política e técnica, numa altura em que os agricultores passam por enormes dificuldades, com quebras brutais de rendimentos (mais de 11%, segundo o INE), e quando se inicia a aplicação do PEPAC (Plano Estratégico Nacional da Política Agrícola Comum), que inclui mais exigências e penalizações para os pequenos produtores”, continua.

A Secretaria de Estado da Agricultura “não é uma mera ‘pasta’ no papel, faz falta aos Agricultores e ao país”, e a CNA não compreende o que mudou para que, “no espaço de três semanas, sem qualquer consulta aos representantes do setor ou debate na sociedade portuguesa, o Governo tenha deixado de considerar necessária a sua existência. E as desculpas entretanto apresentadas pelo Governo, além de não convencerem, só confirmam que não há intenção de voltar atrás”.

“Estamos perante uma queda em dominó, depois da transferência de competências (que na prática as liquida) das Direções Regionais de Agricultura e Pescas para as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional”, alerta.

“Repudiamos mais este passo na destruição do tecido produtivo que alimenta a população”, afirma a CNA.

A CNA reafirma que o setor agrícola e o País “precisam de um Ministério da Agricultura forte e operativo, incluindo as áreas das Florestas e do Desenvolvimento Rural, e capaz de dar as respostas necessárias aos agricultores, e isso só se faz, também, com uma Secretaria de Estado para a Agricultura”

A CNA reafirma, ainda, que, “a par da existência de um Ministério da Agricultura forte e operativo, próximo dos agricultores, é preciso mudar de políticas para o sector agroflorestal e para o Mundo Rural, de forma a dar resposta aos desafios que os agricultores estão hoje a enfrentar”.

Foto: DR.

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Anadia prorroga transferência de competências no domínio da ação social

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A Câmara Municipal de Anadia deliberou, por unanimidade, na reunião de executivo realizada esta quinta-feira, 26 de janeiro, propor à Assembleia Municipal a prorrogação do prazo de transferência de competências no domínio da Ação Social até ao mês de abril, uma vez que não se encontram reunidas as condições necessárias ao exercício das referidas competências.

A presidente da Câmara Municipal de Anadia, Maria Teresa Cardoso, considera que o Decreto-Lei nº 55/2020 “continua a suscitar dúvidas relativamente às matérias a transferir, existindo uma ausência de clareza quanto à sua operacionalização, necessária para que o Município possa avaliar as implicações financeiras, humanas e organizacionais”. Daí que, no seu entendimento, “não se encontrem reunidas as condições para que o Município de Anadia, responsavelmente e na defesa dos interesses da autarquia e das populações, possa assumir as competências que se pretendem transferir com o mencionado diploma legal”.

A proposta aprovada vai agora ser enviada à Assembleia Municipal de Anadia, para análise e votação, em sessão que deverá realizar-se no decorrer do próximo mês de fevereiro. A decisão será, posteriormente comunicada à Direção Geral das Autarquias Locais.

Foto: CMA.

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