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DSTGROUP oferece mestrados e doutoramentos aos trabalhadores

O grupo bracarense oferece financiamento integral, parcerias e cursos exclusivos com o objetivo de captar talento e reforçar a formação

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O DSTGROUP voltou a reforçar a sua aposta na educação e formação dos seus trabalhadores, disponibilizando, gratuitamente, Mestrados e Doutoramentos especializados, em diferentes áreas, com as propinas totalmente pagas, assim como Cursos Técnicos Superiores Profissionais (TeSP).

Além deste investimento na formação dos trabalhadores, e com o objetivo de recrutar e reter os melhores talentos, o DSTGROUP promove, também, diversos protocolos com instituições de ensino com o intuito de profissionalizar o mercado em diversas áreas de especialidade.

“Consideramos que a educação e a formação são um investimento capaz de impulsionar a nossa atividade económica e competitividade no mercado. Por isso, disponibilizamos formação em áreas core, como a Engenharia, a Gestão, a Economia, mas também focada nas soft skills e áreas técnicas complementares inserida no plano anual de formação, diversificadamente enriquecedoras do ponto de vista social e intelectual, como é o caso da Filosofia, da Neurociência e da Saúde Mental”, destaca José Machado, Diretor de Recursos Humanos.

Nesta iniciativa de promover a educação e a formação, juntam-se ao grupo, parceiros como o IPCA – Instituto Politécnico do Cávado e Ave, a Universidade do Minho (UMinho) e a Universidade Católica Portuguesa. Numa aposta a longo prazo, o objetivo do DSTGROUP é prolongar as parcerias e cursos para que a formação chegue ao maior número de trabalhadores possível.

“Um dos protocolos que mais se tem desenvolvido é o que mantemos com o IPCA, desde 2018. Com ele já contabilizamos quatro edições do curso de Soldadura Avançada e a primeira edição do curso Técnico Superior Profissional de Preparação e Gestão de Obra, em 2021”, acrescenta José Machado.

As propinas dos cursos são financiadas, na íntegra, pelo DSTGROUP. Outro dado importante é o facto de todos os cursos contarem com a integração dos trabalhadores especializados na qualidade de formadores para retratar e testemunhar a atual realidade do mercado de trabalho.

Para este novo ano letivo, o DSTGROUP já tem uma oferta diversificada e oficializada. Agora em outubro, arrancam novas edições de cursos que foram muito apreciados pelos trabalhadores e que registaram enorme procura. É o caso da área da Filosofia, que vai iniciar a segunda edição de “Filosofia para o Novo Século” com duração de três anos, assim como da área de Saúde Mental, que promove a quarta edição do curso “Primeiros Socorros para Doença Mental”. Para além disso, destacam-se as outras propostas formativas do grupo, no que diz respeito a Mestrados Profissionais, Cursos Técnicos Superiores Profissionais e Formações Especializadas.

Mestrados Profissionais de 1 ano (a iniciar em novembro de 2022)

Foi feita, pela primeira vez, uma parceria com o IPCA ao nível dos Mestrados Profissionais de um ano. Estes Mestrados são constituídos por um semestre curricular e um semestre de estágio/projeto e aplicam-se a trabalhadores licenciados com mais de 5 anos de experiência na área de especialização.

Os mestrados vão decorrer no polo de Braga do IPCA (ou possivelmente no campus do DSTGROUP) e são os seguintes: Gestão Fiscal; Gestão de Operações; Gestão para Executivos; Logística e Gestão de Cadeia de Abastecimento; Modelação 3D e Fabrico Aditivo; e Tecnologias de Apoio à Educação STEAM.

Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP) (a iniciar em outubro de 2022)

A parceria do DSTGROUP com o IPCA relativamente aos CTeSP vem desde 2019, ano em que foi realizada a 1ª edição do curso de Soldadura Avançada, seguindo-se depois mais duas edições. Este ano, os CTeSP abrangidos na parceria entre o IPCA e o DSTGROUP são os seguintes: Energias Renováveis e Sistemas Sustentáveis; Gestão de redes e telecomunicações avançadas; Soldadura Avançada; e Preparação e Gestão de Obras.

Neste momento, e até ao dia 20 de setembro, está a decorrer a segunda fase do concurso de acesso a estes cursos, pelo que os interessados devem fazer a sua inscrição no site do IPCA ou presencialmente.

Os cursos destinam-se ao público em geral, que pretendam fazer uma especialização nestas áreas, mas também estão abertos à participação dos trabalhadores. Neste último caso, o DSTGROUP assegura o pagamento das propinas na sua totalidade.

Os CTeSP têm a duração de 2 anos, as aulas são em regime pós-laboral e conferem um diploma de nível 5. A parceria concretiza ainda o acolhimento dos alunos, no final do curso, para a realização de um estágio de seis meses.

Formação Especializada em “Tecnologia de Fachadas e Envolvente de Edifícios” (iniciou em julho)

Juntamente com a Aliança de Pós-Graduação da UMinho, o DSTGROUP lançou, este ano, um curso de Formação Especializada em “Tecnologia de Fachadas e Envolvente de Edifícios”.

Lecionado por especialistas da BYSTEEL FS, empresa do DSTGROUP especializada nesta área, e por professores da Escola de Engenharia e da Escola de Arquitetura, Arte e Design da UMinho, a formação abrange desde os aspetos legais até à manutenção de fachadas e envolventes, passando pelos materiais e pelo fabrico, conteúdos que não são habitualmente abordados na formação de um arquiteto ou de um engenheiro. Conta ainda com a participação na partilha de conhecimento de várias entidades do tecido empresarial e associações de diferentes posicionamentos da cadeia de valor.

“Estarmos próximos das instituições de ensino faz parte da nossa estratégia. Apenas criando um ecossistema de partilha de conhecimento e recursos é que conseguiremos dar resposta às necessidades do mercado de trabalho e formar um clima de inovação que potencie a criação de novos produtos e serviços.”, comenta Ricardo Portela, administrador da BYSTEEL.

Foto: DR.

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Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”

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Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.

Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.

O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.

A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.

“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.

Ígor Lopes

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CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa

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O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.

No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.

A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.

Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.

No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.

O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.

Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.

No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.

Ígor Lopes

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Ruth Collaço leva “Círculo Raiz” à Associação Caboverdeana em Lisboa

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A escritora, artista plástica, curadora cultural e criadora portuguesa Ruth Collaço promove, no dia 12 de julho, às 18h30, na Associação Caboverdeana em Lisboa, o encontro “Círculo Raiz, Arte Meditativa & Escrita Intuitiva”. A iniciativa, integrada no universo “Ventos Sábios, Ruth Collaço”, “propõe uma experiência de pausa, respiração e criação”, com lugares limitados e inscrições através do e-mail: ruthcollaco@gmail.com

A divulgação pública do evento apresenta o encontro como um espaço para “descer à raiz”, “respirar”, “criar” e “transmutar”.

Nascida em Benguela e radicada em Lisboa, Ruth Collaço tem construído um percurso que cruza literatura, artes plásticas, curadoria, análise literária e criação simbólica. A sua presença no panorama cultural lusófono tem sido marcada por uma linguagem que aproxima corpo, território, memória e espiritualidade, com obras e projectos ligados ao imaginário ritual, à escrita sensorial e à arte como processo de transformação. A autora é também associada ao projecto “Wise Winds, Ventos Sábios”, uma plataforma literária e cultural com projecção internacional.

Relativamente ao que o público encontrará no “Círculo Raiz”, Ruth Collaço afirma que a proposta passa por “um espaço de pausa e criação consciente, onde a arte deixa de ser apenas técnica e passa a ser caminho interior”.

Segundo esta responsável, que tem atuado internacionalmente, a arte meditativa “abranda o corpo e conduz o gesto a partir da respiração”, permitindo que cada traço, cor ou movimento surja de um estado de presença. Já a escrita intuitiva, acrescenta, abre espaço para que a palavra flua “sem censura”, revelando pensamentos, emoções e percepções que muitas vezes permanecem ocultas no quotidiano.

Segundo apurámos, o encontro propõe “uma prática assente na liberdade criativa e na escuta do silêncio”. Ruth descreve o ambiente como “seguro, ritual e acolhedor”, pensado para que cada participante possa criar, transformar o que sente e partilhar, se assim o desejar, “num círculo que honra o corpo, a palavra e o gesto como expressões de raiz”. A proposta aproxima arte, escrita e interioridade, sem reduzir a criação a exercício técnico ou a produto final. O centro da experiência está no processo, no gesto e na relação de cada pessoa com a própria voz.

Sobre os objectivos da iniciativa, Ruth Collaço explica que o “Círculo Raiz” procura “reconectar cada pessoa ao seu próprio centro”, despertando a intuição como ferramenta criativa e espiritual.

A artista defende que “a actividade pretende promover a expressão livre através da arte e da escrita, oferecendo um momento de pausa num ritmo de vida acelerado”.

“O “Círculo Raiz” procura cultivar comunidade, apoiar processos internos de transformação e criar um espaço onde cada participante possa regressar ao essencial, ouvir o que a sua raiz tem para dizer e permitir que a sua verdade se manifeste de forma autêntica e sensível”, afirmou.

A escolha da Associação Caboverdeana em Lisboa como palco do encontro acrescenta uma dimensão simbólica à iniciativa, ao situar a prática num espaço ligado à diáspora, à memória africana e ao diálogo cultural em língua portuguesa.

Para Ruth Collaço, que é associada da Associação Portuguesa de Poetas, e cuja obra atravessa geografias, ancestralidades e linguagens, tendo estado recentemente em diversas cidades na Suíça com o seu trabalho literário e de artes plásticas, “o “Círculo Raiz” surge como extensão natural de um percurso em que arte e rito se encontram”.

“Mais do que uma oficina, o evento propõe uma experiência de presença, palavra e gesto, na qual a criação é entendida como regresso ao essencial”, finalizou.

Ígor Lopes

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