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Braga com Feira de Empregos para profissionais do Turismo

Portugal tem cerca de 45 mil vagas abertas em busca de candidatos

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É um dos setores que mais lucra no país e também um dos que mais apresenta falta de profissionais. O Turismo de Portugal tem se fortalecido a cada ano e, nos primeiros cinco meses de 2023, o número de pessoas que visitaram o país cresceu, sendo, até agora, o melhor ano de sempre ao nível da procura. Com o mercado turístico ‘aquecido’, as vagas de emprego aumentam e, de acordo com a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), ainda faltam cerca de 45 mil trabalhadores ao setor.

Em busca de soluções e de profissionais para suprir as vagas do Turismo em Braga, o município receberá uma feira de empregos dedicada ao setor turístico. A 1ª Feira de Empregos para Profissionais do Turismo de Braga realiza-se no dia 22 de setembro, com início às 14h00, no Mercado Municipal da cidade, no espaço Sonae Sierra. A iniciativa resultou da parceria estabelecida entre a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX EUROPA), a Associação de Profissionais de Turismo do Minho (APROTURM), a Academia de Formação (SABFORMA), e a SONAE SIERRA, com o alto patrocínio do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP – Braga) e Câmara Municipal de Braga.

De acordo com os organizadores, entre os objetivos está a realização de entrevistas entre empregadores e profissionais de turismo. O que já pode resultar em contratações imediatas para suprir as vagas. Desta forma haverá uma maior aproximação entre a oferta e a procura, criando novos empregos. A Feira tem ainda o objetivo de atrair profissionais de outros países que estejam a residir na zona de Braga. “Sabemos que muitos imigrantes estão em busca de trabalho e o Turismo precisa dessa mão de obra. Por vezes são profissionais qualificados e que em alguns casos já têm experiência na área”, explica Bruno Gutman, diretor Norte da Funcex Europa, uma das entidades promotoras do certame. A Funcex tem como um de seus objetivos apoiar o comércio exterior do Brasil, seja via a internacionalização de empresas, investimentos diretos ou pela contribuição através do direcionamento da mão de obra qualificada brasileira. Com isso, a Funcex atua como um agente econômico local e contribui para o desenvolvimento das regiões e dos países em que tem atuação.

A comunidade brasileira é a nacionalidade que representa o maior número de estrangeiros no município de Braga, estima-se que dos cerca de 200 mil habitantes, 15 mil sejam brasileiros. “A feira é para todos que tenham interesse nas vagas, portugueses e estrangeiros, entretanto sabemos que há um grande número de imigrantes brasileiros que já trabalharam no setor do turismo no Brasil, ou mesmo em Portugal e que estão à procura de oportunidades de trabalho”, estamos à espera destes candidatos às vagas”, revela o diretor.

Em 2025, Braga será a Cidade Portuguesa da Cultura e contará com o apoio de dois milhões de euros para atrair visitantes, o que prevê um aumento ao nível de vagas abertas para o setor. Sobre as vagas oferecidas na feira, estarão sobretudo, empregos para o setor de alojamento, restauração e até animação turística. Confira algumas vagas que precisam de trabalhador: cozinheiro(a), empregado(a) de mesa, técnico de turismo, copeiro(a), consultor(a) de viagens, rececionista de hotel, bagageiro(a), housekeeping (serviço de limpeza), colaborador(a) para serviços de limpeza em unidade de Turismo Rural, entre outras.

De acordo com António Antas Teles, presidente da APROTURM, não há a necessidade de experiência comprovada para as vagas. “As pessoas que tiverem interesse em preencher as vagas não precisam comprovar experiência, pois as próprias empresas e entidades costumam oferecer formações e estágios para que se formem novos profissionais”, explica.

Segue, abaixo, a programação completa da feira.

Programação

14h00 – Registo dos participantes e convidados

14h15 – Sessão de Boas-vindas: Rui Sousa / Antas Teles / Bruno Gutman

14h30 – Cláudia Patrícia Alves (IEFP) – Medidas de apoio à contratação (IEFP)

15h00 – No 1° Piso – Sala de reuniões do espaço Sonae / Sierra – Sessões de contacto individualizadas entre empregadores e profissionais de Turismo.

17h30 – Sessão de encerramento 

Foto: DR.

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Vagos: Filme-documentário “Caminhamos Juntos” transforma “Caminho de Santiago” num retrato de “fé, superação e condição humana”

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O filme-documentário “Caminhamos Juntos”, realizado e dirigido artisticamente por Frankelim Amaral, será apresentado hoje, quinta-feira, 13 de agosto, às 21h30, no Centro de Educação e Recreio (CER) de Vagos, no centro-norte de Portugal, numa sessão solidária, com um donativo de dois ‘passos’, a favor dos Bombeiros Voluntários de Vagos, devendo as reservas ser feitas prévia e exclusivamente através do número 961 950 316.

Apoiada pela Câmara Municipal de Vagos, a iniciativa integra o percurso de apresentação da longa-metragem, permitindo ao público conhecer uma obra construída a partir de uma experiência de peregrinação pelo “Caminho de Santiago”.

A longa-metragem acompanha sete peregrinos ao longo de cerca de 250 quilómetros do “Caminho Português Central”, entre o Porto e Santiago de Compostela, colocando a experiência individual no centro de um percurso partilhado. Embora avancem pela mesma rota, os participantes chegam ao caminho transportando histórias e motivações diferentes.

Perda, doença, saudade, gratidão, esperança e necessidade de reencontrar um sentido para a vida integram esse universo humano. As experiências pessoais não surgem apenas como elementos biográficos dos protagonistas, mas como matéria narrativa através da qual o filme acompanha diferentes formas de enfrentar momentos de dificuldade e transformação.

Ao longo da peregrinação, a dimensão física do percurso cruza-se com uma mudança nas relações entre os participantes. Pessoas inicialmente desconhecidas passam a partilhar refeições, dificuldades, conversas, silêncios e etapas, criando vínculos que se desenvolvem à medida que a caminhada avança.

É nesse processo de aproximação que o trabalho de Frankelim Amaral encontra uma das suas principais forças. O realizador não utiliza o “Caminho de Santiago” apenas como cenário, mas como elemento estruturante de uma narrativa em que o movimento exterior dos peregrinos acompanha um processo de confronto com memórias, emoções e questões pessoais.

A câmara acompanha os protagonistas de perto, integrando a paisagem na construção da narrativa. Florestas, estradas, localidades, momentos de descanso e diferentes etapas do percurso contribuem para uma linguagem visual que procura aproximar o espectador da experiência vivida pelos participantes.

Com 150 minutos de duração, “Caminhamos Juntos” assume, assim, uma abordagem documental que procura olhar para a peregrinação para além do seu destino final. A chegada a Santiago de Compostela deixa de ser o único objetivo para dar lugar àquilo que acontece ao longo dos quilómetros percorridos.

A pergunta “Até onde nos pode levar o primeiro passo?” funciona como uma das ideias centrais do projeto. Mais do que uma referência ao início de uma caminhada física, a questão introduz uma reflexão sobre decisões, mudanças e a possibilidade de iniciar novos percursos perante circunstâncias adversas.

A dimensão espiritual está presente na experiência retratada, mas a narrativa procura alcançar uma leitura mais ampla da condição humana. A fé, neste contexto, surge associada à esperança, à capacidade de continuar e à procura de um sentido para experiências que nem sempre encontram respostas imediatas.

Além do mais, o documentário explora a forma como a convivência pode alterar a perceção que cada pessoa tem de si própria e dos outros. A partilha de dificuldades, a criação de amizades e o apoio entre os participantes tornam-se elementos fundamentais de uma experiência em que o coletivo interfere diretamente na vivência individual.

A fotografia de Jorge Laranjeira reforça também esta dimensão cinematográfica, acompanhando a progressão dos peregrinos e a transformação dos espaços atravessados. A banda sonora é assinada por Isaías Passarinho, enquanto Carla L.A. Silva assegura a narração e Sérgio Marques é responsável pelo design. A produção está a cargo de Marco Rodrigues.

Deste modo, a articulação destes diferentes elementos permite construir uma obra que combina testemunho, observação e uma dimensão estética própria, procurando levar para o ecrã não apenas aquilo que os protagonistas fazem, mas sobretudo aquilo que sentem e descobrem durante o percurso.

O filme dispõe ainda de materiais oficiais de divulgação, incluindo trailer e teaser, e mantém canais próprios de comunicação através do site e das redes sociais dedicadas ao projeto: Facebook e Instagram.

Frankelim Amaral: da lusofonia à realização cinematográfica

Natural de Covão do Lobo, no município de Vagos, Frankelim Amaral desenvolveu desde cedo uma ligação à literatura, à cultura e à expressão artística, construindo um percurso profissional marcado pela promoção da língua portuguesa e da lusofonia em Portugal e no estrangeiro.

A sua atividade cultural estende-se à área editorial e associativa. É cofundador da Associação Artes e Letras, em Paris, foi diretor de redação da revista Portugal Magazine e exerceu funções de coordenador editorial na Portugal Mag Editora, tendo colaborado em diferentes publicações, antologias e coletâneas que reuniram autores lusófonos de vários países.

Paralelamente, mantém atividade como cronista em diversos meios de imprensa, com artigos dedicados sobretudo a temas culturais e literários. O seu percurso associativo inclui ainda a participação no “Círculo dos Poetas Lusófonos de Paris”, na “Associação dos Autores Lusófonos de França”, na “Associação Portuguesa de Escritores”, na “Sociedade Portuguesa de Autores” e na “Academia de Letras e Artes de Paranapuã”, no Rio de Janeiro, onde recebeu uma medalha de mérito cultural.

O trabalho desenvolvido em torno da cultura portuguesa e da diáspora foi também reconhecido através do prémio “Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa”, promovido pela COTEC e entregue pelo presidente da República, além de outras distinções atribuídas por instituições que reconheceram o seu trabalho de preservação e promoção da lusofonia.

A experiência de Frankelim Amaral não se limita, contudo, à literatura e à edição. O seu percurso inclui igualmente a música, a produção cultural e o audiovisual, áreas em que fundou a Nova Música Produções, desenvolveu trabalho como letrista, produziu e organizou eventos culturais e realizou videoclipes e anúncios publicitários.

É também autor de vários livros, entre os quais O Grito do Silêncio, Segredos, A Gaveta, Amor, Espalhando palavras no caminho da lusofonia, Memórias Fotográficas e Preservação do Património Cultural Português.

Esta diversidade de experiências converge agora na realização de “Caminhamos Juntos”, projeto em que a sua ligação à cultura, à escrita, à música e ao audiovisual se cruza com uma narrativa centrada em histórias humanas.

Ígor Lopes

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Marinha Grande leva jovens à descoberta da Covilhã através da “Rede Náutica Solidária”

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A Câmara Municipal da Marinha Grande iniciou segunda-feira, dia 3 de agosto, mais uma semana dos “Campos de Férias 2026 – Rede Náutica Solidária”, iniciativa que decorre até 14 de agosto e que proporciona a crianças e jovens do concelho um programa diversificado de atividades, com experiências na área náutica, educativa, cultural, ambiental e desportiva.

Entre os participantes desta semana, 11 jovens, com idades entre os 12 e os 14 anos, partiram para a Covilhã para uma experiência de quatro dias dedicada à descoberta do território e ao convívio entre pares.

O programa preparado para o grupo combina atividades aquáticas com momentos de exploração cultural e contacto com o património local. Entre as experiências previstas encontram-se passagens pela Piscina-Praia da Covilhã e pela Piscina das Penhas da Saúde, permitindo aos participantes integrar momentos de lazer e atividade física ao longo da estadia.

A vertente cultural inclui ainda oficinas dinamizadas pela Biblioteca Municipal da Covilhã, bem como visitas guiadas dedicadas à Arte Urbana e ao Museu da Covilhã, proporcionando aos jovens diferentes formas de conhecer a cidade e o seu património.

Durante a deslocação, o grupo fica alojado na Pousada da Juventude Serra da Estrela e realiza as refeições em conjunto, num contexto que favorece também a autonomia, a convivência e a criação de novas relações entre os participantes.

Em paralelo, 20 crianças entre os 8 e os 11 anos deslocaram-se para São Pedro de Moel, onde participam num programa composto por atividades recreativas e pedagógicas e por momentos de contacto com a praia.

A componente balnear está condicionada pelas condições meteorológicas, estando prevista a adaptação das atividades nos dias em que a neblina ou outras condições possam limitar a utilização da praia.

Antes da partida dos grupos, Carla Santana, vereadora da Educação da Câmara Municipal da Marinha Grande, esteve com os participantes e desejou-lhes uma boa semana, enquadrando os campos de férias como oportunidades de desenvolvimento pessoal e de aquisição de novas competências.

A iniciativa procura proporcionar aos participantes experiências que vão além do período de férias, através do estímulo à autonomia, à socialização e à aprendizagem em diferentes contextos.

Integrada na “Rede de Estações Náuticas do Centro de Portugal”, a “Rede Náutica Solidária” articula atividades náuticas e balneares com propostas de natureza social, educativa, ambiental, cultural e desportiva.

O programa procura ainda incentivar hábitos de vida saudáveis, aproximar os mais jovens do mar e promover o conhecimento e a valorização dos recursos naturais existentes no concelho da Marinha Grande.

Os “Campos de Férias 2026” decorrem até 14 de agosto, proporcionando diferentes experiências aos participantes, apesar dos constrangimentos resultantes da tempestade Kristin e da necessidade de ajustar algumas atividades às condições meteorológicas.

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Barcelos: 43.ª Mostra Internacional de Artesanato e Cerâmica já abriu portas no Parque da Cidade

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A 43.ª Mostra Internacional de Artesanato e Cerâmica foi inaugurada na passada sexta-feira, 31 de julho, no Parque da Cidade, reunindo centenas de visitantes na abertura de um dos mais emblemáticos certames dedicados ao artesanato e à cerâmica em Portugal. Até ao próximo dia 9 de agosto, Barcelos volta a afirmar-se como um território de excelência na valorização dos saberes tradicionais, da criatividade e da identidade cultural, reforçando a sua projeção nacional e internacional enquanto Cidade Criativa da UNESCO no Artesanato e Arte Popular.

A cerimónia de inauguração contou com a presença do secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado, do Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Mário Constantino Lopes, do vice-presidente da CCDR-N para a Cultura, Rui Costa, do vice-presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Cancela Moura, do presidente da Assembleia Municipal, Fernando Pereira, do presidente da EMEC, Jorge Cruz, bem como de autarcas, representantes de diversas entidades, artesãos e ceramistas.

Na sessão de abertura, o presidente da Câmara Municipal destacou o significado especial desta edição, realizada poucos dias depois da inscrição do Figurado de Barcelos no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, a quarta distinção nacional atribuída ao património imaterial do concelho. O autarca salientou que este reconhecimento reforça a identidade cultural de Barcelos e constitui um estímulo para continuar a valorizar o trabalho dos artesãos.

“O verdadeiro património não são as peças; são as pessoas que, com as suas mãos e criatividade, moldam o barro e transformam esta mostra numa beleza única e irrepetível.”

Mário Constantino Lopes sublinhou ainda a importância de continuar a apostar na certificação, valorização e internacionalização do artesanato, defendendo que “o artesanato é cultura, mas também economia”, e apelou à transmissão destes saberes às novas gerações, para que Barcelos continue a afirmar-se como uma referência nacional e internacional neste domínio.

Na sua intervenção, o secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços enalteceu o percurso de Barcelos enquanto marca consolidada e reconhecida, considerando que a Mostra representa a identidade do território.

“Aquilo que hoje nacionais e estrangeiros procuram é viver algo que só é possível naquele território. E tenho a certeza absoluta de que aquilo que vamos viver nesta 43.ª Mostra só é possível aqui, em Barcelos.”

Pedro Machado defendeu igualmente a necessidade de reforçar os processos de certificação e de proteger a autenticidade do artesanato, valorizando economicamente o trabalho dos artesãos e combatendo as imitações que desvirtuam o valor das peças originais.

Também o vice-presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal destacou Barcelos como um exemplo de autenticidade e de valorização da cultura popular, considerando que o artesanato constitui um dos principais fatores de diferenciação do concelho.

“Barcelos é muito mais do que uma cidade. É um território onde a tradição continua a ter futuro.”

Cancela Moura salientou ainda que a distinção de Barcelos como Cidade Criativa da UNESCO reconhece o valor universal do saber-fazer dos seus artesãos e demonstra como a cultura pode gerar desenvolvimento, dinamizar o turismo e afirmar internacionalmente um território.

Ao longo de dez dias, a Mostra Internacional de Artesanato e Cerâmica reúne dezenas de artesãos, ceramistas, associações e produtores, proporcionando aos visitantes a oportunidade de contactar com o trabalho ao vivo dos mestres, participar em 25 workshops dedicados às artes e ofícios tradicionais, assistir a espetáculos de animação, folclore e música, bem como conhecer e saborear os produtos endógenos do concelho.

A edição deste ano conta ainda com a participação de várias Cidades Criativas da UNESCO, portuguesas e estrangeiras, reforçando a dimensão internacional do certame e os laços de cooperação entre territórios que partilham o compromisso com a valorização do artesanato, da cerâmica e das artes tradicionais.

Com entrada gratuita, a 43.ª Mostra Internacional de Artesanato e Cerâmica decorre até ao dia 9 de agosto, afirmando-se, uma vez mais, como um dos maiores acontecimentos culturais e turísticos do concelho e um palco privilegiado para a promoção da identidade, da criatividade e da excelência do artesanato barcelense.

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