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Barcelos: Município investe 16 milhões no novo ano letivo

Ano escolar arranca com quase 14 mil alunos

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Cerca de 14 mil alunos do ensino público de Barcelos vão frequentar o ano letivo 2023-2024, distribuídos por 92 estabelecimentos de ensino, entre pré-escolar, 1º, 2º, 3º ciclos, ensino secundário e ensino técnico-profissional.

O número total de estudantes indica um aumento de mais de 300 alunos em relação ao ano transato, sendo que esse acréscimo acontece quase todo no ensino pré-primário.

Para fazer face às despesas decorrentes do normal funcionamento deste ano letivo, o Município tem prevista uma verba de 16 milhões de euros, montante que se divide da seguinte forma: 9 milhões para despesas com pessoal afeto às escolas; 3,6 milhões destinam-se aos transportes escolares; 2,8 milhões são para financiar as refeições escolares, e mais de meio milhão é contratualizado com as Juntas de freguesia para despesas com a manutenção corrente dos edifícios e espaços exteriores.

Os apoios do Município são planeados e concretizados tendo em conta três princípios: o sucesso educativo; o bem-estar, saúde e cidadania; e os programas terapêuticos.

No que respeita a outros investimentos, a Câmara Municipal volta este ano a oferecer os livros de fichas aos alunos com escalão A, B, e C, num valor a rondar os 75 mil euros, a que se somam mais 80 mil euros contratualizados com os Agrupamentos para apoio aos planos de atividades e projetos das escolas.

Programas para o sucesso educativo

Além destes apoios, o Município continua a colocar à disposição da comunidade escolar – alunos e professores do 9º ao 12º ano – a Plataforma “Escola Virtual”, ferramenta pedagógica que permite o acesso a conteúdos programáticos digitais de enorme importância para o processo de ensino/aprendizagem e que é também uma excelente ajuda na preparação para os exames nacionais. Aliás, o Município pretende alargar a disponibilização deste recurso educativo aos alunos do 5º ao 8º ano.

Além da Plataforma Escola Virtual, vai continuar o apoio aos programas de “Educação financeira – No poupar está o ganho”, “Hypatiamat” e “Ensinar e Aprender Português”.

Do mesmo modo, mantêm-se os programas de equitação e natação terapêuticas, e está assegurado o transporte dedicado para as crianças com necessidades de saúde específicas.

Além destes apoios, o Município, através dos seus serviços educativos, assegura um vasto programa de atividades, para o qual foram compiladas informações materializadas em brochuras físicas (separadas por ciclo de estudos, para mais fácil consulta) e totalmente disponíveis online.

Além disso, vai ser reforçado o projeto RISEe junto das comunidades de aprendizagem, desenvolvendo-se o modelo de sessões com os pais e encarregados de educação, com workshops subordinados ao tema “Educamos juntos”, assim como com momentos formativos para educadores e professores do primeiro ciclo.

Dando continuidade ao trabalho do ano transato, vão também ser promovidas várias sessões de edutalks, subordinadas ao tema “A escola que queremos construir”, ciclos de conversas informais sobre educação, com especialistas convidados.

Dados relativos ao Ano Escolar 2023-2024

1 – Nº de escolas sob alçada do Município, incluindo pré-escolar – 92

2 – Nº salas do pré-escolar – 119

3 – Nº de turmas do 1º ciclo – 205

4 – Nº de alunos do pré-escolar – 2.258

5 – Nº de alunos do 1º ciclo – 3.633

6 – Nº de alunos do 2º ciclo – 1.835

7 – Nº de alunos do 3º ciclo – 3.343

8 – Nº de alunos do secundário – 1.911

9 – Nº de alunos do Técnico-Profissional – 3.633

10 – Nº total de alunos das Escolas Públicas – 13.765

11 – Valor do investimento em Fichas de Estudo – 75 mil euros

12 – Valor para apoios a atividades e projetos – 80 mil euros (agrupamentos)

13 -Valor para pequenas reparações e manutenções de edifícios e exteriores – 525 mil euros (Juntas de Freguesia)

14 – Valor do investimento em transportes escolares – 2,8 milhões

15 – Valor do investimento em refeições escolares – 3.6 milhões.

Foto: DR.

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Portugal: “Eu Decido NextGen” reúne jovens líderes em debate sobre o futuro da nova geração

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O auditório do Taguspark, no concelho de Oeiras, em Portugal, recebe, no dia 19 de setembro, entre as 09h e às 19h, o painel de debate especial “Eu Decido NextGen”, uma iniciativa moderada pelo CEO da Dale Carnegie Portugal e especialista em gestão das pessoas, recursos humanos e liderança, Pedro Ramos, que reunirá sete jovens participantes para debater o papel da nova geração na construção do futuro. Esta iniciativa acontece no âmbito do evento “Faz a Tua Mudança”, organizado por Adriana Carneiro, mentora e coach de Liderança.

Sob o lema “O futuro não está à espera”, o encontro pretende “promover um espaço de reflexão e diálogo em torno dos desafios enfrentados pelos jovens, incentivando a participação ativa na definição das decisões que irão moldar a sociedade dos próximos anos”.

O painel contará com a participação de Inês Siopa, Carolina Almeida, Laura Gomes, Afonso Almeida, Inês Moleiro, José Lages e Joana Ramos, jovens convidados para “partilhar experiências, perspetivas e propostas sobre temas ligados à liderança, participação, inovação e intervenção cívica”.

A organização apresenta o evento como um “encontro entre diferentes vozes da mesma geração”, sintetizado na mensagem “7 vozes. 1 geração. 1 decisão.”, procurando demonstrar que “os jovens não são apenas destinatários das mudanças, mas protagonistas da sua construção”.

A filosofia da iniciativa é resumida na frase que acompanha o evento: “Enquanto muitos discutem o futuro, eles já o estão a construir”.

Ígor Lopes

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Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”

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Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.

Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.

O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.

A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.

“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.

Ígor Lopes

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CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa

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O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.

No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.

A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.

Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.

No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.

O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.

Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.

No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.

Ígor Lopes

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