Atualidade
Barão Fladgate propõe menu para dar as boas-vindas a 2022
Agora que o Natal terminou, está na hora de dizer adeus a 2021. Para isso, o restaurante Barão Fladgate, em Vila Nova de Gaia, propõe um requintado menu de passagem de ano, à medida da ocasião.
O restaurante Barão Fladgate, localizado junto ao centro de visitas da Taylor’s, em Vila Nova de Gaia, evidencia-se como um dos locais idílicos para contar as doze badaladas e dar as boas vindas ao novo ano que aí vem. Para assinalar a data, o menu também se aperaltou com pompa e circunstância.
As entradas fazem a receção aos convivas e abrem o apetite para entrar no espírito de festa: cornucópias de guacamole, camarão em pão coreano e molho agridoce, tártaro de atum em folha de arroz, quiche de cogumelos, ragoût de ananás e coentros, foie e figos.
Resista quem puder, mas o melhor é guardar espaço para os pratos principais. A última refeição de 2021 é composta por: Creme de cenoura com queijo de cabra e noz pecan, Magret de pato com lagosta e cremoso de boletos, Ragoût com fruta exótica e gel de hortelã, Robalo com tagliatelle de lulinhas grelhadas e cevadotto de crustáceos da nossa costa e tinta de choco, e ainda Lombinho de vitela com cremoso de batata Asterix.
Para fechar com alegria, esperança e todos os sentidos satisfeitos, a sobremesa inclui um Sorbet de citrinos, hortelã e caviar de yuzo e Texturas de chocolate Vinte Vinte.
O menu custa 195 euros por pessoa e inclui comida e bebida, sem que falte, obviamente, Vinho do Porto, mas também a música ao vivo com um quarteto de jazz, teste para a COVID-19 e, ainda, um bilhete para um dos sete museus do vizinho WOW – World Of Wine. Estão, por isso, reunidas todas as condições para começar 2022 da melhor maneira.
As reservas e pedidos de mais informações devem ser feitos para Reservations.BaraoFladgate@wow.pt.
Foto: DR.
Atualidade
Nos próximos dias, Castelo Branco recebe “Bienal Internacional de Artes e Ofícios” com participação de Portugal, Brasil e Cabo Verde
Castelo Branco, na região Centro de Portugal, recebe, nos dias 4 e 5 de setembro, a primeira edição da “Bienal Internacional de Artes e Ofícios”, no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco. Promovida pela Câmara Municipal de Castelo Branco, através da Divisão de Museus e Cultura, a iniciativa reúne representantes de Portugal, Brasil e Cabo Verde e coloca no centro do programa a valorização do património, das indústrias criativas e das redes de cooperação entre territórios. O evento integra a programação geral do “Festival Sabores de Perdição”, que decorrerá entre 3 e 6 de setembro.
O encontro está integrado na estratégia desenvolvida por Castelo Branco no âmbito da Rede de Cidades Criativas da UNESCO, que o município integra na categoria de Artesanato e Artes Populares. Sónia Abreu, chefe da Divisão de Museus e Cultura da Câmara Municipal de Castelo Branco e responsável pela organização da Bienal, enquadra a realização do certame neste percurso de afirmação da cidade dentro da rede internacional.
“A ‘Bienal de Artes e Ofícios’ vem na linha de continuidade do desenvolvimento desta participação do município de Castelo Branco na ‘Rede das Cidades Criativas’. Temos uma programação que está alocada a esta chancela e, dentro dessa programação, está também o desenvolvimento desta ‘Bienal Internacional de Artes e Ofícios’”, afirma Sónia Abreu, que recorda que a Bienal surge depois de outras iniciativas promovidas pelo município no quadro da ligação às Cidades Criativas.
“Já se fizeram outras atividades, nomeadamente o ‘Encontro Internacional de Cidades Criativas e Desenvolvimento Sustentável’, o ‘Fórum Ibero-Americano das Cidades Criativas’ e, agora, este foi o desenvolvimento natural das atividades que estão muito ligadas às cidades criativas”, refere.
O programa começa às 10h de sexta-feira, 4 de setembro, com a sessão de abertura conduzida pelo presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Leopoldo Rodrigues. Às 10h45, as Batucadeiras do Centro Cultural de Cabo Verde, em Lisboa, protagonizam um momento musical. Às 11h30 realiza-se a primeira mesa-redonda, dedicada ao tema “Identidade Local e Economia Criativa: Instrumentos Públicos para Valorizar o Património”. A sessão será moderada por Sofia Lourenço, cônsul honorária da República de Cabo Verde em Portugal para os distritos de Castelo Branco, Guarda e Viseu. Participam António Pinto Dias Rocha, cônsul honorário do Brasil para os distritos de Castelo Branco e Portalegre; Ângela Barbosa, gestora do Centro Cultural de Cabo Verde; Maria Antónia Amaral, chefe de Divisão de Cadastro, Inventário e Classificação do Património Cultural, I.P.; e Américo Rodrigues, diretor-geral da Direção-Geral das Artes.
Para Sónia Abreu, a partilha entre cidades e instituições constitui uma das componentes centrais da iniciativa.
“A ideia é partilhar experiências, divulgar boas práticas e ligar todas as cidades do país que estão também associadas às Cidades Criativas”, salientou esta responsável, que considera ainda que a presença de diferentes instituições e especialistas deve permitir que o encontro produza reflexão sobre políticas de preservação e valorização do património.
“O que esperamos é que, mais do que um momento de reflexão, todos consigamos identificar medidas públicas de proteção e de valorização destes recursos culturais de cada território e, nomeadamente, do território de Castelo Branco”, sublinhou.
Depois do almoço, ainda no dia 4, o Bordado de Castelo Branco assume uma posição central na programação. A partir das 14h30, a mesa-redonda “O Bordado de Castelo Branco: Tradição e Inovação” será moderada por Teresa Costa, gerente da A. CERTIFICA, Organismo de Certificação de Produções Artesanais Tradicionais. O painel conta com Ana Cristina Mendes, diretora-adjunta do CEARTE – Centro de Formação Profissional para o Artesanato e Património; Graça Ramos, presidente da Associação Portugal à Mão – Centro de Estudos e Promoção das Artes e Ofícios Portugueses; Ana Margarida Fernandes, professora na Escola Superior de Artes Aplicadas da Universidade Politécnica de Castelo Branco; e Sónia Santiago, diretora de Marketing e Comunicação do Grupo “O Valor do Tempo”.
A reflexão em torno do Bordado de Castelo Branco inclui o debate sobre a relação entre tradição, inovação, formação, design e valorização económica. Sónia Abreu considera que a continuidade destes saberes passa também pela capacidade de dialogarem com a contemporaneidade.
“Estas artes têm que ser contemporâneas. Se queremos que estas artes continuem a vingar, há aqui um momento em que elas têm que dar o salto”, defendeu.
O primeiro dia da Bienal prossegue às 16h30 com a inauguração da exposição “O Mundo Bordado à Mão”. Às 17h30 está prevista uma visita guiada ao MUTEX – Museu dos Têxteis, encerrando uma jornada dedicada à relação entre políticas públicas, património, identidade e inovação.
O segundo dia, sábado, 5 de setembro, será dedicado durante a manhã à “Rede de Cidades Criativas da UNESCO” e à apresentação de práticas, projetos e experiências desenvolvidos em diferentes municípios portugueses. A partir das 10h estarão representadas Castelo Branco, Barcelos e Caldas da Rainha, na categoria de Artesanato e Artes Populares; e Amarante e Leiria, na categoria de Música. Depois de uma pausa, às 12h, o programa prossegue com Braga, Cidade Criativa da UNESCO na categoria de Artes Digitais; Covilhã, em Design; Idanha-a-Nova, em Música; e Matosinhos, em Gastronomia. Às 13h15 está previsto um período de debate e participação do público.

Também na tarde de sábado, a relação entre criatividade e economia ganha maior expressão. Às 14h30 realiza-se a mesa-redonda “Transformar a Tradição em Valor: Empreendedorismo e Internacionalização nas Indústrias Criativas”, moderada por Eduardo Barroso, consultor e ponto focal internacional da cidade brasileira de João Pessoa e Cidade Criativa da UNESCO na categoria de Artesanato e Artes Populares. O painel contará com Luciano Barbosa, prefeito de Arapiraca, no estado de Alagoas, Brasil; Higor Esteves, vice-presidente da Comissão Executiva da CE-CPLP e diretor-geral da Start CPLP; e Marielza Rodriguez, gestora do Programa do Artesanato Paraibano – PAP. A participação brasileira coloca no debate questões relacionadas com empreendedorismo, internacionalização e criação de valor económico a partir das indústrias criativas.
O encerramento oficial da Bienal está marcado para às 16h de sábado e será conduzido pelo presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Leopoldo Rodrigues. Depois de uma pausa para café, às 16h30, a programação termina às 17h com uma visita guiada ao Centro de Interpretação do Bordado.
Outros olhares
Para Sónia Abreu, a chancela de Cidade Criativa deve ser entendida para além da dimensão institucional e utilizada na projeção de Castelo Branco.
“É uma questão que eu tenho refletido muito sobre e tenho conversado com o presidente da Câmara Municipal, porque é ele quem tem o pelouro da Cultura e das Cidades Criativas. O facto de termos esta chancela é muito mais do que só dizer ‘somos uma cidade criativa’. Penso que deveríamos aproveitar este legado, esta chancela que tem muito peso e é tão importante para chamar todos”, afirmou, realçando que, “nesta Bienal, em concreto, vamos focar-nos naquilo que nos elevou à categoria de “Cidade Criativa da UNESCO”, que são o Artesanato e as Artes Populares, como o bordado, mas a ideia é também apoiar e promover outras formas de artesanato que existem na cidade”, salienta Sónia Abreu, que deixa um convite à participação no encontro e à descoberta do território através do património e das tradições que estarão em debate durante os dois dias.
“O convite que eu faço às pessoas é que venham a Castelo Branco e que participem neste evento. O que vamos ter aqui é um painel de oradores muitíssimo interessante, que vai falar não só sobre as questões relacionadas com o ‘Bordado de Castelo Branco’, mas sobre o património imaterial, as tradições no geral. Não deixem de estar presentes”, apelou.
Participação é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória
A participação na “Bienal Internacional de Artes e Ofícios” é gratuita. As inscrições podem ser efetuadas através de formulário próprio no seguinte link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScDxASco71nQy1jCHIm-o5SqzxmmZZAYr1dM6eF-ky6eKONjQ/viewform
Ígor Lopes
Atualidade
Lisboa: António José Seguro recebeu Marcelo Rebelo de Sousa no Palácio de Belém
O presidente da República de Portugal, António José Seguro, recebeu nesta quarta-feira, dia 26 de agosto, o seu antecessor, Marcelo Rebelo de Sousa, no Palácio de Belém, em Lisboa, para um almoço que proporcionou um momento de partilha de experiências e reflexão sobre o país.
Segundo uma nota divulgada no site oficial da Presidência da República, “o encontro ficou marcado por uma grande simpatia, pela partilha de experiências e pela estimulante troca de ideias sobre o país”.
A informação divulgada foi acompanhada por fotografias de António José Seguro e Marcelo Rebelo de Sousa a conversar lado a lado nos jardins do Palácio de Belém, registando visualmente o encontro entre os dois chefes de Estado.
Com efeito, a reunião insere-se numa sequência de encontros que têm sido promovidos por António José Seguro com antigos presidentes da República desde que assumiu funções. O atual chefe de Estado português já tinha recebido António Ramalho Eanes, no início de julho, e Aníbal Cavaco Silva, no final do mesmo mês, em ocasiões igualmente divulgadas através de notas no site da Presidência.
António José Seguro assumiu a Presidência da República de Portugal a 9 de março de 2026, sucedendo a Marcelo Rebelo de Sousa, que exerceu o cargo durante dez anos, entre 2016 e 2026.
Atualidade
Encerram a 6 de setembro as inscrições para o “Grande Prémio da Literatura Portuguesa na Diáspora”
Estão abertas até o próximo dia 6 de setembro as inscrições para o “Grande Prémio da Literatura Portuguesa na Diáspora”, uma iniciativa de participação gratuita e de âmbito internacional destinada a “reconhecer, valorizar e promover a criação literária de autores portugueses residentes fora de Portugal”, em duas categorias: “Prosa e Poesia”. As obras a concurso devem ter sido publicadas entre 5 de maio de 2024 e 6 de setembro de 2026 em língua portuguesa. A cerimónia de entrega dos prémios será em Thetford, na Inglaterra, dia 6 de novembro de 2026, integrada nas celebrações do 20.º aniversário do jornal “As Notícias”, quando “deverão estar presentes os concorrentes ou se fazerem representar”.
O prémio foi lançado pelo jornal “As Notícias”, com sede no Reino Unido, dia 5 de maio, no âmbito das comemorações pelo Dia Mundial da Língua Portuguesa.
De acordo com os seus organizadores, “o número de participantes está a ser muito positivo, confirmando o interesse das nossas comunidades no campo literário”.

“Com periodicidade anual, o prémio pretende afirmar-se como uma referência cultural da diáspora portuguesa, distinguindo obras de elevada qualidade escritas em língua portuguesa e incentivando a produção literária das comunidades portuguesas espalhadas pelos cinco continentes”, tendo como objetivo ainda “valorizar a ligação à língua e à cultura portuguesas através da escrita”.
Conheça as regras da candidatura
A iniciativa, que conta com inscrições gratuitas, contempla duas categorias: “Prosa e Poesia”, e destina-se a cidadãos com nacionalidade portuguesa residentes atualmente no estrangeiro, com idade mínima de 18 anos.
As obras a concurso devem ter sido publicadas entre 5 de maio de 2024 e 6 de setembro de 2026, não podem estar vinculadas a outros concursos nem tampouco terem sido já premiadas noutras oportunidades. Não são elegíveis autores residentes em Portugal, ainda que tenham sido emigrantes no passado. O encerramento das candidaturas acontece dia 6 de setembro 2026.
Serão atribuídos prémios pecuniários para os vencedores no valor de 500 libras, em cada categoria. Os trabalhos serão avaliados por um júri composto por personalidades de reconhecido mérito no panorama literário e cultural português.
“Mais do que um concurso literário, o projeto pretende dar visibilidade a autores que, muitas vezes longe dos grandes circuitos editoriais, contribuem de forma significativa para a riqueza e diversidade da literatura em português”, disseram os responsáveis.

“Ao longo de décadas de emigração, milhões de portugueses construíram histórias de vida que fazem parte da memória coletiva do país. O “Grande Prémio da Literatura Portuguesa na Diáspora” nasce precisamente para preservar esse património humano, cultural e histórico, incentivando a escrita como veículo de memória, identidade e aproximação entre Portugal e as suas comunidades no estrangeiro”, afirmaram esses mesmos responsáveis pelo jornal localizado no Reino Unido, que sublinharam ainda que, numa primeira fase, o projeto conta com a colaboração de vários órgãos de comunicação social da diáspora portuguesa, entre os quais “Agência Incomparáveis”, “RádioTV Lusa”, “Bom Dia”, “Gazeta Lusófona” e “LusoJornal”, além do apoio da Direção-Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas (DGACCP) e da Associação Portuguesa de Poetas (APP).
Como participar?
As candidaturas devem ser feitas on-line em: https://premio-literatura.com/candidaturas
O regulamento pode ser consultado em: https://premio-literatura.com/regulamento
Saiba mais sobre o “Grande Prémio da Literatura Portuguesa na Diáspora” em: https://premio-literatura.com/
Dúvidas podem ser enviada para o e-mail: joaonoronha@asnoticias.co.uk ou joaomarianoronha@yahoo.com
Ígor Lopes
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