Atualidade
Albergaria incentiva a criação de negócios com a Semana do Empreendedorismo
De 13 a 20 de maio, o Município de Albergaria-a-Velha organiza a Semana do Empreendedorismo, que se traduz num conjunto de eventos que promovem e valorizam o espírito de iniciativa e a capacidade de criar novas ideias e projetos em qualquer idade. Estas iniciativas integram a Estratégia para o Empreendedorismo e Desenvolvimento Económico de Albergaria-a-Velha – “Albergaria 2030”.
No âmbito da Academia Empreende+, o Mercado Municipal – A Praça vai ser palco de duas Mostras de Empreendedorismo Júnior com base nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para a Agenda 2030 das Nações Unidas. Na manhã de 13 de maio, na mostra “F@z e Acontece”, os estudantes do 2º ciclo apresentam os projetos de empreendedorismo social, desenvolvidos em parceria com instituições locais, que visam encontrar soluções geradoras de mais-valias para as necessidades identificadas. Já a 20 de maio, entre as 9h00 e as 13h00, é a vez das crianças do 1º ciclo partilharem os jogos lúdicos ou vídeos de sensibilização que realizaram ao longo do ano “No Palco Com O Gaspar”.
A apresentação dos projetos finalistas dos Concursos de Ideias Desafi@te (3º Ciclo) e #Faz O Teu Futuro (Ensino Secundário e Profissional) também decorrem na Semana do Empreendedorismo nas tardes de 16 e 19 de maio, respetivamente. No palco do Cineteatro Alba, os estudantes apresentam o seu projeto original perante um júri exigente, à procura de ideias inovadoras e “fora da caixa”.
Ainda para o público escolar, no dia 18 de maio, a partir das 9h00, vão ser desenvolvidas várias sessões TECH@SCHOOL nas escolas, dirigidas a alunos do 9º ano. Este projeto visa sensibilizar os jovens para as potencialidades das profissões nas áreas das Tecnologias da Informação, Comunicação e Eletrónica.
Para o público em geral, nomeadamente empreendedores, empresários e pessoas com interesse na temática do empreendedorismo, realiza-se a 14 de maio, às 9h00, uma sessão ativa de ‘networking’, materializada numa caminhada pela Pateira de Frossos.
Já no dia 17 de maio, às 18h00, o Município de Albergaria-a-Velha apresenta a Rede de Embaixadores Empresariais na Biblioteca Municipal, que visa a constituição de um grupo de representantes do tecido empresarial, que promova as empresas e as atividades económicas no contexto regional, nacional e internacional. Através da Rede de Embaixadores Empresariais pretende-se evidenciar, mostrar e dar visibilidade ao que melhor se faz em Albergaria-a-Velha no contexto económico e industrial e a sua força e capacidade empreendedora, por forma a promover o território, a captação de investimento e de talento humano.
Os autores João Carlos dos Santos e Hugo Miguel Carvalho vão estar no Mercado Municipal – A Praça para apresentar “Corporator – como evitar os principais erros de gestão” no dia 20 de maio, pelas 16h00. O livro é pretende adicionar uma perspetiva nova e prática à riqueza de conhecimento disponível sobre como ser um empreendedor, recorrendo a exemplos práticos dos autores, que aprenderam com os seus próprios erros.
INOV@IERA na Semana do Empreendedorismo
O projeto INOV@IERA – Inovação no Apoio ao Empreendedorismo na Região de Aveiro, dinamizado pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, Universidade de Aveiro e a AIDA CCI – Câmara de Comércio e Indústria do Distrito de Aveiro, em parceria com os Municípios da Região de Aveiro, marca presença na Semana do Empreendedorismo com três iniciativas. No dia 15 de maio, a partir das 14h00, têm lugar as Jornadas Empresariais de Inovação, na Incubadora de Empresas, com o tema “Empreender Negócios com Sucesso”. Neste evento, destaca-se a intervenção de Pedro Martins Pereira, fundador da Larus Design Urbano. No mesmo local, às 18h00, decorrerá o Encontro de Mentores, uma ação que pretende estimular a partilha de conhecimento e experiência por parte de especialistas externos em diversas áreas, com vista a apoiar os jovens empreendedores a desenvolverem os seus projetos e ideias de negócio.
No dia 17 de maio, às 16h00, na Biblioteca Municipal, será dinamizada a “IERA Sharing, à conversa com…”, sendo o orador convidado Jorge Ferreira, CEO da Palbit.
Para mais informações e inscrições, os interessados podem contactar a Incubadora de Empresas através do endereço de correio eletrónico incubadora.empresas@cm-albergaria.pt ou pelo número de telefone 234 529 751.
Foto: CMAV.
A Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.
Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes e Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.
Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.
No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados
. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.
. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.
. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.
. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.
. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.
. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.
. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.
Imagens: IMP.
Atualidade
Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal
Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.
Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.
A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.
No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.
Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.
Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.
Fotos: ARA.
Atualidade
Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação
Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.
Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.
O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.
Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.
A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.
É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.
O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.
Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.
Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.
Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.
Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.
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