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Flávio Martins quer reforço do CCP e maior valorização da diáspora portuguesa

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O presidente do Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP), Flávio Martins, defendeu que o Conselho deve assumir um “papel cada vez mais ativo na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas”, apelando simultaneamente a um maior reconhecimento da diáspora portuguesa e ao reforço da estrutura da própria instituição.

As declarações foram dadas durante a cerimónia comemorativa dos 45 anos do CCP, realizada no dia 29 de junho no Palácio das Necessidades, em Lisboa, e posteriormente desenvolvidas em entrevista concedida à Agência Incomparáveis, onde o responsável fez um balanço do percurso da instituição, apontou os principais desafios do futuro e sublinhou as prioridades da reunião mundial do CCP.

Na abertura da cerimónia, Flávio Martins começou por agradecer a presença das diversas entidades institucionais, governantes, deputados, antigos secretários de Estado, conselheiros e representantes das comunidades portuguesas, considerando que a forte participação demonstrava o reconhecimento crescente do Conselho.

Ao recordar os 45 anos da instituição, fez questão de sublinhar que o atual Conselho resulta do trabalho desenvolvido por sucessivas gerações de conselheiros.

“O Conselho das Comunidades Portuguesas não é apenas este mandato. Muito pelo contrário, são centenas de pessoas que se disponibilizaram durante esses 45 anos a representar, a disponibilizar algum do seu tempo, voluntariamente, para representar as nossas comunidades”, frisou.

Na mesma linha, este responsável salientou que a consolidação da instituição resulta igualmente do trabalho realizado por anteriores governos e mandatos.

“Hoje, temos um Conselho devidamente estruturado, amadurecido e este é um trabalho que não é de agora, é um trabalho de anteriores governos também, de anteriores mandatos também. E para nós é sinal de muita felicidade podermos comemorar estes quarenta e cinco anos”, declarou o presidente do Conselho Permanente do CCP, que recordou a evolução histórica da instituição, explicando que o órgão deixou de representar apenas os emigrantes portugueses para passar a abranger toda a realidade das comunidades portuguesas.

“Quando foi pensado, e pela primeira vez instalado, ainda tínhamos um Conselho voltado eminentemente para a emigração portuguesa. O que nós temos hoje é um Conselho voltado para as comunidades portuguesas, sejam elas aquelas que decorreram da emigração de Portugal para os países de acolhimento, sejam daqueles que já nasceram no estrangeiro, mas que defendem Portugal e a portugalidade como se tivessem nascido em território nacional”, salientou.

Segundo Flávio Martins, essa transformação representa simultaneamente um motivo de orgulho e um aumento da responsabilidade da instituição.

“É, portanto, para nós, um motivo não apenas de orgulho, mas também de muita responsabilidade estarmos aqui hoje”, acrescentou.

“Nós temos as nossas reivindicações, as nossas ideias, as nossas visões, mas sabemos que isso tudo só é construído com o diálogo. E esse diálogo sempre procuramos manter num elevado padrão, num padrão de educação, num padrão de respeito, num padrão de lealdade e de frontalidade”, afirmou, além de sustentar que o Conselho procura manter uma relação institucional muito para além do Governo.

“Nós não dialogamos apenas com o Governo. Evidentemente somos um Conselho que está ali para recomendar a quem estiver no Governo de Portugal as políticas públicas para as comunidades portuguesas. Mas nós tentamos e buscamos fazer um pouco mais”, referiu.

Foi precisamente essa preocupação que, segundo explicou, justificou a presença de representantes dos diferentes partidos políticos, regiões autónomas e restantes instituições portuguesas na cerimónia.

Na reta final da intervenção, Flávio Martins insistiu que o aniversário deveria servir sobretudo para olhar para o futuro.

“Esta data aqui é uma data de celebração. Mas é também uma data em que precisamos olhar para as nossas comunidades e procurar escutá-las um pouco mais. Procurar saber o que as comunidades também podem contribuir com Portugal e como Portugal deve aproximar-se mais das nossas comunidades”, defendeu, ao mesmo tempo em que apelou a um reconhecimento mais efetivo da importância da diáspora portuguesa.

“Todos neste evento têm algum parente ou algum amigo que vive nas comunidades. Todos certamente dizem sempre que precisamos valorizar as comunidades, mas está na hora então de darmos esse passo adiante para reconhecermos a importância”, afirmou, sem deixar de mencionar a tragédia vivida pela comunidade portuguesa na Venezuela.

“Nós sabemos, pelo que recentemente passou-se na Venezuela, que as nossas comunidades precisam da nossa atenção, precisam da nossa ação, e é isso que Portugal precisa fazer. Tem feito e eu espero que faça mais ainda”, apelou.

Dirigindo-se diretamente ao Estado português, Flávio Martins defendeu que o verdadeiro reconhecimento das comunidades passa pela valorização da sua ligação permanente ao país.

“Nós, no âmbito das comunidades portuguesas, não precisamos de reconhecimento pura e simplesmente. Nós precisamos é que Portugal veja que ali, naquela pessoa, tenha ela nascido lá fora ou aqui em Portugal, nós encontraremos sempre alguém disposto a levar a portugalidade adiante. A cantar o hino nacional como se fosse a primeira vez”, frisou.

Na mesma linha, o responsável deixou uma mensagem de unidade dirigida a todos os portugueses espalhados pelo mundo.

“Nós, portugueses, estaremos sempre juntos, independentemente de onde estejamos a viver naquele momento”, enfatizou.

Concluindo a intervenção, Flávio Martins destacou que os conselheiros procuram transportar diariamente esse espírito de serviço às comunidades.

“Essa sensibilidade que caracteriza o nosso povo precisa ser levada adiante, não apenas numa data festiva, mas no nosso dia a dia. É isso que cada um desses companheiros procura levar no nosso dia a dia”, disse.

“O CCP é um órgão hoje consolidado e estruturado devidamente”

Flávio Martins considerou que os 45 anos do CCP representam a consolidação definitiva da instituição.

“O CCP é um órgão hoje consolidado e estruturado devidamente. Claro que há ainda o que avançar. Hoje o trabalho é melhor estruturar internamente, inclusive em relação a termos um local próprio, um gabinete de apoio, que ainda hoje não existe”, argumentou, ao mesmo tempo que apontou outra prioridade para os próximos anos.

“Temos também de trabalhar mais próximos dos governos, dos partidos políticos e dos órgãos de soberania naquilo que refere às políticas públicas para as comunidades. Acho que essas são duas ações para um futuro mais próximo, a curto e médio prazo”, afirmou.

“Comemorar os quarenta e cinco anos hoje é importante porque nós fizemos aqui uma memória, resgatámos a memória dos que nos antecederam, dos que hoje estão aqui. Citámos alguns conselheiros que muito dedicaram as suas vidas ao Conselho. Homenageámos pessoas que têm trabalhado permanentemente com o Conselho”, recordou.

Na sua perspetiva, a cerimónia demonstrou igualmente a capacidade do CCP para reunir sensibilidades políticas muito diferentes em torno das comunidades portuguesas.

“Conseguimos reunir uma série de ex-secretários de Estado, uns mais à esquerda, outros mais à direita, mas, como foi dito, todos preocupados com as comunidades. Acho que foi um momento de celebração, um momento de afirmação do Conselho e também um momento de projeção para o futuro”, asseverou.

O presidente do Conselho Permanente do CCP admitiu apenas uma pequena frustração relativamente ao programa.

“Para mim, uma pequena frustração é que, desta vez, por uma questão de calendário e agenda, não poderemos estar com o novo Presidente da República, que sempre se disse uma pessoa muito sensível para com as comunidades, e também não poderemos estar com o primeiro-ministro. Acho que são as duas grandes ausências”, lamentou.

Ígor Lopes

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Brasil: São Paulo conta agora com uma delegação da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, entidade com sede em Viseu

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A “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” realizou, no passado dia 16 de julho, a cerimónia oficial de tomada de posse da nova direção da delegação de São Paulo da entidade, quando distinguiu diversas personalidades e instituições pelo seu “contributo para a divulgação da cultura portuguesa no Brasil”, além de promover uma celebração gastronómica dedicada aos laços históricos entre Portugal e o Japão, numa tarde de eventos realizados primeiro no Auditório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e, depois, no Restaurante Osakaya, no mesmo endereço.

A sessão solene marcou o início do primeiro mandato da delegação paulista da Confraria, organização que tem como missão “preservar, divulgar e valorizar o património histórico, cultural e gastronómico da região da Beira Alta portuguesa, junto da comunidade lusa residente no Brasil e dos seus descendentes”, promovendo também o “intercâmbio cultural entre Portugal e o país sul-americano”.

A estrutura dirigente passou a ser liderada por Nilzângela de Lima Souza, que assume a presidência da delegação, acompanhada por João Baptista de Oliveira, como vice-presidente, Gabriel Kwak, como secretário-geral; e, na tesouraria, Raquel Naveira. Integram-na, ainda, os conselheiros fiscais José Francisco Ferraz Luz e José Domingos de Lima Pezza, José Alberto Lovetro, diretor de Banda Desenhada, e Salete Lima e Eliza Muratori, Fatima Fonseca, nomeadas embaixadoras culturais.

De igual modo, durante a cerimónia foram atribuídos os títulos de “Presidentes de Honra” da Confraria ao Dr. Juarez Morais de Avelar e ao jornalista e escritor luso-brasileiro Ígor Lopes, “distinção reservada a personalidades reconhecidas pelo apoio prestado à instituição e ao fortalecimento das relações culturais entre Portugal e o Brasil”.

Reconhecimento do mérito cultural marcou cerimónia

A tomada de posse ficou também assinalada por um conjunto de condecorações destinadas a reconhecer o trabalho desenvolvido em diferentes áreas da cultura, do associativismo e da promoção da identidade portuguesa.

Tânia Sousa Pezza e Richard Wolfgang Azevedo Bauer foram investidos como novos comendadores da Confraria, recebendo as respetivas insígnias numa cerimónia presidida por Nilzângela de Lima Souza. Ao longo da sessão foram ainda homenageados o maestro Roberto Mendes Barbosa e Elisa Mendes Barbosa, ligados ao Coral de Oficina de Arte e Cultura, bem como Benjamin Souza Marinho, distinguido enquanto representante das novas gerações que mantêm viva a ligação à cultura portuguesa.

A Confraria decidiu também atribuir uma distinção institucional ao Restaurante Osakaya, reconhecendo o contributo que o espaço tem vindo a prestar ao “fortalecimento do intercâmbio cultural luso-brasileiro” e à “valorização da gastronomia enquanto elemento de aproximação entre os povos”.

Gastronomia como expressão da história comum

Após o momento protocolar, os participantes reuniram-se no salão do Restaurante Osakaya, onde foi servido um menu concebido exclusivamente para a ocasião, pensado para traduzir, através da gastronomia, o encontro histórico entre Portugal e o Japão. A proposta gastronómica procurou revisitar um dos capítulos mais antigos das relações entre os dois países, evocando os primeiros contactos estabelecidos pelos navegadores portugueses no século XVI e a influência que essa presença deixou na cultura culinária japonesa.

Ao longo do jantar foram servidos pratos que combinaram técnicas tradicionais japonesas com ingredientes e referências profundamente associados à cozinha portuguesa, transformando cada momento da refeição numa narrativa sobre a circulação de produtos, sabores e tradições entre os dois extremos do mundo.

O percurso iniciou-se com Edamame, valorizando a simplicidade dos produtos naturais, e com uma delicada salada de hijiki, preparada com caldo dashi e shoyu, apresentada como uma evocação da profundidade do oceano e da subtileza da cozinha japonesa.

Seguiu-se um dos momentos mais simbólicos da noite: o Korokke de Bacalhau, versão japonesa inspirada no tradicional bolinho de bacalhau português. A confeção recorreu à panagem em panko, preservando, contudo, o protagonismo do bacalhau, ingrediente incontornável da gastronomia portuguesa, criando uma ponte entre duas tradições culinárias separadas por milhares de quilómetros, mas unidas pela história.

O menu prosseguiu com Orange Chicken, Karaage Nanban, Shorompo Soup, Buta Misso e Tempura Misto, prato que assumiu especial simbolismo por recordar precisamente a influência portuguesa na divulgação do tempura – pois em séculos passados esta iguaria era consumida apenas por monges, sendo proibido o consumo por pessoas comuns – a técnica de fritura que viria a dar origem à atual tempura japonês.

A refeição terminou com Choux Cream (Shu Kuri), sobremesa de inspiração francesa reinterpretada pela pastelaria japonesa, encerrando um percurso gastronómico marcado pela fusão de influências e pela valorização da partilha cultural.

Toda a experiência foi desenvolvida pelo chef Daisuke Takao, agradecemos aos proprietários Henrique Hojo e Nicolas Aoki, que procuraram construir um menu onde cada prato representasse um “momento da ligação histórica entre Portugal e o Japão”, estabelecendo um “diálogo entre tradição, criatividade e identidade”.

“Mais do que um jantar comemorativo, a receção constituiu um dos momentos centrais das celebrações da tomada de posse, reforçando a gastronomia como instrumento de diplomacia cultural e de aproximação entre comunidades”, disse Nilzângela de Lima Souza, presidente da delegação de São Paulo da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, com sede em Viseu, Portugal.

A iniciativa terminou num ambiente de convívio entre confrades, dirigentes, representantes institucionais e convidados, consolidando a “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” como “um espaço de preservação das tradições beirãs, de promoção da cultura portuguesa e de fortalecimento dos laços entre Portugal e o Brasil”, em particular “junto da comunidade portuguesa radicada em São Paulo”.

Agência Incomparáveis

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Cônsul-Geral Adjunta de Portugal no Rio de Janeiro recebe “Título de Cidadã Carioca” pelo “reforço das relações entre Portugal e a cidade maravilhosa

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A Cônsul-Geral Adjunta de Portugal no Rio de Janeiro, Ana Rita Ferreira, foi distinguida com o “Título de Cidadã Honorária do Município do Rio de Janeiro”, numa cerimónia realizada no Palácio de São Clemente, sede do Consulado-Geral de Portugal na cidade maravilhosa e residência oficial da cônsul-geral portuguesa na cidade, por iniciativa da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, através da iniciativa promovida pelo vereador e primeiro-secretário da Mesa Diretora da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Rafael Aloisio Freitas, em reconhecimento pelo “contributo da diplomata para o fortalecimento das relações entre Portugal, o Brasil e a cidade do Rio de Janeiro”.

A sessão solene, decorrida na passada quarta-feira, 8 de julho, foi presidida pela Cônsul-Geral de Portugal no Rio de Janeiro, embaixadora Joana Gaspar, reunindo representantes do corpo diplomático, autoridades civis, dirigentes associativos, presidentes de Casas Portuguesas, empresários e diversas personalidades ligadas à comunidade luso-brasileira.

Segundo apurámos, a distinção reconhece o “percurso diplomático” de Ana Rita Ferreira e o “trabalho desenvolvido ao longo da sua missão no Rio de Janeiro, marcado pelo reforço da cooperação institucional entre Portugal e o Brasil, pela promoção das relações culturais e pelo acompanhamento permanente da comunidade portuguesa residente na região”.

Esta homenagem foi proposta pelo vereador Rafael Aloisio Freitas, cuja intervenção destacou precisamente o empenho de Ana Rita Ferreira na “criação de pontes de diálogo e cooperação entre os dois lados do Atlântico” e na “consolidação dos laços históricos que unem Portugal e o Rio de Janeiro”.

O processo contou também com a colaboração de Gilberto Moreira Júnior, assessor do vereador, que participou na preparação e desenvolvimento da proposta apresentada à Câmara Municipal.

A atribuição do “Título de Cidadã Honorária do Município do Rio de Janeiro” constitui “uma das mais relevantes distinções concedidas pela autarquia carioca” e simboliza o “reconhecimento oficial da cidade às personalidades que, mesmo não sendo naturais do Rio de Janeiro, prestam contributos relevantes para o seu desenvolvimento institucional, cultural e internacional”.

Num ambiente marcado pela emoção e pelo reconhecimento público, a cerimónia reforçou ainda a profunda ligação histórica entre Portugal e o Rio de Janeiro, celebrando o legado de diálogo, amizade e cooperação que Ana Rita Ferreira ajudou a consolidar durante o exercício das suas funções diplomáticas.

Ígor Lopes

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“Encceja Exterior 2026”: Inscrições para exame de certificação de brasileiros residentes no estrangeiro decorrem entre 3 e 14 de agosto

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O Governo do Brasil publicou o edital do “Encceja Exterior 2026”, oficialmente conhecido como Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos, uma prova gratuita e de participação voluntária destinada a jovens e adultos brasileiros residentes no estrangeiro que não concluíram o ensino fundamental ou o ensino médio na idade regular mas que pretendam obter certificação escolar correspondente ao ensino fundamental ou ao ensino médio. As inscrições decorrem entre 3 e 14 de agosto de 2026, estando a realização das provas marcada para 22 de novembro de 2026, anunciou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).

Para concorrer ao certificado do ensino fundamental, os candidatos deverão ter 15 anos completos na data da realização da prova; para o ensino médio, a idade mínima exigida é de 18 anos, em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei n.º 9.394/1996). A inscrição exige ainda a existência de um número de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) válido.

As provas realizam-se num único dia, distribuídas pelos períodos da manhã e da tarde, sendo compostas por quatro provas objetivas, com 30 questões de escolha múltipla cada, e por uma prova de redação.

No caso do ensino fundamental, são avaliadas as áreas de Ciências Naturais, Matemática, Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física e Redação, bem como História e Geografia.

Já para os candidatos ao ensino médio, o exame incide sobre Ciências da Natureza e as suas Tecnologias (Química, Física e Biologia), Matemática e as suas Tecnologias, Linguagens, Códigos e as suas Tecnologias e Redação (Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes e Educação Física) e Ciências Humanas e as suas Tecnologias (História, Geografia, Filosofia e Sociologia).

O INEP recomenda aos interessados a consulta integral do edital, disponível através do site institucional oficial das provas, onde constam todas as regras de participação, os procedimentos de inscrição e as condições para obtenção da certificação escolar.

Ígor Lopes

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